As Histórias de Tobias: Os Sentidos do Ah!

(...) Hoje vamos contar a história de sete fazendeiros. Vamos contar uma história para ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo dentro de você.

Havia sete fazendeiros e cada um tinha sua própria propriedade. Cada um tinha seu produto ou produtos que plantavam e ofereciam aos outros. Viviam próximos, assim que formaram uma cooperativa. Cada um era independente, e ainda assim perceberam que quando uniam suas energias coletivamente, eram mais fortes e mais eficientes.

Um fazendeiro plantava em sua terra milhos maravilhosos, grandes e suculentas espigas de milho. No tempo da colheita, ele saía para o campo e colhia todas as espigas de uma vez. Depois as colocava em caminhões ou outro meio de transporte, e as enviava para uma central administrada por um dos outros seis fazendeiros. Nesta central, suas espigas de milho eram processadas. Alguns eram enlatadas, outras embrulhadas, outras congeladas, e outras ressecadas para envio posterior ao mercado.

Havia o segundo fazendeiro. Este fazendeiro plantava lindos, lindos morangos. Era uma beleza para as vistas. Eram pesados vermelhos e deliciosos. Como o fazendeiro de milho, este fazendeiro plantava suas sementes na mesma época todo ano, e depois cuidava de sua plantação. Tirava o mato...espantava os besouros, e quando o momento era apropriado, este segundo fazendeiro colhia seus morangos, e estes eram enviados ao fazendeiro administrador da central da cooperativa. Nesta central, os morangos frescos e maduros eram processados. De uma parte se fazia suco. Outra era congelada. Outra era posta em diferentes formas para armazenamento.

Havia o terceiro fazendeiro. Ele cultivava maravilhosos melões, tão doces que quando saboreados faziam a boca vibrar. Ele, como os demais fazendeiros, também adicionava seu amor a plantação. Era cuidadoso, saindo todos os dias, cuidando dos campos, assegurando que as plantações tivessem o adubo apropriado e os nutrientes corretos. E no tempo da colheita, ele colhia seus melões. Enviava-os a central processadora administrada por um dos sete fazendeiros da cooperativa. De lá os melões eram colocados em todo tipo de forma, alguns para armazenamento, outros para serem imediatamente enviados ao mercado ainda frescos e ainda outros a espera do momento apropriado para o mercado.

Havia o quarto fazendeiro que cultivava verduras e vegetais. Ele cultivava alface, brocolis, couve-flor e rabanete. Todas estas culturas que ele cultivava cresciam tão frescas e eram tão repletas do amor de Gaia, do amor do Espírito, e do amor do fazendeiro que você podia literalmente senti-las pelo olfato, mesmo antes de serem cortadas. Você podia sentir o aroma de frescor, da natureza surgindo, mesmo quando as plantações cresciam no campo. Você podia sentir o frescor da alface. Podia sentir o forte aroma dos rabanetes. Você podia literalmente sentir o frescor.

E quando chegava o momento propício, este fazendeiro juntava sua colheita. Como os outros fazendeiros enviava-a para a central de processamento que era administrada por um dos sete. Ali tudo era empacotado nas mais diversas caixas. Uma parte da produção era armazenada, e outra enviada imediatamente ao mercado.

Havia o quinto fazendeiro que cultivava cenouras no solo. Este fazendeiro adorava sair pela plantação e colocar suas mãos dentro de solo, sentir a própria Terra, e sentir as cenouras. Quando as retirava do solo para inspecioná-las, amava sua textura e o toque. Ele gostava da firmeza destas cenouras. Ele adorava a textura das hastes, a sensação do vegetal em si.

E este fazendeiro também amava o trabalho que realizava e nele colocava seu coração e sua alma. E, quando a hora chegava, ele saia e colocava suas mãos no chão e fazia a colheita. Suas cenouras eram enviadas à central de processamento que era administrada por um dos fazendeiros. As cenouras eram colocadas nas mais diversas formas, como suco ou como produto fresco, outras eram congeladas para uso futuro.

Havia ainda outro fazendeiro. Este sexto fazendeiro plantava cebolas. E estas cebolas, ele sabia, seriam usadas para dar aroma, realçar e trazer à tona uma paixão quando acrescentadas aos pratos. Elas seriam utilizadas na feitura de finos pratos. Seriam utilizadas para dar vida a alimentos que apesar de possuírem muitos nutrientes são pobres em sabor. Suas cebolas eram tão suculentas que não apenas faziam seus olhos chorarem como também os olhos de quem comia suas cebolas. E, como os outros fazendeiros, quando era tempo de colheita, ele reunia sua produção, que era então enviada para a central de processamento. Eram transformadas em muitas coisas diferentes, uma parte era armazenada e outra enviada imediatamente para o mercado.

E, havia o sétimo fazendeiro, o que administrava a central de processamento da cooperativa. Agora, este fazendeiro também criava galinhas. Suas galinhas eram tratadas com grande honra e grande zelo. Estas galinhas então produziam ovos maravilhosos, com nutrientes e proteínas apropriadas, ovos que alimentavam as pessoas pela manhã, dando-lhes o tipo apropriado de energia para passar o dia. As galinhas alegremente produziam ovos e mais ovos para este fazendeiro. Cada dia ele coletava os ovos que eram enviados a central de processamento que ele administrava. Uma parte era levada imediatamente ao mercado. Outra era modificada para armazenamento distribuição na época apropriada.

Todos estes fazendeiros enviavam seus produtos à central de processamento, a qual – por estranho que pareça – se localizava na parte mais distante de suas terras. Toda produção era transportada para lá, porque esta era a maneira mais eficiente na época. Coletivamente, os fazendeiros podiam ser mais eficientes e ter mais lucro. Assim, tudo era enviado para um mesmo local, e então re-enviado ao mercado ou armazenado.

Agora, em certo ponto os fazendeiros conheceram uma nova máquina de processar. Esta máquina permitia a cada um deles processar suas colheitas em sua propriedade. Isso pareceu uma verdadeira revolução tecnológica. O fazendeiro de cenouras não precisar mais enviar sua produção para o fazendeiro criador de galinhas para processamento. O que cultivava morangos não precisava mais levá-los a central de processamento. Cada fazendeiro podia processar seu próprio produto e entregá-lo imediatamente ao mercado.

Então cada fazendeiro investiu numa das novas máquinas de processar. Estas novas máquinas eram menores mais leves e menos custosas do que as grandes máquinas no centro de processamento. As novas máquinas eram convenientes. Eram rápidas. Correspondiam as necessidades de mudança das colheitas. Não era mais necessário aos fazendeiros plantar e colher tudo de uma só vez. Ao invés disso, a coisa poderia ser feita por estágios. Eles podiam plantar as sementes num pequeno pedaço de terra um mês e em outro pedaço de terra num outro mês. A nova e pequena máquina de processamento poderia assim trabalhar bem melhor e mais eficientemente do que as grandes máquinas.

Então, todos os sete fazendeiros da cooperativa concordaram em que cada um deveria ter sua própria máquina de processar de alta velocidade e alta tecnologia. Continuariam a trabalhar juntos porque achavam que havia força nesta conexão. Então, contrataram um perito que veio e instalou o que vocês chamariam um “sistema de rede” de computadores entre as fazendas. Este sistema permitia a cada fazendeiro se comunicar com o outro automaticamente. O fazendeiro de cenouras poderia ver quantos quilos de melão o fazendeiro dos melões estava colhendo. Eles poderiam ter acesso às informações da produção uns dos outros. Isso de uma maneira muito rápida e muito eficiente. Baseados na informação que chegava através deste sistema de rede interconectada, eles podiam medir, monitorar e ajustar seu próprio plantio e colheita de maneira que toda a produção fosse se complementar com as demais.

Agora, os sete fazendeiros nesta cooperativa realizaram uma grande mudança, queridos amigos, quando passaram de central de processamento onde seus produtos eram armazenados e mercantilizados. Eles fizeram uma grande mudança quando cada um tomou conta de seu próprio processamento, mas ainda assim mantinham-se conectados através do sistema internet.

Como tantos entre vocês sabem, eles tiveram problemas com este sistema de rede internet. No início foi frustrante. Alguns xingaram. Alguns quiseram voltar aos velhos métodos. Alguns ficaram com medo desta tecnologia. Eles sentiram que não tinham mais a energia firme e estável dos velhos tempos. Alguns não estavam querendo muito aprender a usar suas novas máquinas de processar. Estavam acostumados a colocar seus produtos num caminhão e enviá-lo a central de processamento.

E, agora eles tinham a responsabilidade por sua própria colheita e seu processamento. Tinham a assistência dos demais na cooperativa através do sistema da rede internet, mas isso, até um certo ponto, os assustava. Mas cada um trabalhou com o outro. Eles dividiram informação. Reuniram-se regularmente para discutir os prós e contras, como atravessar os tempos difíceis e desafiadores. Aprenderam os potenciais dos softwares deste sistema. Eles aprenderam a fazer funcionar seus sistemas de processamento de uma forma tranquila.

Em breve a produção aumentou como nunca antes, como jamais poderiam imaginar ser possível. Eles eram muito mais eficientes. Seus carregamentos para o mercado eram feitos segundo a necessidade – o que poderia ser chamado sistema “just in time.” Não havia mais necessidade de armazenamento maciço, congelamento e empacotamento. Seus produtos vinham do campo, passavam pelo processamento e eram enviados diretamente ao mercado. Com a informação fornecida pela rede, eles aprenderam como plantar, colher e processar seguindo as necessidades de momento do mercado.

Os fazendeiros permaneceram juntos um ano ou mais após terem implementado este novo sistema. Eles passaram pelo suco de morangos. E, deram uma risadinha. Eles riram de si mesmos pela ousadia durante a transição para esta nova tecnologia. Eles riram dos dias difíceis e desafiantes... os dias em que perderam dinheiro, os dias em que teria sido muito melhor aposentar-se da vida rural do que se meter nesta nova tecnologia.

Mas, deram risadinhas agora porque estavam muito mais eficientes. Muitos mais felizes e capazes de realizar novas atividades a partir de então. Eles deram uma risadinha e disseram, “Você poderia ter imaginado a apenas um ano atrás onde estaríamos agora?” Balançaram suas cabeças “não.” Eles não poderiam de jeito nenhum imaginar que estariam fazendo as coisas de um novo jeito, porque não havia nada que pudesse ser comparado a isso nos velhos tempos. Quando se sentaram e planejaram seu novo método com nova tecnologia, eles tinham apenas uma vaga idéia e uma esperança do que seria isso tudo pra eles, de como as coisas ficariam melhores, de como se tornariam fazendeiros mais produtivos.

Mas, agora estavam dando risadinhas – um ano depois – com o entendimento do quê realmente aconteceu e como isto os transformou, tornando-os muito mais responsáveis e produtivos. Cada um deles agora tinha sua própria colheita e processamento, tudo do começo ao fim. E, ainda continuavam com a cooperativa.

Agora, você diz, “Por que, Tobias, você nos conta uma história de agricultura hoje? Qual a relevância dela? Nesta sala não há fazendeiros. A gente faz um bocado de outras coisas, mas agricultura não é nosso ramo.”

Nós contamos a vocês esta história para ajudá-los a entender a Linguagem do Ah, a Linguagem do Ah de que falamos na última vez.

E, como um lembrete, “ah” não é uma energia. Não se trata de sentar-se em suas cadeiras e cantar um mantra, dizendo “Ah.” Não se trata disso. Nada vai acontecer se você fizer assim! A Linguagem do Ah é quieta, ainda assim poderosa. É invisível, e ainda assim energia onipresente. É sua divindade despertada entrando. Não pode ser cantada. Não pode ser exigida. Não pode ser feito para trabalhar. Ela pode apenas ser aceita, com ela se brinca, e depois é integrada em sua vida. 
Queridos amigos, todos vocês que têm buscado internamente a Linguagem do Ah há mais de um mês... nós vamos lhes dizer agora de onde ela vem. Ela entra através de seus sete sentidos. Ela não é canalizada. Ela entra primeiro através de seus sete sentidos. Muito parecido com história dos sete fazendeiros. A Linguagem do Ah vem através dos sentidos que você já utiliza e dos quais tem consciência.

Ela penetra através de sua audição, mas não é como ouvir do jeito que você conhece. É uma nova maneira. Na Linguagem do Ah você pode estar em grupo. Talvez com um indivíduo e estará ouvindo suas palavras, mas quando a Linguagem do Ah emerge através de sua audição, será como ter um sentido auditivo novo e expandido. Você não vai ouvir apenas as palavras das outras pessoas ao seu redor. Você ouvirá algo entre as palavras, será um saber e uma profunda compreensão que faz você dizer, “Ah!” A Linguagem do Ah, a divina linguagem... ela penetra através de sua audição.

A Linguagem do Ah vem através de seu olfato, queridos amigos. Ela penetra seu sentido olfativo (Tobias inspira profundamente)... é, num certo sentido, uma intuição. Uma sensação. Você a utiliza muito mais do que tem percebido. Alguns de vocês a classifica como um dos sentidos básicos da experiência humana. Mas, seu senso olfativo é muito sutil. Você não sente apenas odores, queridos amigos. Você sente o cheiro de energias. A Linguagem do Ah é como um novo sentido intuitivo, um “sentido dos sentidos.” Ao permitir que surja, você terá um saber que vem através de sua habilidade de detectar coisas pelo cheiro. Você terá uma intuição em meio a situações. Terá um novo entendimento que penetra através de seu nariz.

Inspire por um segundo. Faça isso agora. Há muito mais na respiração do que você pensava. Há este sentido, este cheiro, esta intuição que penetra. Quando digo a você que inspire, não se trata apenas do ar em seus pulmões. Não se trata apenas de expandir sua divindade. É sobre uma nova intuição que penetra através de seu sentido olfativo. Mas que com isso é expandido. É novo. Dá a você insights e intuição que jamais teve antes. Respire!

A Linguagem do Ah... ela entra em espaços que você já usa em sua experiência humana, queridos amigos. Não se encontra em espaço vago, elusivo. Não está fora de seu campo energético. Não se encontra em seu chacra cardíaco. Não está em seu dedo do pé. A linguagem do Ah penetra através de todos seus sentidos humanos comuns.

A Linguagem do Ah entra através de seu sentido humano do paladar. Mas quando penetra por aí, você alcança um novo e melhor nível de julgamento e discernimento. Ao invés das coisas serem pretas ou brancas, boas ou ruins, você terá um novo paladar, o sabor divino das coisas. É também um tipo de intuição, mas está centrada num tipo de julgamento. Você não vai alcançar tão rápido um julgamento preto e branco, mas sim irá a um novo nível relacionado à Vontade divina. A Linguagem do Ah... ela penetra também através de seu paladar, através de seu discernimento. Você vai chegar a um novo tipo de discernimento e entendimento das coisas presentes na sua realidade.

A Linguagem do Ah também entra, queridos amigos, através do sentido do sentir, seu sentido de sentir, ou do tato como diriam. Vocês possuem terminações nervosas em sua pele. Vocês estão acostumados ao toque físico, corporal. Mas quando a Linguagem do Ah emerge, ela entra também através deste sentido. Você vai ter uma nova sensação das coisas, um novo tato. Isso permitirá a você fazer coisas muito mais poderosamente do que nunca antes, como a cura associada às mãos, sentimentos e sensações que estão associados à pele. Vai ter um tipo de intuição, compreensão e premonição que entram através do toque, através de sua pele.

Agora fazemos uma pausa para explicar uma coisa a você, a todos vocês. A Linguagem do Ah emerge de seus sentidos humanos normais. Ela nascerá. Vai florescer internamente através do que você já está utilizando. Mas, acrescentará uma nova perspectiva a sua audição, a sua visão, a seu olfato, a seu paladar, a seu tato. Acrescentará a cada um de seus sentidos uma nova dimensão.

Tobias do Conselho Carmesim é apresentado por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. A história de Tobias, do livro bíblico de Tobit, pode ser encontrada no site do Círculo Carmesim na rede – www.crimsoncircle.com O material de Tobias tem sido oferecido sem ônus aos Trabalhadores da Luz e Shaumbra mundo afora desde agosto de 1999, data quando Tobias disse que a humanidade ultrapassou o potencial de destruição e entrou na Nova Energia. 
O Círculo Carmesim é uma rede global de anjos humanos que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Energia Nova. Passando pelas experiências, alegrias e desafios do status ascensional, eles ajudam outros humanos em sua jornada compartilhando, cuidando e guiando. A cada mês mais de 40.000 pessoas visitam o site do Círculo Carmesim para ler os últimos textos e para discutir suas próprias experiências. 
O Círculo Carmesim realiza seus encontros mensais em Denver, Colorado, local onde Tobias apresenta as últimas informações através de Geoffrey Hoppe. Tobias afirma que ele e outras entidades do Conselho celestial Carmesim, estão na verdade canalizando os humanos. De acordo com Tobias, eles lêem nossas energias e traduzem nossa próprias informações de volta para nós de maneira que possamos vê-las de fora, enquanto as experimentamos por dentro. Os encontros de Círculo Carmesim são abertos ao público, embora RSVPs seja bem vindo. Não há custos ou taxas a pagar. O Círculo Carmesim recebe sua abundância através do amor aberto e da doação dos Shaumbra pelo mundo. 
O propósito último do Círculo Carmesim é servir como guias humanos e professores de humanos que percorrem o caminho do despertar espiritual interior. Esta não é uma missão evangélica. Pelo contrário, a luz interior guiará as pessoas a sua porta para compaixão e cuidado. Você saberá o que fazer neste momento, quando o humano único e precioso – prestes a embarcar na jornada da Ponte das Espadas – chegar a você. 
Se você está lendo isso e sente a verdade e a conexão, então você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia humano. Permita que a semente da divindade floresça em seu interior neste momento e por todo o tempo a frente.Você nunca está só porque há a família ao redor do mundo e há os anjos nas esferas ao seu redor. 
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Tradução para o português: Sonia Gentil, dezembro/2002