Sha-Dhar

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
A Série (SEGUINTE): 

SHOUD 5: “Sha-dhar” 

Apresentando ADAMUS, canalizado por Geoffrey Hoppe


Apresentado ao Círculo Carmesim
11 de dezembro, 2010



Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain. Quem disse que não existe mágica? 


Uma bela época do ano... ah, este é o fim de semana do ano, a celebração do ano, o tempo em que todos relaxam um pouco – a menos que estejam indo visitar a família [risadas]... relaxam e aproveitam a mágica. É mágico este momento com os Shaumbra e Ralph [Ralph Nichols cantou antes do Shoud] e todos vocês – a música, Papai Noel e os elfos. 


Papai Noel é real? [A plateia diz: “Sim”.] Certamente! Certamente. Vejam, quando humanos, conscientemente, concordam com determinadas energias arquetípicas, eles realmente as criam. Agora, Papai Noel não vive, necessariamente, no Polo Norte, mas a essência, a mágica e a beleza de Noel, sim. Está no coração de vocês. Quando vocês eram crianças e se permitiam se conectar a essa energia, era... era... [Ele para e olha o chapéu de uma mulher adornado com uma flor enorme.] Ah, meu Deus! [Risadas] ... era real. Será que posso? Posso? [Risadas quando ele coloca o chapéu.] Esperem um segundo, temos que... [Ele tira o paletó e entrega à Linda.] Sim, sim. Linda... 


LINDA: Ah, sim, senhor, sim, senhor, sim, senhor. [Mais risadas] 


ADAMUS: Sim, sim, sim. Ah, e Linda, antes de pensarmos nisso... [Risadas quando ele entrega a ela o dinheiro do bolso.] Ela insiste. [Referindo-se à Linda.] 


LINDA: Oh, Deus me livre, você se livrar desses sete dólares. [Risadas] 



ADAMUS: Então, quando... quando... quando... estou me sentindo ridículo. Normalmente, nada me incomoda, mas estou me sentindo ridículo. Espero que esteja orgulhosa. [Risadas quando ele devolve o chapéu.] 



Assim, a mágica está no ar; ah, vamos inspirá-la. Ela é real. Vocês não estão inventando. É mui... [Ele para e faz carinho num cachorro.] Sim, é muito, muito real. 



Convidado de Hoje 


Assim, queridos Shaumbra, tenho um convidado especial hoje. Não costumo trazer convidados, mas por causa da análise e das comemorações de fim de ano, pedi a um caro amigo de todos nós que se juntasse a nós hoje. 


LINDA: Jesus? [Risadas porque Adamus faz cara feia.] Foi só um comentário! 


ADAMUS: Ele está preso. Na manjedoura, sabe. Ah, eu pedi ao querido amigo Metatron para se juntar a nós hoje. 


LINDA: Ooh! 


ADAMUS: Uma coisa interessante, se vocês se permitirem inspirar e sentir Metatron, inspirar e sentir. Metatron costumava ter o que vocês considerariam uma energia mais fria, como se fosse metálica, não tão pessoal e amigável como a minha, porque Metatron era a voz de vocês em espírito. Mas Metatron existia, pode-se dizer, nas outras dimensões. Estava separado, num lugar diferente. 


Então, vocês trouxeram Metatron para perto, e como dissemos alguns anos atrás, no Salto Quântico, o nome de Metatron, de fato, mudou e evoluiu para Yoham. Yoham. Não o grupo musical – bem, sim, eles também são Yoham. Metatron evoluiu. 


Entendam, muitos de vocês me perguntam, às vezes, qual é seu nome espiritual. [Ele fala com Kerri na cozinha.] Poderia me ver um café, por favor? Com creme. 


KERRI: Sim, é pra já. 


ADAMUS: Moça aniversariante... 


KERRI: Só um instante. 


ADAMUS: Certo, leve pra mim lá na frente quando estiver pronto, se não se importar. Obrigado. Obrigado. 


LINDA: Quer mais alguma coisa? 


ADAMUS: Eu escolho e acontece! [Risadas] Vou experimentar o chocolate de vocês hoje. Interessante... 


Assim, mesmo o nome de vocês muda. Vocês me perguntam um monte de vezes: “Qual é meu nome em espírito?” Não podemos lhes dizer. Não porque seja segredo, mas porque muda constantemente e evolui, assim como vocês. 


Vocês precisam lembrar que os nomes espirituais não são como os nomes humanos. Vocês nascem e recebem um nome – Mary Beth ou seja lá qual for – e vocês não o escolhem, mas acabam se acostumando a ele. Vocês se identificam com ele e, então, vivem com ele. Mas o nome espiritual é diferente, evolui constantemente. É uma canção, não um nome. É um tom, não um som humano áspero. Para entenderem realmente seu nome em espírito, vocês teriam que cantá-lo, teriam que entoá-lo. Tentar colocá-lo em palavras humanas ásperas seria um desserviço. 


Então, vamos fazer isso. Vamos lá. [Ele arranca o chapéu de elfo de Kathleen.] Vamos entoar... [Risadas quando põe o chapéu na cabeça.] Vamos entoar seu nome em espírito. Não precisamos de música pra isso. Vamos simplesmente entoá-lo. 


Agora, é necessário ahmyo, confiança em si de que o tom que surgir é... [Mais risadas quando ele faz pose para uma fotografia.] Com meu traje de Habsburgo. (N. da T.: A Casa de Habsburgo, ou Casa da Áustria, em alemão, Haus von Habsburg, representa uma das famílias mais nobres da história europeia.) Sim, o cardeal me deu este nome – Wulfing. 


Assim... ah, por favor. Não seja tímida. É, é. Obrigado. [Sandra traz o café.] Obrigado. Sem bandeja? Sem pires? Sem guardanapo? Sem nada? Hummm. 


SANDRA: É. 


LINDA: Ela não é casada com você. [Risadas] 


ADAMUS: Preciso dizer, o café melhorou um bocado desde o meu tempo. É melhor do que isso que Cauldre bebe. 



Sua Voz em Espírito 


Assim, vamos entoar o nome, ou sentir o nome. Deixem que ele saia. Deixem que ele saia sem ficar pensando nele. Ultrapassem a mente, deixem que ele saia sem pensar nele, e se soltem um pouco. Lembrem-se que esse tom, essa canção, muda constantemente. Então, se vocês se identificarem com um tom específico neste momento, lembrem-se que ele mudará. 


Então, vamos respirar fundo... 


Peço que fechem os olhos pra que não entrem muito na mente. 


Assim, respirem fundo e sintam a sua essência, seu Yoham, sua voz em espírito, sua unidade. 


Respirem fundo... e deixem que saia. Não se preocupem em como será o som. Sintam ele saindo. 


Então, respirem fundo e vamos lá. 


[TODOS COMEÇAM A ENTOAR.] 


Está um pouco estruturado. Ainda um pouco tímido. 


[Pausa enquanto ele olha pro Sart, esperando que ele o note.] 


Oooh! [Rindo] Sart, venha cá. [Risadas] 


LINDA: Ohhh! 


ADAMUS: Sart, você sabe como é. Então, o que... é só fechar os olhos um minuto. Não se preocupe que 20.000 pessoas estejam assistindo bem agora. [Risadas] Isso. Esqueça que elas estão lá. 


Então... sim, com o microfone... Como é? Qual é o som? Respire fundo e deixe sair. Vou colocar minha mão bem aqui [nas suas costas] pra ajudar o som a sair. 


[SART ENTOA.] 


[A plateia aplaude.] 


ADAMUS: Lindo. Lindo. Obrigado. Obrigado, e, Sart, eu ando pelo mundo todo. Conheço muitas línguas diferentes... 


SART: Aaa! 


ADAMUS: ... mas não sei bem... não acho que tenha visto essa língua. É um código secreto? [Ele está se referindo ao que está escrito na camiseta de Sart.] 


SART: É latim! Todo mundo fez latim na escola, certo? 


ADAMUS: Ah, não é latim. Eu sei que não é latim. O que é, meu caro? 


LINDA: Olhem pro outro lado. Olhem pra lá. [A plateia ri e aplaude quando Sart mostra o que significa: “F***”. A palavra só aparece quando ele dobra a camiseta na frente e une os “riscos”.] 


ADAMUS: Ah, entendi. É a nova língua dos Shaumbra. [Risadas] Obrigado, meu caro. Obrigado. 


Vamos fazer de novo, com a orientação de Sart, sua coragem, sua impulsividade. Vamos de novo. Sintam sua voz em espírito. Livrem-se das noções preconceituosas sobre o som que ela deve ter. Sintam-na. Isso é importante. Não estou aqui só passando tempo. É realmente importante, porque vai reconectá-los àquelas partes de si que vamos usar mais adiante. Quero trazer cada parte de vocês. 


O espírito de vocês ficou esperando pra vir enquanto conversávamos. Ficou esperando pra entrar em sua vida, se tornar parte de sua vida. Vocês o mantiveram afastado, esperando por coisas como perder peso, ficar mais inteligente, ser mais simpático, todas essas coisas. Mas ele quer se unir a vocês agora. Ele não julga vocês. Quer apenas fazer parte dessa experiência grandiosa aqui na Terra. 


Então, respirem fundo. Sintam dentro de vocês. Vocês! Não outra entidade de fora. Não algum ser distante, teórico, filosófico, esotérico, mas vocês. Vocês. 


Assim, respirem fundo e permitam-se falar. Vão em frente, deixem sair. 


[TODOS ENTOAM DE NOVO.] 


Ótimo. Ótimo, ótimo, ótimo. Não vão ganhar um concurso de música, mas essa não é a questão. Não estamos tentando fazer soar bonito. Não estamos tentando estruturar demais. Só estamos tentando deixar fluir. 


Então, agora, vamos fazer de novo, mas, desta vez, o grupo aqui e todo mundo que está online – vocês também, juntem-se aqui [Adamus está olhando pra câmera.] – vamos fazer o Yoham do grupo, a essência do grupo. Vocês estão sentados aqui hoje assistindo online, combinando energias. Então, vamos trazer esse tom agora mesmo. Vamos aterrá-lo aqui e expressá-lo. 


Então, sintam, por um momento, a energia do grupo. A energia do grupo, incluindo todos que estão conectados no mundo inteiro, incluindo todos que vão ler ou escutar isto depois. Como é esse som? Como ele é aqui nesta bela energia do solstício, pagã, cristã, judia de fim de ano? 


Respirem fundo. Sintam. Linda época do ano. 


E vamos começar. [Ele começa a entoar.] 


Deixem sair. Deixem crescer. 


[TODOS ENTOAM NOVAMENTE.] 


Maravilhoso. Obrigado. Obrigado. 


Essa conexão com vocês mesmos, com seu espírito, com cada parte de vocês, vai desempenhar um papel importante nestes tempos vindouros. Não vamos mais deixá-lo à parte. Vamos trazê-lo inteiro pra cá. 


Assim, respirem fundo agora. 


Ahmyo 


Gabriella, o que aconteceu? Vejo que está com uma bota interessante. O que você fez, minha cara? 


GABRIELLA: Quebrei o pé. 


ADAMUS: Você quebrou o pé? Você quebrou o pé. Agora, como você fez isso? Como foi? 


GABRIELLA: Eu precisava parar, então, criei isso pra mim. 


ADAMUS: Ah! Se eu tivesse algum dinheiro. Ah! Sim. Você precisava parar. Será que você não tem algum dinheiro pra dar pra ela? [Ele pergunta a um membro da equipe] Pode colocar no relatório de despesas. Absolutamente correta, e obrigado por não dizer que foi um acidente. Obrigado por não dizer que você fez algo estúpido. Você, de fato, fez algo brilhante. Brilhante. 


Agora, seu corpo sentiu a dor física. Você ficou frustrada consigo mesma. Você passou um tempinho se perguntando o que fez de errado até que conversamos. Você não fez nada de errado. Foi lindo. Foi ahmyo. Foi ahmyo, porque, sim, você se deu um descanso necessário. Você parece dez anos mais jovem. Você parece mais bonita do que nunca. Você precisava disso. 


Você estava indo muito rápido. Você entrou num caos e tumulto enormes. Você estava tentando entender... Posso puxar esta cadeira? [A perna de Gabriela está pousada nela.] 


GABRIELLA: Ah... 


ADAMUS: Não, não. [Risadas] Você estava tentando entender tudo; estava excessivamente analítica, entrando num monte de propósito – procurando ser decidida; você estava planejando muito – muitos e muitos anos de planejamento e estruturação – e isto lhe deu uma bela oportunidade de largar tudo isso. Ah, sim, essa parte humana que estava muito acostumada a toda essa atividade detestou isso. Simplesmente, detestou. Mas aqui você se senta, depois de descobrir a beleza, o ahmyo, de sua criação. Você não fez nada errado. Foi perfeito. 


Agora, sua próxima pergunta é: “Será que vou ter sempre que quebrar a perna, o braço ou outra coisa qualquer pra conseguir isso?” Claro que não. Claro que não, mas, quando considerou o equilíbrio de sua energia humana, foi perfeito. E isso vai sarar, porque você está permitindo. Vamos fazer isso daqui a pouco. 


GABRIELLA: Obrigada. 


ADAMUS: Sim, com certeza. 


Trish, o que aconteceu? 


TRISH: Eu... [Ela deu um sorriso amarelo.] 


ADAMUS: É. Vamos trazer o microfone pra cá. Estamos entre amigos. Espero que não se importe. O que aconteceu? Você veio pra cá com muletas? 


TRISH: Quebrei a bacia. 


ADAMUS: Quebrou a bacia. 


TRISH: Foi. 


ADAMUS: De propósito? 


TRISH: É. 


ADAMUS: É. Muito provável, de fato. 


TRISH: Na verdade, sim. 


ADAMUS: Provavelmente. O primeiro pensamento é que tenha sido um acidente – não mesmo. 


TRISH: É só um rótulo pra isso, é. 


ADAMUS: Exatamente – um rótulo. Então, o que realmente aconteceu aqui? 


TRISH: Bem, aparentemente, expulsei todas as energias. 


ADAMUS: É. Vocês ouviram esta Shaumbra? Aparentemente, ela expulsou todo tipo de energia. E, quando você expulsou todo tipo de energia, o que mais aconteceu? 


TRISH: Doeu demais. 


ADAMUS: Doeu demais. [Risadas] É, eu vi o slide antes: “Dãh!” [Adamus se refere ao slide que Geoffrey mostrou no início, depois de uma cena da série House.] Tudo bem. Dãh. Mas, então, o que aconteceu? 


TRISH: Hum, eu... 


ADAMUS: O que acontece quando você respira? 


TRISH: Não sei. 


ADAMUS: Você move energia pra dentro. O choque, o trauma – já falamos sobre isso... o choque do incidente, antes de tudo, tira você por completo da mente; por causa da maldita dor, você nem mesmo consegue pensar. 


TRISH: Ah, é. 


ADAMUS: Quando isso acontece, há uma tremenda infusão do seu divino, do seu Eu. Você teve uma liberação imediata de um monte de coisas que não serviam pra você. Você pode ter passado anos tentando se livrar delas mentalmente ou de outras formas. Ah, você pode ter recebido aconselhamento, feito todo tipo de coisa, mas você disse: “Não, vou cuidar disso já, de uma vez por todas.” Quebrar a bacia, por que não? [Ela ri.] 


E o bonito da coisa é que isso cura! Cura. Na verdade, a beleza da coisa, senhoras [falando com as duas “machucadas”], é que vai ficar melhor do que era antes. Agora, não vão sair quebrando a mão só pra ficar com a mão melhor, mas fica. Fica melhor do que nunca. 


Então, não foi um erro. Não foi estupidez. Foi, na verdade, uma bela parte de vocês dizendo: “Vamos trazer uma tremenda quantidade de energia.” Como resultado, ambas terão um entendimento novo e diferente do que é realmente cura. E esta é uma de minhas, vocês diriam, reclamações favoritas – a velha definição de cura. É algo tão velho, cansativo e tedioso. A cura, realmente, acontece muito, muito rapidamente e de um modo muito lindo, particularmente, quando combinada com a Nova Energia. É algo muito lindo. Então, agradeça a si, mesmo que tenha doído demais. Agradeça a si mesma. 


Roy, o que aconteceu com você? 


ROY: Eu me transformei no meu Pakauwah. 


ADAMUS: Sim, sim, sim. [Risadas porque Roy está usando um chapéu que parece um corvo.] É o que acontece, queridos Shaumbra, quando vocês realmente o inspiram. Olhem o que acontece. Isso foi realizado por um profissional treinado; por favor, não tentem isso em casa. 


ROY: Eu respirei demais. 


ADAMUS: Você respirou demais. Agora, o que aconteceu com você e com Linda em suas vidas? O que aconteceu? [Pausa] Nos últimos seis meses, o que aconteceu? 


ROY: Nós... eu entrei em contato com a minha alma. Nós dois entramos. 


ADAMUS: Linda, o que aconteceu? [Falando com a mulher de Roy.] 


LINDA H.: Eu acho que, quando olho pra fora de mim, tudo que vejo é um reflexo de quem eu sou, seja Sarah Palin, Barack Obama, Rainha Elizabeth ou um fazendeiro de arroz na China. Mas quando olho pra dentro de mim, verdadeiramente, eu sou apenas o que Eu Sou, e isso é tudo. 


ADAMUS: Linda, Roy, trabalhando com Aandrah, atravessaram um processo muito intenso por seis meses, um processo que, de fato, por causa da intensidade, eu não recomendaria a muitas outras pessoas, a menos que tivessem convicção, determinação e um nível profundo de amor interior, e também a orientação de Aandrah. 


Assim, vocês passaram pelo que poderia ter levado a um humano médio cinco, dez existências de limpeza de coisas velhas, de limpeza de crenças, inseguranças, críticas e lixo acumulado. Começando em nosso Simpósio sobre Desequilíbrio Mental, em Breckenridge, esses dois disseram: “Sim.” Esses dois disseram: “Nós vamos fazer isso. Vamos fazer porque é a hora. Vamos fazer porque poderemos ser Standards (exemplos) para outras pessoas. Vamos fazer para mostrar que não existe errado.” Não existe errado. É tão fácil para os humanos entrarem naquele negócio mental de “O que eu fiz de errado?” Nada. Vocês viveram experiências tremendas, incríveis nesta existência e em outras e, depois, disseram: “Chegou a hora. É tempo de seguir em frente, parar de jogar esse jogo ou, pelo menos...” Vocês disseram: “Pelo menos, se vou jogar esse jogo, quero estar consciente de que é um jogo. Se vou atuar, se vou desempenhar um papel, pelo menos, quero saber que estou apenas representando.” 


Eu adoro representar. Eu atuo o tempo inteiro de propósito. Isto aqui é uma atuação. Sou eu e é uma atuação minha, porque eu posso. Por nenhuma outra razão além de que eu posso. Mas, como dissemos, vocês precisam estar conscientes do fato de que estão atuando, representando. Vocês estão representando o papel de humanos. Vocês atuam como alguém que tem problemas físicos. Vocês atuam como alguém que tem problemas financeiros, ou seja lá o que for. Depois, vocês conseguem realmente se divertir escolhendo seus papéis, sem levá-los muito a sério. 


Assim, vocês descobriram isso, através desse processo, indo ao que chamam de fundo do poço, o mais sombrio dos lugares, sem nem mesmo saber se queriam existir, não só aqui nesta realidade, mas até mesmo em outras esferas. Essa é a parte difícil. O pessoal que parte daqui, em desespero, pensa que pode simplesmente esquecer tudo... não, leva tudo junto. Mas vocês, finalmente, descobriram lindas palavras – “Eu sou tudo que eu tenho.” Uau! Eu sou tudo o que eu tenho. Agora, para alguns humanos, isso pode soar meio triste, mas, para seres iluminados, esse é o maior presente. É o Eu Sou o que Sou. 


Os queridos Linda e Roy, trabalhando com Aandrah, passaram pelo próprio inferno pra descobrirem “Eu sou tudo o que eu tenho”. Isso é uma bênção. Esse é o verdadeiro amor. Isso é incrível, e quando vocês descobrem que são o que são, vocês nunca se perdem de si. Nunca se perdem de si. Nunca se perdem de si mesmos, Linda e Roy. Sempre está lá. Agora vocês podem vivenciar qualquer coisa. E, por isso, digo que vocês levam o prêmio do dia. [Ele puxa uma nota de 100 dólares do bolso e entrega a Roy e Linda.] Eu não afanei... [A plateia aplaude.] Ele volta. Ele volta. 


LINDA H.: Uau. [A plateia aplaude e vibra.] 


ADAMUS: Então, com certeza. Linda, alguma pergunta? 


LINDA: Você acha que eles recomendariam o seu Workshop de Desequilíbrio Mental? 


ADAMUS: Pergunte! 


LINDA H.: Se a pessoa for ousada, eu recomendo. 


ADAMUS: Se for ousada, ah, sim. Mas não trata justamente disso esta existência, vocês ousarem? [A plateia responde: “Sim!”] Se ousarem. É meio divertido, não é? [Alguém diz: “É, agora.”] É, agora. Ótimo. 



Reequilíbrio 


Assim, Shaumbra, vamos fazer uma coisa linda juntos, aqui. Vamos deixar todo esse reequilíbrio acontecer neste momento. Já falamos sobre isso. O seu corpo sabe como cuidar de si mesmo. A sua mente, na verdade, sabe como se reequilibrar. Vocês, realmente, não têm problemas, a menos que queiram ter. Não há realmente nada errado com vocês, a menos que vocês gostem de jogar esse jogo. 


Então, vamos aproveitar o momento – este momento de puro ahmyo, este momento de, basicamente, não ter nenhum propósito, nenhuma pressão – para vocês se reequilibrarem. Acho que vocês chamariam de cura na Velha Energia, mas é apenas uma questão de voltar ao estado natural do ser, ter ahmyo ou confiança suficiente em si pra saberem que podem se reequilibrar. Vocês podem se reorientar em qualquer momento e, de fato, não têm que fazer nada. É algo que acontece sozinho. Está esperando pra acontecer. Realmente, está. O seu corpo – seu Corpo de Consciência – está esperando. 


Vocês, enquanto identidade humana, ficaram andando em círculos, particularmente, nos últimos anos, investigando como detetives, trabalhando, pensando, agindo, passando por muitas experiências, passando por muita – como é que é? – revitalização, reestruturação. 


Vamos passar os próximos minutos em estado de ahmyo – total confiança de que seu corpo já está curado, sua mente está equilibrada, mas numa nova posição. Vocês não vão voltar para a velha posição. É cura numa nova posição. É equilíbrio numa nova posição. E, então, liberem isso. Pelos próximos minutos, enquanto a música toca... [para John] eu aviso você daqui a pouco... permitam que isso aconteça. Simplesmente, permitam. Vocês não precisam cantarolar nada. Vocês não precisam pensar em nada. Apenas relaxem. 


É como uma massagem na alma que vocês dão a si mesmos. Deixem acontecer. Se começarem a pensar nisso ou a duvidar disso, simplesmente, respirem fundo. Deixem ir. 


Dr. Kuderka, por favor, prepare a música, segunda faixa. Agora, não é uma música tranquila. Não é new age. É apenas uma música divertida, e uma ótima música pra se fazer isso. Era a música com aquele final, John, no CD. 


Assim, respirem fundo e, nos próximos minutos, permitam-se que todo o reequilíbrio os envolva. 


[A MÚSICA TOCA – “Happy Holidays (Remix de Beef Wellington)” – Boas Festas.


Uau! Foi muito fácil? Não precisa ser difícil. Sempre que quiserem se reequilibrar, não precisa ser difícil. Pode ser fácil assim. Pode ser divertido. Vocês não precisam colocar músicas tristes, a menos que queiram. Vocês não precisam passar por uma porção de sofrimento pra chegar onde escolherem estar. Vocês não precisam pensar sobre isso. Basta gastar alguns minutos, em qualquer lugar de que realmente gostem, e deixem acontecer. 


É assim o reequilíbrio na Nova Energia, aquilo que costumava ser chamado de cura. Vocês não precisam conhecer sistemas complexos. Simplicidade, queridos Shaumbra. Vocês não precisam estudar com gurus. Eu já encontrei gurus iluminados. Mas nunca encontrei um guru que levasse alguém à iluminação, nunca. Quem vocês conhecem? Quantos seres iluminados, que estejam totalmente no corpo físico, vocês conhecem? Quantos frequentaram aulas, escolas ou tudo mais e saíram iluminados? Porque qualquer sistema que não mantenha a coisa simples, na verdade, leva pra outro lugar qualquer. 


Vocês, meus queridos amigos, vocês – se escolherem – vão ensinar a simplicidade do espírito, a simplicidade do eu. Há milhares, dezenas de milhares, talvez até milhões de anos os humanos vêm tentando tornar isso muito difícil. Por quê? Porque, falando francamente... Cauldre não gosta que eu faça essas declarações inconvenientes, mas, ah, bem, é o meu show, não o dele. Eles tornam isso complexo porque ninguém, realmente, nunca vai entender. Não vai mesmo. Não vai. Ninguém nunca vai entender mesmo. Assim, o que eles fazem é desenvolver um sistema complexo, colocar vocês no labirinto, pegar seu dinheiro ao mesmo tempo e, depois, vocês saem de lá pensando: “É, não sou bom o suficiente. Não consegui.” Porque era complexo. E é simples. Vocês querem reequilibrar seu Corpo de Consciência, seu corpo, sua mente, seu espírito? Façam isso de maneira simples. Na verdade, quanto menos tentarem, mais fácil e mais eficaz será. Se vocês apenas se sentarem e escutarem qualquer música que queiram ou fizerem o que quer que queiram fazer – tomar um banho, dar uma caminhada ou não fazer nada – é quando acontece. 


Essa é, repito, a definição de ahmyo – a compreensão de que vocês, enquanto partes divinas de Deus, já deixaram cada ferramenta ao longo do caminho antes de sequer chegarem no caminho. Vocês já colocaram todos os potenciais no lugar, e agora é apenas questão de ficarem conscientes disso. É uma questão de clareza. É uma questão de simplicidade. 



O Outro Grupo 


Apenas como uma atualização, eu disse a vocês há um ano e pouco que vinha trabalhar com os Shaumbra. Eu tive que escolher. Havia outro grupo – muitos grupos, de fato, mas... [Risadas] Havia um grupo que queria que eu trabalhasse com eles pra ser seu “mestre”, e não demorou muito pra que eu tomasse a decisão. Tobias tinha me pedido pra vir trabalhar com o Conselho Carmesim, o Círculo Carmesim e os Shaumbra. Realmente, não levou muito tempo pra que eu fizesse essa escolha, mas é interessante, agora, ver esse outro grupo, em um processo de acabar, de se desfazer, por algumas razões. 


Eles não queriam aceitar que cada indivíduo poderia se equilibrar e rejuvenescer. Ficaram presos em curar uns aos outros, curar tudo mais. Isso se tornou a base do trabalho deles. Eles faziam sessões pra curar uns aos outros. Energeticamente, não é algo ruim, mas, em última instância, é muito limitador. Eles achavam que precisavam sair e fazer um número X de curas por semana em pessoas que realmente não queriam, necessariamente, ser curadas, mas eles achavam que criava um bom carma fazer esse tipo de coisa. Esse grupo era maravilhoso, com seres maravilhosos, mas não Shaumbra. Tinham um sistema bastante hierárquico em sua organização. Tinham muita estrutura organizacional. 


Entendam, na verdade, alguns humanos, particularmente nessa busca espiritual, amam a estrutura, amam as regras – “Isso é o que você tem que fazer hoje. Aqui está o que você precisa seguir. É assim que deve traduzir algo para uma maldita língua que você não vai entender. É assim que você deve evangelizar.” E é um sistema com o qual vocês, de fato, nunca saem ganhando, nem conseguem, de fato, evoluir até que caiam fora dele. Assim, esse outro grupo tornou-se muito hierárquico, muito estruturado e parte do jogo, parte da estrutura foi esta: “Estamos todos curando uns aos outros.” Esqueceram uma coisa importante. E o que foi? Cuidar de si mesmos. Alguém ótimo em cura, o ótimo professor, o ótimo Standard é aquele que cuida de si primeiro. 


Ah, eu sei que, às vezes, vocês querem sair daí e fazer isso. Vocês querem sair e ajudar as pessoas – é o velho condicionamento. Mas até alcançar aquele ponto de amor absoluto por si mesmo e dizer “É tão fácil. É tão divertido. É a minha escolha”, que direito alguém tem de sair por aí impondo mãos, entoando mantras? Entendam, é algo meio egoísta. Até poder ficar diante de alguém, olhar essa pessoa nos olhos e dizer “Eu Sou o que Sou” de cada parte de seu ser, tudo que vem antes será o quê? [Alguém diz: “Makyo.”] Mayko! Isso mesmo. 


Então, estou satisfeito por ter vindo pra este grupo, porque vocês estão vivos. Vejo alguns desses novos projetos surgindo. Vejo o que vocês estão fazendo enquanto grupo, o que estão fazendo enquanto indivíduos – este grupo está vivo. Então, foi uma bênção eu vir pra cá. 



Revisão 


Então, vamos fazer uma rápida revisão – uma revisão de fim de ano. Cobrimos muitas informações este ano, e quero voltar e dar uma rápida olhada no que abordamos desde o início e, depois, teremos uma mensagem conjunta de Yoham – Metatron – e eu. Bom, começamos com o quê? 


Falamos das ondulações – algo bem básico – de como o espírito e o humano, por éons de tempo, fizeram esta dança juntos. [Ele desenha as formas de ondas.] Juntando, se separando, como um acordeom. Alguém toca acordeom? [Ele olha pra Linda.] 


LINDA: Não precisa me dedurar. 


ADAMUS: [rindo] Como um acordeom. [Risadas] Ah, é tão romântico. É tão sensual tocar acordeom. [Mais risadas] É, sim! 


Indo e vindo; se aproximando e se afastando – tudo perfeitamente natural – mas, então, algo acontece. Vocês se cansam desse vai e vem, do efeito acordeom. Vocês querem algo diferente. E dizem: “Quando vamos ficar juntos? Quando vamos nos integrar?” É isso aí que vocês estão vivenciando. Nós chamamos de despertar. [Ele desenha as formas se entrecruzando.] 


Vocês chegaram nesse ponto, a zona do X, a zona do despertar. Parece familiar? [Ele está se referindo à rede de programas de rádio na Internet Zona do Despertar, Awakening Zone network, que será lançada.] A zona do despertar... Vocês chegaram aí e é isso pelo qual têm passado. Lembram? Aqui atrás [sinalizando a área antes do “X”] estava a desestruturação, aquilo que parecia ser o caos, aquilo que parecia ser sua vida virando um inferno, a insegurança, tudo mais, e onde era repleto de makyo. 


Vocês tentavam contrabalançar ou suavizar esses sentimentos difíceis e desafiadores se enchendo de makyo, dizendo: “Sou um ser espiritual.” E entrando nessas coisas intelectuais esotéricas que, na verdade, estavam colaborando para o desafio. Mas, de certo modo, foi bom. Quanto mais makyo vocês atiravam no fogo, maior o fogo se tornava, pior vocês se sentiam, e era como um fogo... bem, Kuthumi sabe... de estrume, cheirava muito mal, mas continuava queimando. Mantinha a energia se movendo. Vocês chegaram num ponto em que disseram: “Não acredito mais no meu próprio makyo. Não sei quem eu sou.” 


E, é claro, então, vem a tentativa de exteriorizar uma última vez, buscando encontrar respostas lá fora, procurando encontrar respostas em todo mundo menos em si, e não dá certo. Não funciona. O que vocês fazem? Tentam deixar de existir. 


Vocês tentam sair da existência; tentam ficar completamente estagnados, sem sentimentos e indiferentes; vocês fecham a mente pra que não possam mais pensar, nem mesmo raciocinar; vocês param o corpo, daí ele não se reequilibra. Vocês, basicamente, ficam zangados com o corpo por tê-los colocado nessa jornada horrenda na Terra. Vocês paralisam o corpo. Fico impressionado com alguns de vocês, às vezes... não vou olhar pra ninguém... fico impressionado com alguns que... entendam, o corpo de vocês é incrível. Era pra ele estar morto agora! Era pra estar intoxicado. Era, sim... é incrível... por causa de tudo que vocês o fizeram passar e por não se permitirem curar-se. E o lixo que enfiam no corpo hoje em dia. Não tenho nada contra os remédios modernos, desde que a pessoa que o tome queira realmente se curar. 


Quantos... vou perguntar à nossa querida médica aqui (Dra. Peggy Ensign)... de todos os humanos que você atende, não apenas os Shaumbra, mas qualquer humano... levante-se, sim... de todos os humanos que você atende em sua posição na indústria da medicina, quantos você acha que querem realmente se curar? 


PEGGY: Acho que a maioria quer atenção. 


ADAMUS: Obrigado! Ela disse tudo. Poderia dizer novamente? 


PEGGY: Acho que a maioria quer atenção. 


ADAMUS: Eles querem atenção. Por quê? Porque não recebem essa atenção de si mesmos. Eles realmente querem o amor que não recebem de si mesmos. Então, o que eles fazem? Entram numa forma de colapso ou esgotamento, recebem atenção, procuram pessoas como você... 


PEGGY: Confiam em outra pessoa. 


ADAMUS: Confiam em outra pessoa. Quantos por cento deles você diria que realmente quer se curar? 


PEGGY: Não sei nem se sabem o que é cura. 


ADAMUS: Verdade. 


PEGGY: Eles querem... 


ADAMUS: Há uma confusão entre alcançar a cura verdadeira e reduzir o sofrimento para um nível um pouco mais tolerável. 


PEGGY: Só o suficiente... 


ADAMUS: Só o suficiente... 


PEGGY: ... pra viver mais um dia. 


ADAMUS: Isso. Então, novamente... estou tentando forçar uma resposta sua... quantos realmente querem se reequilibrar? Quantos querem estar inteiramente em seu corpo-mente-espírito de um jeito saudável? Eu tenho um número. Vou comparar. Espere um pouco. Vou escrever esse número. [Risadas quando ele escreve um número e o esconde.] 


PEGGY: Eu diria zero. 


ADAMUS: Zero! 


PEGGY: É. 


ADAMUS: Ah, você é mais pessimista que eu. [Risadas] 


PEGGY: Eles esperam mesmo que outra pessoa cuide deles. 


ADAMUS: Sim. E chegamos bem perto. Eu digo três por cento. Três por cento das pessoas que você atende... cerca de três por cento realmente quer uma restauração completa, uma verdadeir mudança. E você diz zero, hum. É, obrigado, querida.


Assim, só por isso, você recebe um de nossos prêmios de Adamus de hoje, especialmente preparados por... 


LINDA: Steven. 


ADAMUS: Steven, e... um de muitos... “Escolha”. Obrigado. [A plateia aplaude quando Adamus entrega a ela uma placa de metal que diz “Escolha”.] 


Já vou dizendo que cada um sairá daqui hoje com um presente. Eu me sinto como a Oprah. [Risadas] (N. da T.: A apresentadora norte-americana Oprah Winffrey costuma distribuir presentes a seus espectadores.) Espiem. Será que os carros estão lá fora? Carros novos? (N. da T.: Num programa recente, os presentes distribuídos pela apresentadora foram carros 0Km pra toda a plateia.) 


Então, sim, cerca de três por cento realmente quer alguma cura. Imaginem como seria se as pessoas começassem a ir ao consultório médico e dizer: “Ei, doutor, eu quero a cura. Será que você vai me ajudar com isso? Eu quero mudar.” Isso não acontece com muita frequência. 


Bom, então, aqui, acontece a desestruturação. [Ele mostra no desenho.] O makyo colocado no fogo é que, na verdade, mantém o andamento do processo, mantém o fogo queimando, mas, então, os humanos tendem... ah, será que podem desligar essa coisa infernal [falando do ventilador]. Deveria ser à pilha, não de tomada. As vibrações desse negócio! [Ele se dirige à Linda.] Me surpreende isso ainda não ter deixado você louca! [Risadas quando ele faz uma careta e depois ri.] 


LINDA: Pode ser uma distração legal. 


ADAMUS: Bem... vamos ver o que está atrás da porta número um. [Adamus brinca porque David está tentando desligar o ventilador e não consegue.] Dãh! 


Assim, vocês passaram por essas coisas. Graças a Deus já concluíram esse processo. Ainda permanece um pouco de resíduo, mas já está feito. Agradeçam a si mesmos por isso. 


Então, vocês chegaram nesta zona aqui. [Ele sinaliza o X.] Sim, aplausos pra vocês. [A plateia está aplaudindo e vibrando.] E a beleza do que vocês projetaram é que vocês não podem voltar. Vocês não podem voltar. Isso é que é lindo. Alguns de vocês temem isso, mas vocês não conseguem voltar. E, se forem voltar, eu estarei aí. Estarei aí pra evitar isso. 


Assim, vocês entram nesta bela zona aqui [o X] e diversas coisas diferentes acontecem. Uma, falamos sobre ahmyo. Ahmyo é essa confiança. Vocês começam a aprender a confiar totalmente em si mesmos aqui. Leva um tempo. Não acontece da noite para o dia, mas vocês aprendem, como Linda e Roy aprenderam, que vocês são tudo que vocês têm. E é aí que está a beleza. Esse é o segredo. Esse é o mistério da vida. Vocês são tudo. Agora, o que vocês fazem com isso? Começam a se odiar? A se rejeitar? A se detestar ou a se amar? Vocês, de fato, não têm muita escolha, têm? Em última instância, vocês vão se amar. 


Um ser só pode se odiar ou se negar por um tempo – alguns milhões de anos e só [risadas] – e, depois, tem que aprender a se amar. Você ligou de novo. [Ele fala com Linda sobre o ventilador.] Estou dizendo que isso está afetando você. 


LINDA: Ah, você é tão doce. Você tem uns rompantes de doçura... [David vira pra trás o ventilador.] 


ADAMUS: Assim, aprendemos sobre ahmyo, essa confiança em si. Vocês ainda estão aprendendo sobre ahmyo, sobre a beleza, a graça. Ahmyo é um estado de graça tal que vocês não precisam se preocupar com nada. Ah, sim, ainda existe o mundo lá fora. Ainda existe a sua família, o trabalho, mas, de repente, mesmo tudo isso se transforma. De repente, não tem aquela importância toda. De repente, as energias estão fluindo. Ah, falaremos no mês que vem sobre fluxo de energia, como as energias estão constantemente girando. Como em alguns dias vocês são atingidos por elas, atacados por elas, mas não precisa mais ser assim. É uma dança bela e graciosa de ahmyo. [Ele gesticula, balançando as mãos.] Dá pra sentir? 


LINDA: Humm-hmm. 


ADAMUS: Ah! Você sente? 


LINDA: Humm-hmm. 


ADAMUS: Eu não fiz nada. [Ele ri.] Fiz, sim. 


Então, falamos de ahmyo. Falamos de destino. Sim, estou fazendo uma revisão. Sinto muito. Alguns de vocês por aí estão perguntando: “Ele não vai dizer nada novo hoje?” Sim, lá no final. Estou preparando o caminho; esta revisão é importante. Vocês passaram por muita coisa este ano, mais do que nós – Metatron, alguns outros, eu mesmo, do Conselho Carmesim – pensávamos seria possível. Vocês realmente passaram por muito mais, então, oferecer este desfecho no fim do ano é ótimo. 


Bom, destino e propósito – ou o fato de não haver destino nem propósito. Na verdade, fiquei muito satisfeito quando trouxemos o conceito e não houve mais rebelião nem revolução, porque tirar o destino de alguém é como tirar o cobertor favorito. Tirar o propósito é, basicamente, levar embora todo o makyo que define sua vida. 


Os humanos, em geral, são viciados em propósito, em metas. Quem aqui esteve no mundo corporativo? Não tinham metas, agendas e planejamentos? Esse é um modo artificial, muito limitado de fazer as coisas. Alguns de vocês foram treinados com relação a metas. Sinto muito por isso. Mas a vida verdadeira não tem metas. Não tem propósito além de ser – a alegria de ser. 


Eu não tenho meta nem propósito. Se amanhã este grupo debandasse, eu iria rir no meu caminho de volta ao Terceiro Círculo. Por quê? Porque eu me diverti estando aqui com vocês. Eu não tenho uma meta. Isso aqui não tem agenda. Não mantemos registros dos números, do outro lado. Quantos eu converti? Quantos ascenderam? Quantos cometeram suicídio? Quantos ficaram loucos? [Risadas] Não mantemos esses registros. Digo a qualquer um de vocês, na vida pessoal ou profissional, livrem-se das metas. Eu sei, o pobre Cauldre vai engasgar daqui a pouco, mas não, mesmo. Não precisam ter metas. Projetos, coisas das quais vocês participam, se esforçam pra realizar, coisas que vocês fazem apenas por fazer... apenas pra ser, apenas porque isso lhes dá uma grande alegria. Apenas por fazer. 


Assim, cobrindo o mês passado, digo que vocês não precisam de propósito pra existir. Vocês existem de qualquer jeito. A consciência moderna diz que vocês precisam ter algum tipo de propósito pra merecerem existir. De jeito nenhum. Não, mesmo. É apenas existir. Apenas estar aqui. 


Então, falamos que, enquanto vocês estão nesta zona, enquanto estão adotando o ahmyo, vocês liberam o destino e o propósito, daí, tem mais uma coisa. Usamos a palavra “infusão”. Falamos de soprar num objeto. Falamos sobre inspirar. 



Sha-dhar 


Existe, na verdade, uma palavra mais precisa pra descrever isso. [Ele escreve.] Sha-dhar. Sha-dhar. Ela ressoa em vocês? Sha-dhar. É uma palavra antiga. Ela está de volta; é de antes de Atlântida. Antiga, antiga. É um dos sons originais – sha-dhar – e significa trazer à vida, dar vida à vida. E deve soar familiar, ou parecer, de alguma forma, familiar, porque vocês têm feito isso desde que estão aqui. Inspirar a si mesmos, infundir-se em sua vida – vocês fazem isso desde que assumiram a forma física. 


O ser físico é uma coisa mágica em si. [Ele faz uma pausa, olhando pra alguém com celular que diz: “Estou escrevendo sha-dhar”. Risadas] Ótimo, ótimo. Só quero me certificar de que não está tentando usar o celular. 


Bom, vida pra dentro da vida, soprar vida pra dentro da vida e se permitirem, enfim, participar integralmente de sua vida. É uma palavra que eu gostaria que ressurgisse, que trouxéssemos de volta. 


Já falamos com vocês antes sobre conectar-se com seus Pakauwahs. Isso é uma forma de sha-dhar. Falamos uns meses atrás de pegar um objeto – qualquer objeto, alguma coisa da sua carteira, algo de sua casa, seu carro, chaves, qualquer coisa – e infundir-se nele. Por quê? Porque vocês realizaram muito trabalho interno, ficaram no casulo pelos últimos cinco, 10, 20 anos fazendo o trabalho interno; é hora de trazê-lo pra fora. Vocês deram aquele mergulho interno bem profundo. E, enquanto vocês faziam isso, essa parte de vocês sobre a qual Tobias falou anos atrás, essa parte de vocês que deixou o Lar... lembrem-se da Jornada dos Anjos... parte de vocês deixou o Lar e se tornou uma expressão externa; parte de vocês entrou no próprio casulo nas outras esferas. Vocês já cumpriram isso nas outras esferas e aqui na Terra. Vocês não precisam mais fazer isso. Não precisam. 


Então, o que acontece em seguida é que há uma tendência natural de ser um com seu próprio sha-dhar, a capacidade de soprar vida dentro da vida, da sua vida. Que conceito fantástico – soprar vida dentro da sua vida. Muitos de vocês tentaram arrancar a vida de sua vida e ficaram paralisados, negando a vida. Agora, chegamos ao ponto de soprar vida dentro da vida. 


Com isso, eu gostaria de presentear cada um de vocês com uma pequena lembrança de Natal. E Linda de Eesa distribuirá os presentes com a ajuda de... 


LINDA: David McMaster. 


ADAMUS: David. 


LINDA: Tem o suficiente para a sala inteira. 


ADAMUS: É, na verdade, um prêmio de Adamus, o naipe de espadas. Todos ganham um. [Aplausos da plateia] 


[AS LEMBRANÇAS SÃO DISTRIBUÍDAS.] 


Lembrem-se do que falamos há algum tempo sobre o naipe de espadas. Espada é um coração de cabeça pra baixo. Ou um coração, por outro lado, é uma espada de cabeça pra baixo. O coração, apontando pra baixo, significa a descida para a matéria, vir para a Terra na forma biológica. A espada, a ascensão, a elevação, a ida de volta pra cima. Na verdade, eles se complementam, porque vocês têm a experiência de vir para a Terra e, agora, a experiência de ir além. Portanto, vocês têm os dois. 


Então, antes de usarem o presente, eu gostaria que o segurassem na mão e levassem vida para dentro da vida. Entendam, provavelmente, uma das coisas mais gratificantes, agradáveis, para um criador é pegar algo e soprar sua vida nisso, dar vida a isso – um objeto inanimado, um naipe de espadas de metal, qualquer coisa – é quando fica divertido, Shaumbra. Dar vida às coisas. 


Vocês estão acostumados a criar coisas de maneira processada, mental. Vocês reúnem seus planos de trabalho, pensam sobre as coisas, meio que se estressam com as coisas pra dar vida a elas. Vocês não precisam fazer assim. É, vocês ainda terão que cumprir algumas funções humanas, mas a energia essencial é soprar vida dentro da vida – sha-dhar. 


Então, se quiserem, peguem o presente – que agora é de vocês; é de vocês – e permitam-se soprar vida nele. 


Vejam, quando eu digo “soprar”, não precisa ser pela boca ou pelo nariz. É a infusão. É a radiação de si mesmos nisso. Você não perde nada quando faze isso, Kathleen. Nada da Kathleen se perde. Isso é que é bonito. Lembrem-se disso. Nada se perde. Quando vocês se infundem numa coisa – reparem que eu não disse em alguém; eu disse numa coisa... Quando vocês se infundem numa coisa, nada é tirado de vocês. Seu Corpo de Consciência retém o mesmo equilíbrio, o mesmo quociente de energia e consciência. Então, vocês não vão estar deixando escapar, “vazar” nada quando fazem isso. 


Assim, permitam-se soprar vida dentro da vida. Soprar vocês pra dentro dessas coisas ao redor. É apenas uma questão de se abrirem. 


[Pausa] 


Esse fluxo vem do seu coração, do seu Corpo de Consciência, de um modo alegre e gracioso. Faz uma dança. 


[Pausa] 


É apenas um pedacinho de metal, no formato do naipe de espadas, mas algo está acontecendo aqui. 


[Pausa] 


Assim, a Terra foi criada – os anjos sopraram vida dentro da vida, vocês vieram pra cá soprando vida dentro da vida. Vocês ficaram presos aqui por muito tempo, se tornaram mentais, ficaram bem, bem presos. Por isso o desequilíbrio mental é uma paixão minha. Existem muitas energias presas. Nós vamos além da mente. A mente fará parte da jornada, mas ela terá seu próprio nome novo, sua própria forma nova, seu próprio jeito novo de trabalhar com as coisas. Deixem sua radiação fazer parte desse naipe de espadas. 


Algo interessante acontece aqui. Duas coisas acontecem. Primeira, esse naipe de espadas ganha vida. Não passa a ter, necessariamente, braços e pernas nem vai começar a dançar no seu peito, mas ele ganha vida. Tem, agora, a própria radiação, a própria essência. Alguns de vocês podem chamar de energia, mas, agora, ele tem os atributos de vocês – a vida de vocês – e irradiam isso. Assim como vem de vocês, ela vem desse pequeno naipe de espadas. 


A segunda coisa que acontece, quando vocês são corajosos e se permitem brincar com as próprias energias, ela passa a se mover novamente. Ela não fica mais presa, e faz com que vocês comecem a ver, sentir e recordar o que é realmente viver como um criador – vida dentro da vida. Assim, vocês não ficam tentando buscá-la em outro lugar. Vocês não ficam tentando buscá-la em outras pessoas, na comida, no dinheiro, no poder ou em qualquer outro lugar. De repente, vocês percebem: “Uau! Estava aqui. Estava bem aqui. Tudo que eu precisava fazer era liberá-la. Tudo que eu precisava fazer era deixá-la fluir.” De um modo desestruturado, de um modo, pode-se dizer, quase desgovernado – sim, essa é uma boa palavra, desgovernado – soltá-la. 


A primeira coisa que deve surgir na cabeça de vocês: “Será que vou abusar desse poder?” Com certeza, não. Parem de me perguntar isso. Vocês não vão. Vocês não conseguem. Não dá. Esse é um receio antigo, e é uma desculpa de makyo pra não ser um criador. “Será que vou abusar do poder?” Não. 


Primeiro, vocês nunca realmente abusaram. Segundo, sua consciência é muito diferente agora do que era antes. Vocês não vão; portanto, liberem isso com coragem e sem medo. Quando fizerem isso, ah, vocês vão se sentir muito melhor. Vão se sentir como se tivessem ficado, espiritualmente, com prisão de ventre há um tempão e agora estão conseguindo se liberar. Quando fizerem isso, vocês vão realmente entender o que estamos dizendo quando falamos de mágica. 



Mágica 


A mágica, como dissemos no mês passado, é uma parte natural da vida, mas tem estado desativada. Vocês vão descobrir que podem soprar vida à da vida da mágica – da sua própria mágica. Vocês vão criar a própria mágica. Vocês não só vão ver as fadas das nuvens, os devas das águas e essas coisas que já estão aí, como vão criar outras. Por isso, pedimos a vocês, quando começamos nossas conversas no ano passado, que se conectassem com um Pakauwah. Ele é criação de vocês. Vocês vão enviá-lo para as outras esferas. É mágico. Ele é vocês. 


A maioria de vocês brinca com ele de vez em quando, mas meio que o ignoram. É hora de trazê-lo de volta também. É tudo um modo de vocês se irradiarem. É nesse ponto que estamos chegando. 


[Ele bebe o café.] Saúde! Obrigado pelo café, minha querida aniversariante. Obrigado. 



E Agora? 


Então, a pergunta passa a ser e agora? E agora? Vocês têm as ferramentas. Vocês sabem o que fazer – manter a coisa simples e soprar vida dentro da vida. Vocês têm todas as ferramentas. Na verdade, às vezes, vocês tentam voltar e lembrar: “O que foi que dissemos?” Não tentem se lembrar. Vocês já sabem. Então, e agora?


Falaremos mais sobre isso depois, mas 2011 e 2012 vão ser tempos muito, muito caóticos na Terra. [Alguém diz: “Que merda!”] Que merda. [Risadas] É. Quem disse isso? [Risadas e aplausos quando ele entrega à mulher uma placa de metal.] “Você É Deus Também”. Isso. Ótimo. 


Vão ser muito caóticos, e já falamos um pouco sobre isso. Por quê? Porque... é muito fácil... basta olharem o que vocês já passaram nesta existência, nas últimas duas existências, talvez... a Terra vai passar pela mesma coisa. Ela acompanha vocês. São vocês que ditam a moda quando se trata de consciência. É. São vocês que, basicamente, lideram o caminho que os outros vão seguir. 


Vocês querem saber o que está acontecendo? Deem uma olhada na própria vida. Tumulto financeiro nos próximos anos. Se eu fosse o cabeça do Banco Central... [Alguém diz: “Saía correndo.”] Saía correndo! Quem disse isso? [Ele entrega à mulher uma placa.] “Shaumbra”. Entraria em pânico. Agora, ouçam o que estou dizendo. 


O sistema financeiro mundial está arruinado! E não estamos falando de conspirações. Não estamos falando de drama ou medo. Na verdade, vocês devem celebrar. Está pendurado por um fio bem fininho. Basta ver o que os governos estão fazendo diariamente pra mantê-lo funcional. Está pendurado por um fio. Essa é a boa notícia. Porque está provocando muito caos e estresse nas pessoas que controlam o dinheiro do mundo. Elas estão ficando cansadas disso. Estão ficando cansadas de ficar penduradas por um fio. Sabem o que vai acontecer? Deveriam saber. Elas vão fazer alguma coisa a respeito disso, o que vai desagradar uma porção de gente que está alegando que é uma conspiração ou que os alienígenas estão assumindo o poder, ou os Habsburgo ou os Rockefeller ou seja lá quem for. Não é nada disso! Não é. 


Vou dizer uma coisa. Nenhum governo, nenhuma família ou clã pode mais controlar as finanças mundiais. É algo muito confuso. Muito diferente. Gigantesco. Então, não dá para um grupinho... era possível há duzentos, trezentos anos, mas, agora, não dá mais. 


O sistema não se baseia realmente em nenhum valor verdadeiro. Ele se baseia no quê? [Vince diz: “Na confiança.”] Na confiança! Isso mesmo. Por favor, uma outra... isso. Qual você quer? [Adamus entrega a ele uma placa.] É, você recebe “Clareza”. Você recebe “Clareza”. Isso mesmo. 


VINCE: Eu estava procurando por ela! 


ADAMUS: Ah, você estava procurando por ela. [Risadas] Eu me sinto como o Mágico de Oz, hoje! [Mais risadas] Então, você recebe a “Clareza”. 


Na confiança. É tudo baseado na confiança. E o que vocês sabem sobre confiança, por experiência própria, ao longo dos últimos anos? É questionável. “Makyoável”. [Adamus ri da palavra que inventou.] A última coisa que vocês conseguiam fazer era realmente confiar em si mesmos, então, o mundo vai passar por isso. É muito fácil. Vocês poderiam ser videntes famosos fazendo previsões e leituras e no início do ano sair nas manchetes desses jornais. Vocês poderiam ficar famosos fazendo isso. Não precisam saber de nada além daquilo pelo qual passaram. 


As finanças do mundo estão penduradas por um fio. Essa é a boa notícia, porque isso está forçando os governos, as pessoas e... [Adamus ia se sentar.] Cauldre quer se sentar; eu, não! [Risadas] ... e outros a trabalharem num novo sistema. Ah, sim, todos os conspiradores aparecem e dizem coisas do tipo: “Ah, vamos ter um único governo mundial.” Talvez. Talvez seja a hora. Talvez seja a hora de ter um pouco de unificação também. E eu não tenho nenhuma opinião específica sobre isso, mas deem uma olhada. 


Então, vocês estão chegando a um modo inteiramente novo de lidar com as finanças no mundo e a um entendimento inteiramente novo do que é abundância. Isso vai despertar em alguém, algum dia, que vai ficar famoso, aparecer na televisão e dizer: “Existe abundância de recursos pra todo mundo e ainda teremos dez vezes a quantidade armazenada.” Com certeza! [Alguns aplausos] Foram fracos os aplausos, mas com certeza. E existe. Existe abundância de alimento. Jogam comida fora todo dia. Existe abundância de terras pra cultivar alimentos. A indústria agrícola tem uma tecnologia fantástica guardada na gaveta. Por quê? Porque não faz sentido, financeiramente falando; já existe muito alimento. A questão é a má distribuição e uma política ruim. 


A propósito, sobre os sistemas financeiros do mundo, não há governo nem banco que resolva isso. Será resolvido... [Alguém diz: “Por nós.”] Sim, mas com a consciência, a energia da força de vida de vocês voltada para os negócios. Negócios. Esse pessoal é que tem o maior direito adquirido de manter essa coisa unida. São eles que estão realmente fazendo alguma coisa. Em algum nível, eles trabalham com os potenciais que vocês ajudaram a estabelecer; eles vão aproveitá-los. Os negócios é que vão se unir. 


Negócios não promovem guerra. Já repararam? 


LINDA: A menos que você seja da Halliburton. (N. da T.: Halliburton é uma empresa do Texas especializada em maquinaria pesada.) [Muitas risadas, e aplausos quando Adamus entrega a ela uma placa.] “Amor próprio”. Maravilha. Mas eles não se metem em guerra com outros negócios; o negócio deles é a guerra. Negócios não lutam. Então, precisaram aprender a trabalhar juntos ou se destruiriam uns aos outros de formas diferentes. Mas não explodem uns aos outros. 


Os negócios também vão mudar. Todo esse conceito de concorrência foi interessante, mas e quanto à colaboração, à cooperação? É isso que vai acontecer no mundo. 


Assim, queridos Shaumbra, tudo isso está acontecendo. Tudo aquilo pelo que vocês passaram... o mundo vai passar. A pobreza, a insegurança, o ganho de peso, as enfermidades – o mundo vai passar por tudo isso, particularmente, nos próximos dois anos. Não entrem em pânico. Tenham compaixão. Respirem. Vai ficar tudo bem. 


E adivinhem só uma coisa? Isso não precisa arrancar nada de vocês. Vocês não fazem... Cauldre está me freando de novo [ele comenta, pois estava sentado]... vocês não fazem mais parte disso. Vocês saíram disso anos atrás. Vocês fizeram uma escolha... não forçamos vocês enquanto gritavam e esperneavam... Vocês disseram: “Vou me liberar dessa consciência de massa.” E vocês ficaram com um dedo lá, nós sabemos. “Vou me liberar da maior parte dessa consciência de massa.” Portanto, não é mais problema de vocês. Vocês não têm que fazer parte do caos. 


Acho que foi Tobias que disse, um pouco antes de partir, que cidades iriam queimar. Ele não disse minha cidade nem outras cidades, mas é isso que está acontecendo. Vocês estão vendo. Desestruturação em massa dos sistemas, da ciência, da matemática, da medicina, dos bancos que estão por aí há 500 anos ou mais. É hora de mudar tudo isso. É o que vai acontecer. 


O importante para cada um de vocês é lembrar do seu espaço seguro, lembrar que vocês são divinos, lembrar como vocês podem trazer vida para sua vida. Lembrem, realmente, da razão pela qual estão aqui: criar potenciais para o novo mundo. Criar potenciais para o novo mundo. 



Pedido de Adamus 


Agora, vamos chegar ao ponto, ao ponto de por que Metatron quis estar aqui hoje, por que vocês quiseram estar aqui hoje. 


Assim... Cauldre não estava pronto pra isso, mas deixaremos que ele se sente. [Ele se senta.] Assim, muitos de vocês disseram, pensaram, sentiram que queriam ensinar na Nova Terra em tempo integral, não apenas ocasionalmente. Alguns de vocês disseram que, talvez, fosse a hora de ir, de partir; que fizeram tudo que vieram fazer e que poderiam ser mais eficazes ajudando outros do outro lado. Alguns de seus colegas Shaumbra foram. Vocês sabem quem eles são. Eles fizeram a passagem, estão lá ajudando vocês, trabalhando com vocês, às vezes, rindo de vocês. Mas alguns de vocês têm sentido, pensado que talvez tenha chegado a hora. Não de um jeito dramático, suicida, desesperado, mas apenas, ah, do tipo “Talvez tenha chegado a hora.” 


Nós pedimos a vocês, queridos Shaumbra, que fiquem, e estamos pedindo agora, porque este é um momento essencial, particularmente as próximas semanas, em se tratando de energia, do modo como as coisas andam e mudam. As próximas semanas, entre agora e por volta de 5 de janeiro, constituem de um momento essencial. Acredito que vocês digam que é tempo de escolha, tempo de votação. Não estou dizendo que, de repente, todos vocês vão desaparecer, mas vocês poderiam iniciar o processo pra isso. E alguns de vocês até já contemplam de que modo se vão. 


Metatron, muitos outros do Conselho Carmesim, eu mesmo estamos pedindo que fiquem. 


Por quê? Apenas pela diversão. [Risadas] Apenas pela diversão. [Aplausos da plateia] E por que não? Pensem nisso em termos de um novo alistamento. [Risadas] E pensem em termos de que vocês não ganham um bônus pelo realistamento. [Adamus ri.] Pensem nisso em termos do serviço original estar feito e vocês poderem partir, mas será que vocês realmente querem? 


Alguns de vocês contemplaram isso. Alguns de vocês se perguntam por que estão aqui. Essa é a razão de termos tratado desse negócio de propósito e de destino. Gostaríamos que vocês ficassem aqui, antes de tudo – e o mais importante – pra vivenciarem o que é ter alegria na Terra. Não queremos que saiam daqui deixando pra trás energias velhas e difíceis, energias amargas, coisas antigas. Queremos que vocês celebrem o que é estar na Terra, particularmente estar na Terra no meio do caos e se divertindo muito. 


Depois, porque é mais eficaz quando seres iluminados estão aqui e não lá. Vocês vão pra lá e, vejam bem, sua energia muda. Sua conexão com a Terra, as pessoas e tudo mais muda. Não é tão eficaz quanto vocês estarem sentados bem aqui nas cadeiras. 


Quando vocês consideram os potenciais dentro de si, como têm feito há anos, quando vocês consideram as escolhas que gostariam de fazer na vida, não tem a ver só com vocês. Está afetando o planeta. Está colocando energias em todas as camadas. Está colocando potenciais nas dinâmicas da Terra para uma verdadeira mudança. 


A razão pela qual pedimos isso a vocês é que existem, na verdade, mais pessoas agora do que nunca que querem realmente mudar; de fato, mais do que três por cento querem mudar. Cerca de quatro. [Risadas] Mas há o suficiente dizendo: “Escolhemos a mudança em nossas vidas.” Isso afeta tudo, particularmente para aqueles que ainda estão conectados à consciência de massa. Muda, literalmente, o equilíbrio da consciência de massa. 


A propósito, à medida que a consciência de massa muda, também mudam os polos da Terra. Os polos magnéticos da Terra se alteram também. O eixo da Terra muda. Há uma correlação direta entre eles. Portanto, uma pequena alteração na consciência cria uma pequena alteração no magnetismo e no eixo da Terra. 


LINDA: Alteração? 


ADAMUS: Alteração. 


Então, nós pedimos a cada um de vocês que considerem, enfim, permanecer. Mas ficar de um modo diferente. Não do mesmo modo velho. Permanecer com alegria, permanecer... não porque haja um propósito, mas entendam que há um efeito. Não existe propósito, mas existe um efeito. É o contrário do que a mente pensa. Vocês podem fazer coisas sem propósito nem significado, mas que têm um efeito tremendo. Na verdade, é um efeito exponencial nas coisas. 


Assim, queridos Shaumbra, dizemos que são tempos maravilhosos pra estar aqui na Terra. Por que partir agora? Por que começar os preparativos do processo para a sua saída? Por que não soprar vida dentro da vida, dentro daquilo que vocês têm bem aqui? Aproveitem o que podem ser as melhores experiências nesta existência. Finalmente, ter abundância na vida. Finalmente ter alegria. Vocês limparam os armários e as gavetas. Vocês se livraram dos velhos relacionamentos cármicos que, realmente, não combinavam com vocês. E, agora, vão ser os melhores anos. [A plateia vibra e aplaude.] 


Queridos Shaumbra, alguns de vocês estão pensando: “Será que isso é real?” Bem, é tão real quanto vocês queiram que seja. Sim, é. Nós medimos e monitoramos os equilíbrios de energia e os níveis de consciência da Terra o tempo inteiro. Não há melhor momento na Terra do que este. Com certeza, não poderia ser melhor. 


Agora, como posso dizer isso e também dizer a vocês que 2011, 2012 serão um completo caos? Olhem para sua própria vida. Olhem para o que têm vivenciado. Olhem para o que vocês precisaram desestruturar e liberar. Serão os melhores dias da sua vida, Ali. E vou... [Ele entrega a Ali uma placa.] Ah, esta era pra ser sua, hoje, é, “Senhorita Fantástica”. É, sim. [Aplausos da plateia] Depois de tanta dúvida e de carregar tanta coisa por aí que não era sua, pra começo de conversa, estes serão os melhores dias da sua vida. 


Então, como vocês lidam com todo esse caos que vai acontecer? O caos na Terra vai fazer com que os últimos anos pareçam meio que leves, e é tudo apropriado. Como vocês lidam com isso? Vocês inspiram pra dentro de si. Assim como vocês sopram vida dentro da vida, vocês inspiram esse caos – sem medo, sem imaginar se isso vai perturbar seus sistemas, seu espírito, seu Corpo de Consciência. Vocês comem caos. Vocês bebem caos como se bebessem uma garrafa de veneno sabendo que é apenas energia, que vai ser transmutada. Vocês o inspiram e o caos irá servi-los. Realmente, irá. 


Ah. Comprá-lo? Ótimo. Você leva um prêmio. Espere um segundo. Ótimo. Excelente. 


Então, vamos fazer isso agora mesmo. Tem muito... “Respire”. [Ele entrega à mulher uma placa.] Tem muito caos chegando, e é tudo apropriado. Não se deixem levar por ele. Não se deixem levar pelo drama, mas vocês sabem disso. 


2011 – O Ano do Drama. Vamos inspirar isso agora mesmo. Vamos inspirar isso com coragem e sem medo. Os problemas financeiros – literalmente, cidades, estados e, talvez, países, desmoronando porque vão falir. Ah, não! Ah, sim. Literalmente, guerras surgindo em alguns lugares estranhos no próximo ano. Vamos respirar isso. Será que significa que vocês estão apoiando isso? Não, significa que vocês entendem isso. É apenas energia. É uma parte natural do processo. Enquanto respiram, lembrem-se daquilo pelo qual passaram, e lembrem-se de que funcionou. Lembrem-se de que deu certo. Vocês estão aqui pra contar a história. Além de ser uma ótima história. 


Inspirem. Vamos respirar o caos dos próximos dois anos. Não vamos tentar fugir dele. Não vamos tentar curá-lo. Não vamos tentar dar conselhos. Não, como dizia Tobias, nada de aconselhamento. Vamos inspirá-lo. Lembrem-se do que dissemos. O caos é apenas energia. Na verdade, o caos é lindo. A mente vê isso como sendo caos porque ele não segue os velhos padrões, então, ela tenta rejeitá-lo ou endireitá-lo. O humano da Nova Energia, Shaumbra, entende que o caos é belo. É energia em movimento. É energia buscando o potencial novo que for apropriado. Muitas vezes, o caos é energia presa que está se rebelando, que não quer ficar mais presa e tenta encontrar o potencial novo que for apropriado. 


Respirem isso. Não tenham medo. 


Não tenham medo. Respirem isso. 


Para uma pessoa de fora, parece estranho: “Ah, esse grupo, no topo da montanha, respirando caos...” Com certeza. É apenas energia. [Sart se levanta e grita: “Tô dentro!”] [Risadas e aplausos] 


Assim, Shaumbra, só mais uma coisa. Mais uma coisa; sei que é hora da festa de vocês. 



Comunidade da Nova Energia 


Falamos, recentemente, com aqueles que vocês chamam de Anjos do Círculo Carmesim (CC Angels), esse belo grupo que realmente apoia – energeticamente, financeiramente – o que acontece aqui. Agradecemos a todos e a cada um dos membros. 


Falamos com eles sobre comunidade. Comunidade. E o que eu disse, naquela ocasião, era que as pessoas perguntam: “O que está errado com o mundo nestes tempos?” E vocês ficam muito analíticos, teóricos. Mas, quando eles me perguntaram, eu disse: O que está errado com o mundo ou do que o mundo precisa nestes tempos? O mundo precisa, agora, de... [Todos dizem: “Amor, doce amor.”] (N. da T.: Love, Sweet Love, Amor, Doce Amor, é o nome de uma música.) [Risadas] Vocês todos ganham um prêmio. Mas precisam cantá-la a plenos pulmões! 


O que o mundo precisa, agora, é de... [A plateia começa a cantar a música “Love Sweet Love”; Adamus ri.] La ra ra ra ra da. Isso. Talvez no karaokê de hoje à noite. Pra você... ah, esta é sua [falando com Linda]. Não quero pegar esta... “Amor próprio”, Elizabeth. [Ele entrega a Elizabeth uma placa.] “Amor próprio”. 


ELIZABETH: É. 


ADAMUS: Sim. Ótimo. [Alguns aplausos] 


Assim, o que o mundo precisa, agora, na minha humilde opinião, deixando tudo pra lá, é de comunidade. Comunidade. E vocês estão vendo ela acontecer, mais ou menos. Tentando acontecer na Internet e de outras maneiras. Quando falo de comunidades, não quero dizer comunas. Não vamos voltar para as formas comunistas nem para as comunas atlantes ou comunidades que acabam com a identidade do indivíduo. Mas, na verdade, a comunidade da Nova Energia pega os humanos autocapacitados, autorrealizados, coloca todos eles juntos e o que acontece? A soma é maior do que todas as partes. E todo mundo – cada parte individual – pode, então, aproveitar essa soma maior. Mais potenciais são criados do que, possivelmente, vocês poderiam criar sozinhos. Enfim, há um conjunto diferente de potenciais; potenciais que vocês podem aproveitar. 


Vocês têm seus próprios potenciais, seus próprios amanhãs, por assim dizer, mas agora vocês começam a compartilhá-los com os outros. Vocês dois [ele se dirige a duas pessoas] compartilhando seus amanhãs potenciais dá a vocês uma visão diferente do que vocês poderiam ter neste momento. Essa comunidade da Nova Energia já está a caminho. Já está aqui. São vocês. 


Eu desafiei o grupo de Anjos do Círculo Carmesim a sentir o que é a verdadeira comunidade da Nova Energia. Vocês já têm um belo começo. O site de vocês na Internet é uma comunidade. É pra onde vocês vão. É um lugar pra aprender, é um lugar pra se reunir, é um lugar pra obter informações. Quando nos reunimos assim, é uma forma de comunidade. E vocês não precisam seguir orientadores específicos, vocês simplesmente estão aqui. Está acontecendo um compartilhamento neste momento. Vocês saem daqui com mais potenciais e mais, como diriam, energia do que quando entram aqui. 


A comunidade da Nova Energia pode ser – muitos têm sonhado com isso – um centro ou espaço físico – como vocês dizem, uma sede – ou muitos locais. Pode ser tudo isso. Pode ser a mais nova criação de vocês, a Zona do Despertar. É uma comunidade. 


Como eu disse na conversa com o grupo Anjos, os humanos são tribais. Os humanos têm necessidade de se juntar com outros humanos, mais cedo ou mais tarde. Eles gostam de ficar juntos. Isso é bom, mas ao mesmo tempo não tem servido aos humanos muito bem. Vocês deixaram a tribo nos últimos anos, seguiram o próprio caminho. Sim, vocês voltavam a se juntar de vez em quando, mas saíram pra descobrirem a si mesmos. Foram se encontrar. Daí, quando voltam para a comunidade, vocês voltam totalmente diferentes – sem depender dos outros, sem contar com eles, nem se aproveitar deles, mas contribuindo pra esse modelo novo, essa ideia nova de comunidade. 


No que vai dar? Depende de vocês. Temos algumas ideias, mas queremos que vocês sintam isso. O que é a comunidade da Nova Energia? 


Quando vocês sentirem, quando compartilharem, quando desenvolverem a comunidade, ela não fará uma diferença só para o Círculo Carmesim e os Shaumbra; ela começará a fazer uma diferença para o mundo. Começará, então, a fazer uma diferença para todos das Novas Terras que estão vindo. 


Não existe mais só uma Nova Terra. A Nova Terra original sobre a qual falamos, esse espelho da Terra física, foi um lugar inicial. Lembrem-se, existem bilhões de seres angélicos que nunca encarnaram na matéria, que nunca tiveram uma experiência física, que estão esperando pra vir. Suas famílias espirituais, aguardando e observando enquanto vocês passam por suas experiências, querendo passar pelas deles. 


Esta Terra, esta Terra física em que vocês vivem, pode acomodar cerca de 10 bilhões, no máximo, neste momento, por diversas razões. Então, pra onde vão os outros? Para as outras Novas Terras. Onde está o modelo pra essas outras Novas Terras? Bem aqui. 


É por isso que dizemos, queridos Shaumbra, que adoraríamos que vocês ficassem. Adoraríamos que vocês continuassem no corpo físico, mas, agora, tornem isso uma experiência alegre, uma experiência clara e alegre. Tem um efeito profundo em todos esses das Novas Terras que estão vindo, em todos esses que vocês chamam de família espiritual que estão vindo assumir os atributos da realidade física. 


Alguma coisa é alterada daquilo que vocês vêm conhecer aqui na Terra. Algumas coisas muito difíceis desta Terra física não precisarão, necessariamente, ser implementadas nessas outras Novas Terras. Mas esses seres – os seres angélicos, bilhões deles – estão esperando pra fazer a própria ascensão, a própria descoberta do Eu Sou. Eles querem a resposta para a pergunta “Quem sou eu?” Por isso, as Novas Terras estão sendo construídas. Por isso, esta Terra... o que esta Terra vivenciará nesses próximos anos... é tão importante, é tão profundo. E, por isso, vocês escolheram estar aqui. 


Respirem fundo. 


Estamos fazendo uma grande pergunta hoje, e a escolha é de vocês, totalmente de vocês, mas será que vocês ficariam? Será que vocês vão se inscrever de novo, se realistar? [Os Shaumbra dizem: “Sim!”] Mas antes de dizerem sim [risadas], façam por escolha – como querem viver, como querem existir. Vocês percebem, meninas aniversariantes, sim – Kerri, Tanya – que cada dia deveria ser seu aniversário. Cada dia. Cada dia deveria ser do jeito que vocês escolhem. Cada dia deve estar livre do destino, da consciência de massa, do propósito, do carma, das velhas coisas. Cada dia deve ser do jeito que vocês escolherem. 


Então, com isso, queridos Shaumbra, Metatron e eu agradecemos a vocês por nos convidarem. Obrigado por nos permitirem estar com vocês, brincar com vocês, ter alguns momentos sérios. Sabemos que é tempo de celebração, de diversão pra vocês. Celebrem como se não houvesse amanhã. Celebrem como se tudo estivesse aqui. 


E, como vocês se lembram – lembrem-se disso – tudo está bem em toda a criação. 


Com isso, Joyeux Noël! (N. da T.: Feliz Natal, em francês.) 


Eu Sou o que sou, Adamus. 


Tradução de Inês Fernandes mariainesfernandes@globo.com

O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e os desafios do status da ascensão, ajudam outros humanos em suas jornadas, compartilhando informações, atendendo e orientando. Mais de 50.000 visitantes vão ao web site do Círculo Carmesim todos os meses ler os últimos materiais e discutir suas próprias experiências.

Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde apresentam as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Tobias declara que ele e os outros do Círculo Carmesim celestial estão, na verdade, canalizando os humanos. Eles estão lendo nossas energias e traduzindo nossas próprias informações de volta para nós, de modo que possamos vê-las vindo de fora, enquanto as vivenciamos no nosso interior. O "Shoud" é uma parte da canalização em que Tobias fica de lado e a energia dos humanos é canalizada diretamente por Geoffrey Hoppe.

As reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público. O Círculo Carmesim sobrevive com o amor sincero e a doação dos Shaumbra de todo o mundo.

O objetivo dos que fazem parte do Círculo Carmesim é servir de guias humanos e professores àqueles que seguem o caminho do despertar espiritual interior. Não é uma missão evangélica. Pelo contrário, a luz interior é que guiará as pessoas até você para receberem compaixão e atenção. Você saberá o que fazer e o que ensinar nesse momento, quando vier até você o humano precioso e único, pronto para embarcar na jornada da Ponte de Espadas.

Se você estiver lendo isto e sentir a verdade e a conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia humano. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você agora e em todos os momentos que estão por vir. Você nunca está sozinho, porque a família está espalhada por todo o mundo e os anjos estão ao seu redor.

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