As Histórias de Tobias: Vocês Estão Criando Nova Energia


(...) Quero contar a vocês uma pequena estória... [Tobias graceja.] Cauldre (Geoffrey Hoppe) está rindo. Ele acha minha estória engraçada. Mas na verdade, eu realmente conheci Gautama, o Buda, em minha vida como Tobias. E como Tobias, o mercador, viajei para terras longínquas e vastas, para fazer aquisições para meu rei. E algumas de minhas jornadas foram talvez um pouco mais extensas do que o rei gostaria. E fui atraído para aquela região onde Gautama ensinava. E fiquei sabendo que ele se encontrava em uma vila não muito distante do local onde eu estava fazendo minhas compras. Decidi, portanto, ir ouvi-lo.

Eu era relativamente jovem à época e ele já era um honorável ancião. Sentei-me e pus-me a escutá-lo. Eu era Israelita, Judeu, firme em minhas crenças, mas sempre buscando, pesquisando, investigando. Embora fosse algo rígido com relação às minhas próprias crenças, sempre gostei de ouvir o que os outros tinham a dizer. E quando ouvi Gautama naquele dia, e vi a paz de seu semblante, e senti a presença divina em todo o ambiente, muito mudou em minha forma de pensar. E após escutá-lo durante horas, tive então o prazer de falar pessoalmente com ele por breves momentos. Ele não me disse muitas palavras, porém recebi uma torrente de energia que provinha de seu coração. E eu lhe disse: “Ó Amado, Ó Iluminado, Príncipe Buda, fala-me da verdade que encontraste. O que Tu sabes, que eu também deveria saber?”

E o Buda caiu na risada e disse, “Por que é que você acha que eu descobri a verdade?” E lhe respondi, “Amado Buda, porque todos dizem que Tu és O Iluminado, e te chamam de O Grande Sábio.” Ele riu de novo e disse, “A VERDADE ESTÁ SEMPRE EVOLUINDO. VOCÊ NUNCA A “DESCOBRE”. VOCÊ APENAS COMPREENDE CERTAS ENERGIAS QUE TÊM A VER COM ELA. E QUANDO VOCÊ ACHA QUE ENCONTROU A VERDADE, É HORA DE SE MOVER ADIANTE E PROCURAR PELO NÍVEL SEGUINTE DA VERDADE.” E acrescentou, “Por que é que você acha que eu continuo a caminhar por estas estradas, de vila em vila, mas não ensinando tudo o que sei, e sem estar satisfeito em ficar num único local?” E prosseguiu dizendo, “Mas eu ensino a cada pessoa que o Divino está dentro delas, que a Iluminação vem do íntimo delas, e que elas jamais a descobrirão em outro indivíduo ou em outro lugar.”

E sobreveio sobre Gautama uma tristeza… E ele disse, “Você sabia, querido Tobias, que esta é a minha verdadeira mensagem e, contudo, quão poucos são os que desejam ouvi-la? A maioria quer ver milagres...” E concluiu, “Eu posso fazer alguns milagres. Truques, num certo sentido. Milagres, talvez. Mas eu prefiro não realizá-los, porque não desejo focalizar a energia nisso. E as pessoas querem milagres, mas não desejam ouvir a voz interior. Elas querem um salvador. E eu não posso ser isto para elas. Portanto, continuo em busca de minha própria verdade expandida, podendo somente ter a esperança que a mensagem do Divino Interior alcance alguns ouvidos...”

E aquela minha vida em que me encontrei com Gautama teve um impacto tremendo... Vocês podem imaginar que deleite é, para mim, ter Gautama em nossa presença neste dia, para estar energeticamente com vocês, e também para revelar algo sobre Quem Vocês São? Gautama nasceu na realeza, como príncipe. Isto deveria dizer algo a vocês… o fato de que ele era um príncipe, nascido no Reino do Rei e da Rainha... E que um dia herdaria o trono... Não há coincidência nesta estória! Seus pais e família sabiam que havia algo diferente nele. Não soa familiar, queridos amigos? Eles tentaram mantê-lo afastado do caminho da iluminação e de trilhar a difícil jornada. E eles o mimaram e protegeram de diversas maneiras, não permitindo que ele visse as dificuldades e desafios da jornada humana. Mas dentro dele havia uma inquietude, que insistia em querer explorar o exterior, para ajudá-lo a entender quem ele era no interior... Não soa familiar, Shaumbra?

E assim foi que Gautama tentou satisfazer aqueles ao seu redor. Casou-se muito jovem, aos dezesseis anos de idade. E ele se casou porque isso é o que se esperava dele. Foi uma opção que os outros lhe impuseram. E após alguns anos, ele e sua esposa trouxeram ao mundo uma criança. E então, o que ele fez? O que foi que ele fez? Ele partiu. Estava desiludido com a vida. E renunciou ao mundo da realeza em que vivia. Oh, vocês podem imaginar as manchetes dos jornais se ele estivesse vivendo na época de hoje? “Pai Abandona A Família!” ou ainda, “Príncipe Deixa A Família Em Troca De Uma Viagem Egoísta”. Mas Gautama precisava buscar por sua própria verdade e sua própria divindade. Ele deixou a família real e assumiu o voto de pobreza.

Não soa familiar, queridos amigos? E ele também assumiu o voto de castidade. Ele trocou de disfarce e mudou de identidade, queridos Shaumbra. E Gautama passou a sentir que seu corpo e sua humanidade não eram apropriados, que eles o prendiam e lhe impediam de saber quem ele verdadeiramente era. E ele então abusou de seu corpo, não o alimentando ou nutrindo. Ele tentou negar a si mesmo, mais do que seguir a canção de seu coração. E ele fez isso em sua busca pela verdade.

Não soa familiar, queridos Shaumbra? Ele abandonou os relacionamentos que tinha com todos aqueles que havia conhecido. E ele suportou inúmeras dificuldades físicas e emocionais em seu caminho. E lá se foi ele estudar com um mestre, um grande e sábio professor. E ele estudou, queridos amigos, a arte do “nada”, a arte da “não-coisa”, achando que se ele se esvaziasse de todo o seu ser, viria a saber quem de fato era. E ele estudou diligente e demoradamente com aquele mestre da arte de esvaziar-se.

E aqui está Gautama agora, para dizer a vocês que o que ele estava fazendo era apenas experimentar mais um nível de negação. Ele estava negando à sua própria mente a capacidade de funcionar, e permitir que as vibrações e energias por ela passassem, entrando e saindo. Foi-lhe ensinado em seus estudos como bloquear a mente, e interromper seu fluxo de energia. E ele também fez isso com seu corpo, negando-lhe a própria expressão do amor. Certamente que ele aprendeu muito fazendo isso. Ele aprendeu que a dor não é nada divertida... Ele aprendeu que existem muitas “viagens” e estados alterados de consciência que vocês podem empreender quando seu corpo e sua mente se encontram nestes níveis profundos de negação. Mas ele também percebeu que aqueles estados alterados não tinham como base o próprio viver e a realidade da vida. Também eram ilusões. Aquelas “viagens” não lhe traziam a Essência do Amor, a essência do Espírito, e a essência da Verdade.

E Gautama se “divertiu”, brincando com aquele profundo nível de negação, até que... seus cabelos caíram, pois não dispunham de nutrientes que os vivificassem… e então suas unhas dos pés literalmente caíram... Ele não estava amando o seu corpo - ele o estava negando. E quando seus próprios ossos se tornaram quebradiços, ele aprendeu ainda mais sobre esta negação, o tal “nada”, a “não-coisa”. E eis que um dia a voz interior de Gautama o fez perceber que aquela não era a verdade que ele buscava. Era somente um aspecto. E ele então partiu, e retomou a estrada. E ele continuou com suas meditações profundas. Ele continuou com suas cerimônias. Ele continuou com todas aquelas práticas sagradas, as quais, num certo sentido, ajudaram-no a direcionar-se. Pois elas criavam pontos baixos.

Oh, sim, Gautama experimentou depressão, medo e ansiedade. Mas o que ele realmente estava fazendo era CRIAR UM PONTO TÃO BAIXO QUE EVENTUALMENTE O AJUDASSE A CHEGAR A UM NOVO NÍVEL DE ILUMINAÇÃO. E ao longo da estrada ele ouviu falar de outro mestre. E os ensinamentos deste novo sábio soaram verdadeiros e profundos. E lá se foi ele para ser doutrinado pelo segundo mestre, que lhe ensinou a arte da não-percepção, que pregava que todas as coisas seriam meras ilusões. E Gautama adorou aquele estudo, aquele jogo mental, de não ter percepção, sem ilusões de coisa alguma, de liberar todas as coisas.

Num certo sentido, isso era a própria antítese da negação que ele havia estudado anteriormente. E ele logo percebeu que aquela tal de “não-percepção” era simplesmente outra forma de negação. Pois quando todas as coisas são chamadas de ilusões e disto nada se aproveita, e quando há a negação do “agora” que vocês estão experimentando… isto nada mais é que outra forma de negação.

Não soa familiar, Shaumbra? E então Gautama abandonou aquela segunda escola em profundo desespero, sem descobrir as respostas e a verdade pelas quais realmente procurava. E em determinado ponto, ele compreendeu que aquela vida de negação, bloqueios e de não viver no “agora”... não era a verdade. E ele voltou a comer, alimentando seu corpo com a energia de que este precisava. E retornou a uma vida de certa abundância. Ele percebera que não ter abundância estava somente causando dor. E com esta nova sabedoria, ele chegou a um equilíbrio de entendimento... de energias… de abundância… de alimentar o corpo… de permitir o fluxo da mente. E ele retornou ao mundo do “agora”, restabelecendo o relacionamento com aqueles de sua família e com aqueles que haviam sido seus amigos.

Vocês compreendem o que Gautama está lhes dizendo neste dia, queridos amigos? Que após ter suportado dor e sofrimento através da negação, ele recebeu sua maior iluminação naquela sua existência. E enquanto estava sentado sob aquela árvore, GAUTAMA COMPREENDEU QUE NA VERDADE ELE ERA ESPÍRITO, DEUS EXPRESSANDO-SE EM FORMA HUMANA… MAS QUE, DE FATO, ELE ERA ESPÍRITO. E quando ele entendeu isto, nos níveis mais profundos dentro de si, os outros o perceberam no semblante e na aparência dele. E as pessoas começaram a segui-lo, pois queriam o que ele tinha. E ele repetidamente dizia aos seguidores, “Tudo está dentro de vocês. De fato, posso oferecer-lhes a sabedoria de minha experiência, mas a jornada pertence a cada um de vocês”.

E ele não gostava muito daquela situação, mas as pessoas continuaram a segui-lo. Inúmeros livros foram escritos sobre O Iluminado. Muitos templos foram erigidos em honra dele. Os povos ao redor do mundo descrevem suas jornadas e aquilo que ele aprendeu. Mas ele está aqui hoje para lhes dizer algo: a assim chamada iluminação, o assim chamado entendimento divino... ele não os pôde abarcar plenamente naquela sua existência... mas se encontram disponíveis a vocês, Shaumbra, nesta sua mesma vida atual.


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Tobias do Conselho Carmesim é apresentado por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. A história de Tobias, do livro bíblico de Tobit, pode ser encontrada no site do Círculo Carmesim na rede – www.crimsoncircle.com O material de Tobias tem sido oferecido sem ônus aos Trabalhadores da Luz e Shaumbra mundo afora desde agosto de 1999, data quando Tobias disse que a humanidade ultrapassou o potencial de destruição e entrou na Nova Energia. 
O Círculo Carmesim é uma rede global de anjos humanos que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Energia Nova. Passando pelas experiências, alegrias e desafios do status ascensional, eles ajudam outros humanos em sua jornada compartilhando, cuidando e guiando. A cada mês mais de 40.000 pessoas visitam o site do Círculo Carmesim para ler os últimos textos e para discutir suas próprias experiências. 
O Círculo Carmesim realiza seus encontros mensais em Denver, Colorado, local onde Tobias apresenta as últimas informações através de Geoffrey Hoppe. Tobias afirma que ele e outras entidades do Conselho celestial Carmesim, estão na verdade canalizando os humanos. De acordo com Tobias, eles lêem nossas energias e traduzem nossa próprias informações de volta para nós de maneira que possamos vê-las de fora, enquanto as experimentamos por dentro. Os encontros de Círculo Carmesim são abertos ao público, embora RSVPs seja bem vindo. Não há custos ou taxas a pagar. O Círculo Carmesim recebe sua abundância através do amor aberto e da doação dos Shaumbra pelo mundo. 
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TRADUZIDO POR ESTÊVÃO VERÍSSIMO DIAS DOS SANTOS EM MAIO DE 2003.