Caminhando: A Vida Sem Poder 11

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

“Série Caminhando: A Vida sem Poder”

SHOUD 11: "Caminhando: A Vida Sem Poder 11"
Apresentando ADAMUS
Canalizado por Geoffrey Hoppe

Apresentado ao Círculo Carmesim
2 de julho de 2016


NOTA IMPORTANTE: 
Esta informação provavelmente não é para você,
a não ser que você tome total responsabilidade 
pela sua vida e suas criações.


Tradução simultânea ao espanhol


Eu Sou, Aqui. Eu Sou Adamus of Sovereign Domain.

Bem-vindos todos. Ah! De volta na nossa sala de aula e, como seria, sem sequer me esforçar, sem precisar pensar ou dizer uma palavra, meu café me espera. [A plateia grita: “Woooo!”] Obrigado, minha cara Sandra.

SANDRA: Ouvi dizer que você sentiu minha falta na Alemanha.

ADAMUS: Ahh! Você viu! É, senti sua falta na Alemanha. Maria estava fazendo o seu trabalho, e foi excepcional, mas obrigado. Obrigado. Hum. [Ele dá um gole.]

Eu Sou, Aqui. Que maneira ótima para os Mestres se cumprimentarem – “Eu Sou, Aqui.” Normalmente, os humanos, quando se encontram na rua ou quando se veem aqui nos Shouds, perguntam: “E, aí, como você está?” “Tudo bem, e você?” Que tal assim?: “Eu Sou, Aqui. Estou presente.” Que presente pra si e pra pessoa que vocês estão cumprimentando. “Eu Sou, Aqui.” Nada desse makyo: “Eh, estou bem.” Então, Mestres, Eu Sou, Aqui.

HOMEM SHAUMBRA: Mestre, Eu Sou, Aqui.

ADAMUS: Nós Somos, ambos, Aqui. Vejam, é simples assim. É presença. Presença. Presença é, ah, uma chave e tanto. Sabem quantas pessoas não estão de fato presentes? Digo, dá pra ver pelo brilho dos olhos. Elas podem estar fisicamente lá, mas não estão lá energeticamente.

“Eu Sou, Aqui” anuncia que você está aqui, que está presente, que está consciente. Que belo cumprimento. Pelo menos, se não quiserem fazer isso com outras pessoas, pelo menos, entre os Shaumbra. “Eu Sou, Aqui” significa “Estou dando minha atenção a você. Estou na minha presença. Estou com você. Eu Sou, Aqui.” Ah!

Vamos respirar bem fundo agora.


Parte 1

Assim, hoje, teremos um Shoud em três partes. Vou mudar as coisas um pouco. É o nosso último Shoud desta Série Caminhando. Vamos caminhar para além de estar caminhando. [Risadas] E, como falei em Munique, recentemente, passou tão rápido este ano – mesmo pra mim, mesmo pra alguns Mestres, passou muito rápido –, mas hoje é o encerramento. Vamos amarrar algumas pontas soltas, energeticamente.

Vamos ter três partes com três merabhs diferentes, um para cada parte. Ou podemos fazer apenas um merabh longo. Eu mal vou precisar falar. A música é com os queridos Gerhard e Einat e pronto. Mas eu vou falar. Eu vou falar.

Por falar em falar, em todos os meus anos com canalizadores sob o nome de Saint Germain, nunca pedi a um canalizador pra canalizar quatro entidades num único dia. Jamais. [Ele está se referindo ao 4 Masters in Munich (4 Mestres em Munique). Agora, preciso dizer que tive que permanecer bem perto dos queridos Linda e Cauldre, energeticamente, porque isso meio que pode afetar a mente, o corpo, passar por tanta energia nesse curto período de tempo. Mas eu realmente acredito que eles fizeram um trabalho admirável ao trazer todas essas energias diferentes num único dia. Foi lindo.

EDITH: Obrigada.

ADAMUS: Então, obrigado por esse único aplauso, Edith. [Risadas e aplausos] E, Edith, eu senti sua falta. Eu realmente senti sua falta.

EDITH: Idem.

ADAMUS: É, você também sentiu minha falta?

EDITH: Sim.

ADAMUS: Eu Sou, Aqui.

EDITH: Eu Sou, Aqui.

ADAMUS: Eu Sou, Aqui. [Eles riem e se abraçam.]

EDITH: Muito obrigada.

ADAMUS: Obrigado.

Assim, hoje, três atos, três segmentos diferentes e, então, encerraremos. Começaremos com nossa nova série, mês que vem, chamada Série do Transumano. Ela vai, ah, sacudir algumas árvores, abalar algumas jaulas do zoológico. Vai fazer soar os sinos, mesmo entre os Shaumbra. É uma palavra, acho que diriam, um tanto controversa.

LINDA: Você sempre é controverso.

ADAMUS: Nem sempre. Normalmente, mas nem sempre controverso. Mas, se buscarem a definição, a definição atual de transumanismo, vão ver que o que estamos fazendo é semelhante de algumas formas e muito, muito diferente de outras.


Transumanismo

Transumanismo é um movimento – não é um movimento muito grande, mas é um movimento no planeta –, basicamente, em prol da imortalidade, usando tecnologia pra ir além da condição humana. Não é má ideia – ir além da condição humana –, porque as pessoas de todo o planeta têm uma profunda noção de que essa biologia, esse modelo de corpo e mente continua sendo bem parecido hoje com o que era há mais ou menos um milhão de anos. Foram feitas muitas alterações em Atlântida, mas buscavam a conformidade, não a soberania. Queriam deixar todo mundo mais ou menos do mesmo tamanho, em geral, com a mesma capacidade mental, com uma existência durando a mesma quantidade de anos.

É hora de tudo isso mudar. A evolução natural, de fato, não está fazendo isso. De fato, a consciência de massa, a gravidade da consciência de massa, está impedindo a evolução natural do ser humano. Essa sucção basicamente criada pelos pensamentos, que está, agora, numa nuvem em torno da energia do planeta, está, literalmente, impedindo os humanos de entrarem nas outras esferas em seus estados de sonho agora, prendendo-os, contendo-os neste zoológico. Faz com que o corpo e a mente não mudem muito. Basicamente, é o mesmo tipo de corpo e são os mesmos padrões de mente que existiam lá atrás em Atlântida, que vocês tinham há 40 ou 50 existências e que os humanos ainda têm.

Há um desejo profundo de ir além disso, de evoluir, mas como? Como? A medicina, a ciência não tem feito muito, ultimamente, pelo corpo e pela mente. Então, alguns dizem que a tecnologia vai fazer. E vai, em grande parte, pelo menos pelo corpo.

O enfoque do transumanismo no planeta, neste momento, precisa lidar primeiramente com o corpo. Há os que questionam isso, dizendo: “Bem, são muitos os pensamentos que passam pela mente.” – bem, esse é o problema – “Grande parte do esforço potencial com a tecnologia está indo pra mente.” Mas é preciso ter cautela.

Há os que dizem que vocês vão ter implantes na mente que lhes darão a capacidade do que hoje seria considerado um supercomputador, dando-lhes acesso instantâneo. Um implante no cérebro – conectado ao seu cérebro – que lhes daria acesso instantâneo a tudo que tem no seu computador, na hora. E, repito, não estou falando de sonhos de ficção científica; isso está sendo trabalhado nos laboratórios neste exato momento.

Mas a pergunta que eu tenho é: Isso está realmente fazendo a mente evoluir, ou está criando apenas um zoológico maior? Será que não é só um complemento para o atual zoológico da mente?

Escolhi, deliberadamente, chamar a próxima série de Série do Transumano pra dar-lhes o que pensar, dar-lhes o que ponderar, talvez, sacudi-los um pouco e fazer com que outros se perguntem que diabos está acontecendo com este grupo. [Algumas risadas] No fundo, transumano significa a transição do eu humano, mas não com a tecnologia, não pra se tornar potencialmente imortal. Não acho que vocês iriam querer isso, afinal de contas.

Eu sei, em vez de focar a imortalidade, na nossa condição de transumanos, vamos além da morte em si. Vejam, quando alguém trabalha pra ser imortal, ainda há o medo inato da morte. Está se tentando desafiar a morte. Nós estamos, simplesmente, indo além da morte. Como falei num de nossos workshops recentes, não existe morte, realmente. É uma ilusão tão grande quanto a do poder. É uma mentira tão grande quanto a de Deus.

Agora, eu sei que há aqueles que vão negar isso veementemente, me levando ao cemitério e me mostrando todos os mortos. Mas realmente não existe morte. Há uma transição do estado humano biológico e intelectual de ser. Há uma transição.

Quando vocês percebem isso, que realmente não há morte, então, vocês percebem que, primeiro, podem fazer a transição por escolha, não por doença. E, segundo, podem estender sua permanência humana, se quiserem, através da tecnologia, da medicina e de algumas outras coisas, se quiserem, ou podem escolher voltar muito conscientemente. Partir conscientemente e voltar conscientemente, e não através do velho processo de nascimento. Sem ter que morrer, esquecer quem eram, voltar, nascer no corpo de um bebezinho, que é muito vulnerável a doenças, às energias dos pais e tudo mais, mas voltar conscientemente do modo que quiserem.

Fazer como Tobias, com o corpo concha. Fazer isso, de fato, num corpo impresso. É. Fazer isso de várias formas diferentes. É pra onde estamos indo com a Série do Transumano. Estamos fazendo a transição. Estamos fazendo evoluir naturalmente o corpo humano e a mente humana.

Vamos fazer sem drogas, sem ter que infundir tecnologia, sem colocar pequenos computadores no cérebro nem nada disso. Vamos fazer, essencialmente, permitindo, vendo o sonho maior, o quadro geral, criando a nossa própria realidade.

Criar a própria realidade é a bruxaria dos dias modernos. As pessoas vão dizer que vocês estão malucos. Que não se pode criar a própria realidade. Vocês vão dizer a si mesmos que vocês devem estar loucos. Mas, de fato, na realidade, vocês podem. É pra onde estamos indo, na Série do Transumano.

Falarei um pouco sobre isso hoje, sobre como a realidade não é nada mais do que consciência com percepção, consciência com uma determinada impressão, quando, então, todas as energias se transformam e se acomodam. Mas as pessoas pensam que, primeiro, existe a realidade e, depois, elas chegam. Elas estão sujeitas à realidade, a forças externas. Elas tentam, às vezes, acomodar essas forças externas às suas necessidades, mas nunca realmente mudam a realidade. Mas por que não?

Quando vocês entendem o que é a realidade... ela é a composição de energias que estão respondendo à consciência. Então, por que vocês não conseguem criar a realidade que querem?

Como eu disse em Munique, tivemos que ter muitas discussões, muitos Shouds ao longo dos anos, pra chegarmos a este ponto, porque, sem realmente entender o que é consciência, o que é o “Eu Existo”, sem entender como a consciência afeta as energias, como nada existe sem consciência... Nada em todo este universo e em outros universos existe sem consciência. Ela é a essência. É imensurável. É invisível. É sem poder. Mas ainda assim é tudo.

Com esse entendimento e com o entendimento de que não há necessidade de poder, não há necessidade de lutar por nada na vida, não há razão pra se esforçar – a menos que vocês queiram fazer isso em nome dos velhos tempos, a menos que queiram –, mas, literalmente, vocês podem criar qualquer realidade que queiram, estando conscientes. Só isso.

Assim, repetindo, eu, deliberadamente, escolhi esse nome pra próxima série e o apresento, deliberadamente, com antecedência.

Vamos fazer a atualização do ProGnost assim que as obras terminarem aqui. Vamos gravá-lo e vou pedir a vocês – uma das poucas vezes que vou pedir que realmente façam dever de casa, não fiquem apenas pensando nele –, mas vou pedir que ouçam o ProGnost o quanto antes na Série do Transumano. Vou descrever muitas coisas que também serão ditas nos Shouds. Mas vou condensá-las na atualização do ProGnost.

Estará disponível em... ooh, ah! Jean e Cauldre estão me dizendo que o espaço estará pronto até o próximo Shoud. Então, é melhor gravarmos rapidinho. [Linda ri.] E vou pedir ao Círculo Carmesim que coloque um preço bastante razoável pra que todos tenham acesso ao ProGnost. Mas que não entreguem de graça, porque é preciso ter um certo compromisso, uma troca, um retorno da parte de vocês. Então, usaremos o ProGnost como base pro que vamos fazer.

Agora, a atualização do ProGnost, para a qual já tenho um roteiro, só não o filmamos ainda, será um pouco assustadora de certa forma. Será um pouco opressiva para alguns de vocês. Mas já se foi o tempo em que vocês estavam aqui pra processar as coisas, em que estavam aqui pra obter energia pra se sentirem bem. Estamos seguindo adiante. Estamos entrando em algo muito, muito diferente.

Ao longo dos anos, avançamos alguns passos. Ao longo dos anos, convidamos muitas pessoas a se retirarem. Não de maneira negativa, mas elas não queriam o que vocês querem. Elas não estavam prontas e, particularmente, eu observava aquelas que só estavam aqui – aqui [olhando pra câmera], junto de todos nós –, tentando encontrar uma nova ferramenta de poder. E muitas pessoas fazem isso com religião, espiritualidade, psicologia e o que vocês chamam de desenvolvimento pessoal, que é mais é uma droga de poder pessoal, e não funciona. Funciona até certo ponto, mas se baseia nas dinâmicas do poder. Então, ao longo dos anos, muitas pessoas partiram, intencionalmente, pra que chegássemos ao ponto em que estamos agora.

Vamos dar um salto muito grande ao sairmos desta Série Caminhando. Vocês acharam que ela foi um grande salto; vamos dar um salto bem maior na próxima série. E, como eu disse, geralmente não peço que façam dever de casa – eu peço, mas sei que vocês não fazem. Isso que vou pedir que façam é como uma linha de base pra todo um trabalho que vamos fazer. Então [dirigindo-se à equipe], tenho certeza de que vocês manterão todos informados sobre o que está acontecendo. Tenho certeza de que avisarão todo mundo usando todas as devidas fontes.

Então, vamos começar. Primeira pergunta. Pronta com o microfone? [Ele fala com Linda.]


Pergunta de Hoje

LINDA: Oh.

ADAMUS: Ela sempre reage com surpresa. “Microfone? Plateia? Uh, escrever coisas?” É.

E lá vamos nós. Primeira pergunta. Digamos que vocês fossem imprimir um novo cartão de visita pra vocês. Alguns já tiveram muitos cartões de visita; outros nunca tiveram nenhum. Mas agora vão imprimir um que realmente identifique sua vida neste momento. Além de um designbacana e do seu nome no cartão, vocês vão colocar uma designação nesse cartão de visita que meio que os define, que resume energeticamente como estão neste momento. O que seu cartão de visita vai dizer?

Ha! Humm! O que seu cartão de visita vai dizer?

Então, vou dar uns instantes pra pensarem nisso. Tudo bem, já dei. [Risadas] Linda vai para a plateia.

Bem, minha cara Edith, o que seu cartão de visita diz neste momento? Qual é a sua designação?

EDITH: Ele diz apenas Edith Proctor, Bens do Coração.

ADAMUS: Não tem um título como presidente ou corretora Grã-Mestra?

EDITH: Oh! Eu esqueci. É claro que tem.

ADAMUS: Não é de admirar. Isso faz toda a diferença pra energia. Edith Proctor o quê? Eu sou Adamus, Grão-Mestre Ascenso.

EDITH: Eu sou...

ADAMUS: É um título muito bom.

EDITH: ... Segunda Grã-Mestra Ascensa. [Risadas]

ADAMUS: Você ascendeu? [Risadas, inclusive de Adamus] Está bem. Em vez de colocar isso no seu cartão de visita, o que você vai colocar, Edith?

EDITH: [pensando e, depois, suspirando] Vou colocar a minha foto, porque estou muito jovem e bonita.

ADAMUS: Você está. Você está. [Ela revira os olhos.]

EDITH: E vou colocar o endereço de onde é o meu negócio.

ADAMUS: O que você é, Edith? Qual é o seu título?

EDITH: Eu... Eu...

ADAMUS: Qual é o trabalho da sua vida? Não só o seu...

EDITH: Eu Existo e Eu Sou o que Sou. Sou tudo. Sou a consciência total do corpo. Sou percepção. Eu Existo.

ADAMUS: Ah, não vamos esquecer... o makyo. [Adamus ri e a plateia faz “Ohh!”]

EDITH: E makyo.

ADAMUS: Bem, é o que vou conseguir. Ela está pensando; não está realmente sentindo. Está tentando fazer com que eu vá embora.

EDITH: Que tal você me dar uma ideia?

ADAMUS: Eu já sei a resposta; é por isso que fiz a pergunta. Você quer que eu revele logo, antes de ouvir outras pessoas se aventurarem aos trancos e barrancos?

EDITH: Sim. Sim. [Algumas risadas]

ADAMUS: Não!

EDITH: Sim.

ADAMUS: Não! Eu quero o sofrimento. Eu quero a tensão. [Algumas risadas] Eu quero...

EDITH: Certo, eu só...

ADAMUS: Um pouco de drama aqui.

EDITH: Eu estou permitindo.

ADAMUS: Você está permitindo. Certo. Ponha o que quiser no seu... Não me dê isso [o microfone]. Ponha o que você quiser no seu cartão.

LINDA: Acabou com ela?

ADAMUS: Sim, por ora. Sim. E, todos vocês que estão acompanhando online, bem, pensem nisso. É, não fiquem com preguiça esperando todo mundo aqui no estúdio responder. O que vocês colocariam no seu cartão de visita? Ótimo. Próximo. Ah! Sim?

JOSEPH: Bom dia.

ADAMUS: Que horas são? [Alguém ri.] É.

JOSEPH: É manhã em algum lugar.

ADAMUS: Manhã em algum lugar. Sim. Então, Joseph?

JOSEPH: Cartão de visita.

ADAMUS: Cartão de visita. Sim.

JOSEPH: Para os iniciantes, não se trata de negócios; é um estilo de vida.

ADAMUS: Certo, vamos chamar de seu cartão de estilo. Soa meio...

JOSEPH: Mestre da Liberdade.

ADAMUS: Mestre da Liberdade. Certo. Um Mestre da Liberdade. Você está feliz com o seu nível de liberdade? Satisfeito?

JOSEPH: Satisfeito neste momento.

ADAMUS: Tá, mas tem algo coçando aí.

JOSEPH: Ah, tem. Certamente.

ADAMUS: Algo coçando.

JOSEPH: Estou trabalhando nisso.

ADAMUS: Sei, sei.

JOSEPH: É...

ADAMUS: Tem... Ele está, ele está indo bem, mas tem algo...

JOSEPH: Tem algo...

ADAMUS: ... coçando.

JOSEPH: ... aí.

ADAMUS: É, tem. Tudo bem. Certo. Então, qual é o seu título? Mestre da Liberdade?

JOSEPH: Mestre da Liberdade.

ADAMUS: Gostei. Ótimo. Próximo.

Saudações.

MULHER SHAUMBRA: Saudações.

ADAMUS: Eu Sou, Aqui.

MULHER SHAUMBRA: Eu Sou, Aqui, também.

ADAMUS: Ótimo. O que você colocaria em seu cartão de visita?

MULHER SHAUMBRA: Mestra do Toque.

ADAMUS: Mestra do Toque. É. Gostei. Por quê? Você gosta...

MULHER SHAUMBRA: Sou massoterapeuta.

ADAMUS: Ah, faz sentido. Sei, sei.

MULHER SHAUMBRA: É, por que não?

ADAMUS: É, é. E podem ter outros significados? [Ela suspira.] Pra Mestra do Toque? Digo, é um ótimo elo, mas não teria múltiplos níveis de significado?

MULHER SHAUMBRA: Mais liberdade no corpo.

ADAMUS: Tá.

MULHER SHAUMBRA: Dar liberdade pro corpo de alguém.

ADAMUS: Tá.

MULHER SHAUMBRA: Especialmente se estiver todo tenso.

ADAMUS: Tá, tá. Você absorve a porcaria das pessoas? Não a porcaria droga, mas... [Algumas risadas] Usa-se essa palavra agora com um sentido diferente do que se usava antigamente. (N. da T.: Ele está se referindo ao uso da palavra “junk” como droga pesada, especialmente heroína, em vez de lixo, porcaria.) Você absorve as energias ruins delas?

MULHER SHAUMBRA: Veja, eu diria que não.

ADAMUS: Não?

MULHER SHAUMBRA: É. É uma coisa que paira pelo mundo terapêutico. Houve um tempo em que eu costumava me proteger, mas não me protejo mais.

ADAMUS: Sei, sei.

MULHER SHAUMBRA: Eu não deixo que me incomodem.

ADAMUS: Sei. Toque sem proteção. É. [Algumas risadas]

MULHER SHAUMBRA: Bem, por que não? [Eles riem.]

ADAMUS: É. Ótimo. Então...

MULHER SHAUMBRA: É muito bom.

ADAMUS: Ótimo. Mestra do toque. Certo. Pra mim, tem outros significados tocar, como em sentir, como ser capaz de tocar emocionalmente as pessoas. A sensibilidade com as pessoas. Vai além de apenas tocar [com as mãos].

MULHER SHAUMBRA: Sim, exatamente.

ADAMUS: É. Mestra do Toque. Ah, ótimo.

MULHER SHAUMBRA: Tive um bom exemplo disso noutro dia. [Ela ri.]

ADAMUS: Certo. Ótimo. Obrigado.

Certo. O que vocês vão colocar no seu cartão de estilo de vida – é assim que vamos chamar agora? Sim?

ALICE: Posso ter duas designações?

ADAMUS: Claro, claro. Sim, pode ter oito. Não importa. É.

ALICE: Arquiteta de Ideias.

ADAMUS: Arquiteta de Ideias. Gostei. Arquiteta de Ideias. Ótimo.

ALICE: E também Exploradora, mas provavelmente seja melhor Exploradora da Consciência.

ADAMUS: Exploradora da Consciência. Tá, tudo bem. E como está se saindo arquitetando ideias?

ALICE: Na maior parte das vezes, é à noite, nos sonhos.

ADAMUS: Na maior parte das vezes, à noite.

ALICE: É, então...

ADAMUS: Nos sonhos?

ALICE: Ha-ham.

ADAMUS: Certo. Está trazendo isso pra fora e compartilhando com as pessoas? Ou é algo que você só...

ALICE: Eu compartilho, mas soa como coisa de maluco. [Ela ri.]

ADAMUS: Ah, sim, sim. Veja, de fato, não.

ALICE: Não?

ADAMUS: Eu afirmo que os humanos querem muito desesperadamente algo diferente, mas eles têm muito medo, porque sempre tiveram. Foram enganados. Foram ludibriados. Então, eles têm uma espécie de resistência inicial. E eles vão olhar pra você como se você fosse maluca, mas, por dentro, eles realmente querem que você esteja certa.

ALICE: Ha-ham.

ADAMUS: E isso é o que eu adoro com relação ao que todos vocês estão fazendo no momento. Vocês realmente olham pra si mesmos, às vezes, e se perguntam: “Será que estou louco?” Vocês se perguntam como os outros veem vocês, mas, de fato, vai ser um prazer quando vocês perceberem que eles querem que vocês – eles realmente querem que vocês – estejam certos. É.

Eles vão desafiar você. Vão questioná-la. Podem rir de você, mas, sem dúvida, querem que você esteja certa, porque eles estão buscando uma saída. Estão buscando um caminho diferente. E eles não serão os influenciadores. Eles foram enganados tantas vezes por tudo – pelas religiões, pela espiritualidade, pela Nova Era, por comerciais, produtos e tudo mais –, mas eles querem conhecer algo verdadeiro e genuíno. É.

ADAMUS: Ótimo. Obrigado. Belo título. Mais duas pessoas. O que vocês colocariam em seu cartão de estilo de vida?

KATE: Eu Sou, Aqui.

ADAMUS: Eu Sou, Aqui. Muito bom. Ótimo.

KATE: Hum, não.

ADAMUS: Ah, entendi. [Risadas]

KATE: Eu estava cumprimentando você!

ADAMUS: Eu Sou, Aqui. Eu Sou, Aqui. Eu Sou, Aqui. Sim.

KATE: Confiando no Além.

ADAMUS: Confiando no Além. Certo. Aquela que Confia no Além. Tá.

KATE: Aquela que Confia no Além.

ADAMUS: Gostei. É. Como tem sido sua experiência com o além?

KATE: Está expandindo e voltando pra trás. “E”, então é aí que entra a confiança.

ADAMUS: Sim.

KATE: É realmente...

ADAMUS: Veja, vou dar... E você está absolutamente certa. Vou dar uma pequena pista. Vocês não têm escolha, a não ser confiar no além. Não têm. Por que não confiariam nele? A menos que entreguem seu poder, que é uma ilusão, a outra coisa, como Deus, anjos, Mestres Ascensos ou o que for.

Quando é só você e você vai além, porque só você pode fazer isso, você não tem escolha, a não ser confiar em si. E isso é assustador como o inferno. E é lindo como nada pode ser. É muito assustador, porque não se está acostumado a isso.

Tudo tenta fazer com que vocês se posicionem com relação a outra coisa – uma instituição mais elevada, uma entidade superior, uma coisa qualquer acima de vocês. De repente, vocês percebem que essas coisas não podem fazer isso por vocês, e não devem fazer por vocês. De repente, vocês percebem: “Eu posso confiar apenas em mim pra ir além.” Nas jornadas pra outras esferas, em todo esse conceito de Espaço-tempo e no fato de que ele é que passa por vocês. Isso é permitir. Isso é permitir. Vocês não têm escolha, e essa é que é a beleza da coisa. Ou melhor, a escolha, na verdade, seria voltar a entregar seu poder a alguém ou alguma outra coisa. Mas isso não vai levá-los aonde vocês querem chegar. Não vai fazer por vocês e vocês sabem disso. Então, obrigado.

KATE: Obrigada.

ADAMUS: Mais um.

LINDA: Mais um. Certo. Ah, me desculpe. [Linda fala quando entrega o microfone pra Tad, que está caracterizada como a personagem Roseanne Roseannadanna, como de uma outra vez.]

ADAMUS: Oh, minha nossa! [Algumas risadas] O que você vai colocar no seu cartão de visita?

TAD: Oi, todo mundo. Na verdade, você meio que já disse. “Permitindo Minha Soberania e Minha Liberdade” e entre parênteses, embaixo: “Me borrando de medo ao longo do caminho.” [Adamus ri.] Então... [Ela suspira.]

ADAMUS: Sei.

TAD: É a respiração. É a...

ADAMUS: “Permitindo a Soberania”, entre parênteses: “Assustada e empolgada.”

TAD: Sim. E empolgada. Obrigada.

ADAMUS: Eu gosto de refinar as coisas. Assustada e empolgada, é claro.

TAD: E a parte do “me borrando de medo”.

ADAMUS: E vocês todos deveriam estar. Vocês deveriam estar e, na verdade, é meio divertido. A maioria dos humanos está entediada e a maioria de vocês não está, e isso é uma coisa boa. Assustada... Como você disse?

TAD: Me borrando de medo.

ADAMUS: Tudo bem.

TAD: Ao longo do caminho.

ADAMUS: Sei. Eu queria que você dissesse isso, não eu.

TAD: Oh! [Algumas risadas]

ADAMUS: Assustada... assustada, mas empolgada.

TAD: É muito empolgante.

ADAMUS: Veja, imagine um instante. E se você acordasse amanhã de manhã e, de repente, tudo isso que vinha fazendo todos estes anos permitindo a própria soberania... digamos que, de repente, tudo isso fosse tirado de você e você tivesse que voltar pra sua vida regular.

TAD: Estou nesse ponto bem agora, em que eu tenho essa escolha. Eu vou pra...

ADAMUS: Ah! Ah!

TAD: E é muito assustador.

ADAMUS: Vai vir pro meu lado?

TAD: Não!

ADAMUS: Oh, oh!

TAD: Vou ficar aqui.

ADAMUS: Sei, tá.

TAD: Só vou pra outra parte do país.

ADAMUS: Certo, outra parte do país. Tudo bem.

TAD: Mas o pensamento de permanecer aqui, coisa que já pensei algumas vezes, é como... Não posso ficar aqui.

ADAMUS: Posso lhe dizer uma coisa?

TAD: Por favor.

ADAMUS: Já que vai embarcar numa jornada. Você vai seguir nessa jornada. Vai haver algumas reviravoltas inesperadas. Fique bem com isso. Simplesmente, fique bem com isso. Porque pode não ser o que você espera, mas será algo grandioso. Então, não vá ficar toda confusa e vir me chamar no meio da noite perguntando por que...

TAD: Não vou usar minha bermuda como lenço.

ADAMUS: Não, não, não.

TAD: E choramingar: “Adamus! Cadê você?! O que você está...?!

ADAMUS: Não, não, não, não. Não. Eu vou ficar apenas sorrindo.

TAD: Obrigada. Obrigada.

ADAMUS: É, mas é tudo, é tudo... Vejam, às vezes, os humanos têm uma expectativa de como as coisas devem ser. E, muitas vezes, elas não são assim, mas eles se esquecem de abrir os olhos e dizer: “Mas, na verdade, acabou sendo muito melhor. Muito melhor. Fiu! Ainda bem que eu não dei ouvidos ao eu humano limitado.”

TAD: Essa é a parte empolgante. Obrigada.

ADAMUS: Ótimo. Bem, obrigado.

TAD: Obrigada.

ADAMUS: Obrigado. E é suficiente. Obrigado.

Então, cartões de estilo de vida. E senti a energia de todos vocês, sabendo que este era nosso último Shoud da série, e encontrei uma designação que, de fato, todos vocês podem usar em seus cartões de visita ou de estilo de vida. Você está pronta [Linda] pra escrever isso no i-pad?

LINDA: Sim, senhor.

ADAMUS: Certo. E eu disse: O que vocês realmente estão fazendo na vida neste momento? O que vai acontecer com cada um de vocês? Se vocês tivessem que resumir isso, onde estão suas atividades, pra onde está indo sua energia, o que vocês estão focando? E eu encontrei uma palavra, uma palavra. Eu fui pro Clube dos Mestres Ascensos e disse: “Olhem! Olhem o que eu descobri!” E, é claro, eles fizeram “ooh” e “aah”, porque, vejam, eu provavelmente, influenciei mais Mestres Ascensos do que qualquer outro ser, mas... [Algumas risadas, pois Adamus para de falar.]

Vejam, vou parar um instante e fazer uma declaração. [Mais risadas] Se vocês não falarem bem de si mesmos, com um sorriso no rosto, ninguém vai. Mas o humano é sempre tão delicado, tão despreparado e delicado com relação a isso: “Bem, eu não devo me vangloriar.” Por que não?! É divertido! Eu gosto! Eu até enfeito a história um pouco se for preciso, porque vocês precisam rir de vez em quando.

Os humanos estão acostumados a se colocar pra baixo, a se diminuir. Isso não é ser Mestre. Isso não é “Eu Sou, Aqui”. Isso é: “Eu sou um merda.” [Algumas risadas] É assim: “Eu Sou, Aqui. Eu Sou um Mestre.” É sério, falem bem de si mesmos. Façam isso com um sorriso e não enfrentando energeticamente a pessoa, tentando provar que estão certos. Mas é assim, diabos, eu realmente ensinei – e é verdade –, eu realmente ensinei mais humanos, acompanhei a aprendizagem deles pra se tornarem Mestres Ascensos do que qualquer outro ser. [Leve pausa] E eu devia receber aplausos bem agora. Só ganhei um bocejo. [Aplausos da plateia] Ganhei um bocejo! [Adamus ri quando a plateia continua aplaudindo.] O Caraca bocejou quando eu disse isso. [Mais risadas]

CARACA: É que eu já ouvi tudo isso antes!

ADAMUS: Oh! [Mais risadas, inclusive de Adamus]

É sério, falem bem de si mesmos. Façam isso primeiro consigo mesmos. Quando saírem pra dar uma volta ou deitarem na cama à noite, inventem uma historinha legal baseada, obviamente, na verdade. Mas digam: “Eu era o maior perdedor de todos.” [Risadas] Não é a minha história; é a história de vocês. “O meu caminho foi o mais tortuoso pra iluminação. Os outros Mestres iluminados tiveram um caminho muito fácil. Eu peguei o caminho tortuoso.” É isso. Falem bem de si mesmos, porque... Bem, agora vou revelar... Agora vou revelar o título que eu acho que deve entrar no cartão de visita de vocês neste momento... [Ele dá um gole no café, aumentando o suspense; algumas risadas] Voltaremos após os comerciais. [Adamus ri.]

Adoro assistir à televisão através dos olhos e ouvidos de vocês. Eu fico sentado do lado de vocês, às vezes, no sofá e fico me perguntando o que vocês estão vendo. Já me ouviram perguntar isso? O que vocês estão vendo?! E vocês tentam explicar: “Bem, você sabe, chama-sereality show.” O quê?!! “Reality show.” Tá.

Enfim, o que eu colocaria no cartão de visita de todos vocês é: Mediador. [Quase ninguém reage; uma pessoa faz “humm”.]

LINDA: Sério?

ADAMUS: Pode escrever e não fazer comentários?

LINDA: Não quer beijar meu traseiro? [A plateia faz “Ohh!” e ri.]

ADAMUS: Mediador. Mediadora.


Mediação

Agora eu vou explicar, por favor. Por favor. Eu observei o que vocês estão fazendo na vida agora e vocês estão servindo de mediadores. Sabem o que é mediação? É quando tentam interceder, tentam manter a paz na família, e vocês estão fazendo isso em níveis enormes.

Vocês, o Eu Sou, Aqui, de vocês está servindo de mediador pro humano de vocês. Pro humano de vocês, que precisa ser vestido, alimentado, abrigado, ter um trabalho, pagar as contas, e fazer todo o resto. Vocês estão servindo de mediadores. Vocês ouvem as solicitações e as queixas do humano e vocês, enquanto seres que realmente passam a maior parte do tempo na escola – vocês vão pra Escola da Ascensão, vocês dedicam tempo integral a isso, suas energias e tudo mais –, vocês são estudantes em tempo integral agora e vocês estão fazendo o papel de mediadores pra esse humano que está preocupado com o amanhã.

Os humanos... é isso que os humanos fazem. Eles se preocupam com o amanhã. Eles não estão aqui, hoje. Eles se preocupam com o amanhã: “O que vai acontecer? E se? Não sei se eu consigo.” Então, vocês estão constantemente... Há essa parte de vocês, o Eu Sou, Aqui, que fica constantemente servindo de mediador. “Vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem. Foi isso que o Adamus disse no mês passado. Vai ficar tudo bem.”

E o humano fica: “É, mas eu não confio no Adamus.” [Algumas risadas]

“Vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem. Vamos ler, então, outras coisas.” [Mais risadas]

“Mas eu não confio em nada disso também. Eu confio mais no Adamus do que nesses outros. Mas não confio é em ninguém.”

“Vai ficar tudo bem. Vamos dar tempo ao tempo. Ei, vamos fazer isso. Vamos respirar um pouco. Vai ficar tudo bem.”

“Respirar. Detesto respirar. É uma droga. Nunca me levou a lugar nenhum.”

“Vamos – ehhh –, vamos fazer alguma coisa. Vamos dar uma volta.”

“Odeio dar uma volta. Minhas costas doem.”

“Haah! Vamos...” [Algumas risadas] Vocês estão servindo de mediadores. Vocês estão de babá do humano, e isso não... [Alguns aplausos] Isso não melhora. E você [falando com Linda; mais risadas] pode tratar de me beijar também... na boca. Ohh.

Eu quero que vocês realmente sintam isso um instante, o quanto estão agindo como mediadores pra esse eu humano. Pra que fim? Isso não vai acabar. Esse humano não vai parar de se lamentar e se preocupar. Foi programado pra se preocupar com o amanhã. E não viver o hoje, mas se preocupar. E vocês podem ler todos os livros de autoajuda do mundo e ir a todos os consulentes do mundo que vocês quiserem e esse humano... ah, o humano adora isso, quando vocês leem livros de autoajuda. “Ah! Tem tudo a ver comigo. Trata do meu autodesenvolvimento, do meu esforço pessoal. Estou tão ferido.” Vocês podem ir a todos os consulentes que quiserem e que o humano adora. “Ah, sim, tem a ver comigo.” E vocês gastam 175 dólares a hora... “comigo, o humano.”

Vocês estão fazendo mediação. Mediação deriva da palavra “médio”, deriva da palavra “mediano”, um aborrecimento, um nada. É só mediano. E é isso que vocês – não estou falando com o humano neste momento –, é isso que vocês, o Eu Sou, estão fazendo... Então, vocês ficam vivendo numa condição mediana.

Não estou dizendo pra ignorarem o humano. Ele tem o jeito dele. Deixem que ele seja do jeito dele. Deixem que ele seja do jeito dele, mas parem de mediar o jeito dele. Deixem que ele seja o humano. Na verdade – quando se está no “e” –, é até divertido observar e, às vezes, entrar nessa e ser o humano que se preocupa com tudo, se preocupa com a morte, se preocupa com os outros, com o poder, com o trabalho e...

Deixem o humano fazer isso! Na verdade... na verdade, é meio divertido. Agora, isso daria um ótimo reality show – “O Humano e Eu”. Vejam, tem esse Mestre – são gêmeos idênticos, mais ou menos, mas tem esse Mestre – que nunca se preocupa com nada. Tudo vem pro Mestre. O Mestre simplesmente se diverte com a natureza sensual da vida. E tem o gêmeo idêntico, o humano preocupado, obcecado, paranoico, esquizofrênico e tudo mais, que toma remédios, que bate a cabeça na parede, que está sempre se metendo em encrencas.

Então, vocês estão servindo de mediadores pro humano. Dá pra pararem com isso? Não está fazendo nenhum bem pro humano. Não está fazendo nenhum bem pra vocês.

Vocês estão, de fato, agindo como mediadores pro espírito de vocês, pra alma de vocês. Vocês têm essa – heh! – impressão de que a alma está lá em cima, que é superior e grandiosa e que, algum dia, ela vai descer aqui. Vocês estão mediando isso e tentando negociar com a alma pra que ela venha. “Vai ser bom. Vou fingir que sou bem filosófico e incrivelmente profundo, e vou continuar permitindo.” Alguns estão começando a tratar o permitir como se fossem grilhões, como um açoite e tudo mais. Vocês estão transformando isso em tortura. Permitir é só isso... é permitir. Respirem fundo. Deixem isso pra lá. Não se preocupem com isso.

Mas vocês ficam mediando o retorno da alma. Vocês ficam mediando a vinda do seu espírito pro seu dia a dia. Vocês meio que negociam isso. Então, vocês têm o humano queixoso aqui e têm a alma aqui. E vocês ficam tentando juntar os dois. Vocês tentam negociar isso, manter um equilíbrio, e é uma tortura. É um inferno e não é muito eficaz. Não dá certo.

LINDA: Está na hora do merabh da mediação? [Algumas risadas]

ADAMUS: Quase. Não acabei de falar sobre a mediação.

Vocês servem de mediadores pra família de vocês. Vocês tentam – muitos de vocês; mas muitos já liberaram isso –, mas vocês tentam manter as coisas sob controle na família, com os amigos, e as coisas de trabalho e muitas outras coisas na vida. Vocês estão mediando essas coisas, e eu estou vendo. Vocês me dizem que estão tentando manter uma integração. Não, estão apenas mediando tudo isso.

Vocês têm todos esses grupos, subgrupos, subaspectos, características. Aqui estão vocês – Eu Sou, Aqui, vejam, o Eu Sou –, aqui estão vocês tentando integrar tudo isso. Pra onde estamos indo, não há necessidade de fazer isso, a menos que queiram se divertir sendo mediadores. Às vezes, a gente se sente bem: “Estou integrando tudo isso.” Mas é cansativo. É exaustivo.

Pra onde estamos indo... Eu falei um pouco sobre isso ontem no nosso novo Keahak VI – vamos trazer tudo pro Corpo de Consciência, tudo. E, então, não vai ter nenhuma mediação. Não vai ter esse negócio de vocês ficarem tentando integrar tudo. Vocês só vão ser vocês, e mais nada. E talvez aqui vocês sejam humanos queixosos, vocês ouçam essa parte de vocês que tenta fazer mediação, tenta trazer seu espírito, mas vamos parar com isso. É cansativo. Vamos parar. Vamos tirar isso do cartão de visita de vocês, ser mediador pra sua família, seus filhos, seus... e pra consciência de massa. Vocês tentam mediar a consciência de massa. Mediar, digo, manter o equilíbrio dela, integrá-la, garantir que as coisas não saiam dos eixos.

Edith, pergunta. O microfone já está chegando.

EDITH: Eu achava que a nossa alma e nosso espírito já estavam integrados, que nós já tínhamos feito isso.

ADAMUS: Mas vocês... [Adamus suspira.] De que maneira, Edith?

EDITH: De todas as maneiras.

ADAMUS: Nós estamos indo, mais ou menos, além da definição de alma, de espírito e de todo o resto. Não vamos focar isso. Vamos focar o “Eu Sou, Aqui”.

Edith, vou colocar de outra forma. Todas essas palavras vão ficar sem sentido, totalmente sem sentido. É. Vocês vão chegar ao ponto de dizer: “Por que falar de alma, espírito ou...? Nada disso importa. Eu Sou, Aqui. Nada disso importa.”

EDITH: Bom, isso também faz sentido, mas eu só queria saber por que estamos falando sobre isso.

ADAMUS: Bem, estou descrevendo o que eu vejo em tantos Shaumbra.

EDITH: Tudo bem.

ADAMUS: É.

EDITH: Obrigada.

ADAMUS: Sim, obrigado.

Assim, vamos fazer isso agora, como Linda pediu. Vamos fazer um merabh pra deixar ir a mediação. Um pouco de música pra encerrarmos a primeira parte do dia.

Vocês sentem? Quando eu estava tentando descrever, vocês sentem como vocês estão tentando negociar, mediar? Vocês tentam manter o equilíbrio das coisas e não é preciso.

Vejam, se as coisas precisarem desmoronar, então, deixem que elas desmoronem, porque... E estamos falando da sua jornada a seguir, Rosanna [falando com Tad]. Vejam, deixem acontecer. Façam a coisa do permitir. E tudo se resolve. Vocês não têm que se preocupar com esse humano todo dia, chorando: “Ah! O que vai acontecer amanhã?” Então...

[A música começa.]

Obrigado [dirigindo-se ao Yoham].


Merabh Além da Mediação

Vocês eram mantenedores de energia – a maioria de vocês na época em que vieram pro Círculo Carmesim, lá atrás com Tobias, a maioria de vocês era um mantenedor de energia. Em determinada altura, Tobias disse: “Não. Vocês não precisam manter a energia para o planeta, para a humanidade nem para as baleias, as palmeiras, os coqueiros, os peixes nem todo o resto. Vocês não são mais mantenedores de energia.” Ele disse: “Vocês se graduaram. Vocês são aqueles que serão os Standards, com um novo design de humanidade, no corpo, na mente e no espírito.” [Leia o Shoud de novembro de 2004.]

E agora eu digo pra vocês, enquanto encerramos a Série Caminhando, pra vocês: não assumam esse papel de mediadores entre seus aspectos. Não sejam mediadores pro humano ou mesmo pro que chamam de sua divindade. E não assumam o papel de mediadores, de equilibradores da energia no seu trabalho, com a sua família, seus amigos, os Shaumbra nem nada disso.

Eu sei que alguns de vocês sentem uma certa perda com isso. É assim: “Oh, nossa. Eles precisam de mim. Meu eu humano precisa de mim. Meus amigos precisam de mim.” Bem, já vou dizendo, eles realmente não precisam. Eles precisam de vocês de um modo diferente, não desse modo. Eles precisam de vocês de um modo diferente. Eles precisam de vocês pelo que vem lá de dentro, mas que está encoberto, porque vocês estão muito ocupados fazendo mediação. Vocês estão mediando até a própria iluminação. Não é engraçado? Mediar sua iluminação. É como se estivessem negociando ou controlando isso.

Vamos deixar ir tudo isso. E eu sei que alguns gostam dessa função. Vejam, faz com que se sintam importantes, como se estivessem fazendo algo: “Sou aquele que deixa isso tudo integrado.” Mas vocês vão aprender que não precisam integrar nada. Esse é um conceito muito antigo. É um velho... Eh, posso traçar suas origens até Atlântida, onde precisava haver mantenedores de energia. Havia, literalmente, mantenedores de energia, mas a energia era diferente lá atrás. Digo, a energia... Agora vocês têm eletricidade; na época, tínhamos outro tipo de energia. E havia os mantenedores.

Bem, então, vocês percebem: “O que estou mantendo?” O que vocês, pessoalmente, estão tentando mediar? Estão tentando integrar a parte humana de vocês? A parte que é o espírito de vocês? Aquela parte com que todos os seus amigos podem contar? Não estou dizendo pra se afastarem dos amigos. Transformem, energeticamente, essa função. Ela meio que bloqueia a energia, bloqueia o fluxo. Ela também bloqueia os potenciais.

Quando essa parte humana de vocês grita “o que vai acontecer amanhã?”, sejam apenas observadores, não mediadores.

Se o humano está preocupado, digamos, com uma questão de saúde, parem de tentar mediar isso ou acalmá-lo. Sejam observadores. Vejam como o eu humano age e responde. Vejam como ele realmente foi programado pra fazer tantas coisas diferentes. E está tudo bem se ele fizer, mas vocês não precisam se envolver.

Sejam observadores, mesmo nessa coisa com sua alma, com seu espírito. Observem como pensam nisso. Observem como a coisa chamada alma realmente opera. Ela não precisa que vocês sejam mediadores de nada. Vocês achavam que precisavam mediar, e a evidência é todo o estudo espiritual. Bem, isso são vocês tentando mediar sua iluminação. Não é preciso. Apenas observem.

Libertem-se, meus amigos. Libertem-se.

É um grande presente que vocês se dão, e eu sei que vocês vão impor resistência, porque vão dizer: “Mas eu tenho que integrar isso. Tenho que trabalhar nisso. Tenho, veja bem, que manter distância das forças que se opõem a mim.” Mesmo que essa oposição venha de vocês. Não, não têm. É quando vocês simplesmente permitem.

E eu disse antes, é assustador e empolgante, mas vocês meio que não têm escolha. Digo, vocês têm a escolha de permanecerem onde estão, mas, se forem caminhar em frente, é preciso a mais íntima confiança no “Eu Sou. Eu Sou, Aqui”.

Vamos respirar fundo e caminhar em frente, agora, além do papel de mediadores. Sejam o “Eu Sou, Aqui”.

Estejam na experiência sensual.

Sejam criadores.

[Pausa]

Então, se puderem, vejam a si mesmos neste momento; digamos... imaginem-se sentados numa grande mesa de conferência e, ao redor dessa mesa, está o seu eu humano e o que vocês sentem como sendo o seu Eu alma, o seu espírito. E, ao redor da mesa de conferência, estão muitos de seus aspectos. E está também o seu eu biológico sentado lá, a sua biologia. E, então, o seu cérebro, um grande e velho cérebro sentado lá à mesa; sem corpo, só um cérebro pensando: “Como faço pra conseguir um corpo?” Ele olha do outro lado da mesa a sua biologia e pensa: “Quero ir praquele corpo. Me deem um corpo.”

E a sua família também está lá representada, o seu local de trabalho. A consciência de massa não está sentada à mesa. Está pairando acima da mesa, como uma grande e feia nuvem de tempestade. E estão todos lá, e vocês estão tentando mediar, manter tudo equilibrado, tentando dizer ao cérebro: “Espere. Arranjaremos um corpo pra você, mas espere.” Dizendo ao corpo: “Vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem. Você vai ficar bem. Vamos ter pensamentos positivos com o cérebro e, então, o corpo vai ficar bem. Vai viver mais alguns anos. Ei, cérebro, pensamentos positivos aqui pro corpo – ‘Eu sou saudável.’.”

Vocês tentam deixar tudo integrado e, agora, se quiserem, eu gostaria que vocês ordenassem todos esses aspectos, todas esses seres, todas essas partes entre as quais vocês fazem mediação, ordenem que eles se mandem de lá. A sala é sua. É o seu lugar. Vocês estão cheios de cuidar de todos eles.

Apenas ordenem que saiam, e eles terão que sair. Ah, e o cérebro está sentado lá: “Eu não vou sair. Não tenho um corpo pra andar até a saída.” Bem, vocês pegam o cérebro, pegam com as mãos e lançam ele porta afora, como uma bola de boliche.

Essa sala é de vocês agora. Nessa sala, só tem vocês. Ela é pra vocês, não pra toda aquela conversa fiada, não pra todas as coisas que vocês ficavam negociando. Esse é o seu lugar e vocês podem torná-lo o que vocês quiserem. Vocês podem mudar o que quiserem. É o seu marco zero de realidade. Agora é com vocês.

Vamos respirar bem fundo. Chega de mediação.

Certo. Obrigado [falando com Yoham].

Respirem bem fundo enquanto encerramos o primeiro segmento.

[A música termina.]

Oh! Ótimo. [Adamus respira fundo.] Ah! Vamos respirar bem fundo agora. Uff! Ooh! Ooh! Vamos entrar no segundo segmento. Parte dois. Não foi bom? Só... Ah! É tão cansativo tentar manter todas as unidades integradas. Não é preciso.

Vou contar um segredinho. Vocês se perguntam: “Ah, mas eu joguei todos eles pra fora. O que vai acontecer agora?” O que acontece é que eles voltam integrados, não fragmentados. Eles voltam como um todo. Eles voltam pro Eu Sou, mas não vão ficar se queixando, não vão ficar tirando sua energia, não vão desestruturar vocês. Vocês deram uma ordem: “Isto é meu. Eu Sou, Aqui.” É simples assim.

Seguindo. Respiram bem fundo mesmo. Obrigado [ao Yoham]. Vamos falar um pouco, depois fazer outro merabh. Mas são bem-vindos pra ficar sentados aqui [continua se dirigindo ao Yoham]. Se for agradável estar mais perto de um Grão-Mestre Ascenso. [Algumas risadas]

GERHARD: É maravilhoso.

ADAMUS: É maravilhoso. Sim, é sim. Vocês têm que falar bem de si mesmos, porque ninguém vai falar. Na verdade, tem um monte de pessoas falando bem de mim agora, mas só porque eu falo bem de mim mesmo. E, vejam, faz vocês sorrirem quando vocês falam bem de si. É. E, quando vocês falam mal “Sou um perdedor e nada dá certo”, não é muito agradável. Por que as pessoas fazem isso? Não... Experimentem uma vez. “Oh, eu sou um perdedor patético.” Não é nada agradável. Não atrai uma energia que me interesse. Mas, se vocês dizem “Eu sou um Mestre”, as pessoas olham pra você de maneira engraçada. Mas sabem de uma coisa? Elas começam a tirar fotos e, logo, logo, vocês estão na TV. Logo, logo, vocês viram uma celebridade. Funciona. Chama-se base da realidade. Falarei sobre isso depois.


Parte 2

Seguindo com a lista. Vocês vêm dando duro, infelizmente; dando duro em relação a isso tudo, em vez de apenas permitirem. Vocês vêm dando duro, a vida inteira, com relação à espiritualidade, à condição humana, ao seu trabalho e tudo mais. Estamos juntos há muito tempo, fazendo grande parte disso, e o interessante que está acontecendo – mencionei no Shoud passado –, o interessante que está acontecendo... E eu arranjei um termo, um termo de Adamus, que revelarei daqui a pouco e Linda escreverá no i-pad, e ela vai saber como escrever sem se preocupar com isso. [Algumas risadas]

O interessante que está acontecendo é que vocês vêm trabalhando em peças aqui, peças ali e peças aqui embaixo e peças aqui em cima [gesticulando]. Vocês vêm trabalhando em tudo isso. Às vezes, é difícil ver o quadro como um todo, porque vocês têm que chegar o humano um pouquinho pra frente. Vocês têm que chegar a biologia pra frente. Vocês têm que lutar pra sobreviver e se manter. Vocês têm que... Sabem como é, mover um pouco aqui, mover um pouco ali? É como... Cauldre está me dando um exemplo ruim; é como tirar neve com a pá. Não sei de onde ele tirou isso, mas, vejam, vocês tiram um pouco de neve aqui, tiram um pouco de lá e, logo, tudo está limpo. É isso que vocês estão fazendo no momento. Vocês estão na posição em que as energias se movem aqui, se movem ali e se movem mais adiante [continua gesticulando].


A Diretiva da Realização

Vocês estão num ponto, agora, que eu chamo de Diretiva da Realização. Eu gostei disso. Pode escrever [Linda]? Vocês estão na – e esse termo é meu – Diretiva da Realização. Agora, isso é uma boa coisa. E eu falei um pouco no nosso Shoud passado, em Munique, que algo mudou, algo se alterou. E o que é... quero dizer, vocês fizeram tanto trabalho duro e têm... Sabem o que vocês têm? Vocês têm tenacidade. Vocês são obstinados. Vocês não desistiriam. Vocês são realmente seres obstinados, e isso levou vocês adiante. Não foi o seu esforço. Não foi o trabalho duro. Foi a obstinação. Apesar de todo o trabalho duro, sua obstinação levou vocês adiante, levou vocês até este ponto.

Agora, o que acontece na Diretiva da Realização, e eu usei a palavra “diretiva” porque é como dizer que é uma lei universal, mas vocês meio que estão criando isso pela primeira vez. É uma diretiva. Vai acontecer. Diretiva, no sentido também de direção, de movimento de algo. É também uma diretiva como um comando. É assim: “Vai acontecer.”

Uma Diretiva da Realização. Vocês meio que cruzaram essa linha até o ponto em que, agora, de fato, acreditem ou não, vocês podem planar. É. Há muita inércia, movimento, trabalho, esforço, de repente, há uma gravitação. E eu uso a palavra “gravidade”, não como em gravidade da Terra, mas como um movimento, uma sucção de energia.

[Ele está lendo a tela.] Direti... Realização. Ótimo, sim. Ótimo. Eu gosto do jeito que soa. Podíamos enfeitar com um gráfico bacana pro nosso próximo encontro ou pra revisão do Shoud que vocês fazem. A direti... Vamos fazer com que pareça oficial, como se fosse emitido pela justiça, vejam, ou por um escritório de advocacia – A Diretiva da Realização –, então, as pessoas vão acreditar. A gente legaliza a coisa: “Oh, nossa! Eu tenho uma diretiva.”

Então, a Diretiva da Realização significa que há uma força gravitacional, uma força de energia que está em vigor agora – incontestável, totalmente em movimento – que leva vocês para a realização. Mesmo que vocês não trabalhem mais noutra coisa, há impulso suficiente pra tudo que já fizeram, incluindo, e especialmente incluindo, o permitir, fazendo com que todas as forças tragam tudo isso junto pra resolução, pra realização.

Vocês não precisam mais trabalhar nisso. Na verdade, nunca precisaram, mas vocês achavam que precisavam. Vocês podem respirar fundo e observar a si mesmos entrando em sua mestria, em sua iluminação. É fenomenal, muito incrível.

A mente fica sentada lá, tagarelando: “Tá, mas você precisa fazer alguma coisa.” Não, vocês não precisam fazer nada. “Bom, mas você tem que fazer...” Não, vocês não têm que fazer nada. Se quiserem fazer alguma coisa que seja permitir. Mas há esse impulso que vai fazer as coisas acontecerem.

Essas são realmente boas notícias. Significa – está relacionado à nossa primeira sessão –, significa que vocês não precisam trabalhar mais nisso. Não precisam mediar. Não têm mais que ficar tentando. Não têm que tentar ser uma pessoa melhor, uma pessoa mais espiritual, uma pessoa mais inteligente, nada disso. Vocês têm passe livre a esta altura.

[Leve pausa]

Agora, era pra ter uma gritaria na plateia, mas... [Agora, sim, a plateia vibra e aplaude.] Acho que esse intervalo foi de descrença. [Algumas risadas] “Será que ele está pegando no nosso pé?” Ah, eu sei o que foi. Esse intervalo foi: “Ele deve estar falando de outras pessoas aqui. Ele não está falando de mim, não pode ser isso.” Não, vocês estão recebendo passe livre. Vocês investiram tempo. Infelizmente, vocês investiram muitos esforços. Vocês suportaram muita coisa e, agora, tem essa gravidade, esse impulso acontecendo.

Não me perguntem quanto tempo levará, porque eu sei que essa é próxima pergunta de vocês. Será que importa? Tudo que estou dizendo é que vocês não precisam fazer mais nada. Não têm que regular seus pensamentos, monitorar se suas emoções estão boas. Vocês não precisam equilibrar nada nem checar as energias nem nada disso. Voes não têm que fazer mais isso. A inércia é que faz.

Então, experimentem. Em vez de tentar resistir a essa inércia natural em direção à iluminação, em vez de tentar lutar contra ela ou se perguntar se ela é real, se realmente vai acontecer ou se Adamus só está dizendo isso..., respirem fundo e sigam com o fluxo. É como subir numa canoa e deixar que a correnteza os leve, desta vez, em vez de escavar o rio, enchê-lo de água e lutar contra o fluxo. É o que vocês têm feito. “Preciso abrir o fosso, enchê-lo de água, fazê-la fluir e remar contra o fluxo.” Não. Subam na canoa e deslizem com o fluxo a partir de agora.

Quando deslizam... Podemos ter música neste momento. Uma música pra merabh. Mas é como andar de canoa ou, se não gostam de canoas, um barco a remo, mas sem os remos. Vocês não têm que... Sem remos. Passeiem pelo rio da vida e flutuem numa tarde ensolarada, sem ter que fazer nada além de relaxar.

[A música começa.]


Merabh pra Acompanhar o Fluxo

Não seria legal? Vocês se recostam, e é uma canoa ou barco acolchoado. Vejam, muitas vezes, eu vejo os barcos e eles costumam ter assentos duros e muito sem graça. Mas vocês criaram esse barco magnífico, realmente lindo. Está repleto de almofadas. E ele não tem motor, não tem remos, porque vocês não precisam deles. E nem precisam de ventilador pra refrescar, porque a brisa da jornada já vai fazer isso. Ah, e tem um frigobar. [Risadas] É, e não tem ninguém em volta, então vocês podem ficar nus. É, não há moscas em volta. Bem, há, mas elas não vão incomodar vocês. Nem os mosquitos, porque, sem roupa, vocês não vão querer se preocupar com mosquitos.

Então, agora é o momento de vocês. É um momento maravilhoso. E é meio estranho, só subir, entrar no barco. Ele é muito macio, fofo. E, a propósito, vocês têm petiscos lá, também, pra curtirem a jornada.

Agora, vocês entram e começam a flutuar rio abaixo e percebem que o rio representa o impulso, o fluxo que vocês criaram. Ele segue direto pra iluminação. Agora, vocês se sentam no seu barco acolchoado e, de fato, pela primeira vez na vida, vocês curtem o passeio. Vocês observam a paisagem, os pássaros, as árvores.

E não há pressa, por sinal. É por isso que eu digo... vocês ficam se perguntando: “Tá, agora, com a Diretiva da Realização, ah, quantos dias?” Vejam, vocês estão nesse lindo barco, deslizando graciosamente no rio.

A propósito, tem música no barco também. Do Yoham, é claro. Música, sim. Estão tocando [a música] sunny-afternoon-on-the-river (tarde ensolarada no rio). Ninguém em volta, e vocês realmente podem curtir a paisagem, a natureza.

Olhem, uma mamãe ursa e um bebê urso brincando na água perto daquela margem. Olhem, pássaros voando em todo lugar. Tem uma tartaruga ou duas na água. Tem um cervo correndo no campo.

Vejam, vocês nunca tiveram realmente tempo de curtir isso. Vocês estavam sempre tão ocupados, trabalhando, estudando, se esforçando, usando de poder. Esse barco não precisa de poder. Está numa corrente natural de energia.

E vocês colocam a mão na água e realmente a sentem. Vocês estavam sempre evitando isso, mas agora vocês podem colocar a mão na água fria e ter essa experiência sensual, espirrar um pouco de água no seu corpo nu e sorrir pela primeira vez.

E, vejam, sem sombra de dúvida de que esse barco, o barco do seu Eu Sou, vai levá-los à iluminação. Vocês nem se preocupam com isso. Não se preocupam se têm comida ou bebida suficiente. Não se preocupam se vão ficar queimados de sol com o corpo nu, nada disso. Agora é o momento de aproveitar. E vocês se sentem um pouco culpados, tipo: “Oh, será que eu não devia estar fazendo alguma coisa?” Não. Vocês já fizeram. Vocês investiram seu tempo, seus esforços. Investiram todos os medos e dias difíceis. Não, agora é hora de passear.

Vocês colocam a mão na água e se sentem bem. Repentinamente, parece que sua mão, oh, está pegando algo lá dentro d’água. Vocês tiram a mão, rapidamente, e, quando olham, são moedas de ouro. Moedas de ouro! Vocês só colocaram a mão na água. Em outras palavras, a abundância está lá também. Tudo de que precisam está lá, porque vocês fizeram muito. Vocês criaram uma gravidade, um movimento de energia que, agora, não pode ser desfeito.

Não dá pra ser desfeito.

Eu chamo isso de Diretiva da Realização, como uma ordem oficial. É também como se, agora, acredito eu, isso pudesse ser sua lei universal pra uso pessoal. Simplesmente, vai acontecer. Não quero saber que forças venham tentar interferir; não vai acontecer, não vai funcionar. Se forças externas, outras pessoas, consciência de massa, pleiadianos – [Adamus ri.] não gosto dos pleiadianos... Não vai acontecer. Há inércia, gravidade demais. Esse passeio é pra vocês se divertirem agora.

Eu já disse isso algumas vezes, mas vou lembrá-los de novo, agora. Esta será a melhor época da sua vida. Eu sei que há uma ansiedade pela iluminação e tudo mais, mas esta é a melhor época.

Vocês acabaram de sair da condição humano para o transumanismo. Mas ainda têm todas aquelas recordações e experiências.

Vocês ainda estão na biologia.

Vocês ainda têm uma certa inocência bela.

Esta é a melhor época, agora. Melhor de todas. Então, eu peço que se divirtam.

Vamos criar um gráfico bacana ou o que for pra nossa próxima reunião, ou sei lá. Gostei de chamar isso de Diretiva da Realização. Decretada oficialmente. Não algo que vem apenas da mente, mas que é real. Vai acontecer, então, permitam. Simplesmente, permitam e aproveitem.

[A música termina.]

Vamos respirar bem fundo juntos. Ahh! Uau!

Está agradável até agora? [A plateia diz que sim.] Ótimo, ótimo, ótimo, ótimo.


Parte 3

Certo, parte três. Parte três. Por onde começar? Ah! Vamos começar com a coisa simples.


Realidade

O que é realidade? O que é realidade? Bem, é uma impressão que se tem. É simples assim. Filósofos filosofaram sobre ela. Autores escreveram sobre ela. Professores ensinaram sobre ela. E Consulentes deram conselhos sobre ela. Mas o que é realidade? É uma impressão que se tem. É isso.

Realidade se tornou essa palavra... As pessoas falam de “realidade” como se ela fosse forjada a ferro e fogo. Bem, parte dela é, mas isso não significa que ela não possa se mover, mudar.

Agora, os humanos vêm tentando, pelo que sei, depois que escapei da minha prisão gigante de cristal... os humanos vêm tentando alterar a realidade desde então. Tenho observado há éons de tempo eles tentando mudar a realidade, mas em passos bem pequenos, com pouquíssimo sucesso e muitíssima frustração. Eles têm tentado mudar a natureza da realidade.

Bem, o problema é muito simples. O problema é que eles acreditam na realidade. Eles acreditam que isto é real. Eles tentam mudar isto a partir das próprias crenças, e isso não leva muito longe. Na verdade, há uma tendência para a realidade se contrair ou se tornar ainda mais solidificada, quando alguém aceita o fato de que isto é a realidade. Isto não é. Isto é uma impressão. É tudo que é. É só isso, uma impressão que se tem.

Falei muito, particularmente, nos últimos anos, sobre os sentidos humanos e a mente e como tudo vem através desses sentidos e, então, é considerado como realidade. Para que alguém verdadeiramente siga além desta realidade, para que alguém verdadeiramente mude as naturezas das realidades – ambas no plural, naturezas das realidades –, é preciso estar disposto a sair e ir além, mas é preciso também estar disposto a sentir, a captar, a formar impressões a partir de um conjunto de sentidos inteiramente diferente. Não a partir dos sentidos humanos, mas a partir do que vocês chamariam de sentidos do Eu Sou. Falei sobre isso amplamente, porque é muito importante que compreendam. Isto [nosso entorno] é só uma das impressões que se pode ter.

Os cientistas já entendem que a matéria não é matéria. Ou que a matéria não importa. (N. da T.: Ele fez um jogo de palavras entre matter, matéria, e matter, importar.) Estão começando a perceber que, embora se tenha a impressão de que o chão é sólido e a pessoa ao lado é de carne e osso, de fato não é bem assim. De fato... Me acompanhem um instante, aqui. Através dos olhos, o que vocês captam neste momento é um vasto nada. Um vasto nada.

O que vocês veem com os olhos vocês presumem ser um corpo, cabelo, o chão, o teto e tudo mais. De fato, o que está lá é quase nada além de um espaço vazio. Não é incrível? Mas os olhos vão fazer com que vocês... Os olhos estão realmente fazendo o trabalho excelente de dizer à mente que a sala está cheia de pessoas ou, se estiverem acompanhando online, que vocês estão olhando pra um computador. Mas não estão. Vocês estão olhando pra um espaço vazio, em sua maioria. Alguns diriam que existem partículas; eu diria que mesmo isso não é verdade. Existe plasma.

O que vocês realmente captam na realidade é o movimento do plasma. É isso. Não é nada romântico, certo? É, é. É, à noite, vocês vão abraçar alguém na cama e é isso, eh, vocês estão só abraçando plasma. [Algumas risadas] E o plasma também cria uma gravidade ou cria um efeito de espaço e de tempo. Então, vocês acham que algo está acontecendo quando abraçam essa pessoa na cama. E vocês acham que o dia está passando e, logo, logo, vão adormecer. Nah. Vocês só estão imersos no plasma que passa por vocês.

Mas vocês foram brilhantes o suficiente, absolutamente brilhantes o suficiente pra dizer: “Vamos tornar isso um pouco mais animado. Vamos transformar o plasma, vamos transformar o movimento do espaço e do tempo em experiência e realidade definidas, porque ficar apenas nadando por aí num monte de plasma não é muito divertido.” Na verdade, há dias em que provavelmente isso é mais divertido do que a vida humana, mas olhem o que vocês fizeram. Vocês criaram isto a partir do plasma, que está respondendo à consciência, que é realmente vocês. Vocês criaram tudo isso, e também podem “descriar” ou criar algo totalmente diferente. E não é tão difícil assim.

Criar a realidade. E não estou falando daquele tipo que víamos no passado – as pessoas tentando mudar o mundo. Parem de fazer isso. Criem realidades pra si mesmos.

Agora, pra criarem a realidade que quiserem, seja qual for, isso vai exigir que vocês saiam do zoológico, sigam além da mente, sem se preocupar com... O importante aqui é vocês fazerem isso pra si mesmos. Parem de tentar mudar o mundo. Isso é, energeticamente, contraproducente. Muitos de vocês foram benfeitores antigamente. Assim que tentarem mudar o mundo – o que eu sei, é meio irresistível... vocês querem tornar tudo bom e bonito, mas o mundo não quer, necessariamente, ser bom e bonito; o mundo não quer, necessariamente, ser definido pelos termos de vocês.

Então, vocês saem e tentam mudar o mundo e acham que estão fazendo o bem, se sentem orgulhosos e corretos e tudo mais por serem benfeitores. O que acontece é que é a resposta natural da energia tentará, então, mudar vocês. Ela se voltará contra vocês. Ela irá confiná-los ainda mais. Ela vai ferrar com vocês, deixá-los desnorteados. Se vocês tentam mudar a ordem ou a impressão natural que alguém tem, vocês estarão agindo sem compaixão e, então, esse alguém vai fazer a mesma coisa com vocês. Portanto, parem de tentar mudar o mundo. Permitam-se mudar as próprias realidades.

Para fazer isso, entendam que isto [nosso entorno] não é realidade, afinal de contas. Isto é plasma. E falamos amplamente sobre isso no BON, mas isto aqui é apenas uma das impressões que se pode ter, digamos, do movimento das forças, da energia.

Então, muitos de vocês ficam: “Eu tenho que sair daqui. Existe algo mais. Preciso mudar a realidade.” E vocês podem, em qualquer momento... bem, é tão simples quanto permitir.

A parte complicada, repito, é dizer: “Não vou sair por aí tentando mudar tudo. Não vou tentar mudar o tráfego ruim, os humanos maus nem nada disso.” E é aí que muitos de vocês encontram problemas. É assim: “Bem, eu só quero que essas coisas mudem pra mim.” Não. Pra mudar a realidade, é preciso fazer pra si mesmo e, depois, deixar-se imaginar, sonhar ou sentiras outras esferas. E as outras esferas nem sequer existem até vocês chegarem lá.

Não pensem nas outras esferas como algo pré-definido, como se já existissem esses paraísos, como se tudo estivesse determinado lá, porque isso é uma armadilha. Seria só mais desta realidade, quando vocês chegassem lá. É por isso que, veementemente, sou contrário às pessoas entrarem na quinta dimensão, na sexta e o que mais, porque elas estão aceitando uma realidade humana um pouquinho mais requintada. Eles realmente não entendem, e essas dimensões não existem.

Não existe nada até vocês estarem lá e, então, uma nova realidade começar a se formar, uma nova realidade nascer. Não uma pra onde se leve todo mundo. Não se preocupem com isso agora. Mas uma que vocês vão criar pra si mesmos.

O que isso significa? Significa que há muito mais do que isto aqui. Há, sim. Mas, pra começar, criem suas novas realidades pessoais, estando lá – “Eu Sou, Aqui”.

Vocês podem estar em vários lugares, é claro. Podem estar “Eu Sou, Aqui”, podem ter uma conversa com outro Mestre e, nesse meio tempo, criar uma nova realidade pra si.

Isso vai liberar vocês pra entenderem que vocês não estão presos aqui. Isso vai libertar vocês pra perceberem a beleza de se colocar a consciência no que agora é um nada, criar alguma coisa e, depois, observá-la evoluir. Não em termos humanos, não através das velhas maneiras humanas, mas observá-la evoluir de uma forma que não está ligada nem determinada nesta realidade.

Vamos respirar bem fundo aqui, um instante. Sinto que muita coisa está ficando mental.

[Pausa]

Existe muito mais do que isto aqui, muito mais, e, quando entrarmos em nossa Série do Transumano, vamos, literalmente, vivenciar as outras esferas de vocês – não as outras dimensões que pertencem a outros, nem nada disso. E, então, a partir dessa experiência, vocês vão entender realmente como chegaram aqui e como é fácil ir além.

Assim, em vez de pensar nisso, vamos ter música e vivenciar isso.


Merabh para a Criação da Realidade

Realidade. O que é isso? O que ela é? Bem, é a sua presença. É o seu “Eu Sou, Aqui”. Realidade é uma forma de captar, de sentir as coisas.

Realidade é como uma jornada temporária, uma experiência. Na verdade, ela nem precisa ter um propósito.

[A música começa.]

Eu sei, os humanos gostam muito de ter propósito. Assim, eles justificam o fato de estarem presos. Vocês não precisam de propósito nesta realidade ou em nenhuma outra realidade.

Mencionei, recentemente, que eu estava triste em ver que os humanos, agora, não saem além, no estado de sonho. Eles costumavam sair daqui e ir pras esferas cristalinas, as esferas criativas, as não esferas. E observo que, agora, não fazem mais isso. Permanecem perto de casa quando vão dormir, à noite. Permanecem na condição humana, mesmo que não estejam fisicamente presentes; mas estão presentes de outra forma. Eles permanecem imersos em seus problemas e permanecem imersos na consciência de massa. Não saem mais por aí. É mais ou menos como as crianças de hoje – ouço vocês dizendo o tempo inteiro: “As crianças de hoje ficam dentro de casa, jogando videogames.” Bem, os humanos, eles ficam nos limites da consciência de massa e não se aventuram mais além.

Uma das coisas que eu gostaria que vocês fizessem, neste momento, é sentir essas outras esferas em seu estado de sonho, seguindo além dos confins da consciência de massa, da limitação, da condição humana, realmente se dando essa profunda permissão, a partir desta noite, a partir de agora, de ir além dessas esferas.

De certo modo, elas são reconfortantes, essas esferas. Vocês estão familiarizados com elas, mas é hora de saírem e seguirem além. É hora de serem criadores novamente, de entrarem no nada.

O corpo de vocês está dormindo. A mente de vocês está, de certa forma, quieta. E, agora, “Eu Sou, Aqui”, o “Eu Sou Presente” pode sair em direção ao nada.

Onde é o nada? É em lugar nenhum. [Ele ri.] Mas vocês vão seguir pra onde não há nada, talvez algum plasma, alguma energia, mas, mesmo assim, num estado, numa condição de nada, apenas esperando por vocês.

E, então, a sua presença começa a criar. Não está confinada ao tempo nem ao espaço. A sua presença começa um movimento de energia, sem nem mesmo ter que definir o que vocês querem que isso se torne. De fato, só acontece quando vocês estão presentes no nada, o que significa liberdade. As energias começam a se movimentar.

O humano teria começado a definir, moldar, dar forma, ter impressões com relação às energias, mas, quando vocês estão aqui fora no nada, trazendo a criatividade, vocês não precisam definir, não precisam determinar o tamanho, a forma nem as cores. Vocês não precisam fazer nada disso. Vocês apenas estão lá. Em sua presença.

Isso é pura criação. Isso é criação sem esforço. Isso é como a realidade passa a existir.

[Pausa]

A natureza da realidade começa aqui, no nada. Nasce de vocês. Nasce de vocês.

Agora, eu gostaria que vocês observassem um instante – sem pensar –, eu gostaria que observassem, que recebessem uma impressão com a qual podem não estar acostumados, uma impressão, agora, de uma nova realidade que nasceu de vocês. Eu uso a palavra “de” propositalmente.

Sejam observadores, agora, e vejam, captem o que acontece.

[Pausa longa]

Estão vendo como a realidade é fácil?


Resumindo

Então, agora, vamos reunir todas as três partes do nosso dia num último merabh.

Primeiro, falamos de deixarem de ser mediadores – deixarem de fazer a negociação entre o humano, a alma, os aspectos e as forças externas, as outras pessoas – pra se libertarem pra simplesmente serem vocês mesmos. Nada mais de fazer mediação entre essas diferentes partes. Nada mais de gastar sua energia nisso. Libertem-se. Livrem-se de tudo isso.

E, depois, compreendam que há essa Diretiva da Realização. Em outras palavras, por causa de tudo que vocês fizeram, todo o trabalho, pode-se dizer, toda a determinação, o fluxo para a realização, para a iluminação já está aí. Então, subam a bordo, flutuem rio abaixo com tranqüilidade, sabendo que vocês vão chegar lá.

E, por fim, agora, sobre a realidade. O que é realidade? É simplesmente uma impressão de movimentos de energia e plasma. Portanto, vocês podem estar em qualquer realidade que quiserem. Não tentem mudar esta realidade pra outras pessoas. Vocês podem mudar a impressão que vocês têm desta realidade pra si mesmos. Não tentem mudá-la pra outras pessoas. Mas, agora, permitam-se estar em qualquer realidade que escolherem.

Permitam-se sair no nada e criar uma realidade.

Vocês são criadores. Essa é, talvez, a única afirmação verdadeira sobre vocês, que vocês são criadores. Agora, vamos ver tudo isso; vamos trazer tudo isso no nosso merabh de encerramento.

Então, como eles fazem isso? Como Einat e Gerhard juntam isso tudo? Neste instante, intuitivamente, com música.

[A música começa.]

EINAT: Num instante.

ADAMUS: Neste instante. “Num instante”, ela diz. [Einat ri.] Não, neste instante. [Adamus ri.]


Merabh pra Caminhar

Agora, vamos respirar bem fundo, nestes momentos finais da Série Caminhando. Que ano! E ela se chama Série Caminhando, porque se está caminhando pra longe da limitação, de ficar tentando e se esforçando pra se encaixar no mundo. O mundo ainda está lá, mas vocês podem andar pro mundo. Vocês não precisam fazer com que dê certo nem tentar se enquadrar.

Caminhar pra longe das velhas coisas que vocês sabiam que não os atendiam de jeito nenhum, mas às quais vocês se apegavam.

Caminhar pra longe de serem apenas humanos, pra longe da antiga e ultrapassada biologia, ou modelo biológico.

Caminhar pra longe da mente, da mente como coisa suprema, ser supremo, força controladora da sua vida. Ela não é isso.

Caminhar pra longe dos medos. Caminhar pra longe do próprio makyo.

Caminhar pra longe dos velhos sistemas de crenças que não servem mais pra vocês.

Caminhar em direção à luz brilhante do Eu Sou.

Vamos respirar bem fundo.

[Pausa]

Foi realmente um ano pra deixar ir, acho que vocês considerariam assim, pra largar as coisas que não servem mais pra vocês.

Retornaremos no mês que vem pra começar nossa nova série. Vocês terão sua Diretiva da Realização. Hum, vamos nos divertir um bocado com isso.

Mas, neste momento, queridos Shaumbra, é hora de eu sair caminhando. É hora de eu encerrar esta série e começar a preparar nosso próximo ano juntos.

É sempre uma imensa honra, um imenso privilégio servir vocês.

Vamos respirar bem fundo juntos. E lembrem-se, sempre, de que tudo está bem em toda a criação.

E, agora, eu vou caminhando.

Obrigado. Vejo vocês no mês que vem. Obrigado. [Aplausos da plateia]


LINDA: Então, com isso, Adamus encerra a Série Caminhando e observem o potencial que vem a seguir. Peço que todos nós respiremos fundo, sentindo tudo que nós somos e a beleza deste momento. Obrigada a Geoffrey Hoppe por ter disposição pra canalizar Adamus Saint Germain. Obrigada ao Yoham por nos dar suporte nos lindos merabhs e pelo belo trabalho deles. Pra quem está acompanhando online [...], nós nos veremos no mês que vem. E obrigada a todos. Obrigada a nossa plateia. De novo, todos vocês de toda parte do mundo, sabemos que muitos estão nos acompanhando, estejam conosco; nós os amamos. E vamos encerrar com a música maravilhosa do Yoham. Então, obrigada.

[O Yoham segue com sua apresentação.]


Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com

Os materiais do Círculo Carmesim com Tobias, Adamus Saint-Germain e Kuthumi lal Singh têm sido oferecidos gratuitamente desde agosto de 1999.

O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos, chamados de Shaumbra, que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e desafios da ascensão, tornam-se os Standards para os outros seres humanos em sua jornada de descobrir o Deus interior.

Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Adamus apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Essas reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público e todos são bem-vindos.

Se você estiver lendo isto e sentir um sentido da verdade e conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia para os humanos e os anjos também. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você neste momento e por todos os tempos que virão. Você nunca está sozinho, pois existe a família que está por todo o mundo e os anjos que estão ao seu redor.

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