Explorando Potenciais

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
A Série (SEGUINTE):
                                                                           

SHOUD 1: 
“Explorando Potenciais” 
Apresentando ADAMUS, canalizado por Geoffrey Hoppe

Apresentado ao Círculo Carmesim
7 de agosto, 2010





Eu Sou o que Sou, Adamus Saint-Germain, aqui, a serviço de vocês.

Achei graça quando estava me preparando pra este Shoud, a nossa 12a série juntos. Primeiro, tenho que cumprimentar Linda pela escolha da música de hoje¹. Foi uma das únicas... foi a única vez em que fiquei satisfeito com a música. [Risadas] Sem querer ofender ninguém, mas ela foi a única que ouviu a música, sentiu as energias incomparáveis por trás da música e encorajou Cauldre a escolhê-la. Uma bela música com a sinfonia e a voz de Sting, que é muito, muito metafísica, caso não tenham reparado. Procurem escutar a música.
 
Vocês captaram? Captaram enquanto a música estava tocando? Fizeram o download? Estava tudo lá! Já falamos sobre isso – vem como se fosse um download enquanto a música toca; desce bem dentro de vocês, fazendo, talvez, os cabelinhos do braço arrepiarem, embora poucos tenham tanto cabelo nos braços, felizmente [risadas]; corre um formigamento pelas costas abaixo; faz com que vocês respirem fundo. Está tudo lá.
 
A mente – a linda e bela mente – questiona, duvida e diz: “Devo estar imaginando coisas.” Mesmo que vocês tenham sensações no corpo, mesmo que sintam isso ao redor, a mente diz: “Bem, preciso esperar e ver o que diz Adamus.”
 
Mas este é o jogo de hoje: vocês fizeram o download. Não é algo extraordinário; é um download de potenciais. Que potencial usaremos hoje daqueles que vocês baixaram? De que maneira levaremos esta conversa, este Shoud?
 
Depende de vocês, totalmente de vocês. Vou entrar no jogo que vocês quiserem jogar. Podemos nos divertir. Podemos rir bastante – ah, uma ótima forma de liberar energia. Podemos ficar bem sérios. [A plateia diz “não”.] Não, não, não, não, não. Não. Posso ficar “pegando no pé” do Vince... [A plateia responde, novamente, “não”.] Não. Não, não, não, não, não. Não. Ou podemos ter um Shoud tranquilo, que transcorra com suavidade. Tudo pode transcorrer com suavidade daqui pra frente. Essa é uma das coisas que faremos hoje.
 
 
A Nova Série
 
É a nossa 12a série. Doze – um número bem importante, David. [Risadas] É um e dois. Na verdade, é o que... O universo tem seu ritmo matemático. Os humanos tendem a trabalhar com a escala matemática de 10. O universo trabalha, de fato, com o 12, na maioria das vezes, nem sempre. Algumas dimensões trabalham com o 4 e com o 66 e todos os outros números, mas, geralmente, o universo conhecido tem uma forma de sempre voltar para suas origens de base “12”.
 
Agora, podemos continuar... Vou, vou entrar numa longa discussão sobre isso na sessão especial “Pergunte ao Adamus”, mesmo que eu não abra pra perguntas; é mais como uma sessão “Com a palavra, Adamus”. [Risadas] Mas podemos chamar de “Pergunte ao Adamus” só pra que os ouvintes se sintam bem.
 
LINDA: Não, vamos chamá-la do que ela é. Acho apropriado “Com a palavra, Adamus”.
 
ADAMUS: Estou fazendo uma lista para a Linda. Quero fazer uma dessas sessões muito, muito em breve: “ETs e Anjos”, ...
 
LINDA: Aah, gostei.
 
ADAMUS: ... “A Verdadeira Diferença”. Não tem diferença. [Risadas]
 
LINDA: Aah, gostei.
 
ADAMUS: Como, particularmente nestes tempos que estão vivendo, vocês sabem que existe um influxo de ETs e alienígenas chegando? Provavelmente, vocês estão sentindo a presença de alguns. Mais do que antes, e eles não estão aqui pra salvar o mundo.
 
LINDA: Você disse: “ETs contra anjos” ou...?
 
ADAMUS: “ETs e Anjos: A Verdadeira Diferença.”
 
LINDA: Certo. Aah. “Com a palavra, Adamus.”
 
ADAMUS: Há uma infusão de ETs e alienígenas bem agora. Anjos estão chegando no momento, e eles não estão aqui, necessariamente, pra salvar o planeta. Não estão aqui, necessariamente, pra ajudá-los. E quero contar uma história, juntamente com Kuthumi, sim, lado a lado, sobre anjos e ETs.
 
Então, também vamos fazer uma... Linda, se você puder anotar...
 
LINDA: Lado a lado?
 
ADAMUS: Lado a lado.
 
LINDA: Como vai ser isso?
 
ADAMUS: Levante-se por um momento. [Risadas] Fique ali.
 
LINDA: Estou me sentindo vulnerável.
 
ADAMUS: Então, primeiro... primeiro, serei eu; [Risadas quando ele se senta na cadeira de Geoff e se levanta de maneira espalhafatosa.] depois, será Kuthumi. [Mais risadas quando ele se senta na cadeira de Linda, imitando Kuthumi.]
 
LINDA: Obrigada pelo esclarecimento.
 
ADAMUS: Tudo que é pra ser feito está registrado.
 
Então, gostaríamos de ter também uma conversa sobre o “12”. É um número importante. No nosso caso, aqui, com os Shaumbra, com a jornada que seguimos ao longo destes anos, 12 é significativo, porque estamos chegando ao fim de um ciclo e entrando em outro.
 
Agora, o que acontece com os ciclos é que eles, em geral, não começam nem terminam abruptamente. Nós não terminamos o 11 e entramos no 12 nem completamos o 12 e pulamos para o 13. Eles se sobrepõem, de certa forma. É por isso que vocês estão sentindo múltiplas energias, múltiplos níveis de consciência de uma vez só. Mas é significativo, porque nós, enquanto grupo, estamos saindo da Zona do Despertar este ano, ao longo de nossas conversas. Vamos além dela, seguindo para os próximos níveis, sobre os quais quero falar hoje.
 
Sim, vocês ainda vão sentir alguns sintomas do despertar. Vocês ainda vão levar algum resíduo. Mas vão descobrir, agora, que essas novas coisas sobre as quais falaremos hoje também vão estar atuando.
 
Então, Cauldre me perguntou, outros membros da equipe também perguntaram, o nome da série seguinte. E eu disse: “Sim.” E perguntaram: “Adamus, qual é o nome da série seguinte?” E eu disse: “Sim.” Às vezes, é um pouco difícil compreender a lógica humana. E Cauldre chegou a ficar um pouco frustrado e... [Adamus desliga um ventilador.] Não gosto desses aparelhos. Você fique com o seu ligado [para Linda]. O meu não.
 
LINDA: Obrigada.
 
ADAMUS: Você que fique esgotada com todas essas energias; eu, não.
 
Então, às vezes, é difícil lidar com a lógica humana, e Cauldre perguntou mais uma vez: “Qual é o nome da série seguinte?” E eu disse: “Sim, é a ‘Série Seguinte’!” Chamaremos esta série de... e quero escrever deste jeito. [Adamus escreve.] Explicarei mais tarde: “(SEGUINTE)”. “Série (SEGUINTE)”, porque ela representa ir para o nível seguinte, e vale para todos nós. Aqueles que ainda estão aqui, aqueles que pularam fora e aqueles que se juntaram ao longo do caminho, nós vamos para o nível seguinte. Será estimulante e, às vezes, frustrante. Vamos além do que vocês podem imaginar no momento. Será... acredito que vamos nos divertir muito. Vamos participar de uma aventura juntos. Então, esta será a “Série (SEGUINTE)”, se puderem escrever deste jeito.
 
 
Onde Vocês Estão?
 
Assim, antes de começarmos, quero que Linda pegue o microfone e vá para a plateia, levando os prêmios de Adamus.
 
LINDA: Pois não, senhor!
 
ADAMUS: Sobraram poucos. Tenho que pedir mais. Junto com os prêmios de Adamus e enquanto nos preparamos, quero agradecer a todos por estarem bem vestidos hoje para esta ocasião especial. [Risadas quando Adamus revira os olhos com sarcasmo.] Sim, Cauldre me colocou neste pijama de abacaxi “cheguei”. [Muitas risadas quando Adamus se refere à camisa estilo havaiano que Geoff está usando.]
 
LINDA: Foi você mesmo que disse para a gente se expressar. É uma expressão.
 
ADAMUS: Estávamos fazendo progressos pelo caminho e aprendendo a respeitar – não a me respeitar, mas respeitar vocês mesmos... estávamos progredindo, mas, olhando pra isto, vai tudo por água abaixo.
 
LINDA: Você não está empolgado com Kaua’i? Você não vai pra lá?
 
ADAMUS: Não vou usar isto em Kaua’i. (N. da T.: Kaua’i é uma das ilhas do Havaí.)
 
LINDA: [rindo] Você vai usar algo pior! [Adamus ri.]
 
ADAMUS: Então, como Linda já está pronta, vou fazer a pergunta: onde vocês estão agora? Onde vocês estão? Mas quero que respondam desta perspectiva: digamos que vocês sejam repórteres televisivos comentando sobre vocês mesmos. Saiam de si um instante. Repórteres televisivos têm normalmente, o quê? 30, 40 segundos pra contar uma história? Então, sejam sucintos. Onde vocês estão neste momento?
 
Onde vocês estão neste momento? Se não se importa, Linda.
 
LINDA: O prazer é todo meu.
 
ADAMUS: E vamos aos voluntários da plateia.
 
LINDA: [entregando o microfone pra alguém] Você é um voluntário! [Risadas]
 
ADAMUS: Isso é o voluntariado da Nova Energia.
 
GREG: Sim. Certo. Estou agilizando...
 
ADAMUS: Agilizando. [Adamus escreve.]
 
GREG: ... o processo de integração, de fato. [Ele continua escrevendo.]
 
ADAMUS: O que isso realmente significa pra quem está nos assistindo e não faz ideia do que você está falando?
 
GREG: Significa que, quando eu vim pra cá hoje, pensei: “Não me importo mais com o que diz Adamus. Só venho aqui pra estar com a família.”
 
ADAMUS: Excelente. Um... dois prêmios de Adamus pra ele.
 
LINDA: Ah, puxa vida. Você sabe que estou com o estoque limitado!
 
ADAMUS: Dois prêmios de Adamus, porque não tem a ver com o que eu digo. Tudo que eu faço é devolver o que vocês dizem. Então... excelente!
 
LINDA: Esvazie os bolsos.
 
ADAMUS: Não tem dinheiro hoje.
 
LINDA: Esvazie os bolsos.
 
ADAMUS: Acho que Cauldre deixou tudo em casa. Deixe-me ver... temos uma bala de hortelã, mas ele precisará dela.
 
LINDA: No outro bolso.
 
ADAMUS: Nada. Então, ótimo, dois prêmios de Adamus.
 
LINDA: Certo, está feito.
 
ADAMUS: Ótimo, o próximo.
 
LINDA: Alguém mais?
 
ADAMUS: Onde você está? Você é repórter de sua própria vida. Onde você está? Como você colocaria isso de maneira sucinta?
 
CAROLINE: Onde estou hoje...
 
ADAMUS: Isso. Como você está? Bem, como você faria um relatório breve de sua vida nesta estrutura geral do agora.
 
CAROLINE: Hoje, estou pensando em superar a dor, que, evidentemente, eu criei.
 
ADAMUS: Ah.
 
CAROLINE: E encontrar alegria, felicidade no meio de tudo isso.
 
ADAMUS: Excelente! Você está pensando nisso, e é isso que vou escrever. [Adamus escreve “Pensando”.] Ótimo. Você vai adorar isto aqui hoje. Obrigado. O próximo.
 
MULHER SHAUMBRA: Estou em transição.
 
ADAMUS: Transição. Então, vou vê-la do outro lado em breve? [Risadas]
 
MULHER SHAUMBRA: Não é esse tipo de transição. É como...
 
ADAMUS: Você está gostando da transição?
 
MULHER SHAUMBRA: Bem, é relativo.
 
ADAMUS: Certo. Melhor do que umas coisas, pior do que outras.
 
MULHER SHAUMBRA: Ah-hã.
 
ADAMUS: Você está fazendo a transição...
 
MULHER SHAUMBRA: De um furacão de categoria cinco, nos últimos anos da minha vida, para um centro de paz.
 
ADAMUS: Exatamente. E você encontrou esse centro de paz?
 
MULHER SHAUMBRA: Alguns dias, sim.
 
ADAMUS: Alguns dias. E se eu lhe der a notícia, saída do forno, de que você, provavelmente, não vai encontrar essa “paz”? E isso serve pra todos vocês. Se estão buscando paz, estão no grupo errado. [Risadas] Definitivamente, estão no grupo errado.
 
LINDA: Tranquem as portas.
 
ADAMUS: Existem remédios para a paz, mas nós não estamos caminhando para a paz. Digo isso agora mesmo. Vamos caminhar para algo dinâmico, entusiástico, energético, vibrante, impressionante, que está além do além, mas não vamos ficar em paz. Tudo bem?
 
MULHER SHAUMBRA: Eu gosto de coisas vibrantes. É bom.
 
ADAMUS: Vibrante, sim. Certo. Mas você está em transição, e onde você está nessa transição? Você está pendendo mais pra este lado ou este outro? [Adamus gesticula.]
 
MULHER SHAUMBRA: Estou pendendo mais para o lado vibrante.
 
ADAMUS: Mais para o lado vibrante. Certo, ótimo. Ótimo. Você vai se divertir hoje, espero. [Adamus escreve “Em transição”.] O próximo.
 
JOE: Hum... [Kerri, mulher de Joe, diz algo pra ele.]
 
LINDA: Ele está recebendo uma colinha! [Risadas]
 
JOE: Estou é percebendo que não sei. Eu não sei.
 
ADAMUS: Não sei. Ótimo. Você gosta disso? Eu não sei! [Risadas]
 
JOE: Estou satisfeito.
 
ADAMUS: Tá.
 
JOE: Estou satisfeito.
 
ADAMUS: Satisfeito. Sério? Mesmo.
 
JOE: Eh, um pouco enlouquecido.
 
ADAMUS: Você sabia que é pecado mentir pro Adamus? [Risadas] Você sabe o que acontece?
 
JOE: Tudo bem.
 
ADAMUS: Certo. Vai lá. Onde você está?
 
JOE: Bem, eu... sei lá... acabei de sair de uma tempestade violenta.
 
ADAMUS: É. Outra... outra tempestade violenta! Últimas notícias: Joe está passando por mais uma tempestade violenta! [Risadas] No ano passado, Joe estava numa enorme tempestade. No ano retrasado, Joe estava numa enorme tempestade. Joe gosta de passar por enormes tempestades.
 
LINDA: Que maldade...
 
JOE: Acho que sim.
 
ADAMUS: Sim, sim. E tudo bem. Com certeza, está tudo bem, se você reconhece isso. Mas, quando não reconhece, quando finge que não está escolhendo isso, daí, você fica em apuros. É.
 
JOE: É.
 
ADAMUS: É. Então, onde você está agora?
 
JOE: Aqui. [Risadas]
 
ADAMUS: Isso é ótimo! É profundo. Merece não só um prêmio normal de Adamus, mas um prêmio de “Senhor Incrível”.
 
LINDA: “Senhor Fantástico”. [Linda corrige o nome do prêmio.]
 
JOE: Por quê? Obrigado, Adamus.
 
ADAMUS: Vamos... levante-se e venha até aqui. Venha até aqui pra que todo mundo veja você. Sim, fico contente que tenha se arrumado devidamente pra esta cerimônia especial. [Ele diz também com ironia; risadas] Vá em frente. Eu seguro isto pra você. [Adamus pega o microfone de Joe pra que ele segure o pacote que Adamus lhe entregou.]
 
JOE: No momento, estou... é atordoado...
 
ADAMUS: É.
 
JOE: ... com tantos níveis loucos. Mas estou percebendo que preciso estar aqui, agora. E também sinto que é como se meu eu eterno estivesse vindo para o momento. Esse é o processo de integração. Pra mim, essa é a melhor forma de descrever.
 
ADAMUS: Mas o que você não está reconhecendo é que isso é fantástico. Você está olhando de uma perspectiva – de um ângulo televisivo ruim – de dúvida e não de confiança em si mesmo. Aquilo pelo que você tem passado não é, de fato, tanto assim. [Risadas] Mas você está construindo dessa forma. Você está transformando isso em algo maior do que precisa ser. É como se você estivesse preso na situação. Eu lhe direi mais tarde o porquê, mas agora quero que você descubra quem você realmente é. Você está pronto?
 
JOE: Estou.
 
ADAMUS: Abra o pacote.
 
JOE: Ah. [Risadas]
 
ADAMUS: Sim. Eu não lhe dei apenas um tubo de papelão.
 
LINDA: Um lado já está aberto.
 
JOE: Tem alguma coisa pra ajudar?
 
LINDA: O outro lado já está aberto.
 
ADAMUS: Uma faca?
 
LINDA: Vai cair. Vai cair de dentro.
 
ADAMUS: Ah, Garret, esse é o cara. [Garret entrega a Joe uma faca.]
 
LINDA: Já está aberto. [Risadas] Não entregue uma faca ao Adamus.
 
ADAMUS: Você fez isso numa vida passada, quando expulsei você. [Adamus fala para Garret.] Era uma espada. Bem maior que isso. Mas... [A plateia reage com aplausos e aclamações quando Joe levanta uma placa de metal que diz: “Senhor Fantástico”.]
 
E, veja bem... não acabamos aqui, Senhor Fantástico... [Joe estava voltando para o seu lugar.] É uma questão de perspectiva, uma questão de potenciais. Pra onde você quer olhar? O que você quer focar? A tempestade? Então, ela acontecerá. Ou o Mestre Fantástico? (N. da T.: Trocadilho entre mister, senhor, e máster, mestre.) Não entendo por que um humano, por que você, não iria preferir se concentrar em ser o Senhor Fantástico. É mais divertido focar a tempestade? É. [Alguém diz que não.] É, sim. Quem disse não? [Risadas quando Adamus olha procurando a pessoa na plateia.]
 
LINDA: Pegou você!
 
ADAMUS: [falando com a pessoa da plateia] Tem razão. É lógico que não deve ser mais divertido focar a tempestade, mas até você faz isso. Você faz isso. Tem uma certa energia, uma atração que puxa vocês pra tempestade. Mas, ao mesmo tempo, existe uma placa na sua mesinha que diz: “Mestre Fantástico.” Vocês não querem olhar pra ela; vocês querem olhar pra tempestade.
 
Tem uma lógica estranha que diz: “Preciso acabar com as tempestades antes de reconhecer que sou o Senhor Fantástico.” [Adamus pega a placa de Joe.] Então, você está sempre acabando com tempestades ou lutando contra elas. Você está sempre derrubando moinhos. Por quê? Você também é um Mestre Fantástico. E é para aí que estamos caminhando agora. Vamos falar nesta Série (SEGUINTE) sobre potenciais e como vocês estão escolhendo esses potenciais em sua vida. Tem uma coisa...
 
LINDA: Isso [a placa] ficou bem na frente da sua camisa.
 
ADAMUS: Ficou.  
 
LINDA: É.
 
ADAMUS: Não desta camisa. Em frente da calça, talvez, mas... [Risadas] Na minha cabeça, talvez, mas... [Mais risadas quando ele segura a placa na cabeça.] Chama muita atenção. Então... É, combina. [Ele coloca a placa na frente de Joe.]
 
Bom, vocês todos têm esse vício, e vamos resolver isso, um vício pelas tempestades, pelo drama, pela necessidade de aprimoramento, essas coisas todas. Já acabamos com isso. Não acabamos? Não acabamos? [A plateia responde que sim e aplaude.]
 
JOE: Obrigado. Muito obrigado, Adamus.
 
ADAMUS: Não acabei com você ainda. [Risadas] Eu tenho realmente que dizer: pela primeira vez, eu senti a evidência em nossa recente reunião em Munique, quando percebi que os Shaumbra estão realmente prontos pra seguir em frente, pra se livrarem desse vício, pra deixarem de focar as tempestades. As tempestades são reais. As tempestades estão na sua vida pessoal e todas essas coisas são reais. Não quer dizer que é pra escondê-las, negá-las ou se submeter a elas. Vocês nunca irão se submeter a elas. Tem a ver com qual potencial vocês vão escolher. Esta Série (SEGUINTE) vai ser toda sobre potenciais. Vocês vão ficar cansados de me ouvirem falar de potenciais e “potencialar”, lidar com os potenciais. Vocês vão querer... [Adamus faz gesto de vomitar.] Mas é importante. Realmente é. É o próximo passo como criadores conscientes, e está bem aqui.
 
(N. da T.: “Potencialar” é um verbo criado no Shoud 10 da Série dos Mestres, como fez Adamus, para explicar o trabalho que é realizado com os potenciais. Não existe um verbo que derive da palavra potencial, apenas de potência, como potencializar e potenciar, cujos significados não cabem aqui. Lidar com potenciais do modo como é proposto na Nova Energia é algo que nunca foi feito antes, sendo natural, portanto, que não exista um verbo próprio para designar essa ação. A invenção de palavras é um elemento facilitador que distingue seu significado de qualquer outro já existente. Estamos acostumados com isso na Informática, com exemplos como deletar e inicializar.)
 
Assim, quero que você coloque isso [a placa] no painel do seu carro, e, depois, quando for pra casa, coloque em sua mesa de cabeceira, porque esse é um potencial que você também pode escolher. Você não precisa escolher as histórias ruins. Você pode escolher o Senhor Fantástico.
 
Mas tenho que perguntar uma coisa antes de deixá-lo ir: você aceita ser o Senhor Fantástico? Não minta pra mim. Você já fez isso uma vez hoje. Será que você aceita que é...
 
JOE: Não importa o que aconteça.
 
ADAMUS: Você aceita que é o Senhor Fantástico?
 
JOE: Aceito.
 
ADAMUS: Aceita, mesmo quando o mundo lá fora disser que você é um babaca? [Risadas] O mundo diz isso a todos vocês. Vocês estabeleceram que fosse dessa forma. Vocês estabeleceram que todas as evidências – evidências externas – dissessem que vocês são... seja lá o que for. Você não vale nada. Você é um babaca. Você é um perdedor. Você é um mentiroso. Você é o que quer que seja.
 
A pergunta é: será que você pode, realmente, aceitar isso, de modo que não sejam apenas palavras porque estamos aqui na frente, mas realmente aceitar isso?
 
JOE: Posso.
 
ADAMUS: Eu... não minta. [Risadas] Eu aceito. Eu realmente aceito. Mas não me tome como exemplo. Você aceita realmente?
 
JOE: Sim! [Ele diz num tom mais alto.] Sim, eu posso aceitar!
 
ADAMUS: Não acredito. [Risadas] Não, não, não, não, não. Não, mesmo. Você quer acreditar. Você quer aceitar, mas...
 
LINDA: Será que ele pode pedir pra você sumir? [Risadas]
 
ADAMUS: Pode, sim, sim. Eu quero que ele peça. [Mais risadas]
 
JOE: Suma!
 
ADAMUS: Agora, sim! Ótimo. Agora, só pra lembrar – só pra você não esquecer isso –, feche os olhos, por favor. Feche os olhos.
 
LINDA: Eu não fecharia.
 
ADAMUS: [Risadas quando Adamus faz uma marca na testa de Joe com a caneta.] É só isso! Uma pequena... é, só isso. Vai servir pra lembrá-lo do acordo que você fez com você mesmo bem aqui.
 
JOE: Obrigado.
 
ADAMUS: Não ficou interessante? Você vai sair por aí com isso? [Risadas quando Kerri diz que não.] Então, obrigado, Senhor Fantástico.
 
JOE: Obrigado.
 
ADAMUS: Senhor Fantástico! [Aplausos da plateia.]
 
LINDA: Parece a marca da Quarta-feira de Cinzas na testa dele. (N. da T.: Em algumas vertentes da religião cristã, na Quarta-feira de Cinzas, as pessoas recebem a marca da cruz na testa feita com cinzas.)
 
ADAMUS: Com certeza.
 
LINDA: É a Quarta-feira de Cinzas, sim.
 
ADAMUS: De onde você acha que emanam tantos problemas? Certo, o próximo. Quem é o próximo?
 
LINDA: Ah, espere. Foi Steven Green que fez esse prêmio com base na sua indicação de que ele era o Senhor Fantástico. Então, obrigada, Steven Green.
 
ADAMUS: Obrigado, Steven Green. Obrigado. [Aplausos da plateia.]
 
LINDA: Quem é o próximo? Fácil.
 
ADAMUS: Reparei que não tem um prêmio de Senhora Fantástica e...
 
LINDA: Depois. [Risadas]
 
ADAMUS: Então, sim. Onde você está no momento, Ricki?
 
RICKI: Estou à beira de algo muito estimulante, e não importa se não sei, exatamente, o que é, porque eu... eu sei que estou no processo de descobrir o que é.
 
ADAMUS: Quer uma dessas? [Levantando a caneta.]
 
RICKI: Não. [Adamus ri.]
 
ADAMUS: À beira de. [Ele escreve.] Certo. Sei o que está dizendo. É uma desculpa esfarrapada. Realmente, pra todos vocês. Entendam, é como... uma cenoura. E sei que vocês sentem isso, mas por quanto tempo vocês sentiram isso?
 
RICKI: É verdade. Um tempão.
 
ADAMUS: Um tempão, obrigado. Sabem, apesar disso, é um bom sinal quando vocês começam a se sentir à beira de um progresso, de um grande progresso. É realmente um bom sinal. Significa que vocês vieram de um longo caminho para o despertar, porque podem finalmente senti-lo. Mas os humanos impõem a si uma interessante dinâmica de energia pra se manterem à beira, quase lá.
 
Estar quase lá é uma coisa sensual. Não nesse sentido... Tudo bem, nesse sentido. [Risadas] Agora que pensei melhor. Estar na iminência de, prestes a acontecer. Logo ali. É atraente, sedutor e, como diria Kuthumi, um tanto excitante, a coisa estar logo ali. Mas, depois de um tempo, essa energia meio que faz vocês retrocederem, porque, daí, vocês começam a ficar deprimidos e, energeticamente, esgotados. Acontece assim: “Bom, então, cadê?” Bem, vocês determinaram que isso estaria lá adiante, permaneceria lá fora e isso vai obedecer. Vai obedecer até que vocês realmente mudem a dinâmica.
 
E, Ricki, bem como todos vocês, tenho que dizer agora que não se consegue pensar num meio de sair dessa beirada. Eu preciso empurrá-la. Ou que você se jogue. Mas é ótimo. É ótimo. Estar quase lá. Mas, hoje, vamos transmutar isso em algo como estar no fluxo, no seu jogo, com sua Nova Energia, na integração com seu espírito. Obrigado. O próximo.
 
LINDA: [falando com Edith] Tem certeza de que está pronta?
 
EDITH: Oi, Adamus.
 
ADAMUS: Olá, Edith.
 
EDITH: Eu Sou o que Sou nesta sala e com alegria.
 
ADAMUS: Isso.
 
EDITH: E está tudo bem.
 
ADAMUS: Com certeza! Brilhante. Um prêmio. Um prêmio. Você sente mesmo isso?
 
EDITH: Totalmente.
 
ADAMUS: Ótimo. Confio em você. Você nunca mentiria pra mim. [Algumas risadas]
 
LINDA: Sério?
 
ADAMUS: Sim, obrigado. Mais um.
 
LINDA: Mais um?
 
ADAMUS: Mais um.
 
LINDA: Vamos tentar alguém... ah, aqui. Está bem.
 
MULHER SHAUMBRA: Ah, estou peneirando os potenciais. Eles vêm a mim, constantemente. Eu exploro esses potenciais. Olho pra eles. Sinto-os. Eu passeio com eles. E não consigo me decidir.
 
ADAMUS: Ah!
 
ALAYA: Ah!
 
ADAMUS: Ah!
 
ALAYA: Ah!
 
ADAMUS: Ah, que ótimo!
 
ALAYA: Ah! Ah!
 
ADAMUS: Isso é muito, muito bom. Então, explorando os potenciais. E, na verdade, eu diria que merece um prêmio. Explorando potenciais. [Ele escreve.]
 
Alguns de vocês... cada um de vocês tem feito isso. Vocês fazem no estado de sonho. Vocês estão explorando os potenciais, ou “potencialando”. É por isso que os sonhos são como são agora. Eles tendem a ser mais vívidos, mais cheios de vida, e mudam muito rapidamente, assim como vocês trocam de canal de TV.
 
Vocês estão explorando os potenciais, mas, agora, vem a parte importante que você mencionou, a parte humana que diz: “Qual deles eu escolho?” Alguma coisa faz um clique nessa altura – falaremos sobre isso daqui a pouco – e diz: “Isso é perigoso. Por que só escolher um? Ou se eu escolher e for o errado?” Ou, de fato, outra parte de vocês fica dizendo: “Ficar só explorando os potenciais é, na verdade, muito recompensador em si, por que me comprometer?” Por que se comprometer? Vocês têm que se comprometer porque, depois de um tempo, ficar só explorando, sem escolher, vai ser como comer algodão-doce no café da manhã, no almoço e no jantar, vai ser como comer muito açúcar, que faz com que se sintam bem, mas os potenciais precisam se realizar, se manifestar. E para a sobrevivência do Corpo de Consciência do humano – da mente, do corpo físico – é necessário que isso aconteça. É preciso que aconteça, do contrário, vocês vão entrar num estranho tipo de desequilíbrio. Não necessariamente mental, mas um desequilíbrio energético. Então, digo novamente, falaremos sobre isso hoje. Parece que vamos falar de muita coisa hoje.
 
Então, vamos respirar fundo. Vamos para a próxima etapa.
 
 
A Mente
 
Noutro dia, fizemos um experimento usando a Internet, com os Shaumbra e outros ao redor do mundo². Foi um experimento que eu quis trazer antes de fazermos, de fato, aqui – aqui neste Shoud. Tem a ver com a mente. E uma coisa que todos vocês estão vivenciando agora – no momento – de um modo muito bonito, mas às vezes confuso, é ir além da mente. E isso é uma coisa difícil.
 
Como eu disse em nossa conversa nesse programa de rádio pela Internet, a mente é muito programada. Pra começar, ela é altamente suscetível à programação. São muitas existências – muitas, muitas existências – de programação, doutrinação, constantes informações, regulamentos e regras que vão para a mente.
 
A mente foi amarrada à consciência de massa. A consciência de massa, na maior parte das vezes, não faz nada além de governar, ordenar, controlar e manipular as atividades mentais dos humanos. A consciência de massa.
 
Agora, vocês pensam na consciência de massa como se fosse talvez algo grandioso. A consciência de massa está, no momento, trabalhando com seus tentáculos em cada humano da Terra, interligado a outro humano, que está, agora, sendo infiltrado por Ets e anjos; portanto, o controle, a manipulação acontece de forma muito intensa.
 
As pessoas estão... estão hipnotizadas, totalmente hipnotizadas, e cada um de vocês sabe disso e sente isso. Há uma parte de vocês que há anos vem se rebelando contra isso. Desde que vocês vieram pra cá pra Terra, nesta existência, uma parte significativa de vocês tem se rebelado contra isso. Tem sido assim por muitas, muitas existências.
 
Anos atrás, Tobias falou sobre liberar a consciência de massa, então, vocês colocaram em movimento os mecanismos pra começar a fazer isso. Mas vocês chegam a um ponto que é preciso... não é bem o termo certo... mais vigor, mais determinação, mais escolha pra sair dessa consciência de massa e da própria prisão mental. Da própria prisão mental. Dei um exemplo na outra noite. É um beco sem saída.
 
O exemplo foi este... se não sabem bem como é um beco sem saída... o exemplo que usei na outra noite: Vocês trabalham num edifício, digamos num edifício de 20 andares, altamente seguro, com pouquíssimas janelas. Tudo no prédio é controlado, desde o fluxo de ar até o fluxo de energia, de água, quem entra e quem sai. [Pausa enquanto Adamus belisca uma comida no fundo da sala.] Hmmm... interessante... Os Shaumbra comem coisas muito interessantes. Não estou julgando, é apenas [ele tosse] uma observação.
 
LINDA: O que você comeu?
 
ADAMUS: Uma porcaria qualquer. [Risadas] Vou lavar com esse líquido podre gelado. [Mais risadas quando ele bebe refrigerante.] Mal posso esperar pra voltar à Terra um dia. [Ele fala ironicamente; risadas]
 
Então, vocês trabalham nesse edifício de segurança máxima, altamente monitorado com relação a tudo, e querem sair desse prédio. Vocês querem sair do prédio, porque, vejam bem, quem quer ficar num edifício 24 horas por dia? Vocês querem sair para, ao menos, dar uma caminhada no parque e ver o que está acontecendo, porque vocês também sabem que todas as informações que recebem nesse edifício, que chegam até vocês – informações que vocês têm acesso pela Internet ou outras mídias – são altamente controladas, altamente reguladas. Parte de vocês quer realmente sair, deixar o prédio.
 
Então, vocês começam a perguntar às pessoas: “Como se sai?” E elas dizem: “Ah, é fácil. Você tem que atravessar a rua até o prédio em frente e pegar um passe pra poder sair deste prédio.” [Pausa] Era pra rirem neste momento. [Risadas]
 
LINDA: Quer mais alguma porcaria pra comer ou beber?
 
ADAMUS: Isso é um beco sem saída espiritual, um beco sem saída mental-espiritual. Vocês estão tentando encontrar um meio de sair dessa limitação. Está tudo centralizado na mente. Vocês estão tentando sair disso. Vocês sabem que existe algo mais lá fora. Vocês sabem que existem outras dimensões bem aqui – aqui – ao redor. Vocês sabem. Vocês querem acreditar. Vocês ficam fazendo afirmações e elas não valem nada. Afirmações são mentais. Afirmações e todas essas coisas – das quais falei noutra noite, e ainda não recebi nenhum e-mail negativo... mas todas essas cerimônias, afirmações, cânticos... tudo isso é tão terrivelmente mental. É uma piada! Uma piada pra cima de vocês. Vocês acham que se alinharem os cristais de determinado modo, se ficarem em pé do lado de fora quando as estrelas estiverem alinhadas... o que quer que seja é uma droga de piada. Não tem nada de espiritual nisso. É mental. É uma coisa mental que finge ser espiritual, e vocês caem nessa. Diabos, vocês criaram muitas dessas coisas! [Adamus ri.] Não vão rir? [A plateia ri para atendê-lo.]
 
LINDA: Não era melhor levantarmos uma plaquinha?
 
ADAMUS: Precisamos de uma placa.
 
LINDA: Providenciarei uma.
 
ADAMUS: Eu gostaria que, pelo menos, os ouvintes online pensassem que estou conseguindo...
 
LINDA: Claro, claro. Vamos arranjar uma placa pra você.
 
ADAMUS: Então, vocês estão aqui. Esse edifício representa a mente de vocês: altamente regulada, contida por dentro e por fora, excessivamente controlada. Não por forças externas maléficas, mas pela sequência de eventos que estão acontecendo no planeta. Ninguém está, de fato, controlando essa consciência de massa. Somente vocês controlam o próprio cérebro, mas vocês tentam sair dessa prisão mental. Vocês tentam sair da prisão da mente usando ferramentas da mente. E, quando disseram antes que estavam quase lá, quando você disse que estava à beira de, esse é outro jogo mental. A mente se adapta a isso com rapidez e diz: “Vamos ficar ‘à beira de’ o tempo inteiro.” Uau! A mente ainda está no controle.
 
Pensar, simplesmente explorar potenciais e não trazê-los para a Terra – é tudo coisa da mente. Tudo coisa da mente. Vocês tentam sair da mente, ou ir além da mente, usando ferramentas que a própria mente criou. E vocês não conseguem. Essas ferramentas foram criadas de maneira inteligente e só vão afundá-los ainda mais. Nunca trazê-los à superfície. Elas só vão enterrá-los mais fundo.
 
Então, quando vocês começam a exagerar com a numerologia... qual é seu número sagrado... Só tem um número sagrado. Um! Vocês! Apenas vocês. Essa é a única porcaria de número sagrado que existe! [Risadas] Eu ia dizer outra palavra, mas, não, Cauldre não gosta. Ele recebe e-mails ruins quando eu digo bosta... ah, outras palavras...
 
Desse modo, sua mente é uma piada, porque agora ela tem vocês nas mãos. Ela vai pegar todo aquele negócio de: qual é seu número sagrado? Qual é seu... vocês me desculpem... seu signo? Astrologia tem valor até certo ponto – fui professor de Astrologia na minha vida como Saint-Germain –, mas, na maior parte das vezes, agora, os humanos estão usando-a de maneira inadequada, e é por causa da mente. É a mente. As pessoas acham que é uma ferramenta pra se libertarem, pra saírem da prisão mental. Mas é a mente rindo e dizendo: “Vou ficar com você, queridinho. Você não vai sair. Não vai a lugar nenhum.” E, vejam bem, não importa o que seja, não estou falando de uma coisa específica, mas, até certo ponto, a mente fica lá, se agarra a isso, manipula e usa isso pra levar as pessoas mais para o fundo.
 
Vocês viram o filme... tenho certeza de que muitos de vocês viram; é o filme de vocês... Matrix? Matrix representa demais esse vai e vem, essa estrutura, essa ilusão.
 
Então, a pergunta é, em algum momento... a propósito, não há nada de errado com a mente. Esse é o modo como ela foi programada e manipulada. Em sua essência, não há nada de errado. Ela é fantástica. Ela é maravilhosa.
 
Então, a pergunta passa a ser: Como vocês vão além dela? Como... Alguém se habilita?
 
KATHLEEN: Respirando!
 
ADAMUS: Respirando. Esse é um excelente começo. Obrigado, Kathleen. Seu progresso é impressionante. Impressionante. Fantástico. Precisamos de uma “Senhora Fantástica” pra você.
 
KATHLEEN: Ah, obrigada.
 
ADAMUS: Sim, é. Faremos uma pra você.
 
KATHLEEN: Certo.
 
ADAMUS: Já fiz o pedido.
 
KATHLEEN: Tudo bem.
 
ADAMUS: Ótimo. [Risadas] Já está sendo providenciada.
 
Então, de que maneira vocês... digamos que vocês estejam na mente. Agora, obviamente, ao mesmo tempo, vocês não estão na mente por inteiro, porque há uma parte de vocês – chamem como quiser – mas eu chamo de Eu Sou, o verdadeiro vocês, o vocês real, que sabe que isso simplesmente não está certo. E, mais do que qualquer outra coisa, essa parte está cansada do jogo. Quer sair. Quer fugir. Quer se libertar.
 
Mas a mente tem exercido muito domínio sobre vocês. Novamente, digo, não a culpem; ela está apenas ditando a dinâmica. Então, o que vocês fazem?
 
SHAUMBRA: Jogamos.
 
ADAMUS: Jogam.
 
KERRI: Nos manifestamos. Bebemos.
 
ADAMUS: Bebem. Bebem. [Risadas quando outras pessoas também dizem “bebemos”.] É.
 
SHAUMBRA: Cantamos.
 
ADAMUS: Cantam.
 
LINDA: Kerri recebe um prêmio por isso?
 
ADAMUS: Pelo quê?
 
LINDA: Por dizer “bebemos”.
 
ADAMUS: Ah, na sala, temos vários que costumavam beber. Então, sim, um prêmio pra todos eles.
 
LINDA: Não tenho tanto prêmio assim, poxa!
 
ADAMUS: Sim, sim.
 
LINDA: O quê?
 
ADAMUS: Prêmios... sim.
 
LINDA: Ah, pelo amor de Deus. Vamos ficar sem nenhum.
 
SHAUMBRA: Criamos.
 
SHAUMBRA: Nos comprometemos.
 
ADAMUS: Todas são respostas boas. Respostas boas.
 
SHAUMBRA: Confiamos.
 
SHAUMBRA: Escutamos o coração.
 
ADAMUS: Escutam o coração. Com certeza. Todas são ótimas respostas. Não ouvi uma ruim até agora e, se ouvir, vou voando até aí. [Risadas]
 
LINDA: Tem alguém no microfone aqui.
 
ADAMUS: Sim.
 
STEVEN: Ela é que me entregou o microfone. Não sei por quê.
 
ADAMUS: Sim. Para que ofereça sua profundidade – ou profanação – para este grupo. [Adamus erra ao falar profundidade, soando como profanação, em inglês, e ele repete a palavra correta, mas reforça a errada também.]
 
STEVEN: Onde estou agora?
 
ADAMUS: Não, não, não. [Risadas] Steven, de agora em diante você senta aqui na frente. Sua mente está no mundo da lua. Tudo bem. Temos remédio pra isso. [Risadas]
 
LINDA: Qual é a pergunta?
 
ADAMUS: A pergunta é: então, se uma pessoa está na mente, como ela sai da mente?
 
OUTRO SHAUMBRA: Escolhendo.
 
MAIS UM SHAUMBRA: Vivenciando.
 
ADAMUS: Escolhendo. Todas ótimas, ótimas.
 
LINDA: Temos alguém ao microfone aqui!
 
ADAMUS: Escolhendo, vivenciando.
 
STEVEN: [ao microfone] Esgotando a mente.
 
ADAMUS: O quê?! Essa é realmente... realmente, uma resposta ruim, e é uma resposta muito boa. É, na verdade, um conselho muito ruim. Mas adivinhe? É isso que você faz. É o que vocês fazem. Mas não faça mais isso. Devolva o microfone pra ela [Linda]. Não quero que diga mais nada. [Risadas]
 
Você, de fato, merece um prêmio por isso. Sim.
 
LINDA: Ah, um prêmio por dar uma resposta ruim. Gostei!
 
ADAMUS: Bem, foi uma resposta ruim – esgotar a mente – mas, realmente, foi muito verdadeira.
 
Então, o que um humano faz quando quer transcender as limitações da experiência humana?
 
SHAUMBRA: Desconsidera o tempo.
 
ADAMUS: Esgota... não, o que ele realmente faz? É uma boa resposta, mas o que ele faz... não, não. Vou dar a resposta agora.
 
LINDA: Scott tem uma...
 
ADAMUS: Vou dar a resposta.
 
LINDA: Ah, você... ah, tenho que lhe dar um prêmio também? [Risadas]
 
ADAMUS: Não. Eu sou meu próprio prêmio. [Risadas e aplausos] E cada um de vocês também deveria ser.
 
Então, agora, essa é realmente boa. Realmente boa, porque, tipicamente, o que acontece é: quando vocês entram nessa dinâmica, como queiram chamar, do despertar, vocês sabem que é hora de se libertar e a mente se tornou a limitação. E vocês não podem ficar zangados com a mente, mas ela é a limitação. É a única que cria uma realidade artificial muito limitada.
 
O Eu Sou, o coração, como queiram chamar, sabe que existe algo mais lá fora, e agora quer acabar com esse tipo de conflito... Você vai continuar com a gente? [Adamus fala com Linda, que saiu pela porta um instante.]
 
LINDA: Está bem agradável lá fora. [Risadas]
 
ADAMUS: Vai entrar nesse conflito, e agora vocês ficam nessa batalha constante pra frente e pra trás, o que consome uma tremenda energia.
 
Mas o que quase sempre acontece... e no exemplo que costumo dar de Buda, de Sidarta, foi que ele achava que, negando a mente, negando o corpo, o espírito iria sobressair. Um conselho ruim. Muito ruim.
 
Por que o espírito iria querer se sobressair ou o seu divino desabrochar se você está sofrendo? Se seu corpo está doendo, se você está desgastando a sua... Chega quase a sair fumacinha do ouvido de vocês, às vezes, porque vocês pensam muito. Mas vocês vão é queimar a mufa. Vocês acham mesmo que queimando a mufa e destruindo o corpo, de repente, vão ganhar um corpo novo? Droga nenhuma. Vão conseguir morrer. Bem, isso, no final, dará a vocês um corpo novo, mas não, realmente. É como se fosse o mesmo velho corpo, apenas renascido de novo. E vocês ainda terão as mesmas questões – as mesmas questões mentais.
 
Então, de fato, o que acontece é um esgotamento, pensando que esse é o meio de, basicamente, aniquilar a mente. Vocês não precisam fazer isso. Não precisam. A mente não é sua inimiga. Não, mesmo. É um belo dispositivo, não a sua inimiga.
 
 
Como Sair da Mente
 
Bem, tudo que vocês têm que fazer – tudo que temos que fazer – e quero fazer agora, mas desta vez não precisamos derrubar a Internet como na outra noite... Não precisamos causar nenhum dano eletrônico, porque vamos fazer esse negócio muito tranquilamente.
 
É tão simples que eu vou rir e chorar ao mesmo tempo. É tão simples que farei uma aposta com vocês. Sua mente vai interferir e dizer: “Humm, não acredito. Ele está fazendo isso... não eu. Comigo tem que ser mais difícil. Comigo tem que ser mais... Eu estudei espiritualidade por 18 existências; portanto, a resposta é, sim, mais complexa.” Porque, possivelmente, vai mandar pra longe um monte de trabalho duro, de sofrimento, de busca a que vocês estão acostumados. É realmente simples. Estão prontos? [Os Shaumbra dizem que sim.] OK, então.
 
É a absoluta aceitação. Só isso. Absoluta aceitação. Não pensem nisso.
 
[Pausa]
 
Viram? Vocês estão lutando. Vocês estão dizendo: “Bem, espere aí. Como é isso? Adamus, será que você pode fazer um diagrama? Pode desenhar um fluxograma mostrando, sabe como é, essa absoluta aceitação e depois verificar se...” Isso é pensar.
 
Absoluta aceitação. Isso é o Eu Sou. Isso é o sopro da vida.
 
Absoluta aceitação – do quê? De tudo. De tudo. Não comecem a projetar uma estrutura e um padrão e, vejam bem, não transformem isso num programa de 12 etapas. Está aí pra vocês já. Absoluta aceitação. Uau! Uau, absoluta aceitação. É fácil, não é? Ou é difícil? Que potencial vocês querem escolher? [Os Shaumbra dizem: “Fácil.”] Fácil. Vocês dizem isso agora, mas amanhã, quando acordarmos, como será?
 
Vocês dizem que é fácil, mas, às vezes, por não fazerem uma escolha consciente, por dizerem que é fácil, sim, e depois deixarem pra lá, todo o velho controle volta, todas as velhas maneiras voltam e, daí, no mês que vem, vocês vão dizer: “Não foi nada fácil. Foi muito difícil. Passei por uma porção de tempestades e todas essas coisas.” Pode ser bem fácil. Apenas aceitem.
 
O que acontece na aceitação? A mente... Eu queria poder subir em algo. Numa coisa realmente alta... Linda, pegue... Ah, aqui. Não é muito alta... [Ele sobe numa cadeira.]
 
A mente passa maus bocados com a aceitação. Ela não foi programada para a aceitação. [Ele desce da cadeira.] Foi programada para a análise constante, foi programada para o julgamento e foi programada para expressar suas estranhas investidas mentais no drama e na emoção. Ela não sabe, realmente, o que fazer com a aceitação. Não sabe.
 
Então, a mente cria esse grande ponto de interrogação quando digo aceitação. O que é aceitação? Vocês precisam mesmo de palavras pra isso? Vocês precisam mesmo compreender o que é isso? Será que precisam seguir um programa de aceitação pelos próximos seis meses? Podemos criar um! Ganharíamos bastante dinheiro. Eu adoraria fazer um workshop sobre aceitação. Cinco milhões de dólares, aceitação garantida. Isso foi meio engraçado.
 
Não! Vocês não precisam de tudo isso. A mente não sabe como colocar seus tentáculos ao redor da aceitação. Então, o que acontece? Ela faz um desvio. A mente fica meio “dãnh” por um momento. Pergunta “hã?” – e faz um desvio. A coisa vai direto para o coração, para o Eu Sou, para Vocês. Absoluta aceitação. [Adamus estala os dedos.] Vocês saem da mente.
 
E sabem quem realmente gosta quando isso acontece?
 
DAVID: A mente.
 
ADAMUS: A mente de vocês. Obrigado. Um prêmio para o David.
 
DAVID: Obrigado.
 
ADAMUS: Obrigado. Vamos ficar sem prêmios hoje. Depois, a gente faz outros de ouro verdadeiro.
 
LINDA: Ah, é, claro.
 
ADAMUS: Então, sim, a mente gosta. Fica feliz. Ela precisava e queria que vocês fizessem essa escolha e fossem além. E, agora, esse pequeno grão de ir além da mente, esse exemplozinho, se torna o Padrão da mente. Esse único grãozinho.
 
Vamos fazer isso juntos. Aandrah, pode vir até aqui fazer um minuto ou dois de respiração da aceitação? Vamos fazer juntos.
 
AANDRAH: Tudo bem! Preparem-se.
 
Vocês vão receber? Vão aceitar? Vamos lá, estejam no corpo. Estejam aqui.
 
Eu os convido agora para respirarem profundamente. Vocês receberão isso? Vocês aceitarão tudo isso que ele está oferecendo a vocês?
 
Respirem. Respirem. Só pra vocês. Respirem profundamente, profundamente.
 
Recebam. Recebam e ousem aceitar essa respiração, essa maravilhosa respiração. Sintam como ela flui em seu corpo. O corpo acalma, relaxa, recebe. Aceitem essa respiração, esse presente. Esse é um presente maravilhoso.
 
Respirem. Respirem para si. Só para vocês.
 
Respirem fundo. Sintam a respiração entrando, descendo bem fundo até o abdômen. Relaxem os ombros. Fluam pra dentro de si, pra onde está o centro de vocês, onde o vocês brilhante está esperando para recebê-los.
 
Respirem. Respirem fundo. Respirem profundamente.
 
ADAMUS: Obrigado. E, queridos Shaumbra, esse é um momento “uau”. Uau! [Durante a sessão de respiração, ele escreveu “UAU” no quadro.] Tudo que é necessário é uma pequena aceitação, inspirar essa aceitação, e vocês – cada um de vocês – cria esse pequeno exemplo, essa pequena semente ou esse pequeno grão de ir além da mente.
 
Não precisa ser algo devastador. Não precisa acabar com a energia nem nos derrubar da Internet nem nada disso. Esse exemplozinho de ir além da mente, de estar totalmente no Corpo de Consciência – totalmente no seu Corpo de Consciência – proporciona, então, o modelo ou o Padrão para a sua mente. E ela diz: “Até que enfim.” Vocês se liberam. Vocês liberam a mente dessa prisão rígida.
 
Agora, vocês não precisam fazer nada, de fato, exceto algumas coisas sobre as quais falaremos daqui a pouco. Vocês não precisam manipular nada. Não precisam fazer nada. Apenas “uau” e vai acontecer. Isso é que é interessante. Se vocês conseguem aceitar, aceitar que o processo já está em andamento – simplesmente respiramos e o processo passa a funcionar – então, vocês vão além da mente. E não precisam trabalhar pra isso; não vai haver sofrimento. Vocês não vão precisar queimar a mufa. Sim, as coisas em sua vida mudarão, mas alegrem-se com elas. Aceitem essas coisas. São fantásticas. E vocês vão precisar delas daqui pra frente.
 
 
Uma Rápida Revisão
 
Então, vamos a uma rápida revisão pra recordarmos umas coisas. Na série anterior – a Série dos Mestres –, falamos muito do despertar pra ajudá-los a entender de onde vocês vieram, mas também pra ajudá-los quando forem orientar as pessoas, se escolherem fazer isso. A maioria de vocês vai, de uma forma ou de outra. Não precisa ser através de palestras nem de palavras. Pode ser através da arte, do teatro, da ciência, da matemática e de todas essas outras coisas.
 
Passamos a vocês uma percepção. Falamos sobre as formas de ondas. Vou desenhá-las rapidamente pra não entediá-los [Adamus desenha as ondulações.] Mas falamos sobre como sua ondulação do divino e sua ondulação do humano estiveram nesse constante vai e vem entre si pelo que pareceram éons de tempo. Elas se aproximam; elas se afastam. Por muitos ciclos em sua vida, e os ciclos acontecem em diferentes padrões, mas acontecem em ciclos de dias, meses ou, às vezes, anos e, às vezes, acontecem ciclos dentro de ciclos, mas não importa.
 
Vocês iam e vinham com as ondulações do humano e do divino. Vocês chegaram num ponto em que essas ondulações, finalmente, fizeram a interseção bem aqui. [Ele desenha noutra folha onde elas se cruzam.] O ponto “X”, o ponto do despertar. Falamos em vários Shouds que esta área [antes do “X”], este período pelo qual todos vocês passaram é o da desestruturação. Vocês se desestruturam como uma forma de se prepararem para seguir em frente.
 
A desestruturação, praticamente, tem que ocorrer. É muito difícil passar ao largo dela. Do contrário, se vocês não se desestruturarem, não vão criar espaço para o novo e aprimorado vocês. Vão arrastar o velho vocês, como diz o ditado, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
 
LINDA: Que simpático... [Risadas]
 
ADAMUS: Bem ilustrativo. Bem ilustrativo. Então, vocês passam pela desestruturação, o que para a maioria é realmente difícil – perder o emprego, o relacionamento, lutar com os aspectos, com a mente, consigo mesmo. Mas a desestruturação foi importante pra que voltassem para algumas energias essenciais de vocês.
 
Vocês ainda estão sentindo alguns efeitos residuais da desestruturação, e ainda vão sentir algumas vezes, mas vocês estão passando para esta próxima zona – a zona da quietude. [Ele aponta para a área do “X”.] Tudo fica realmente quieto quando passam para o ponto “X”. Fica muito calmo, às vezes, irritantemente calmo – “Cadê a perturbação? Cadê o drama?” – para aqueles viciados em dramas, para aqueles que gostam que muita coisa esteja acontecendo. É muito irritante e, então, vocês fazem essa coisa que assegura que vocês tenham algum drama; vocês perguntam: “O que estou fazendo de errado?” Só porque tudo está calmo, “devo estar fazendo algo errado. Algo ruim vai acontecer. Eu sei. Sempre que as coisas estão tranquilas é porque algo ruim vai acontecer.” Vai, porque vocês criam isso dessa forma. Algo em vocês não gosta da tranquilidade.
 
Vocês vão para a zona da quietude e cortam um dobrado pra lidar com ela, mas ainda assim há algo realmente maravilhoso aí. As coisas meio que não importam mais. Muitos de vocês têm vivenciado isso. Não importa. Não importa.
 
Vocês começam a entender que o drama é mesmo uma droga de alimento emocional. Vocês estão cansados do drama. Vocês estão cheios disso, mas não sabem o que mais está lá fora. De certa forma, vocês tentam substituir o velho drama por um drama melhorado, mas, na zona da quietude, a tendência é não haver drama. É aí que muitos de vocês estão.
 
Sim, ainda existem alguns velhos efeitos da desestruturação. Agora, com base na consciência deste grupo, aonde estamos indo – onde, de fato, estamos, não apenas aonde estamos indo, mas onde vocês estão agora –, vamos passar para a etapa seguinte. Passar para a próxima zona exige permitir-se transcender os velhos limites da mente.
 
A mente é, provavelmente, uma das partes de vocês mais adaptável, programável e, na verdade, flexível e fantástica. Os anjos – os seres angélicos – não têm mente. Assim, eles não entendem, realmente, o quanto a mente é brilhante.
 
Vocês são, agora, um Corpo de Consciência com mente, espírito, corpo, gnose, aspectos e tudo mais. É realmente fantástico. Há seres não humanos, não físicos, que matariam pra ter o que vocês têm – literalmente, se pudessem. Felizmente, não podem, então, eles usam de manipulação.
 
Eles querem ter isso. Vocês conseguem imaginar? Imaginem, um instante, que vocês são anjos que nunca vieram à Terra. Mas imaginem-se tendo mais do que apenas esse delicado eu do ser angélico... diáfano, acho que é a palavra certa... A integração de uma mente, a capacidade de assumir a forma física e, por fim, poder escolher entrar e sair da forma física. Vocês precisam vivenciar isso. Têm, realmente, que se envolver.
 
Eles querem ter isso. Querem porque é um tipo de realização. É um tipo de... eles pensam assim... é um ser avançado. É por isso que acho graça quando ouço as pessoas falando de ETs, de alienígenas e dessas civilizações avançadas. [Ele sobe noutra cadeira.] Até estarem na forma física e terem uma mente, estarem aqui na Terra e aprenderem a integrar o Eu Sou ou o Eu Deus, não existe forma avançada em lugar nenhum. Nenhum. É só um punhado de lixo mental. [Desce da cadeira.]
 
Com um ser que diz que é de uma civilização avançada... duvido muito, e olha que andei um bocado por aí... Não encontrei nada mais avançado do que um ser humano consciente, porque vocês têm o corpo, a mente, o espírito; porque vocês estão aprendendo agora mesmo a escolher, a querer trabalhar com essas coisas. Vocês querem ser físicos ou não físicos? Vocês querem ser mentais por um instante e ajudar a entender algo que requer a mente ou preferem ser divinos? Ou que tal a combinação de tudo isso? Essa é a espécie mais avançada de toda a criação. E ela só pode ser encontrada aqui na Terra e só pode ser assim depois de vivenciar existências na Terra através do processo de nascimento.
 
Uau! Talvez eu devesse encerrar agora mesmo! Mas não vou, porque quero falar sobre irmos além agora. O que acontece? Uma coisa interessante acontece. Alguns de vocês têm uma pista ou fazem ideia do que seja, ultimamente. Outros estão apenas começando a fazer isso.
 
 
Depois do “X”
 
Eu tenho mostrado a vocês meses seguidos este mesmo diagrama horizontal linear em que o espírito e o divino, enfim, cruzam o ponto “X”, e continuam se cruzando e descruzando. [Ele desenha, noutra folha, as ondulações se cruzando várias vezes.] E não se separam mais. Não se aproximam nem se afastam mais; agora, se entrelaçam. A única razão pela qual isso é importante é vocês terem o humano e o divino nessa bela trama, seguindo juntos e nunca mais ficando separados de novo. Nunca mais. Vocês não podem desfazer isso. Vocês não conseguem andar pra trás, mesmo que tentem.
 
Então, fiz assim na horizontal. O que acontece quando entramos mais fundo na zona do “X” e começamos a sair é que a horizontal muda para... muda para o que vocês chamam de vertical. [Adamus desenha as ondulações se cruzando na vertical.] Com o que isso se parece? [Um Shaumbra diz: “DNA”.] Certo! Com o DNA, porque o DNA, afinal, é um modelo físico de uma ação divina.
 
Ele está representado em seu corpo como fios trançados. Existem mais de dois, por sinal. São muitos. Muitos. Houve época em que eram conhecidos 12 e, depois, como alguns de vocês sabem, surgiu o 13o com a integração do masculino e do feminino. Alguns de vocês, neste momento, carregam 15, 16, 17 fios diferentes, alguns que nem estão ativados ainda, mas que já foram projetados. Estão sendo arquitetados para as coisas que vocês vão fazer muito, muito em breve.
 
Então, agora, a dança do divino e do humano, de fato, muda. Muda, porque vocês não estão mais em um caminho linear pela vida. De certa forma, pode-se dizer que, quando a mudança ocorre, vocês estão com todos os potenciais estabelecidos para transcender o tempo e o espaço. E por estar tão intimamente ligado a seu DNA, seu DNA – o trabalho que vocês têm feito nos níveis profundos do DNA, ao longo dos últimos anos – agora começa a se ativar. Começa a se ativar, e vocês não precisam fazer xongas. Por favor, não façam nada. Vocês vão interferir com o processo. Não façam nada. É realmente muito importante que vocês passem por essa mudança de horizontal, linear, para vertical, basicamente.
 
A energia começa a fluir de maneira diferente, nessa altura. Flui de cima para baixo e vai de baixo para cima. [Ele desenha uma seta apontando para baixo no “topo” da vertical e outra apontando pra cima na “base” da vertical.] Não quero perder muito tempo com isso, mas, antigamente, vocês tentavam trazer energia do que chamam de cima e pouca energia subia de baixo. Toda ela permanecia lá embaixo por uma razão: vocês precisavam desse fluxo de energia nesta realidade. Mas, agora, vocês estão no ponto em que não é necessária toda a energia fluindo aqui [embaixo]. Não é preciso toda essa energia pra mantê-los aqui embaixo. Ela começa a fluir para cima.
 
Quando isso acontece e essas energias fazem lindos movimentos, como uma dança, obviamente, elas se cruzam. Trataremos disso depois em nossas conversas, mas elas começam uma dança muito interessante.
 
Ao mesmo tempo em que este modelo básico acontece, a energia começa a correr ao longo desses padrões de onda e corre, basicamente, em todas as direções. [Ele desenha setinhas pra cima e pra baixo acompanhando o trajeto das ondulações.] A mente diz: “Bem, mais cedo ou mais tarde, elas vão colidir.” Não vão. As energias começam a se mover em todas as direções, mas, em vez da velha energia vibracional que colidiria ou acabaria com a integridade uma da outra de um jeito relativamente destrutivo, agora, elas começam esse incrível... bem, imaginem como um entrelaçamento. Imaginem como se fosse uma tapeçaria cósmica humana. É exatamente isso que está acontecendo em seu corpo e seu espírito. A mente está sendo contida. A mente precisava ser freada, pois não sabia como sair de si mesma. Estava cansada de utilizar as ferramentas mentais, mas não sabia sair. Fizemos isso hoje. Foi fácil. Uma palavra – aceitação –, respirar um pouco e, depois, deixar que aconteça.
 
Por que tudo isso é importante [apontando para o desenho], além de eu gostar de escrever no quadro? Eu gosto de colocar no quadro porque a atenção de vocês se volta para o quadro. Alguns ficam imaginando quando eu vou me sentar, principalmente o Cauldre. A mente de vocês fica ocupada. A mente de vocês fica, temporariamente, distraída com todas essas coisas insignificantes [sinalizando o quadro], e vocês realmente entendem isso, aqui [tocando o peito]. Vocês realmente deixam isso fluir aqui pra dentro [do ser]. Tenho monitores de fluxo espalhados pela sala. [Risadas] Assistentes que me ajudam e me dão retorno sobre o fluxo. Se ele está entrando. Basicamente, eles estão me avaliando em como estou fazendo minha apresentação, mas esses seres angélicos ficam dizendo: “Está fluindo! Está fluindo!” E não fiquem imaginando o que é; não se preocupem com isso.
 
É apenas... é a consciência e a energia agora se movendo juntas.
 
LINDA: Como você se saiu?
 
ADAMUS: Ah, dou de 10 a 0. É a consciência e a energia se movendo juntas, e isso é que importa. Vocês se lembram que a consciência e a energia costumavam ser duas coisas separadas? Vocês tentaram o que puderam pra fazê-las trabalharem juntas. A consciência buscava a energia pra tentar apoiar seus desejos, seus sonhos, suas manifestações, mas agora o que está acontecendo com tudo isso é que elas não precisam ficar separadas. É o que verdadeiramente chamo de consciência e energia inteiramente holísticas, contidas no mesmo recipiente, dentro da mesma dinâmica, juntas. Isso é o que, a propósito, chamamos de Nova Energia. Elas estão juntas.
 
 
Potenciais
 
Então, por que tudo isso é importante? Bem, é importante, aqui, porque temos uma dinâmica, agora, acontecendo. [Adamus desenha noutra folha novamente as ondulações na vertical.] E imaginem que ela continua indefinidamente [que as ondulações não se limitam ao desenho, seguem ao infinito em ambos os sentidos]. Há uma sombra da velha horizontal. Ainda há essa sombra – precisa haver, por diversas razões – cruzando por aqui [aponta o meio da vertical]. Mas é uma sombra, um lembrete. É um, ah, um pequeno marcador ao longo do caminho.
 
O que está acontecendo no momento é que estas áreas aqui [dentro do espaço entre as interseções das ondulações], nesta dança do humano e do espírito, estão repletas de potenciais. Potenciais. [Ele escreve “potenciais” em cada espaço formado entre os cruzamentos.] O que é um potencial? É uma realidade não expressa. Os potenciais podem ser grandiosos. Podem ser pequenos. Podem ser terrestres e humanos ou podem estar totalmente além de qualquer coisa que vocês conheçam.
 
Um potencial é tudo que vocês podem ser e tudo que vocês poderiam ter sido. Os potenciais não são... por favor, por favor, não considerem os potenciais como algo que está apenas no futuro. [Ele sobe na cadeira.] Isso é limitante. Quando digo potenciais, alguns pensam: “Ah, sim, o que está lá no futuro.” Não, não, não. Quais são os potenciais neste momento? Quais são os potenciais para o passado? Vocês dizem: “Passado é passado.” Não. Não, não, não, não. O passado foi apenas um potencial que foi ativado ou realizado. [Ele desce da cadeira.] O passado contém potenciais que são tão dinâmicos ou talvez mais dinâmicos do que aquele que vocês escolheram ou que, de alguma forma, fizeram o caminho até vocês.
 
Assim, o passado também está cheio de potenciais incríveis que não devem ser negados só porque estão no passado. O passado contém... bem, o passado não é mais passado, essa é a verdade. Vocês têm que abandonar esse pensamento. O passado não tem nada a ver com antes. O passado está nesta sala agora mesmo com todos os seus potenciais, e vocês não são – vocês não são mesmo – quem vocês pensam que são.
 
Vocês acham que nasceram nessa determinada família e tiveram essas experiências, esses traumas, e pensam que isso é vocês. NÃO é! É um potencial de vocês. Mas e se vocês forem todos esses outros potenciais?
 
Esses potenciais são de vocês. Não pertencem a ninguém mais. Não estão numa enorme piscina de potenciais aonde todos vão e escolhem um. Não estão na seção de potenciais de uma loja de departamentos. Eles são apenas seus. Isso também é importante.
 
Vamos respirar fundo.
 
[Pausa]
 
O que está aqui [nos espaços entre os cruzamentos] são potenciais muito viáveis, como diriam. Foram criados por vocês. Foram imaginados por vocês, não só com a mente, mas com o coração, com a alma. Foram imaginados por vocês e atuam nos seus sonhos – alguns deles. Mas existe uma piscina de potenciais bem aqui e aqui e em todas essas áreas correspondentes [os espaços entre os cruzamentos]. Vocês podem dizer que os criaram aqui [do lado de fora das ondulações] e, depois, os trouxeram pra cá [pra dentro desses espaços], porque aqui é onde vocês vão começar a formar sua realidade, assim como o ceramista modela a argila num formato qualquer. E é pra onde estamos indo agora.
 
Por isso, (SEGUINTE). (SEGUINTE). [Ele escreve no alto da folha.] E quero (SEGUINTE) escrito desta maneira...
 
LINDA: Nós entendemos.
 
ADAMUS: ... deste jeito, porque isto, os parênteses, representam essa dança do espírito. (SEGUINTE). (SEGUINTE), que virá e não apenas vai explorar os potenciais, mas escolhê-los, trazê-los pra cá e, provavelmente, esse será um dos desafios que teremos. Como vocês trazem os potenciais? Eles estão lá, mas como vocês os trazem pra ? Faremos isso.
 
Assim, vou falar muito sobre “potencialar”. Esse termo significa que vocês estão ativamente conscientes dos potenciais. E, se não gostarem dos potenciais que virem, que começarem a sentir, “potencialar” permite que vocês criem novos, criem os potenciais que quiserem – qualquer um – pra si.
 
Vamos também “potencialar” em grupo, e vou pedir-lhes nesta série, neste ano (SEGUINTE), que façamos isso em grupo apenas quando for para o mundo ou outras coisas externas. Quando vocês “potencialarem” pra si, façam isso sozinhos. E sei que vocês nunca seguem instruções nem fazem o dever de casa, mas a razão pela qual peço que façam isso, em particular, é que vocês vão ter a tendência de querer “potencialar” para o mundo. Não façam isso, individualmente, por enquanto, pois vai interferir com o processo de “potencialar” para si. Quando puderem vir aqui na frente deste grupo dizer pra mim e pra todos que vocês se tornaram mestres em “potencialar” para si mesmos, então, é hora de começarmos a fazer isso para o mundo... de vocês fazerem isso para o mundo e para todas as demais civilizações. Mas, ocasionalmente, ou melhor, frequentemente, iremos “potencialar” para a Terra, para a humanidade, para todas as coisas relacionadas.
 
Algumas vezes, faremos isso para as esferas Próximas da Terra. Será divertido. Eu detesto as esferas Próximas da Terra. [Adamus ri.] Ah, tem muito lixo por ali, muito lixo. Elas estão poluídas com lixo energético. É a minha paixão limpar tudo isso. Eh, é minha paixão que vocês limpem tudo isso. [Risadas]
 
As esferas Próximas da Terra são para onde vão os seres, depois que morrem, para atuarem em suas contínuas disfunções. Eles esquecem que vocês ultrapassam as esferas Próximas da Terra. Vocês vão ou para as esferas Cristalinas ou voltam para as esferas de suas Famílias Angélicas. Eles perdem tempo lá, e isso só torna... o que costumava ser um lugar lindo, lindo... virou um...
 
Entendam, a razão pela qual não gosto de lá... é que eu e vocês costumávamos ser capazes de ir até lá. Nós podíamos nos imaginar lá quando, simplesmente, precisávamos de um tempo de descanso, quando precisávamos nos afastar dos rigores da vida humana diária. E era um lugar legal, tranquilo, que agora está cheio de lixo. Não se consegue mais ir lá; vocês não encontram mais um ponto tranquilo nas esferas Próximas da Terra para se pouparem. Eu só estou brincando com vocês.
 
LINDA: Foi engraçado?
 
 
“Potencialando”
 
ADAMUS: Então, “potencialem” para si. Fizemos em grupo... É, foi hilário. [respondendo à pergunta de Linda, acima.] Fizemos a experiência de “potencialar” em grupo, recentemente, vocês devem lembrar. Bom, falamos de energia para a Terra. Imaginar. “Potencialar” uma nova energia para a Terra. Falamos dessa poluição, desse vazamento de óleo no Golfo. Falamos que, dependendo da perspectiva da qual se olhe, isso chamou bastante atenção para a energia, a poluição e a responsabilidade humana pela Terra, porque Gaia está partindo. Não amanhã, mas está indo embora. Os humanos precisam assumir a responsabilidade por esta Terra.
 
Então, não é que esse vazamento tenha sido planejado, mas era quase inevitável. Assim, fizemos essa “potencialação” – David mencionou isso hoje – e o que aconteceu? Bem, tentaram todo tipo de coisa e passaram por um aperto danado pra detê-lo. Mas ele não parava. Por quê? Porque havia um desejo muito grande de que o mundo tomasse conhecimento desse problema, e esse problema levou a outros problemas – políticos, financeiros, governamentais. Essas coisas vão continuar acontecendo, especialmente, por mais alguns anos, pra trazer isso à consciência.
 
Então, como foi dito, nós “potencialamos”. Não estabelecemos uma agenda para o resto do mundo, para as companhias petrolíferas nem para determinada região geográfica. Nós “potencialamos”. O que fizemos, pode-se dizer, foi salpicar um pouco de pó de pirlimpimpim em todos os potenciais de transformação e transmutação. Salpicamos pó alquímico nos potenciais que, simplesmente, não estavam sendo notados por alguns seres que têm a mente fechada.
 
Quando salpicamos o pó, ele ajudou a trazê-los para a luz. Agora, não tivemos que escolher nada. Apenas colocamos a questão em foco, na consciência e, então, fomos embora. Deixamos pra lá. Imaginamos. Vocês foram brilhantes. Na verdade, eu suspeitava que muitos de vocês fossem tentar, secretamente, impor sua vontade, dizendo: “Ah, vamos salvar os golfinhos, as baleias, as tartarugas do mar e tudo mais que possa sofrer com esse vazamento de óleo.” Eles não ligam! Muitos estão partindo, por falar nisso. Muitas espécies estão saindo para serem substituídas por novas espécies. Elas não se importam. Essa preocupação é uma agenda humana.
 
Então, fizemos essa “potencialação” e aqui estamos nós, pouco tempo depois. O que aconteceu com o óleo? O que aconteceu com ele? Está no fundo do oceano? Será que os aliens vieram e o sugaram? [Risadas] Ah, vou deixar Cauldre em apuros com toda essa minha conversa sobre aliens. Mas falaremos com detalhes sobre eles. Sim, eu tenho algumas opiniões bem definidas.
 
LINDA: Não diga?
 
ADAMUS: É sério.
 
Então, o que aconteceu? Eles limparam o óleo com suas escumadeiras? Dificilmente. Dificilmente. Não, não limparam. Será que evaporou? E isso importa? [Um Shaumbra diz que não.] Não. Vejam, a mente vai logo falar: “Bem, diga-me exatamente o que aconteceu.” Eu lhes direi exatamente o que aconteceu. Ele foi transmutado. Foi transmutado! O que mais vocês precisam saber? Ah, é, vocês querem conhecer, em detalhes, os fatos e os números, mas, essencialmente, ele foi transmutado. Uma parte foi retirada da superfície. Outra parte está na... Repararam nos noticiários? Todas as redes de notícias estão se voltando para a mesma pequena área litorânea e fazendo parecer que o mundo todo está poluído. Queridos, Shaumbra, foi transmutado. Fez-se a alquimia.
 
Agora, cientificamente, o que aconteceu? Realmente, não importa. Pode-se dizer que evaporou. Pode-se dizer que uma parte se prendeu em algum desses dispersores químicos. Pode-se dizer que outra parte foi parar no fundo do oceano. Não importa. Não importa. Foi transmutado, e graças a vocês, que criaram um dos potenciais.
 
Um potencial que não impôs sua agenda a ninguém, ao contrário, um potencial que disse: “Alôôô! Todos os recursos da humanidade, todos os recursos da Terra... tem um jeito novo e brilhante de se fazer isso.” Vocês nem precisam conhecer esse caminho científico, químico ou matemático. Imaginar potenciais não entra em detalhes mentais, não chega a esse nível. Não é necessário. É tão cansativo, tão chato. Basta imaginar. Basta “potencialar” que, então, será. Provavelmente, vocês vão ficar aterrorizados nos próximos seis a oito meses em que falaremos sobre “potencialar” e como pode realmente acontecer, como pode realmente funcionar.
 
Faremos isso agora mesmo. Faremos, primeiro, em escala global e, depois, individual. “Potencialar” é imaginar potenciais. Quando fizermos aqui e agora para a Terra, para a humanidade, lembrem-se de não imporem nada em especial. Só vamos imaginar, quem sabe, cenários de transformação mais amplos, mais brilhantes, mais mágicos que a mente da maioria dos humanos não consegue imaginar. Se não conseguem imaginá-los, eles normalmente não aparecem na tela de radar para potenciais.
 
Assim, vamos respirar fundo agora e imaginar os potenciais.
 
[Pausa]
 
Vamos dar uma olhada em quais são as questões humanas no momento. Vamos imaginar um potencial... [Pausa] Estou tentando pensar em um que, possivelmente, venha causar efeitos relativamente rápidos. Tudo bem, vamos entrar na física de partículas. Mas vocês não precisam conhecer nada sobre isso. Vocês não precisam ser físicos.
 
Neste momento, é necessária a compreensão de como a energia e as partículas se movem para dentro e para fora da suposta realidade. Elas sempre são reais; só que nem sempre podem ser vistas. Mas, no momento, ajudaria ter resposta para muitas das grandes perguntas científicas e cosmológicas. Física de partículas. Entendam, uma partícula pode se mover para dentro e para fora da realidade. Pode, na verdade, viajar a grandes distâncias, como se diz, em questão de segundos, num instante. Mesmo essa discussão tendo sido levantada recentemente, será que existe uma velocidade maior que a da luz? Sim, existe, por sinal.
 
Então, nós temos muitas mentes trabalhando nisso, mas as pessoas estão muito voltadas para a mente. Vamos imaginar algo maior. O que está, realmente, na essência da dinâmica energética?
 
Vocês não precisam conhecer nada de química, matemática, física nem outra coisa qualquer. E, de fato, alguns dos maiores inventores, algumas das mentes mais brilhantes, realmente, não sabem tanto assim sobre essas coisas, mas conseguem imaginá-las.
 
Vamos respirar fundo e imaginar grandes e novos potenciais para a física de partículas, o movimento da energia e como ele realmente se dá. Respirem fundo.
 
[Pausa longa]
 
Está aí. Apenas não foi reconhecido. É quase como se essas respostas novas e avançadas estivessem num limbo esperando que alguém reconhecesse que é realmente incrível, brilhante, o modo como a energia se move e flui e o modo, então, como a partícula entra e sai de diferentes dimensões, diferentes estados de realidades ou diferentes reservatórios de potenciais.
 
OK, acabou. Agora, é só checar as notícias de vez em quando. Vocês verão algumas grandes descobertas da física de partículas. É fácil assim.
 
 
Tornando Pessoal
 
Agora, o próximo passo é levar isso para o nível pessoal. Vamos para o nível pessoal.
 
Potenciais. A coisa fica difícil porque, aqui, vocês têm todos esses... Vejo os potenciais como uma miríade de bolas [ele pega a bola vermelha], milhões, bilhões delas, cada uma representando um potencial diferente; todos os potenciais podem trabalhar de maneiras diferentes uns com os outros. Vocês podem combinar potenciais. Vocês podem segmentá-los. Vocês podem escolher os que quiserem. E a mente diz: “Bem, como tudo isso funciona? E como fazemos pra imaginar tudo isso?” Vocês não fazem. Vocês vivenciam. Vocês transcendem essa mente. Vão além do fluxo linear ou horizontal [aponta para o quadro] e, agora, passam para esta nova forma [vertical]. Existem todos esses potenciais para a vida de vocês.
 
Tenho feito esta pergunta há um bom tempo e perturbado alguns de vocês: o que vocês querem? Eu pergunto porque estamos liderando este momento. O que vocês querem? Se não estiverem “potencialando”, se não estiverem imaginando, e para vocês, individualmente, se não estiverem escolhendo uma coisa ou, pelo menos, se conectando a ela... bem, não vamos nem usar a palavra escolhendo... se conectando a esse potencial daquilo que vocês realmente gostariam, ele vai passar despercebido. Está tudo lá. [Ele aponta as ondulações.] Riquezas, se isso for importante pra vocês. Iluminação espiritual, se é o que importa.
 
Falei, recentemente, com um grupo em Salzburg, e fiz a mesma pergunta. O que vocês querem? O que vocês querem? Muitas respostas diferentes, interessantes. Eu disse a eles o que eu iria querer se fosse eles, o que não sou, porque Eu Sou o que Eu Sou. Se eu tivesse que escolher algo, dentre todas essas coisas diferentes, o que eu escolheria bem agora? O que vocês acham? Umas férias? [Risadas]
 
SHAUMBRA: Um copo de vinho.
 
ADAMUS: Copo de vinho. Isso é fácil. Eu manifestarei isso. Clareza. Clareza! Eu não ligo pra riquezas e vocês também não deveriam ligar. Elas estão aí, mas se vocês não forem claros, nunca saberão que elas estão aí. Iluminação. Vocês já são iluminados, isso só não está claro pra vocês. [Risadas]
 
Tudo está aí. Cada potencial. O importante é ter clareza.
 
Então, aqui estão vocês, neste ponto da vida, caminhando, seguindo em frente, como queiram chamar. Sem ficar apenas esperando, à beira de. Vocês estão sempre chegando lá. Chega de ficarem chegando lá! Vocês estão bem aqui. O que vocês querem? [Alguém diz: “Clareza.”] Isso sou eu que escolho. Vocês não conseguem ter isso. [Risadas] O que vocês querem pra si?
 
Deixem-me colocar... temos nove minutos para que vocês façam a escolha de suas vidas.
 
LINDA: Você está prestando atenção à hora?
 
ADAMUS: Estou. Eu tenho um encontro.
 
LINDA: Ah! Uuu!
 
ADAMUS: Eu ia lhe contar depois.
 
LINDA: Com você mesmo?
 
ADAMUS: Ah, não. Sou muito solicitado.
 
Então, queridos Shaumbra... [Pausa curta] Queridos, Shaumbra, onde estávamos? Agora, estou pensando no meu encontro. [Risadas] Vou fazer uma pequena manifestação na realidade física esta noite, se é que me entendem. [Mais risadas]
 
Então, existem coisas que... ah é, clareza, obrigado. Estou pedindo a minha própria clareza! [Ele larga a bola na cadeira.] Três coisas que vocês, realmente, não conseguem levar com vocês, por sinal, e alguns irão tentar. É quando fica um pouco complicado, um pouco difícil.
 
Três coisas. Número um... Vou escrever. Três coisas pra não levar no despertar.
 
Número um. [Ele escreve 1 em outra folha.] Provavelmente, vocês podem adivinhar essa – dúvida. Não funciona muito bem na consciência avançada. Realmente, não funciona. É um jogo estúpido. Dúvida é uma coisa vibracional da Velha Energia. “Vou me respeitar, vou duvidar de mim. Vou me respeitar, vou duvidar de mim. Ele me ama, ele me odeia.” Vocês meio que usam isso como um jogo pra manter as coisas em movimento, mas duvidar não parece algo muito bom na Nova Energia. Será banido. Será rejeitado, e daí vocês vão dizer: “Viu, eu sabia que eu fazia algo errado.” É uma profecia de autorrealização. Não faz sentido, não traz resultado duvidar de si, exceto continuar duvidando. Então, passem por cima da dúvida. Sério. É talvez a coisa mais importante que posso transmitir a vocês. A dúvida não funciona.
 
Intimamente ligada a ela... [Ele escreve 2.] Makyo, não funciona muito bem. [N. da T.: Ver observação ao longo do Shoud 10 da Série dos Mestres.] Makyo. Makyo. Bobajada espiritual. Por que as pessoas – por que alguns de vocês – precisam de makyo? Porque duvidam de si. Sabem o que vocês fazem quando duvidam de si mesmos? Vocês aparecem com toda essa besteira. Vocês aparecem com todos esses clichês, esses dizeres e essas... Tudo bobagem! E vocês se dizem espirituais. Vocês não são!
 
Espiritual é algo tão velho. É, sim. Era apenas uma desculpa ruim pra ficar na mente e se considerar melhor que os outros, porque, afinal, vocês duvidavam mesmo era de si. Não cai bem em vocês.
 
Eu me enchi, no decorrer de existências, dos líderes espirituais, da masturbação espiritual, da orientação espiritual errônea. Por que será que ninguém chegou e simplesmente disse às pessoas “vocês são Deus também”? É isso. Ponto final. Feito. Vocês são. Vocês sabem disso.
 
E vira coisa mental. Sim, vira uma coisa da mente toda essa jornada espiritual. A mente transforma isso num grande mistério. Não é. Não é. Mistério é simplicidade, de fato. Deus é simples. Deus é puro. Não tem nada de complexo sobre Deus. Um dia vocês dirão: “Ah, Adamus, você me falou isso, anos atrás, em Coal Creek Canyon. Eu não fazia ideia do que você estava falando. Agora, eu entendi.” Simplicidade. Isso é Deus. É isso.
 
Assim, vocês não podem ter dúvida. Não podem ter makyo, e vou deixar assim por agora. Não são três itens. [Ele risca o 3 que já tinha escrito.]
 
LINDA: Ah, qual é?
 
ADAMUS: Não, não, não. Só dois. Esses são... quero que fiquem com esses.
 
Então, vamos entrar nos potenciais – nos seus potenciais. Eu não os criei. Deus não os criou. Kuthumi, definitivamente, também não. São todos seus potenciais. Em algum momento, uma dinâmica, na essência de seu ser, os fez eclodirem.
 
Farei mais uma observação com relação a isso. Quando vocês atravessaram a Muralha de Fogo, quando deixaram o paraíso, o Tudo que É, como queiram chamar... quando deixaram isso pra se tornarem um ser puro e soberano... quando passaram pela Muralha de Fogo, vocês imaginaram e vivenciaram todos os potenciais de tudo que aconteceria a vocês do lado de fora do Lar – fora de Casa, fora do Primeiro Círculo. Por isso, foi tão terrível. Vocês se sentiram partidos em bilhões de pedaços, porque estavam, repentinamente, vivenciando tudo, cada potencial que estava para ser. Cada variação, cada repetição – o potencial de dizer sim ou não em determinado momento, o potencial de escolher ou não respirar fundo – vocês vivenciaram tudo isso quando passaram pela Muralha de Fogo.
 
Bem, talvez nem tudo. Vocês vivenciaram tudo isso até agora.
 
O que acontece agora, e o que será como um fator pra vocês, é que, de repente, vocês percebem que não puderam ter vivenciado todos os potenciais de tudo que seria, porque vocês chegariam a um ponto – digamos que seja o ponto do Eu Sou e da Nova Energia se fundindo – onde existem potenciais que poderiam nunca ter sido imaginados por vocês ou por Deus, jamais. Potenciais novíssimos em folha que nunca existiram antes. Vocês tiveram que se desestruturar para abrir espaço pra alguns desses potenciais que nunca foram imaginados, nem mesmo no coração dos corações de Deus.
 
Ufa! Vamos parar por aqui, mas ainda temos um minuto.
 
Respirem fundo e sintam, imaginem os potenciais do seu Eu Sou – cada potencial que foi escrito e cada potencial deste momento em diante – pra vocês. Eles não estão em um lugar distante, mas bem aqui. Bem aqui nesta fantástica criação que são vocês. Nesta incrível criação do humano e do divino, essa coisa que ETs e alienígenas adorariam ter, mas que é de vocês; essa coisa que lhes daria água na boca, se eles tivessem uma: ser humano, ser divino, ser tão real, ter uma mente, pra realmente compreenderem a existência do Eu Sou.
 
Imaginem cada potencial. Apenas sintam cada um.
 
Eu Sou o que Eu Sou, e, assim, saibam que tudo está bem em toda a criação, e apenas ficou um pouquinho melhor.
 
Adios!
¹ "Every Little Thing She Does is Magic" por Sting, do álbum "Symphonicities"

² Referindo-se ao show de rádio na Internet de Joe Rumbolo The Clear Vibration que pode ser ouvido clicando no link

Tradução de Inês Fernandes     mariainesfernandes@globo.com
 

Tobias do Conselho Carmesim é apresentado por Geoffrey Hoppe, com o pseudônimo de "Cauldre", Golden, Colorado. A história de Tobias, do bíblico Livro de Tobit, pode ser encontrada no web site do Círculo Carmesim: www.crimsoncircle.com. O Material do Tobias é oferecido gratuitamente aos Trabalhadores da Luz e Shaumbra de todo o mundo desde agosto de 1999, época em que Tobias disse que a humanidade tinha ultrapassado o potencial de destruição e entrado na Nova Energia.

O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e os desafios do status da ascensão, ajudam outros humanos em suas jornadas, compartilhando informações, atendendo e orientando. Mais de 50.000 visitantes vão ao web site do Círculo Carmesim todos os meses ler os últimos materiais e discutir suas próprias experiências.

Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Tobias apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Tobias declara que ele e os outros do Círculo Carmesim celestial estão, na verdade, canalizando os humanos. De acordo com Tobias, eles estão lendo nossas energias e traduzindo nossas próprias informações de volta para nós, de modo que possamos vê-las vindo de fora, enquanto as vivenciamos no nosso interior. O "Shoud" é uma parte da canalização em que Tobias fica de lado e a energia dos humanos é canalizada diretamente por Geoffrey Hoppe.
 
As reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público. O Círculo Carmesim sobrevive com o amor sincero e a doação dos Shaumbra de todo o mundo.

O objetivo dos que fazem parte do Círculo Carmesim é servir de guias humanos e professores àqueles que seguem o caminho do despertar espiritual interior. Não é uma missão evangélica. Pelo contrário, a luz interior é que guiará as pessoas até você para receberem compaixão e atenção. Você saberá o que fazer e o que ensinar nesse momento, quando vier até você o humano precioso e único, pronto para embarcar na jornada da Ponte de Espadas.

Se você estiver lendo isto e sentir a verdade e a conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia humano. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você agora e em todos os momentos que estão por vir. Você nunca está sozinho, porque a família está espalhada por todo o mundo e os anjos estão ao seu redor.

Por favor, distribua este texto livremente numa base não comercial e sem cobrar por ele. Por favor, inclua as informações na íntegra, inclusive com todo este pé de página. Todos os outros usos têm que ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. Veja a pagina de contatos no website http://www.crimsoncircle.com/

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