Kharisma 10

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

Série do Kharisma

SHOUD 10: “Kharisma 10”
Apresentando ADAMUS
Canalizado por Geoffrey Hoppe
Apresentado ao Círculo Carmesim
4 de julho de 2015


NOTA IMPORTANTE: 
Esta informação provavelmente não é para você,
a não ser que você tome total responsabilidade 
pela sua vida e suas criações.




Eu Sou o que Sou, Adamus of Saint Germain.

A querida Linda de Eesa mencionou isso: “Quem virá hoje?” Quem virá hoje? Será o Adamus – incisivo? Será o Saint Germain – gentil, profundo, amável?

Quem será? Bem, é uma pergunta interessante, porque a resposta é sempre a mesma. São vocês. são vocês que vêm. É o momento de vocês. É o encontro de vocês. A música toca – linda, linda música para uma mudança [referindo-se à“Book of Love”(Livro do Amor) que tocou antes da canalização –, a linda música toca hoje e vocês vêm, distraídos por algumas imagens, pela própria música. É quando vocês se instalam e permitem a si mesmos.

Espaço seguro. Lindo ambiente, rodeado por outros seres adoráveis. Vocês chegam e dizem: “Vamos lá. Vamos passar para esse próximo nível. Vamos liberar algumas coisas que precisam ser liberadas há muito tempo. Vamos fingir que estamos prestando atenção a alguma coisa, mas realmente estamos só permitindo. Depois de dois meses afastados, vamos permitir.” Ah, o louco mundo lá fora, todo o estardalhaço e toda a comoção, será que isso vai melhorar? Não. Vamos permitir nestes 90 minutos ou mais em que passamos juntos. Então, são vocês.

Eu virei com diversas faces ou atuações diferentes, atuações da minha consciência. Hoje, é uma linda combinação de Adamus e Saint Germain, mas a maior parte são vocês. Então, detectem, no decorrer do dia, quando é Adamus, quando é Saint Germain. Hum. Vou lhes dar uma pista. Nem sempre será Adamus no momento mais apropriado.

Adamus, a energia de Adam. Não aquele cara Adão, mas a energia de Adam Kadmon, o modelo dos humanos na Terra. Não tem nada a ver com masculino ou feminino, mas é o Adam. É o Adam-us (N. da T.: Us = nós, em inglês), Adamus, Adam, todos nós, todos vocês que assumiram a forma humana, que partiram nesta jornada. Ah! Que jornada incrível!


Liberdade

E aqui estamos nós, em 4 de julho de 2015 [Dia da Independência dos EUA]. Que honra. Quatro de julho é especial para mim. Na verdade, é dois de julho, mas não vamos entrar em detalhes históricos. Mas o quatro de julho é sempre especial. Por quê? Porque foi instrumental ao ajudar a criar este grande país. E, mesmo que vocês não sejam dos Estados Unidos da América, isto não é um discurso patriótico. Não acredito muito nesses discursos patrióticos. Representou um novo potencial, um potencial para a liberdade e a soberania. Não tem nada a ver com... implicitamente, não tem nada a ver com governos, mas a sua liberdade e soberania. E vocês vêm pra cá, de todos os lugares do mundo – os seus ancestrais vieram –, de toda a Europa, América do Sul, Ásia, de todos os lugares do mundo pra estarem aqui permitindo algo chamado liberdade.

Deu certo? Até um ponto razoável, sim. O mundo é infinitamente diferente do que era lá atrás em 1776. Anos mais leves pela frente em termos de respeito e igualdade. E vocês vão ver isso cada vez mais todos os dias pelo mundo afora. É contagiosa, agora, toda essa coisa de liberdade.

Como sabem, desde que vim depois do querido, querido Tobias partir, eu disse isso sobre liberdade. E o que está acontecendo no mundo, se quiserem saber por que as energias estão fazendo o que estão fazendo, tem tudo a ver com liberdade.

Algumas pessoas estão prontas pra ela; muitas não estão. Algumas pessoas amam a palavra e o conceito, mas não estão prontas pra colocá-la em suas vidas. Liberdade requer uma tremenda responsabilidade.

É liberdade de tudo, como veremos hoje. Não se trata somente de ficar livre dos impostos. Ou da religião ou mesmo da política; é a liberdade de vocês – de si mesmos, consigo mesmos.

Os que discursam sobre a liberdade governamental deveriam parar um instante e dar uma olhada – será que estão livres em si mesmos? Não tem nada a ver com conspirações, empresas, governos, religiões nem nada mais, porque uma pessoa pode ser livre convivendo com a enorme densidade de todos esses outros fatores. Vocês podem estar na prisão e ser totalmente livres. É, na verdade, uma tremenda experiência estar preso e ter que encontrar sua liberdade. Uma tremenda experiência. A vida nunca mais será a mesma.

Eu fiz minha contribuição ao trabalhar com aqueles lá atrás na Europa, particularmente os que vocês conhecem como franco-maçons (Freemasons), para criar este lugar de liberdade. Não era o único lugar, de fato. Havia diversos lugares, a Austrália, em particular, e outros países pelo mundo. Não quero citar uma lista porque vocês vão começar a fazer comparações, mas este foi um dos lugares. Tinha as energias apropriadas. Tinha as intenções apropriadas. Então, aconteceu.

Treze colônias, 13 colônias originais e, claro, o número 13 – que não é ruim, de forma alguma. Na verdade, é um número muito, muito sagrado. Mas ganhou seu quê de ruim. Sexta-feira treze. Como muitos sabem, de onde vem esse negócio de sexta-feira treze? Por que treze? Bem, tem a ver com os Cavaleiros Templários, que foram convocados pra diversos locais da Europa numa sexta-feira treze, há muito, muito tempo, em nome da igreja e dos governos; chamados para uma reunião, para um grande encontro e celebração, e que foram executados naquele dia. Assim, desde então, a sexta-feira treze ganhou essa reputação, ficou cercada por essa energia.

A maioria não entende isso. Só ouvem “Sexta-feira Treze”. São supersticiosos. Treze, um número lindo; treze colônias começaram os Estados Unidos da América.

E a Declaração da Independência, que não se chamava, de fato, assim, naquela época, foi escrita e assinada; a Declaração da Independência, na verdade, foi votada pelo Congresso Continental na época, em 2 de julho – não em 4 de julho, mas 4 de julho era uma data numerologicamente melhor – e os documentos finais foram então validados. Mas havia certas coisas... E, repito, eu estava lá encarnado, mais ou menos, trabalhando com os Pais Fundadores (Founding Fathers). Exercemos também, eu e os maçons, uma grande, grande influência no desenrolar disso.

E uma das frases mais comuns na consciência deste momento é: “Todos os homens são criados iguais.” Na verdade, essa não era a frase original. A frase que escolhemos foi modificada posteriormente. O que queríamos dizer era: “Todos os seres são criados iguais.” Mas, vejam, os Pais Fundadores eram todos homens, então, ficou: “Todos os homens são criados iguais.” Na verdade, a versão original que escrevi era: “Todos os seres são criados iguais, mas alguns têm mais carma que outros.” [Risadas] Isso foi cortado, é claro.

É bem verdade. Todos os seres com alma são iguais. Iguais em oportunidade, iguais em potencial, iguais em sua liberdade. Mas muitos carregam muito carma. Carma de vidas passadas, carma dos ancestrais, carma da sociedade. Muitos carregam isso e, portanto, não se dão a verdadeira liberdade que realmente merecem.

A discussão sobre carma remonta aos tempos de Tobias, que dizia que isso era só uma crença. Que não é real. Não está aí fora no cosmos. Ninguém é mantido preso nisso. Realmente não há nenhum Registro Akáshico guardando tudo isso. A pessoa fica livre do seu carma no momento que o libera. Vocês podem ter o pior cadastro do mundo; podem viver existência mais existência de más ações, mas basta dizer: “Libero esse fardo, esse carma, sem culpa.” É uma coisa difícil de fazer quando vocês se sentem mal consigo mesmos, quando feriram outras pessoas, quando se feriram. Parece algo quase irresponsável. Mas, de fato, é a coisa mais responsável que podem fazer, porque, no momento que liberar seu carma, no momento que deixam ir suas impressões do passado, isso muda o potencial do futuro. Como dizia Tobias, o futuro é o passado curado, liberado.

Assim, os Pais Fundadores, também ao escreverem o documento original, colocaram uma linha que dizia: “Todos os seres têm direito à vida, liberdade e felicidade.” Na verdade, a versão original, que foi alterada, é claro, era: “Todos os seres têm direito não alienígena...” [Algumas risadas] Porque, vejam bem, os alienígenas não devem interferir com os humanos e com o modo dos humanos. O que eles sabem sobre a jornada humana? “Todos os seres têm direito não alienígena à vida, à liberdade e à busca pela iluminação.” A busca pela iluminação. Foi, de fato, Benjamin Franklin quem disse: “Não gosto muito dessa palavra. ‘Iluminação’, o que ela significa? Como as pessoas vão entender isso?” E, claro, ele quis mudar para “felicidade”. E eu disse: “Ben...” [Risadas] Eu disse. Disse, sim. Eu disse: “Ben, o que é felicidade afinal?” E Ben pôs um sorriso no cara.

Agora, Ben era meio hedonista; adorava a comida, a bebida, as mulheres, qualquer coisa que ativasse seu velho e grande centro de prazer. E ele pôs um sorrisão na cara. “Felicidade...”, ele disse, “todo mundo saberá o que quer dizer.” Então, ele mudou. Depois, eu disse: “Ben, vai empinar uma pipa.” [Risadas] Não gostei dessa mudança aí. Mas é o que é: “Vida, liberdade e busca pela felicidade.” E, se acreditam nas minhas histórias, eu amo vocês. [Mais risadas] A maioria é verdade. Realmente é. Os maçons, os franco-maçons, exerceram uma incrível influência na fundação deste país. Trata-se de liberdade.

Liberdade. Darei continuidade ao conversamos anos atrás sobre liberdade e que deixou tanta gente chateada. Estão prontos pra ela, pra sua própria liberdade, de como percebem a si mesmos, as limitações da sua autopercepção? A liberdade não tem nada a ver com o mundo externo. A liberdade é uma coisa muito pessoal dentro de vocês. Livres pra serem vocês. Livres da culpa, da vergonha ou do fardo do passado.

Superem tudo isso, não há governo, não há religião, não há vizinhança nem ninguém que possa lhes dizer como viver. Vocês simplesmente saem desse algoritmo. Falarei sobre isso depois.

Assim, aqui estamos nós em 4 de julho de 2015. Aqui estamos nós – aqui estão vocês – na realização – não na busca, mas na realização – da sua vida, de como vocês querem criá-la, da liberdade e da iluminação.

Vamos respirar bem fundo com isso.

Energias incríveis estão fluindo neste momento. Hum.

Tudo bem, vamos começar. Hum. [Adamus assobia e depois cantarola.] Ham, mm, mm, mm.


Por que Vocês Esperaram?

Assim, em nosso Shoud passado, eu perguntei o que estava segurando vocês. Por que vocês esperaram? Por que esperaram pela iluminação? Por quê? E eu disse, realmente, que, uma vez que entendessem, só com algumas palavras, uma vez que assimilassem, vocês permitiriam. O que sentiram? Quando saíram daqui, será que se lembram? Não, provavelmente, não.

Bem, vamos dar uma passada geral, de qualquer forma, bem rapidamente com o microfone. Por que esperaram? E vou dizer uma coisa agora mesmo. Linda vai entregar a alguém o microfone e a pessoa vai surtar, quem quer que seja. Parem um instante. Não pensem nisso. Simplesmente, digam o que vier à boca, contanto que não seja algo muito longo. Basta dizer, porque vocês já sabem. Vocês começam a pensar na coisa, a me dar resposta de makyo e, então, as energias ficam todas estranhas. Basta dizer. Por que esperaram? Linda, somente quatro pessoas.

Por que você esperou, David?

DAVID: Bem, na verdade, adorei o comentário de Geoff mais cedo – por ser viciado na vida.

ADAMUS: Sim. Ótimo.

DAVID: Digo, isso ressoa comigo.

ADAMUS: Sei.

DAVID: E tem a outra parte, que é um “e”, a de que eu não queria me iluminar e ir embora, mas realmente aproveitar muito a vida pela primeira vez.

ADAMUS: Ótimo. Excelentes respostas. Excelentes.

Próxima pessoa. Por que esperaram? Linda está procurando. Por que você esperou?

SUE: A razão que me veio era estar aqui nesta época, especificamente neste momento.

ADAMUS: Certo. E o que tem este momento?

SUE: É que ele é mágico.

ADAMUS: Ótimo. Sim.

SUE: É, pra entender e pra sentir...

ADAMUS: Mas também foi mágico, veja bem...

SUE: Não.

ADAMUS: ... em outra vida, duas ou três atrás. Ehh, foi muito legal.

SUE: Oh, tudo bem.

ADAMUS: Sim, é. É.

SUE: É.

ADAMUS: Mágico. Tudo bem. Você tem mágica na sua vida?

SUE: Eh, não. [Eles riem.] Não neste momento.

ADAMUS: Tudo bem, mas estamos esperando.

SUE: Sim.

ADAMUS: Uau. Veja, estou lá no futuro e vejo que o ano de 2077 será uma época mágica. Você pode esperar e voltar naquele momento.

SUE: Não.

ADAMUS: Não. Você quer agora.

SUE: Sim. Vamos ter agora.

ADAMUS: Como você vai conseguir isso?

SUE: Me entregando. Permitindo.

ADAMUS: Se entregando ao quê?

SUE: A mim mesma.

ADAMUS: Ótimo. Vamos dizer permitindo.

SUE: Permitindo, certo.

ADAMUS: Se entregando soa como algo muito submisso.

SUE: Certo. Bem, sim, as pessoas...

ADAMUS: Me bata! Me bata! [Eles riem.]

SUE: Permitindo.

ADAMUS: Permitindo. Ótimo.

SUE: E sentindo a permissão dentro de mim.

ADAMUS: Tudo bem.

SUE: É.

ADAMUS: Obrigado.

SUE: Por nada.

Mais duas pessoas. Por que vocês esperaram? É.

Por que você esperou?

ALI: O que veio pra mim foi que eu esperei, porque não confiava em mim mesma.

ADAMUS: Tudo bem. Você confia em si mesma agora?

ALI: Estou confiando em mim cada vez mais.

ADAMUS: Não foi o que eu perguntei.

ALI: Sim, confio.

ADAMUS: Porque “cada vez mais” dá a entender que não termina nunca.

ALI: Eu confio em mim mesma.

ADAMUS: Ótimo. Gostei. Mesmo que não acredite nisso, porque crenças são tênues e falsas, mesmo que não acredite, atue dessa forma. Simplesmente... [Ele beija o púlpito, de onde estava falando.] Como eu gosto disto! Atue.

ALI: Tudo bem.

ADAMUS: E aí sabe de uma coisa?

ALI: Assim é.

ADAMUS: Você verá depois. Assim é. Há... Vou falar sobre algoritmos depois e como tudo isso acontece. Ótimo. Adorei. Mais uma pessoa. Não obtive a resposta ainda, mas estamos vendo ótimas respostas. A resposta, por sinal, é a resposta de Adamus. [Adamus ri.]

Sim? Por que esperou?

SART: Estou aguardando o sorvete. [Risadas]

ADAMUS: Veja, detesto lhe dizer, mas a vaca morreu.

SART: Provavelmente, medo.

ADAMUS: Medo.

SART: É.

ADAMUS: Muito bem.

SART: Medo.

ADAMUS: Medo de quê?

SART: Medo de deixar o físico.

ADAMUS: É.

SART: E...

ADAMUS: Bem, você fez isso muitas vezes.

SART: É.

ADAMUS: Você está prestes a fazer – não agora, mais tarde. Mais tarde. Medo. O que você acha que acontece lá?

SART: Acho que é medo de não concluir a coisa deste lado.

ADAMUS: Ahh! Aqui vamos nós. Medo de não concluir.

SART: É.

ADAMUS: O que há pra ser concluído?

SART: Não faço ideia. [Eles riem.]

ADAMUS: Estão vendo o problema que isso causa? De fato, você é muito preciso e muito aberto quanto a isso. Não ter concluído. Esse é um dos vícios com relação à vida sobre os quais falaremos em agosto. “Não concluí.” Concluiu o quê? “Não sei.” Mas vocês não concluíram.

SART: Isso.

ADAMUS: Não acham que isso vai ficar rolando indefinidamente? Vai. É estar viciado na vida. Sim. Ótimo.

SART: Isso.

ADAMUS: Obrigado.

Então eu fiz a pergunta “por que esperaram?” Minha resposta, se eu pegasse o microfone, mas já tenho um, minha resposta seria: “Não esperei.” Não esperei. É meio que um disparate, mas: “Não esperei. Estou vivendo, tendo experiências. Sou um humano que está passando por desafios, mas passando por um incrível despertar que já ocorreu, de fato, que é o e, já está aí, mas estou me divertindo, Adamus. Estou me divertindo pra valer. Por quê? Porque percebi que já estou lá. Já estou iluminado. E percebi que ainda posso ficar no jogo. Ainda posso continuar viciado na vida. Ainda posso me divertir. Ainda posso... Veja, aprender é muito divertido. E desabrochar e me desenvolver é muito divertido. Então, estou fazendo isso também, Adamus.”

Então, da próxima vez que eu perguntar “por que esperaram?”: “Não esperei. Não esperei. Eu sou iluminado e também estou me divertindo neste jogo. Dane-se! Estou criando coisas como você faz. Dane-se! Estou só me divertindo fazendo coisas que não me permiti fazer em outras existências! Tenho uma festa hoje à tarde. É porque eu posso, Adamus. É por isso.”

[Leve pausa]

Um silêncio paira na plateia. [Algumas risadas] Não sei bem se foi um silêncio de sabedoria: “Ah, sim.” Ou um do tipo: “Do que ele está falando?” [Adamus ri.] “Por favor, dá pra abrir uma cerveja e seguir em frente!”


Vocês Acreditam em Deus?

Certo, próxima pergunta. Linda, fique preparada. Próxima pergunta. A propósito, quero deixar a coisa simples hoje. Sei que vocês têm uma festa, então, só quero seguir em frente aqui. Então, não vamos nos aprofundar muito. Este não será um daqueles Shouds clássicos, se não se importam. Alguns são. Digo, chega aquela data do mês, por assim dizer, e temos que fazer isto.

Então, a próxima pergunta é: Vocês acreditam em Deus?

Tudo bem. Agora, vocês percebem que, neste planeta, cerca de 78% da população mundial acredita numa forma de Deus? Em graus diversos, é claro, e em diferentes Deuses, é claro, mas cerca de 78% acredita nesse Ser Supremo ou Força Suprema fora de si mesmos. Restam cerca 22%, e cerca de 10% realmente se declaram ateus: “Não existe Deus.”

É claro, vocês sabem, isso não importa. Vocês podem rejeitar Deus, mas o engraçado é achar um ateu, um verdadeiro ateu que nunca tenha sequer considerado isso. Que não conheça a palavra. Que não tenha a palavra na consciência. Isso é um ateu de verdade. Tipo: “O que você disse? Do que você está falando?” Que não tenha nenhuma compreensão sobre Deus. Os ditos ateus, eles ficam pra lá e pra cá na mente, o tempo inteiro, pensando em Deus. Não importa pra mim se eles acreditam ou não. Na verdade, é mais fácil trabalhar com os ateus. Eles não têm tantas noções preconcebidas, nem grandes esperanças ou desejos. Eles vivem; eles morrem.

Quando morrem, é muito divertido trabalhar com eles. “Olááá! Você morreu!” Eles ficam: “Não, não morri. Ainda estou me sentindo. Ainda estou consciente.” “Mas você está morto. Você não tem um corpo! Olha, eu vou mostrar pra você. Está vendo aquele acidente de carro lá embaixo? Foi com você.” “Haaah! Ohhh! Então, havia um Deus! Ohhh! Ohhhhh! Eu devia ter ouvido minha mãe.” [Risadas]

Então, é claro, eles começam a se confessar, coisa que não quero ouvir. Pensam, então, que é hora de se confessar e... Não, não, não, não, não. É tipo: “Veja, você está morto, você só não tem mais um corpo, mas você ainda pode ser ateu. Você ainda pode ser ateu. Está tudo bem.” Falaremos disso depois. É muito engraçado realmente.

E, depois, tem um por cento da população que simplesmente não entende. Digo, Deus, nada. Não entendem. Não querem entender. Não são ateus, são os que não têm religião. Simplesmente não entendem. Não querem entender. É muito esforço pensar nisso. A pessoa tenta falar com eles sobre vida após a morte, Espírito, Deus, milagres ou coisas do tipo, mas estão tão focados nas coisas rudimentares básicas da vida que não entendem.

Mas 78% dos humanos neste planeta acreditam em algum tipo de Ser Supremo. Esse é, provavelmente, um dos conceitos da consciência de massa mais simples de todos, de todos, no planeta. Então, vocês podem imaginar a influência que tem.

Assim, Linda, vamos para a plateia. Eu faço a pergunta: Vocês acreditam em Deus?

Sim? April, você acredita em Deus?

APRIL: Não na típica definição de Deus, não.

ADAMUS: Certo, ótimo. E em que definição, então?

APRIL: [pensando] Como consciência, eu acho. Seria uma percepção, uma força.

ADAMUS: Você reza?

APRIL: Não.

ADAMUS: Não. Tudo bem se rezasse. Você acredita que há um ser superior?

APRIL: Não superior, não.

ADAMUS: Inferior?

APRIL: Não inferior também. [Eles riem.] Não, eu...

ADAMUS: E percebam, por favor, todos vocês, que eu brinco com vocês só pra movimentar as energias. Tá, tudo bem. Nem superior, nem inferior. O quê?

APRIL: [pensando novamente] Estou tentando sair da cabeça aqui.

ADAMUS: É difícil. Sim, é algo difícil de se fazer.

APRIL: Sim!

ADAMUS: Sim, realmente difícil. O que você faz é respirar fundo e, depois, eu cuspo em você. [Ela se espanta e a plateia faz “Ohhh!] Foi pra ela acordar!

APRIL: [rindo] Sim!

ADAMUS: Ela ficou... Eu não faria isso realmente, mas viram? Ohhh, eu vivo dizendo isso, se forem ensinar, é preciso distrair o público. É, sim, porque o que acontece é que as pessoas entram em suas cabeças e, então, ohh, ficam muito limitadas e presas. Vocês precisam fazer algo pra distraí-las. [Adamus finge cuspir novamente; algumas risadas] Então, tiramos você da sua cabeça agora. E, você, de fato, durante toda a distração, meio que sentiu algo bom ou veio alguma coisa. E com relação a Deus?

APRIL: Deus sou eu.

ADAMUS: Ótimo.

APRIL: Tudo é parte de mim.

ADAMUS: É tão bom quanto parece?

APRIL: Sim. É bom demais! [Eles riem.]

ADAMUS: Ótimo. Vocês estão aprendendo. E me dê uma única palavra pra descrever o Deus que você está sentindo.

APRIL: Doçura.

ADAMUS: Doçura. Eh, não é uma palavra que eu usaria pra descrever Deus, mas gostei. Gostei.

APRIL: Eu ia dizer amor.

ADAMUS: Vejam, vamos pegar nosso quadro de escrever real aqui. Não essa coisa [o iPad] que é muito estranha. Vamos pegar aquele quadro. [O flipchart é trazido para o palco.]

Então, certo, doçura. Ótimo. Obrigado.

APRIL: Obrigada.

ADAMUS: Fiu! Não é um alívio termos acabado com isso?

APRIL: É.

ADAMUS: Oh! Mas sabe o que acontece depois? Você vai ficar revivendo este momento que ficou gravado por toda a história e está em vídeo. Você vai reviver isso e vai questionar na sua mente: “O que eu devia ter dito? O que eu devia ter dito? Que droga! Adamus me colocou na berlinda. Droga. Adamus foi... Eu sabia, mas não consegui dizer.” E então você capta a coisa. Ótimo.

[Ele olha o flipchart e repara que não estenderam as pernas dele.] Oh, tudo bem. Vou ter que fazer isso quando for escrever. [Ele se ajoelha.] Obrigado, cavalheiros. [Muitas risadas]

SART: Ei, eu falei!

ADAMUS: Não, tudo bem. Querem que eu fique de joelhos o tempo todo. Não sei por quê.

LINDA: Está perguntando sobre Deus.

ADAMUS: Claro. Por que não? [Mais risadas; alguém arruma o flipchart.] Então, enquanto esperamos, digo que os 78% que acreditam em Deus o definem de várias maneiras diferentes. Alguns acreditam em deísmo, no grande Deus lá em cima. Um Deus, todo poderoso, realmente distante, mas meio que acima de tudo – de tudo; dos assuntos dos humanos, dos assuntos do universo –, mas lá fora em algum lugar; a deidade lá fora.

E muitas religiões diferentes têm a própria definição dessa deidade. Algumas a chamam de Alá, outras de Deus. Algumas de Espírito ou o que for, mas são deidades.

Outros têm uma visão panteísta de Deus – Deus é tudo. Deus é a natureza. Deus está no ar. Deus está em todos nós. Mas, mesmo nesse sistema de crença, Deus ainda é superior. Está em tudo, mas ainda é, de alguma forma, superior. Essas são as duas maneiras primárias de definir a crença de alguém em Deus.

Vamos buscar mais respostas. Vocês acreditam em Deus? Não há nenhum julgamento nisso. Vamos escrever... Você poderia escrever “doçura”? [Ele entrega o pilot para Alaya.]

ALAYA: Doçura.

ADAMUS: Sim, sim. Não, não estou chamando você de doçura. É a palavra que surgiu ali, mas você é bem doce, bem doce, de fato. Sim?

VINCE: Claro!

ADAMUS: Claro, você acredita em Deus. Tudo bem.

VINCE: É.

ADAMUS: E como definiria esse Deus, ou como você o caracterizaria?

VINCE: Bem, é onipresente. Om-... em todo o lugar.

ADAMUS: Ommmm.

VINCE: Em mim aqui, lá em cima.

ADAMUS: Sei, o grande Om. Onipresente, onipotente, todo poderoso, que a tudo conhece. Esse é o seu Deus?

VINCE: Não. É por isso que ele nos criou, pra sairmos e termos experiências por ele ou ela, eles.

ADAMUS: Certo, certo. Não foi difícil? Ele ou ela, o que você usa?

VINCE: Algo.

ADAMUS: Sei. É difícil. Então, você acredita que Deus seja...

VINCE: Ei, ainda estou vivo depois de toda a merda que fiz.

ADAMUS: Existe um Deus!

VINCE: Existe um Deus!

ADAMUS: Existe um Deus! [Risadas] Adorei. Brilhante. Ótimo. Então, me dê uma palavra ou duas para o quadro.

VINCE: Universal.

ADAMUS: Universal. Certo. Ótimo. Mas e além do universo? O universo é meio que um lugar pequeno, se considerarmos todas as coisas.

VINCE: Bem, vamos dizer multiverso, omniverso.

ADAMUS: Omniverso. Ótimo! Ótimo! Gostei.

VINCE: Me dá um delta que eu te dou um épsilon.

ADAMUS: Omniverso. Embaixo, vamos escrever outra coisa. Apenas Omni. Omnidirecional, omnissexual, omnitudo. Certo? Só... [O pilot está falhando.] Me dá aqui; vou recarregá-lo pra você. [Ele encosta o pilot na cabeça por um instante; algumas risadas]

Certo, próxima pessoa. Sim?

Você acredita em Deus? Um tema leve hoje. Se houvesse Deus, teríamos melhores pilotsmágicos aqui. [Algumas risadas] Sim?

DONNA: Eu.

ADAMUS: Oh, você é Deus.

DONNA: Isso.

ADAMUS: Certo. Então, o quê?

DONNA: Então, existe!

ADAMUS: Digo... [Risadas] O que você faz com isso? Digo, o que você faz? Você diz: “Eu sou Deus...”

DONNA: Bem, estamos aqui pra isso, pra entender, eu acho, não é? Justamente o que fazemos com isso.

ADAMUS: É. O que você faz com isso? Digo, você sabe, “Eu sou Deus e...” Você criou o universo?

DONNA: Sim. [Ela responde hesitante; eles riem.] Foi um dos meus melhores dias!

ADAMUS: Um dos seus melhores dias. Você criou o inferno também.

DONNA: É, criei. Sim, realmente fiz isso.

ADAMUS: Então, me dê duas palavras para o quadro. Deus. Deus. [Ela suspira profundamente.] Enquanto você está pensando nisso, será que percebe que muitas pessoas acreditam em Deus, acreditam em anjos. Na verdade, um percentual um pouco mais alto; quase 80% dos humanos acreditam num tipo de ser angélico. Não como Deus, mas não humano. Algum ser que tem um pouco mais de poder, um pouco mais de encanto, um pouco mais legal do que os humanos.

A maioria dos humanos acredita mais no que chamo de seres intermediários do que acredita em Deus. Agora, é interessante. Como acreditar em anjos, se não acredita realmente em Deus? Os humanos são realmente estranhos. Sim. Tudo bem. Agora, voltando pra sua palavra.

DONNA: Bela distração.

ADAMUS: É. [Eles riem.] É muito bom. A verdadeira distração acontece quando praticamente não se repara nela. Dá pra sentir, mas a pessoa colabora pra dar prosseguimento a ela. Não vai ser indelicada pra mencionar. A pessoa flui com a distração: “Ah, tudo bem.” Sim. Não que você tenha sido indelicada, é claro. Você foi astuta.

DONNA: Obrigada.

ADAMUS: Sim.

DONNA: Condição criadora consciente.

ADAMUS: Ehhh. Ahh, tudo bem. Certo. Vou deixar passar desta vez.

DONNA: Muito makyo?

ADAMUS: Ficou perto.

DONNA: Ficou perto.

ADAMUS: Ficou perto.

DONNA: Bem, é criar...

ADAMUS: Criar.

DONNA: ... mas estando consciente disso, tipo fazer isso no estado de sono, mas realmente escolhendo e criando.

ADAMUS: Sim! Tudo bem.

DONNA: É o que eu quis dizer.

ADAMUS: Obrigado.

DONNA: De nada.

ADAMUS: Vamos escrever só “criador consciente” ou “criador perceptivo”?

DONNA: Ambos.

ADAMUS: Tá, ambos.

DONNA: Ambos.

ADAMUS: Certo, escreva ambos.

DONNA: Criador perceptivo é lindo.

ADAMUS: Só escreva “ambos”.

ALLAYA: Ambos? [Algumas risadas]

ADAMUS: Só escreva a-m-b-o-s.

DONNA: Criador perceptivo.

ADAMUS: É, “criador perceptivo”. Tudo bem, mais duas pessoas.

Pra todos que estão acompanhando online no momento, faço a mesma pergunta que fiz a todos aqui. Vocês acreditam em Deus?

A propósito, não há resposta certa nem errada. Não há certo nem errado. É uma discussão importante, e vou chegar ao ponto pelo menos no ano que vem, aproximadamente.

LINDA: Ah, que ótimo! Ótimo.

ADAMUS: Certo.

LINDA: Mais uma pessoa?

ADAMUS: Sim. Vocês acreditam em Deus? Sim? Se houvesse Deus, as pessoas não morreriam. É o que dizem: “Se houvesse Deus, não haveria tanta dor e tanto sofrimento na Terra.” Você acredita em Deus?

NICOLE: Acredito em mim.

ADAMUS: Acredita em você. Certo, mas você acredita em Deus?

NICOLE: Até certo ponto.

ADAMUS: Até certo ponto, tudo bem. Qual é seu histórico religioso?

NICOLE: Eu era católica.

ADAMUS: Você era católica. No passado, entendi.

NICOLE: É.

ADAMUS: É. Tem sentido o longo braço da igreja ainda meio que sondando você?

NICOLE: Não.

ADAMUS: Sério?

NICOLE: Não.

ADAMUS: Oh, você vai ver que ele ainda sonda. E você também, mas tudo bem.

LINDA: Pode dizer que ele está mentindo.

ADAMUS: Claro, claro, claro.

LINDA: Não confia nela?

ADAMUS: Ah, não. Eu vejo através dela. [Ele ri.] Sempre me divirto com as pessoas dizendo coisas que não são realmente o que está lá. Essa é uma das coisas que vocês vão descobrir sobre si mesmos, que o que vocês pensavam sobre vocês não é realmente vocês.

Vocês começam a perceber isso. Você nasceu e cresceu católica e... Freiras na sua vida?

NICOLE: Nenhuma. [Risadas]

ADAMUS: Nem lá atrás?

NICOLE: Não.

ADAMUS: Padres?

NICOLE: Ehhh, não na escola.

ADAMUS: Que tipo de igreja católica você frequentava? Sem freiras, nem padres. Que...

NICOLE: Bem, tinha...

ADAMUS: Monges hindus, talvez?

NICOLE: Nós tínhamos que ir à igreja todos os dias, geralmente pela hora do almoço. É.

ADAMUS: Todos os dias pela hora do almoço.

NICOLE: É. Mas não tinha freira na escola. Só...

ADAMUS: Só padres?

NICOLE: Só padres.

ADAMUS: Freis?

NICOLE: Não.

ADAMUS: Só padres. Uau. Tudo bem.

Mas, onde estávamos? Você me distraiu. [Risadas e alguns aplausos] Você vai começar a descobrir que existem camadas, e mesmo que não vá mais à igreja católica, ela ainda exerce uma influência aí, meio que uma cobertura. Não é ruim, mas ainda está aí até certo ponto. Vou mostrar pra você depois.

E como definiria, com uma ou duas palavras, Deus?

NICOLE: [pensando] Não me vem nada à mente. [Ela ri.]

ADAMUS: Tudo bem. Vamos tentar de outra forma. Quando você sente, na hora que falo de Deus, o que surge na mente de imediato?

NICOLE: Makyo.

ADAMUS: Makyo, sim. Muito bem. Posso acrescentar uma coisinha? Um pouco de medo. Um pouco de dúvida. Meio que... um “obscurecimento” seria a palavra que eu usaria. Obscurecimento. Meio que está lá; intelectualmente, não acredito na parte makyo de Deus, mas o obscurecimento está lá, como se fosse uma nuvem. Mais ou menos. Mais ou menos. Não está causando tanto problema na sua vida, mas está segurando você, todos vocês, um pouco. Tudo bem, obrigado.

NICOLE: Obrigada.

ADAMUS: E mais uma pessoa. Obrigado. Não é uma pressão tremenda? Whoo! Uau.

LINDA: Você é difícil!

ADAMUS: Quando consideramos isso a partir daquela câmera, com milhões de pessoas pelo mundo, e Deus, vendo você. [Algumas risadas] Deus ficou, particularmente, interessado: “O que ela vai dizer sobre mim hoje?” Tudo bem. Próximo. Você acredita em Deus?

ELIZABETH: Sim.

ADAMUS: E esse Deus seria...?

ELIZABETH: Acho que é uma boa pergunta, Adamus.

ADAMUS: Claro.

ELIZABETH: Porque ouvimos...

ADAMUS: Deus me pediu pra fazê-la.

ELIZABETH: Bem, vou explicar isso pra ele, ela, alguma coisa.

ADAMUS: Ele, ele. [Adamus sussurra.]

ELIZABETH: Estamos expressando, em algum lugar no nosso caminho, “Eu sou Deus também”.

ADAMUS: Sim.

ELIZABETH: Sou um cocriador junto com Deus.

ADAMUS: Sim.

ELIZABETH: Interessante pra mim é tentar descobrir o ponto crucial do que você está perguntando.

ADAMUS: Sei, sei.

ELIZABETH: E acho que, pra mim, Deus, essa palavra, significa uma força onipresente, o Tudo, que expressamos individualmente, que nos criou como uma expressou desse Deus e, portanto, somos Deus se expressando.

ADAMUS: Certo, certo. [Algumas risadas] Tenho... tenho que te dar... [Eles se abraçam. Obrigado, Deus. Então, vamos escrever “Deus está confuso.” [Mais risadas]

ELIZABETH: Mas não faz sentido pra você?

ADAMUS: Nada faz sentido pra mim!

ELIZABETH: Não que sentido seja...

ADAMUS: E eu não ligo. Não precisa ter sentido.

ELIZABETH: Certo, porque sentido não é a resposta para a pergunta.

ADAMUS: Certo. Lógica, sim.

ELIZABETH: Na medida em que é um saber, nós, individualmente, eu acho, especialmente os Shaumbra, sentimos essa unidade, essa conexão, esse saber, “Eu Sei que Sei”, de tempos em tempos.

ADAMUS: Certo.

ELIZABETH: E, então, nesse instante, nós somos isso, essa coisa.

ADAMUS: Sim.

ELIZABETH: Mas me parece que atuamos como expressões dessa coisa única que é tudo.

ADAMUS: Não realmente.

ELIZABETH: Oh, bem...

ADAMUS: Digo, sim, até certo ponto, e vou falar sobre isso daqui a pouco...

ELIZABETH: Certo.

ADAMUS: ... pra comprovar o que estou dizendo. Mas você, de fato, me ajudou com a minha sequência, obrigado.

ELIZABETH: Oh, fico feliz por ter ajudado...

ADAMUS: Obrigado.

ELIZABETH: ... tenha certeza.

ADAMUS: Então, o que vamos escrever aqui? Qual é a...

ELIZABETH: Oh, tudo bem. Boa pergunta. Deus infinito na condição de tudo. O que é Deus? Tudo que É.

ADAMUS: Tudo que É. Certo. Certo. Makyo infinito.

ELIZABETH: Mesmo?! Porque o que...

ADAMUS: E não estou implicando com você.

ELIZABETH: Nós criamos com o quê? O que nós estamos... Qual é essa fonte? Eu sei que está dentro de nós.

ADAMUS: Você diz isso ou sabe isso? Você vive isso ou pensa isso?

ELIZABETH: Eu tenho sentido. Tenho vivido ocasionalmente.

ADAMUS: Quantas ocasiões nesta existência?

ELIZABETH: Ah, deixe-me ver. Quatrocentas e setenta... Eu não sei. [Risadas]

ADAMUS: Só estou perguntando. Obrigado. Obrigado.

ELIZABETH: Eu adoraria a resposta, a sua resposta para essa pergunta.

ADAMUS: Sei. Você acredita em Deus?

ELIZABETH: Bom, veja, Deus é uma palavra e o que ela quer dizer quando você faz essa pergunta?

ADAMUS: Mas 78% das pessoas neste planeta acreditam numa versão...

ELIZABETH: Acreditam em algo superior.

ADAMUS: ... de Deus. É isso que estou dizendo. E há essa camada, essa nuvem enorme, poluída e densa encobrindo a humanidade. E eu digo que vamos manter a coisa leve aqui hoje, então vamos detonar Deus.

ELIZABETH: Tudo bem.

LINDA: Oh, isso é leve. Bem leve...

ADAMUS: Não, estou falando sério.

LINDA: É, isso é leve.

ADAMUS: É leve. Vocês vão se sentir muito melhor depois. [Linda ri.] Então, obrigado.

ELIZABETH: Muito obrigada.

ADAMUS: Então, as respostas individuais específicas não eram muito importantes. Quero que sintam o que estava acontecendo aqui na sala. É muito óbvio.


Deus

Falamos de Deus. Essa coisa que está... Eu diria que a única coisa que, provavelmente, está mais na percepção ou na consciência da humanidade é o Super Bowl. [Risadas] (N. da T.: OSuper Bowl, liga de futebol americano, é o evento esportivo mais assistido dos Estados Unidos e, em nível mundial, é o segundo em audiência.) É verdade! Mas... é realmente um fato.

Está na consciência, e as pessoas... Isso é tão confuso. As palavras que eu usaria pra descrever a percepção que os humanos têm de Deus é “confuso”, “superpoderoso”, “distante”, “desagradável”, “vago”, “mental”, “masculino” – vou dizer “irritante” –, “muito irritante”, e tudo mais, e é nisso que as pessoas acreditam! Acreditam num ser lá fora, maior que eles. Vocês dizem Deus ou Alá, ou o que for. De repente, estamos de joelhos em adoração. Por que isso?

Mas essa é uma das principais construções da consciência humana, da humanidade. É um dos algoritmos que cria a vida diária de vocês.

O entendimento de Deus é, na melhor das hipóteses, inacreditavelmente ingênuo e, talvez, na pior, infinitamente corrompido neste planeta. Está muito obsoleto. É muito controlado e sem nenhuma precisão – a menos que queiram que seja, a menos que acreditem nisso.

Eu faço essa pergunta, uma pergunta simples: “Vocês acreditam em Deus e, então, o que é Deus pra vocês?” Vocês são muito mais conscientes, inteligentes e todo o resto do que muitos outros humanos. Mesmo assim há uma espécie de contenda. Vocês ficam mentais. Vocês tentam usar as palavras certas. Vocês buscam uma relação com essa coisa que é apenas um conceito vago por aí.

Considerando que vocês têm melhor entendimento e mais iluminação, considerem agora sair pela porta, ir à cidade e perguntar isso às pessoas na rua. As respostas serão absolutamente patéticas, na minha humilde opinião, absolutamente patéticas. Das 78% das pessoas que acreditam em Deus, cerca talvez de 60 a 62% deixam que outros pensem em Deus por elas; deixam que outros determinem o que é Deus por elas. Elas não questionam, quando alguém diz: “Deus, pai nosso que está no céu.” “Por que é pai? Onde é o céu? O que Deus faz o dia inteiro?” Elas deixam que outros tratem desse assunto.

Vocês perguntam a muitas pessoas: “O que é Deus?” “Eu não sei. Veja, ele está no céu.” O que está errado com esse quadro? E isso continua. Continua, e então é esperado que as pessoas sintam culpa e medo com relação a Deus. “Oh, eu não tenho os pensamentos certos ou as crenças certas com relação a Deus.” Eu já disse aqui, neste mesmo palco, que eu detesto Deus. Não estou preocupado. É claro, não estou na forma humana. Não tenho nada a perder. Mas... [Algumas risadas]

Não, não importa. Realmente não importa, porque Deus é uma construção da consciência humana, um reflexo da consciência humana e só. Deus não tem nada a ver com os sistemas de crenças humanos atuais. Mas vocês não podem dizer isso às pessoas, porque vão matar vocês, e vocês não podem dizer pra elas porque elas vão ficar perturbadas. Vão ficar muito mentais. O mental vira emocional, o emocional vira irracional. As pessoas são treinadas e ensinadas a temer Deus, venerar Deus. Isso não faz qualquer sentido.


Revendo Deus

Assim, o motivo pelo qual falo sobre isso em 4 de julho, Dia da Independência, é para que nós – nós, todos nós aqui, vocês também [olhando para a câmera] – possamos trazer o novo Deus. Soa como uma grande tarefa, mas não é tão difícil assim trazer um Deus diferente para o planeta. Não um que precise ser venerado. Não um pra quem se precise rezar. Não um que esteja aí fora. Não estou falando apenas das coisas que vocês estão fazendo pra si mesmos; estou falando da consciência da humanidade.

A consciência atual de Deus tem, indiscutivelmente, 5.000 anos, ou algo em torno disso. Realmente não importa, mas é antiga. É muito antiga. É patética. É muito masculina, é muito zangada, muito vingativa, todas essas coisas. Não estou dizendo nada que vocês já não saibam, é claro, mas o que vocês talvez não percebam é a influência que o conceito de Deus exerce sobre este planeta – uma tremenda influência. E, quando vocês falam de Deus, mesmo os teólogos eruditos, eles não sabem. Usam muitas palavras – palavras que não fazem sentido pra ninguém, nem pra eles – pra descrever Deus e têm todos aqueles termos acadêmicos. Eles não sabem.

Alguns se voltam para a Bíblia ou para as Escrituras Sagradas: “Deus é isso.” Tsk! Não, isso foi escrito há muito tempo e não se aplica.

Em Sedona, há algumas semanas, mencionei o fim da Nova Era. O que eu não disse, o que eu não podia dizer lá, mas posso aqui, é que, de fato, este é o fim da Era de Deus. O fim do velho Deus. É o fim dessa Era. É uma Era da Consciência agora.

É difícil falar sobre esse conceito de Deus, porque a coisa fica mental. Como disse Tobias uma vez, Deus é uma experiência, certamente uma experiência. Vocês podem falar sobre ele o dia inteiro, e não faz diferença, mas, em última instância, é uma experiência pessoal.

Mesmo com a reputação de vocês, vocês ainda carregam certas camadas, um medo de Deus. Não importa o que digam, o que tenham aprendido, ainda há uma espécie de estigma de Deus aí. Tipo: “Bem, tem algo lá fora, um ser grandioso, um criador grandioso, onipotente, todo poderoso...” Vocês ainda têm essa camada, e é hora de deixá-la ir. É hora de liberá-la.

Repito, palavras tornam isso difícil, mas vou usar algumas. Deus é a absoluta simplicidade. Apenas simplicidade básica. Não há nada de complexo nisso.

Não mantém registros. Não conhece o tempo. Realmente não conhece o seu passado. Apenas conhece vocês. Não contabiliza pontuações. Não faz com que mereçam as coisas, de jeito nenhum. Não importa. É um Deus indiferente, e digo isso de um jeito muito bom. Não distribui favores, não tem times favoritos, ao contrário do que muitas pessoas acham. [Algumas risadas]

Deus, basicamente, como alguém mencionou aqui, é consciência. Apenas consciência. Mas o que é consciência? Simplesmente percepção, sem forma nem estrutura, sem tamanho, sem poder. Nenhum poder.

O conceito moderno de Deus é o conceito de poder. Vocês podem usar as palavras como sinônimos. Bem, podem usar outros termos religiosos como sinônimos: “Eu creio no poder. Eu acredito em um Deus onipotente.” Vocês estão dizendo: “Acredito no poder onipotente.” Esse é o verdadeiro problema: a correlação direta entre Deus e poder no planeta.

Deus tem que viver em algum lugar bem distante. É muito poderoso, tão poderoso que não pode – ele, ela – não pode ficar aqui. Estão vendo os problemas que temos pra definir.

Conhece tudo. Deus, Espírito, como queiram chamar, não quer saber. Não liga. Essa é a maior forma de compaixão, por sinal. Não é uma indiferença por desconsideração. É muita compaixão, porque o Espírito, Deus, não vê vocês como vocês se veem.

Na consciência desta nova era, a maior mudança que pode acontecer no planeta é a liberação dos velhos conceitos de Deus. É difícil conseguir isso, uma vez que é algo muito entranhado em seus primeiros anos, em seus últimos anos, existência após existência, esse ser distante.

O que fazemos? O que fazemos?

Primeiro, começamos a sentir, pensar, associar suas crenças com relação a Deus. Agora, vocês dizem uma coisa, mas também, ao mesmo tempo, enquanto Linda entrega pra vocês o microfone ou mesmo quando estão sozinhos, vocês dizem: “Eu acredito num Deus amoroso.” Esperem um segundo. Vocês dizem que acreditam num Deus amoroso, mas há também uma crença básica muito arraigada num Deus vingativo ou zangado, ou num Deus, mesmo que não seja vingativo nem zangado, num Deus do qual não ganharam o respeito. Vocês não são reconhecidos por esse Deus.

Então, independentemente do que vocês dizem, ainda há esses sentimentos e essas camadas. Eu sei, sem sombra de dúvida, que, por mais que vocês aprendam, ainda há um medo da morte, em diferentes graus entre vocês, que ficam se perguntando o que vai acontecer. E vocês levantam toda a questão de Deus em relação à morte – ah, digo, a questão do poder em relação à morte. O que vai acontecer quando forem pro outro lado? Quem vai recebê-los? Será vão ser capazes de se defender? É uma grande questão. “Quando eu morrer e for pro outro lado, ah, nossa! Será que vou conseguir lidar com todas essas entidades, todos esses...”

[Ele fala com Linda.] Quer uma cerveja? Vá lá fora. [Adamus ri.] Linda estava gesticulando como se eu devesse beber alguma coisa. Sandra, quanto tempo tem que nos conhecemos?

SANDRA: Eu fiz pra você.

ADAMUS: Trinta e sete mil anos, e mais algumas décadas.

SANDRA: Eu já fiz...

ADAMUS: Trinta e sete mil anos, e a gente fica pensando que ela teria intuição suficiente pra entender quando é hora do café. Não me mostre esse dedo.

CARACA (Marty): Eu ganhei um cappuccino de morango.

ADAMUS: Ééé, mas você correu atrás.

LINDA: Ela estava lhe dando banana com o braço. [Algumas risadas]

ADAMUS: Então, vamos voltar pra Deus.

Assim, vocês ainda se preocupam com Deus. Vejam, nós nos reunimos assim e temos conversas inteligentes e, vejam: “Ah, sim, estamos além dessas velhas crenças.” Não mesmo. Ainda há esse medo.

Uma das maiores razões pelas quais as pessoas temem a morte não é só a dor física. O que diabos acontece quando se chega lá? Quais são as dinâmicas de poder nas outras esferas? Ou, o que é Deus nas outras esferas? Essa é uma grande preocupação. Como afastar os maus espíritos nas outras esferas? Esse Satã, os seres poderosos e Deus, como se lida com tudo isso? Será que dá pra ficar sob o radar de Deus lá em cima como se tenta fazer aqui embaixo?

Então, deixem-me fechar o ciclo em relação a isso. [Linda leva o café e deixa na mesinha pra ele.] Está fresco?

LINDA: Não tanto quanto você. [Risadas]

ADAMUS: Humm, tudo bem. [Ele dá um gole e depois tosse.]

SART: Só foi feito umas horas atrás.

ADAMUS: Tudo bem. A gente aguenta.

Assim... Grande, grande, grande... Vamos entrar numa nova consciência de Deus. Vamos fazer isso. Primeiro pra vocês e depois vamos irradiar para a humanidade, que ainda está presa num Deus muito velho e poderoso. Vamos seguir além dos conceitos de Deus que ainda estão presos na mente, porque vocês disseram isso, não eu. Vocês se referiram a Deus como ele. Vocês disseram palavras como “poderoso”, “universal”, e outras coisas assim. Podíamos ficar nisso indefinidamente, mas tudo acabaria sendo a mesma coisa. É confusão, caos, incerteza e medo, mais ou menos.

Deus não fez uma coisa sequer por vocês na vida de vocês. Eu gosto de dizer afirmações como esta... Oh! Como eu queria que alguns cristãos estivessem assistindo. Mas não estão. O que tem de errado com eles? Eh? Oh, estão assistindo à televisão cristã. Tudo bem.

Vamos fazer isso. [Linda suspira.] No próximo webcast, vamos mudar o nome na Internet, talvez criar um novo website – Transmissão Novos Cristãos. [Algumas risadas]

LINDA: Não!

ADAMUS: E faremos uma apresentação por aí.

LINDA: Não!

ADAMUS: Sim! Transmissão Novos Cristãos. Adorei.

LINDA: Não! Não mesmo!

ADAMUS: Louvor e adoração, e depois nós...

LINDA: Jesus, não!

ADAMUS: ... Nós continuaremos nossa discussão como estamos fazendo agora.

Então, Deus não fez uma coisa sequer por vocês, e é assim que deve ser. Não fez nenhum favor a vocês. Não os salvou daquele acidente potencialmente grave. Não trouxe o amor de sua vida pra vocês, de quem vocês acabaram se divorciando de qualquer jeito. Não fez nada. Não os deixou mais inteligentes, brilhantes nem nada disso. É um Deus estranho aquele em que as pessoas acreditam. Elas estão sempre rezando.

Na verdade, numa sequência noturna qualquer, cerca de 9 a 10% da energia de pensamento que fica por aí é direcionada às rezas. Talvez cerca de 60% seja sexual, mas o restante é com rezas. [Algumas risadas] E toda noite essa energia se espalha. Realmente posso senti-la, dependendo de onde estou. Mas, vejam, quando a noite chega, as pessoas vão pra cama e as rezas começam.

Não sei se é engraçado, mas é realmente uma grande comédia; não sei se é a coisa mais triste do planeta, porque Deus não responde às orações. Deus não quer saber. Deus nem mesmo ama vocês. [Adamus ri.]

LINDA: Ohhh! [A plateia geme.] Ohhhhhh!

ADAMUS: Oh! Estão vendo!? Atingi o nervo!

LINDA: Ohhhh!

ADAMUS: Enfim, atingi o nervo. Ohhh!

LINDA: Ohhh!

ADAMUS: Ohhh! É isso aí. É isso aí. Vocês são testemunhas aqui. Está sendo gravado. Todos vocês aí fora [olhando pra câmera]. Ohh! Vocês estão fazendo a mesma coisa! – “Ohhhh!” Não, Deus não ama vocês. Isso é difícil, não é?

Agora, isso – isso –, quando digo isso, isso vai mostrar a vocês a sua conexão. Vocês tinham que ter o amor de Deus. Vocês precisavam que Deus fosse mais inteligente que vocês, maior que vocês, mais poderoso que vocês. Deus não ama vocês. Por quê? Porque, na verdade, foram os humanos que criaram o amor, esse primeiro amor que foi vivenciado. Deus não conhecia o amor até que os humanos aparecessem.

Os humanos são aqueles que, com sua enorme, enorme paixão por... É meio que uma paixão estranha. Mas foi uma paixão por estar na vida. Foi uma paixão com base na solidão, na necessidade de encontrar alguém. Foi uma paixão por voltar pro Lar. Porque Deus não é o Lar também. Deus não é o Lar. Batam na porta. Oláá? Deus? Não tem ninguém.

Isso criou o amor. Isso criou essa coisa incrível que agora está por todo o cosmos. Mas Deus não o criou. Deus não amava vocês. [Linda se sobressalta.] E ainda não ama. Esse é o teste final sobre Deus. Vejam, eu ouço todas as palavras, ouço todos os conceitos e todas as discussões sobre Deus. Falem a um rabino algum dia: “Deus não ama você.” Ohhh! Oh. [Ele ri.] Não, isso é muito bom. É o teste final desse obscurecimento em relação a um Deus muito antigo.

Vocês querem que Deus ame vocês. Vocês querem que Deus reconheça vocês. Vocês querem que Deus seja melhor que vocês. Bem, nenhuma das respostas acima. [Linda começa a soluçar; algumas risadas, inclusive de Adamus] Às vezes, vocês ganham; às vezes, vocês perdem. [Mais risadas]

Quero que sintam isso um instante, por favor. Não há necessidade de que Deus seja supremo. Não há.

Agora, a mente se agita. Vocês tentam preencher o vazio imediatamente, preencher o vazio do velho Deus. Então, no que vocês vão acreditar? Onde vocês vão colocar esse Deus? Simplesmente, parem um instante. Parem de se esforçar pra substituir Deus.

Não há necessidade de que Deus seja supremo ou tenha poder. Fico feliz por Deus não amar vocês, porque o amor pode ser uma coisa dolorosa. O amor pode se voltar contra vocês numa hora. Vocês sabem disso. O amor pode ser muito desagradável, às vezes. Muito bonito, é claro, mas muito desagradável.

E ainda digo mais. Se Deus amasse vocês, então vocês não teriam que se amar, entendam. Vocês deixariam que Deus fizesse isso. Humm.

Deus não tem necessidade de amar vocês, de ter sentimentos amorosos por vocês, de jeito nenhum, porque Deus, o Espírito, é simplesmente compaixão e percepção. Tudo isso são atributos humanos que vocês colocam nessa coisa chamada Deus, Espírito, Alá, o que for; projeções dos desejos humanos que sobem pra essa nuvem e criam essa coisa chamada Deus, e não é nada disso. Nada disso.

Vocês querem defini-lo. Vocês querem colocá-lo em palavras. Em última análise, é indefinível. É apenas uma experiência.


Definindo o Novo “Deus”

Tentaremos conceber algumas definições, mas definições flexíveis. Eu diria que a primeira é “simples”. Simples. O Espírito é simples. Não tem necessidade de qualquer complexidade, e nem vocês têm. Nem vocês.

O Espírito é, vamos dizer, percepção ou consciência, reconhecimento. A percepção não precisa de autoengrandecimento. Não precisa de alguém para venerá-la. Não precisa de normas e regras. Ela é simplesmente Eu Sou. E essa percepção é algo que vocês também têm.

Há muita discussão sobre se os seres com alma são extensões de Deus e se Deus é o principal jogador. Não. Não. Não. Nada disso. Vocês ainda querem, de alguma forma, se prender a uma velha e profunda crença de que vocês vieram de Deus, de que vocês foram criados, e vocês não foram. Vocês não são isso. Vocês não vêm de Deus. Vocês não são cãezinhos de Deus. Vocês também não são filhos de Deus. Vocês não estão numa coleira que Deus segura. Vocês não vão voltar pro lar, como sabem, mas vocês também não estão num tipo de coleira, controlados por Deus, que os puxa pra cá e pra lá ou quer que vocês façam determinadas coisas.

Gera um sentimento muito estranho de repente dizer: “Deus não me ama.” E de repente dizer: “Deus não me criou.” Muito estranho. É quase uma sensação de vazio. E eu simplesmente peço a vocês que fiquem nesse vazio um tempo. Vocês vão tentar defini-lo. Vão tentar dizer: “Bem, é isso que o Adamus estava dizendo e é assim que vou redefinir isso. E vou tentar polir essa droga de Deus um pouquinho. [Linda se sobressalta; risadas] E torná-la um pouquinho melhor. E...” Mas é! é uma grande droga, e que está bem no meio da tigela de ponche da consciência humana. [Adamus ri.] É...

CARACA: Yammy!

ADAMUS: Eu estava canalizando vocês, Caraca. [Mais risadas]

Vocês vão tentar redefinir a coisa, e vou pedir a todos vocês, entre agora e nosso próximo encontro, pra não fazerem isso. Vocês vão ficar consternados com relação a Deus e digo desde já que, quando deitarem a cabeça à noite buscando dormir, eu vou estar lá e vamos conversar sobre Deus mais um pouco. Vou continuar forçando isso. E vocês vão tentar ignorar esse fato. Vocês vão ficar: “Ah, é isso é demais pra mim.” E vocês vão ignorá-lo. Mas eu vou estar lá, porque, juntos, vamos trazer a nova percepção e consciência de Deus para este planeta.

Não vamos escrever longos livros. Não vamos estabelecer normas nem regras. Será um sentimento, uma experiência do novo Deus.

E eu já vou dizendo, nós vamos precisar de uma redefinição, de uma limpeza, para trazer um novo sentimento, e isso não será a verdade suprema. Será uma mudança. Talvez para daqui a dez anos, ou 100 ou 500, e que mudará novamente com a consciência.

Deus – eu nem gosto da palavra. Na verdade, eu chamo essa percepção, eu chamo de Theo. Theo. Poderia escrever? [Ele fala com Linda.] Theo. Uma vez, tive um cachorro chamado Theo. Ele me mordia o tempo todo.

SART: Nossa, fico imaginando por quê?!

ADAMUS: Theo... [Adamus ri.] Eh, tive outro cachorro chamado Sart e... [Risadas]

THEO, é como eu chamo, o Um Eterno (em inglês, the Eternal One). The Eternal One, sempre gostei desse nome. É THE Eternal One. É a unicidade. É o eterno. E por aí vai. Sem tempo. Não ocupa espaço. Sua simplicidade é sua unicidade.

Theo também, creio eu, significa Deus em grego, então é uma palavra muito boa pra se usar. Theo, The Eternal One. Essa é a minha palavra. Há um bom tempo, parei de usar Deus ou mesmo Espírito. Mesmo essa passou a ser usada em demasia pela consciência. Então, a minha é apenas Theo. Além disso, soa como Theodore, aquele camarada conhecido. É.

MULHER SHAUMBRA: E se fosse Thea?

ADAMUS: Thea. Thea para a versão feminina, claro, mas não funciona muito bem com o termoThe Eternal One. The Eternal “A” (O “A” Eterno)?

MULHER SHAUMBRA: E se fosse The Eternal Everything (O Tudo Eterno)?

ADAMUS: Everything (Tudo) é com “E”. Thee. Está vendo? É por isso que uso Theo. E não é um nome masculino. É apenas The Eternal One (O Um Eterno).

MULHER SHAUMBRA: Theodore não é masculino?

ADAMUS: Theodore é masculino, mas Theo, de origem grega, não tem nada a ver com masculino ou feminino; é apenas Deus. A origem vem dessa palavra grega “Theo”, que significava – isto é muito importante – “é”. Significava é. Deus é. Só significava isso, é. Deus é. E, a partir daí, podemos ir pra qualquer lugar, porque Deus é tudo (e está em tudo) e também até lá em cima. Deus é singular, mas está em todo lugar.

Coloquem desta forma: Deus é indefinível, da melhor maneira possível, porque Deus é. O que quer que alguém escolha acreditar e sentir, assim é. Portanto, é Deus. É parte de vocês. É parte da consciência. Nem gosto da palavra “criação” neste caso.

E vamos mais além. Eu sempre gostei de dizer: “Deus é meu(s)/minha(s) _______.” E preencher o espaço. “Deus é meu tudo – meus pensamentos e sentimentos, meu corpo, minhas emoções, meus potenciais.” E, sim, levanto a questão, porque vocês são Deus. Vocês são Deus.

Agora, não no sentido fanfarrão. Não no sentido de colocar pressão em vocês, que vão dizer: “Oh, mas se eu sou Deus, como não posso manifestar subitamente um copo de vinho?”

LINDA: Sandra! [Adamus ri.]

ADAMUS: Coisas assim são desejos humanos. Então, “Deus é meu(s)/minha(s) _______.” E vocês completam. Deus é meu o que quer que seja. “Deus é o meu pensamento neste momento. Deus são todos os meus sentimentos.”

Assim, vou perguntar a vocês novamente, entre agora e nossa próxima sessão: “Deus é meu ______.” O que quer que for.

Eu gostaria de seguir para além de todo esse conceito de algo lá fora, que provavelmente é masculino, controlador e que tem poder. É muito simples, muito, muito simples, mas ainda assim vai ser difícil. Como já aprenderam agora, coisas simples podem ser muito desafiadoras.


O Algoritmo de Deus

Vou mais além ainda. Vocês sabem o que são algoritmos? Um algoritmo é usado em softwares. É um processo que ocorre para um determinado resultado final. Ou, em matemática, existem algoritmos, existem fórmulas matemáticas que levam a uma resposta final.

O algoritmo, basicamente, significa o fluxo, o padrão para se chegar a um determinado resultado.

Existe um algoritmo, ou algoritmos, de Deus. Eles são... Não são como algoritmos digitais, algoritmos científicos ou da natureza. Mesmo a natureza tem seus padrões, seus algoritmos.

Os algoritmos, fundamentalmente, se baseiam em sistemas de crenças. E vocês dizem: “Não, mas isso é matemática; é verdade.” A matemática é somente um sistema de crenças. Ou vocês dizem: “Bem, não, é digital e o algoritmo para determinado software tem que ser de determinada forma.” Não, isso ainda é somente um sistema de crenças. É o fluxo da consciência, que atrai energias, que traz algum tipo de resultado final, algum tipo de manifestação.

Então, fundamentalmente, todo algoritmo é o resultado de um sistema de crenças. Há um algoritmo de Deus, no momento, no planeta. Há um fluxo, um processo que ocorre. Ele surge como resultado dos sistemas de crenças das pessoas, criando determinados padrões que se encerram em determinadas manifestações ou criações.

O algoritmo de Deus irrestrito, livre, é a coisa que... Vejam, como vocês dizem, às vezes: “Ah, foi uma questão de circunstância. Algo aconteceu. Encontrei uma pessoa. As chances de nós nos encontrarmos nesse momento, nesse lugar, com todas as variáveis, são quase impossíveis. É mágico.” Não. Na verdade, é um algoritmo de Deus que cria todas as circunstâncias, mesmo que isso envolva centenas de outras pessoas. Mesmo que pareça ser ao acaso, é um algoritmo de Deus. Às vezes, vocês acham algo muito, muito complexo, porque tem todas essas camadas, todas essas coisas acontecendo, todas essas oportunidades potenciais, improbabilidades e tudo mais, mas, no algoritmo de Deus, no algoritmo de Theo, eu diria, no algoritmo da luz, isso é muito fácil.

Para a mente humana, é desorientador e avassalador. “Mas se eu não tivesse me virado naquele momento pra ouvir um barulho e visto uma pessoa ao lado, que era alguém que eu precisava encontrar porque me contaria sobre uma nova oportunidade? Se não fosse o barulho...” E vocês ficam: “Oh, meu Deus, a vida é tão arriscada!” E ficam perguntando: “E se?” No algoritmo de Deus, isso não é problema. A coisa flui. Acontece. Está lá.

O algoritmo, basicamente, vem da paixão e do desejo. Nem tanto no nível humano, mas uma paixão interior profunda que cria o que eu quero chamar de luz, mas não como estas luzes [mostrando o teto]; um feixe de luz, basicamente um feixe de consciência, mas não é bem isso. Então, vamos chamar de feixe de luz, uma radiância de consciência que é emitida.

Isso atrai, basicamente nesta realidade, três tipos diferentes de energia – elétrica, magnética e algo que eu chamo de baque. Está aí. Ninguém conhece isso ainda. A ciência não sabe nada sobre isso, mas o baque é basicamente – é uma palavra real que usamos –, é basicamente gravidade, mas de um jeito meio diferente do que vocês conhecem como gravidade, e exerce uma tremenda influência na manifestação final.

Tem a gravidade, como vocês a conhecem, porque quando vocês deixam cair algo no chão, quando vocês largam, a coisa cai. Tem também a antigravidade. Que é como se fosse uma gravidade ao contrário. Não que sugue a coisa pra cima, mas a força gravitacional atrai algo ou repele algo.

Gravidade não é apenas um fenômeno físico; é um fenômeno emocional. Tem gravidade nas suas emoções. É um fenômeno da paixão, do desejo, também. Atrai ou repele as coisas. Então, vocês colocam isso em conjunto com o magnetismo e com os impulsos eletrônicos, elétricos, então, vocês têm esse feixe de luz, como se fosse um feixe de consciência que vai pegando todas essas energias, de carga positiva ou negativa, na forma de eletricidade, magnetismo e baque, e, de repente, vocês têm a realidade. De repente, vocês têm o algoritmo de Deus. De repente, vocês têm a manifestação.

Agora, deixem-me juntar tudo isso aqui.

É hora de uma nova consciência de Deus no planeta e muitos irão resistir a ela. Vocês não têm que sair evangelizando ninguém. Basta fazer isso pra si mesmos, depois a coisa se espalha. É um dos maiores inibidores da liberdade neste planeta; Deus, religião – conceitos muito, muito velhos.

Quando vocês se livram de alguns desses velhos conceitos de Deus, quando eles se tornam uma experiência, uma experiência libertadora, vocês começam a entender como tudo isso funciona. Não a partir de um algoritmo biológico, científico, mas do algoritmo de Deus. E, então, de repente, vocês fazem parte dele. Vocês não estão fora dele. Não é um mistério como essas coisas acontecem.

Vocês deixam de lidar com o poder, então, não precisam se preocupar se vão explodir o universo ou ferir alguém. Vocês, de repente, percebem como tudo se desenrola e, então, vocês, de repente, começam a perceber como vocês estão no algoritmo de Deus, como vocês afetam tudo, como vocês criam tudo.

Assim, é muita coisa pra um único dia e eu gostaria de terminar com um merabh curto. São muitos pensamentos, muitas dúvidas de pra onde estamos indo, do que vocês precisam entender, do que precisam assimilar. Simplesmente, parem um instante.

Parem um instante. Basta estar na experiência de Deus, do Espírito, em vez de considerá-lo esse mistério vago aí fora.

Vamos reduzir as luzes para nos prepararmos para o merabh.

Vamos respirar bem fundo.

[A música começa.]


Merabh do Theo

Merabh com legendas em português:


No merabh, nós simplesmente permitimos a mudança de consciência. Vocês não precisam pensar nisso. Vocês não têm que se esforçar com isso.

Falei muita coisa hoje. Muita... Vocês podem sentir as energias pairando pela sala, pairando onde quer que for.

Vamos respirar fundo e começar a perceber a sua liberdade; a sua liberdade do velho Deus de poder e controle, de medo, ah, sim, e mesmo de amor.

E, mesmo enquanto eu falo, vocês ficam se perguntando: “Bem, será que sou uma pessoa ruim se não me prender a esse velho Deus? Será que não vou mais acreditar em Deus?” Não. Vocês vão apenas mudar. Apenas mudar, então, por fim, Theo será bem mais pessoal, radiante, vivo, real.

De repente, há uma combinação da ciência com o Espírito. Quando vocês começam realmente a entender o algoritmo de Deus, o fluxo da consciência para a manifestação, de repente, esses dois mundos, que estiveram separados por muito tempo – ciência e religião –, se juntam. É o que estamos fazendo aqui.

De repente, vocês vão começar a realmente trazer à vida Theo, realmente trazê-lo como uma experiência, não como um sistema de crenças ou como pensamentos.

Assim, eu pergunto: Vocês se sentem confortáveis com a indefinição de Deus? Será que se sentem à vontade pra seguir para um novo nível de consciência? Deus não tem que estar lá fora. Deus não tem nem mesmo que amar vocês. Isso é que é difícil.

Será que está tudo bem pra vocês deixar isso de lado e se permitir começar a vivenciar. O Um Eterno, The Eternal One? Liberando conceitos como “criador”, vocês vão perceber que não é esse tipo de relacionamento. Vocês não são marionetes de Deus. Vocês realmente não foram criados, construídos, projetados por Deus. É uma sensação estranha: “Bem, então, de onde eu vim?” Shh!

Deus é.

Deus é meu sentimento, meu saber.

Deus é minha compaixão.

Deus é minha vida diária.

Deus é minha ingenuidade, bem como minha inteligência.

Eu gosto disso: “Deus é meu ______.” O que for.

Não tem que ser só a coisa boa também. Pode ser a coisa difícil. “Deus é todo o meu lixo. Toda a minha porcaria, toda a minha culpa, a minha vergonha.” Deus não se importa.

Assim, vamos entrar, relativamente, em territórios inexplorados aqui. E é preciso ser muito corajoso e ousado pra fazer isso, mas já é hora.

Nós vamos pra onde estávamos dizendo – adoro isso –, pros algoritmos de Deus, o fluxo, o feixe de consciência que pega energia, pega as dinâmicas e a vida e, então, se torna isso.

Assim, respirem bem fundo e aproveitem o momento para permitir.

Será fascinante ver isso, sentir sua própria experiência, o próprio reconhecimento, a própria realização, vejam bem, quando puderem se sentir confortáveis ao dizer: “Não preciso que Deus me ame. Não é necessário pra mim.” Repito, inicialmente, meio que virá uma sensação estranha, mas de repente: “Oh, uau, foi uma viagem fantástica que fiz com Theo. Foi uma viagem fantástica que fiz comigo mesmo, na verdade.”

Então, é o Dia da Independência aqui nos Estados Unidos. É o dia da soberania aqui no Círculo Carmesim, um tempo de liberdade, de vida e de iluminação.

Respirem bem fundo. Respirem bem fundo.

A tempestade vai passar, hum, como sempre passa. Estou falando praqueles que estão aqui no Centro do Círculo Carmesim. A tempestade vai passar. Eh, um tanto de vento e chuva. A tempestade vem pra fazer uma limpeza. Já repararam como as tempestades parecem surgir no momento certo, ou talvez no errado? Elas vêm. Por que vieram agora? É o algoritmo de Deus. E, repito, a mente tenta entender: “Como acontece tudo isso e por quê?” Depois, de repente, vocês respiram fundo e percebem que está tudo absolutamente perfeito. Simplesmente apropriado.

E, então, vocês respiram fundo e percebem: “Vejam, enfim, assimilei o que dizia Adamus.”

ADAMUS E PLATEIA: Tudo está bem em toda a criação.

ADAMUS: Com isso, meus queridos amigos, voltaremos no mês que vem. Obrigado. É sempre uma honra servir vocês. Obrigado. [Aplausos da plateia]


LINDA: Então, obrigada por estarem aqui. Obrigada. Acho que há muitas informações maravilhosas. Aproveitem pra integrar tudo isso. Permitam e estejam consigo mesmos. Obrigada por estarem aqui com Geoffrey, canalizando Adamus. E nós nos veremos novamente em exatamente, acho, quatro semanas, que será provavelmente em primeiro de agosto, primeiro sábado de agosto. Até lá, Deus é meu o quê? Muito obrigada. Nós nos vemos lá. Obrigada.


Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com


Vídeo partilhado neste Shoud:
Perspectivas da Minha 
Iluminação
(inspirado em algo que vimos online)

 
O que meus amigos acham que eu faço...
O que meus vizinhos acham que eu faço...
O que meus pais acham que eu faço...
O que meu chefe acha que eu faço...
O que a sociedade acha que eu faço...
O que meus filhos acham que eu faço...
O que meu terapeuta acha que eu faço...
O que meu (minha) ex acha que eu faço...
O que meu cachorro acha que eu faço...
O que Adamus acha que eu faço...
O que Shaumbra acha que eu faço...
O que eu acho que eu faço...
O que eu realmente faço...
EU EXISTO

CRIMSON CIRCLE
Nós entendemos.



Os materiais do Círculo Carmesim com Tobias, Adamus Saint-Germain e Kuthumi lal Singh têm sido oferecidos gratuitamente desde agosto de 1999.

O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos, chamados de Shaumbra, que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e desafios da ascensão, tornam-se os Standards para os outros seres humanos em sua jornada de descobrir o Deus interior.

Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Adamus apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Essas reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público e todos são bem-vindos.

Se você estiver lendo isto e sentir um sentido da verdade e conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia para os humanos e os anjos também. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você neste momento e por todos os tempos que virão. Você nunca está sozinho, pois existe a família que está por todo o mundo e os anjos que estão ao seu redor.

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