Keahak II

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
A Série (SEGUINTE):
                                                                           

SHOUD 9: 
Keahak II  
Apresentando ADAMUS, canalizado por Geoffrey Hoppe

Apresentado ao Círculo Carmesim
2 de abril, 2011




 
Eu Sou o que Sou, Adamus of Sovereign Domain.

Neste mundo perfeito, neste universo perfeito, é uma satisfação estar aqui hoje com todos os piratas espirituais. Aargh! Aargh! [A plateia responde: “Aargh! Aargh!”] Vocês estão soltando pum ou falando?! [Risadas]

Respirem fundo, mas não se for pra ficarem cheios de gases. Respirem fundo, queridos Shaumbra. É um prazer estar aqui com vocês e ver que vocês realmente conseguem rir de tudo isso. É, o pobre Tobias teve que aturar vocês tantos anos sem mal esboçarem um sorriso! [Risadas] Mas, agora, estamos conseguindo rir.

Sem dúvida, alguns dias são difíceis. Sem dúvida, mas não precisam ser ruins. Vocês gostam de um bom desafio, não gostam?

MULHER NA PLATEIA: Com certeza.

ADAMUS: Com certeza. E é por isso que vocês estão aqui. Vocês querem mais desafio?

MULHER NA PLATEIA: Claro, por que não?

ADAMUS: Por que não!? Ah, não diga isso! [Adamus ri] Ou, pelo menos, fale só por você.

Como disseram mais cedo, vocês sabem em que tempo estão vivendo. Não deve haver dúvida quanto a isso. Não deve haver medo. É tempo de sorrir, de se divertir. É tempo de participar desse desafio. É tempo de viver no meio dele. Ele não está aqui pra deixá-los de fora. Está aqui pra envolvê-los.

Nenhum desses eventos mundiais nem seus eventos pessoais estão aqui pra destruí-los ou aniquilá-los. Estão aqui pra servi-los. A energia serve o Mestre. Vocês acreditam? [Algumas pessoas dizem: “Sim.”] De verdade? Ótimo. A energia serve o Mestre. E vocês estão vivendo um tempo em que a energia está em alta. Um tempo incrível. Seria muito triste vocês se fecharem pra este tempo, fingirem que ele não está acontecendo, se esconderem debaixo da terra como fizeram uma vez em Atlântida, e deixarem de apreciá-lo.


Sendo Sensuais

Vejam bem, os humanos... os anjos, em particular.... os anjos humanos são seres muito sensuais. Sabiam disso? Seres muito sensuais. Talvez vocês não pensassem em anjos como seres sensuais, mas eles são.

Agora, quando digo a palavra “sensual”, ela não quer dizer, necessariamente, sexy, mesmo que algumas pessoas usem chapéu cor-de-rosa-choque. [Risadas, pois ele se refere à moça que está com um chapéu rosa na plateia.] Não, sensual significa que os anjos adoram sentir, vivenciar, estar na vida. Adoram criar e, depois, aproveitar suas criações, incrementá-las e, às vezes, entrar e sair dessas criações. Mas isso é sensual. Os anjos adoram cores, sons e sensações. Os anjos adoram música, particularmente, a música humana, porque é bem sensual. Não há nada errado em ser sensual. Não confundam com ser sexual, coisa que alguns de vocês esqueceram como é, sinto dizer. Não, sensual é a incorporação e a experiência da vida em si. [Ele dá um tapinha nas costas de um homem da plateia.] Foi sensual, hein? É um sentimento. É uma sensação. O que arranjou aí no pé? [Adamus está se referindo ao pé machucado do mesmo homem.] Foi meio sensual, meio louco, mas... [Risadas]

Entendam, os anjos têm esse desejo profundo de serem sensuais, de se envolverem e de sentirem uma experiência. Os humanos tentam suprimir isso. Os anjos humanos tentam suprimir. Por quê? Bem, talvez eles achem que estão viciados nesse negócio ou dominados por isso. Mas, quando chegam neste ponto da jornada, vocês podem respirar fundo. No estado de ahmyo, de graça, vocês não têm que se preocupar que essas coisas os dominem – as experiências, os sentimentos, as atividades diárias, a comida, a dança, o sexo e a paixão.

Vejam, os humanos meio que... eles suprimiram essas coisas ou restringiram seu fluxo, achando que tudo isso é que era errado. Disseram a eles que tudo isso é que era errado. Colocaram na cabeça: “Não posso mais comer essas comidas, exceto as que realmente eu não gosto. Não posso curtir um copo de vinho, porque fui um bêbado no passado.” Vocês não serão agora. “Não posso curtir a porção sexual de mim, porque as freiras disseram que era ruim fazer essa coisa impura e que cresceria cabelo na minha mão.” Foi engraçado. [Risadas] Foi, sim. Então, os humanos suprimiram essa parte de si. Mas, quando se reconectam, vocês voltam para as raízes de quem vocês são, vocês se permitem ser um anjo novamente, vocês podem ser sensuais. Está tudo bem. Vocês podem. Isso significa apreciar a vida, saborear a vida. Sim.

Então, respirem fundo com isso, seus piratas sensuais! [A plateia responde: “Aargh! Aargh!”] Aargh. Na verdade, é mais como a-a-rgh-h [dito num tom sexy; risadas] Isso é um pirata sensual. A-a-argh-h. Conseguem fazer assim? [A plateia responde: “A-a-argh-h!”] Ah, não. Sexy. Quero que soe sexy hoje! [A plateia repete.] Vocês parecem o pneu murcho de um carro velho. [Risadas] Vamos fazer juntos. Vou dar um exemplo. Na verdade, Linda vai dar o exemplo.

LINDA: A-a-argh [meio que ronronando].

ADAMUS: Ah! Ahhh! [A plateia aprova e aplaude.] OK, vocês conseguem fazer assim? [A plateia repete: “A-a-argh.”] Vocês ainda estão se prendendo. Ainda pensam: “Não posso ser tão sensual, porque, daí, vou me tornar sexual demais ou humano demais.” Claro, a maioria de vocês está tentando deixar a droga deste planeta, e ficam imaginando que, se forem muito sensuais, vão ficar presos de novo. Vão ficar viciados. Daí, mantêm a sensualidade ao mínimo absoluto, o que não é bom pra vocês. Não, mesmo. Não, e realmente... isso prende a energia de vocês. Aperta o esfíncter. [Risadas] E, então, perde a graça.

Espero que alguém escreva um manual: “Como Deixar de Vez Este Planeta” – Para Aqueles que Realmente Querem Ir Embora.” Vai ser bem curto. Um capítulo só é suficiente, com poucas palavras. Basta entrar de cabeça. Mergulhem completamente nele.

Não é sentando no topo de uma colina meditando. Vocês já fizeram isso e, vejam, ainda estão aqui. [Algumas risadas] Não é abraçando novas práticas, quer envolvam cânticos, rezas, veneração de cristais ou qualquer coisa desse tipo. Vocês já fizeram isso. Não é se isolando num mosteiro. Vocês já fizeram isso. Não é se metendo numa ilha sei lá onde, por 62 anos, sozinhos, pensando que vão encontrar Deus. Não, não é. Não é. Vocês entram de cabeça na vida.

Vocês já fizeram todas essas outras coisas no passado. Cada um de vocês esteve nos mosteiros, esteve nos conventos. Vocês entraram nessas jornadas espirituais, sozinhos, e se colocaram em sofrimento, se tornaram disciplinados. Vocês sabem o que é disciplina? [Alguém diz: “Makyo.”] Makyo, obrigado. Makyo mental. Makyo mental. A disciplina restringe as energias. É divertido aprender, mas, uma vez aprendido, deixem ir. A disciplina é uma forma de se colocarem na cruz, um bocado de sofrimento. Vocês já fizeram todas essas coisas. Outros estão fazendo agora.

Vocês fizeram a parte de detentores da energia no passado. Vocês chegaram a sentir orgulho disso, até que Tobias disse: “Pfft! Liberem isso.” Vocês foram os detentores da energia para o que quer que fosse. E, vejam, na verdade, os detentores de energia serviram a um propósito. Conservaram, na forma de semente, as energias de Lemúria, de Atlântida, das famílias estelares. Mantiveram a semente intacta pra que ela não saísse da consciência humana. Mas representou muito trabalho. Vocês todos preservaram essas energias por muito, muito, muito tempo. Vocês ainda estão presos ao hábito de serem detentores de energia. Não precisam mais.

E vocês me dizem: “Bem, se eu não preservar a energia para os golfinhos e as baleias, quem fará isso?” Bem, um monte de outras pessoas. Se vocês não repararam, muitos novatos estão chegando. Eles vão servir, por um tempo, como detentores de energia, mas não pelo tempo que vocês serviram. [Ele para pra procurar uma bebida diferente da que Cauldre estava bebendo.] Eles vão aprender o que é realmente manter e lidar, mas também, agora, começar a movimentar algumas energias.

LINDA: Você e Cauldre precisam se entender nessa questão da bebida.

ADAMUS: Ah, sim. Eu gostaria de um café; com creme e sem açúcar.

LINDA: Com todo prazer.

ADAMUS: É, obrigado. [Risadas]

LINDA: Deixe-me servi-lo. [Ela vai buscar o café.]

ADAMUS: EU ORDENO QUE ME SIRVA! [A plateia vibra e aplaude.] Ela é tão doce. Tão doce. Não ligo pro que Cauldre diz. Mas ele também diz que ela é um doce! [Risadas] Muito, muito doce.

Assim, queridos Shaumbra, movimentar as energias agora. Vocês estão num lugar inteiramente diferente. Estão numa consciência inteiramente diferente. Vocês foram além. Vocês são os piratas espirituais sensuais. Que denominação maravilhosa! Vocês estão movimentando energia agora.

De fato, movimentar não significa pressionar ou forçar. Movimentar significa cavalgar, pegar essa onda que, na verdade, vocês criaram – essa onda de consciência, de mudança, que vocês criaram. Vocês já criaram. É como uma grande onda que vocês surfam agora. Por que não?f Porque, enquanto seres sensuais, vocês querem sentir e vivenciar como é fazer parte do que vocês já criaram. Não pensem muito nisso ou ficarão muito, muito confusos. Apenas sintam.

Ah. [Ele recebe o café.] E biscoitos. [Risadas]

LINDA: Pois não. [Ela vai buscar os biscoitos.]

ADAMUS: [dando um gole] Ahh! Sensual. Com a comida, com a bebida. Se forem colocar na boca, ao menos divirtam-se. É sério. E não fujam. Tobias falou sobre isso e vou repetir, mas  ficamos surpresos, às vezes, com os seres espirituais, os professores espirituais, que ainda se eximem da vida com medo de... “Ouvi nas notícias que café faz mal pra mim.”
Pfft! Nada faz realmente mal pra vocês. Nada, de verdade... exceto vocês mesmos. [Risadas] Essa é uma verdade incontestável. Quero ver isso pendurado em algum lugar. Por quê? Porque vocês seguem demais o próprio caminho e, depois, ficam nos chamando pelo Skype espiritual, chorando pelo que está acontecendo. Assim, queridos Shaumbra, se vão comer, divirtam-se. Se vão fazer, curtam. Se vão ficar aqui, vivenciem a vida. É assim que se larga de vez o planeta. É meio irônico, porque no momento em que vocês realmente aprendem a se divertir neste planeta... Ah, sim! [Linda chega com um prato de doces.] No momento em que vocês aprendem a se divertir... Hummm mmm hummm mmm hmmm. [Risadas enquanto ele aprecia um bom pedaço de bolo.]

Tem anjo que nunca esteve na Terra antes que morre de vontade de viver aqui na Terra, que daria qualquer coisa... Como é? O dente canino? Que ele não sabe o que é... Ele daria a asa esquerda [risadas] só pra poder fazer o que Cauldre está fazendo neste momento! [Ele dá outra mordida no bolo.] E alguns de vocês ficam resistindo, lutando, se afastando, dando desculpas pra si mesmos. “É muito bom, mas não é bom pra mim. Se é bom, tem que ser ruim. Se é sensual, tenho que eliminar. Tenho que tornar chato. Tenho que fazer ficar sem gosto.” Digo, simplesmente chato, chato, chato.

Não, se vão continuar aqui, façam isso. É por isso que digo pra se arrumarem, se divertirem,
brincarem. Vocês vão perceber o quão neuróticos – Cauldre que disse, não eu – o quão neuróticos vocês têm sido. [Ele pega o chapéu rosa da moça na plateia e o coloca na cabeça.] Divirtam-se! [A plateia responde: “Uau!!”] Usem um chapéu de cowboy rosa quando fizerem uma canalização. Por que não, Cauldre? Pare de se esconder. Apareça. É, tiram fotos, depois, publicam e dizem: “Esse é um professor espiritual?” Claro que é! É, sim! Foda-se! [Muitas risadas e aplausos] É! É!

Então... [Adamus ri.] É fácil assim. É fácil assim. Todos os estudos e tudo mais... Adorei mesmo o fato de publicarem esse livro. [Ele está se referindo ao F**k It Spirituality (F***-se a Espiritualidade), citado na abertura. http://thefuckitway.com/] E virão outros como esse. “O Anjo Sensual” é um ótimo título pra livro. É, humm, é... “Como Deixar de Vez o Planeta com uma Enorme Gargalhada”, “Como Sorrir”. Já repararam que os buscadores espirituais não sorriem? É considerado ruim. Sorrir... “Se eu ficar me divertindo demais, posso passar uma impressão errada. Que droga que estou me divertindo aqui.’” É assim que vocês se livram daqui.

A ironia, Edith, é que, uma vez que você faz isso e realmente se diverte e fica sensual novamente, daí... é uma ironia... daí, você quer ficar. Ah, ah, aha. Vocês dizem: “Mas, não, eu quero sair, e isso vai me colocar num impasse.” De jeito nenhum. [Ele tira o chapéu rosa e joga de volta pra dona.] De jeito nenhum, porque há uma nova turma de seres ascensos voltando pra cá. É um pouco difícil de explicar, mas, vejam, eles ascenderam, não precisam voltar, mas, na verdade, isso possibilita que eles voltem. Daí, eles voltam e nunca mais ficam presos. Eles voltam. Como Tobias está fazendo. Não porque o mundo precisa de salvação, não porque ele vai trazer uma profunda sabedoria – coisa que ele vai –, mas porque ele foi muito tenso, digo, um judeu tenso [risadas] por muito tempo. Por muito, muito tempo.

Ele ficou, existência após existência, estudando a droga de um livro... não o livro do “Foda-se”, mas o outro livro... tentando acatar as regras. Entendam... quero me certificar de que ele não esteja escutando... Ele chegava a ter regras sobre quando podia fazer sexo, como podia fazer sexo e até que ponto podia curtir fazer sexo. [Alguém diz: “Ai.”] Não diga “ai”. Você faz a mesma coisa! Ele tinha muitas regras sobre o que podia comer em determinados dias e tudo mais. Isso não é curtir a vida. Isso não é ser espiritual. É a antítese de ser sensual.

Os anjos, por natureza, são muito sensuais. É por isso que querem vir pra cá. É por isso que querem estar no lugar de vocês. É realmente engraçado. Para os anjos que estão tentando vir pra cá, isso é terrivelmente engraçado. Mas eles não conseguem entender, às vezes, por que vocês destroem seus momentos preciosos e perdem o fôlego tão precioso com todas essas regras, ordens e tudo mais. Eles só querem ser sensuais. Eles sabem que, afinal, ninguém fica mesmo preso aqui. Só parece que vocês estão presos. Afinal, não existe morte. Só parece morte até vocês morrerem, de fato, e depois voltarem para o outro lado e se lembrarem de como é ser sensual e ficarem lamentando terem vivido sua morte aqui na Terra. [Algumas risadas] Uau! Não pensem muito sobre isso.

Assim, encorajo cada um e todos vocês, como parte de seu processo de ascensão em vida, como parte de ser um professor espiritual e um Standard para os outros, que vivam de modo sensual. Vivam de maneira ousada, como Aandrah diria. Eu fico bisbilhotando, às vezes, suas aulas. Espero que não se importe. [Aandrah diz: “Você não paga.”] É, nos melhores dias... não, eu não pago. [Risadas] Na verdade, eu pago, de um jeito ou de outro. Mas, nos melhores dias, Ohamah, Adamus junto, nós nos divertimos. Bisbilhoto de vez em quando e Aandrah e On – Norma e Garret – realmente estão tentando fazer com que as pessoas vivam com ousadia. Sejam ousadas. E fui informado pela Linda, pelo Cauldre, de que talvez estes encontros fiquem um pouco mais ousados, fujam da norma dos encontros espirituais. Graças a Deus, foda-se. [Risadas] Vocês podem dizer tudo isso na mesma frase.

Assim, vamos jo... vamos nos divertir. Eu ia dizer jogar um jogo, mas, diabos, tudo isso é um jogo, não é? É.


Além da Realidade Baseada no Tempo

Eu venho... venho pra cá do futuro. Não de um futuro linear, não de um futuro cronológico. Mas eu ascendi, há algum tempo, e, basicamente, o que aconteceu foi que eu não retornei para uma encarnação humana, na forma física, não passei por um processo de renascimento, então, eu utilizo seres dispostos e tolerantes... eu trabalho com, Cauldre está me corrigindo... trabalho com seres dispostos e tolerantes para trazer de volta um potencial. Vejam bem, vocês podem dizer que, quando eu ascendi, eu espalhei todos esses potenciais por aí, no que vocês chamariam de futuro. Estão espalhados por aí. Eles têm o nome de vocês. Não o nome de qualquer um, embora suponho que outros possam utilizá-los também. Mas eles têm a nossa conexão inscrita neles.

Bom, eu espalhei esses potenciais por aí e disse que só depende de vocês escolherem quais vocês querem enquanto prosseguem em seu tempo linear, porque vocês ainda estão nessa estrutura de tempo de momento a momento, mês a mês, ano a ano. Vocês estão aprendendo aos poucos a se desligar disso, mas ainda estão nessa estrutura de tempo. Então, agora, vocês estão encontrando os potenciais espalhados que eu deixei.

Agora, eles são muito reais. Os potenciais não são energia. Os potenciais são pequenos flocos de consciência. São pequenas pérolas de consciência, flutuando por aí afora. Quando ativados pelos humanos, por vocês, através de uma compreensão clara e consciente, esses potenciais atraem energia pra eles e, depois, trazem essa energia para a vida, como se fosse uma linda bola de consciência, agora, envolvida com muita energia dinâmica e que pode, então, ser manifestada ou vivenciada aqui na Terra.

Vou ficar sensual um instante. Obrigado. [Ele bebe alguma coisa.] Ah! Não foi isso, mas isto. [Adamus beija Linda.]

LINDA: Quero mais, querido.

ADAMUS: Ah! [Muitas risadas quando Adamus beija Garret.]

Assim, pode-se dizer que venho hoje até vocês do futuro, encontrar vocês nesta espécie de momento do Agora em que estão, porque vocês fizeram acontecer o potencial – vocês ativaram o potencial – daquilo que vamos falar hoje, daquilo que é a essência do dia de hoje. Hoje não tem a ver só com a maneira com que vocês chegaram aqui, com o modo como estão as suas costas ou a sua bunda agora ou com o que vocês estão pensando – isso tudo são distrações. O potencial era sobre a essência do que estamos fazendo aqui neste momento.

Então, pode-se dizer que venho do futuro e estou me reunindo com vocês no momento do Agora. [Ele desenha um círculo (ele) e uma seta chegando a outro círculo (nós).] Mas vou pedir que mudem isso um instante. Vou pedir, primeiro, que respirem fundo e se desprendam ou não sejam tão rigorosos numa experiência de vida baseada na linha de tempo. O que significa que vocês tendem a vivenciar o hoje, depois o amanhã e, então, o dia depois de amanhã e assim por diante. Uma das ligações básicas que vocês têm com a realidade – com a sua realidade – é o tempo. O tempo não existe, de forma alguma. No entanto, a evolução da experiência, sim.

Agora, alguns diriam que tudo está acontecendo simultaneamente. É questionável, e realmente não importa, mas o que posso dizer é que os seres angélicos... eles não usam relógio, não precisam olhar as horas. O que eles têm é um descortinar ou um desenrolar de experiências. E, então, algumas experiências são muito grandes, vastas, e tendem a se expandir ou a se desenrolar de modo muito dinâmico. Outras são pequenas, mas todas criam, digamos, o desenrolar ou o desabrochar. E eles podem, na verdade, rever – não é uma palavra muito boa, mas não tem outra... Eles podem, na verdade, examinar o desenrolar da experiência. Isso proporciona a eles um conceito do que se chamaria de passado – não é realmente o passado, é o desenrolar da experiência – pra ajudá-los a determinar os potenciais que eles querem escolher para a próxima experiência. Haaah! [Adamus suspira fundo.]

Certo, mas vocês se relacionam com isso desta forma. É assim que vocês fazem. Vocês têm experiências na linha do tempo e, quando examinam o passado, dizem: “Isso aconteceu há 10 anos, aquilo há 30 anos, numa data específica.” Vocês marcam o caminho. Colocam pequenas marcas no seu desenvolvimento com base no tempo. É algo muito, muito linear, muito limitado. Então, agora, se desprendam... se desprendam do conceito de tempo... das experiências baseadas no tempo.

Como vocês fazem isso? Respirem fundo. É natural. O que não é natural é viver dentro do tempo. Não é nem um pouco natural. Além disso, vocês têm um monte de influências planetárias, o sol nascendo e se pondo, e todas essas coisas que consolidam esse negócio chamado tempo. Vocês estão, agora, num ponto da evolução de vocês em que é o momento de escaparem do tempo.

Agora, uma das preocupações da mente e do corpo é que vocês se liberem do tempo e, de repente, se soltem, como se fossem deslizar no espaço, simplesmente flutuar por aí. De jeito nenhum. Vocês se sentirão mais ancorados, mais reais e, sim, mais sensuais, quando liberarem as crenças e as experiências baseadas no tempo. Vamos fazer isso.

Vocês respiram fundo, primeiro, se assim escolherem; do contrário, tudo bem. Mas, se escolherem, respirem fundo e se desprendam da crença baseada no tempo.

[Pausa]


Potenciais Além do Tempo

Segundo, eu disse que eu vinha do futuro. Vamos dizer isso de maneira diferente. Venho de um potencial que vocês ainda não vivenciaram. Venho lá de um campo de potenciais. Minha consciência espalhou por todo lado – e vocês também farão isso um dia – potenciais que vocês ainda não vivenciaram. Assim, o que vou pedir que façam é se permitirem voar, flutuar, o que seja – relaxar – e vir me encontrar à frente, depois de uma experiência que ainda vão ter.

Em outras palavras, liberem a percepção deste momento do Agora. Encontrem-me lá fora num campo de potenciais – de experiências que ainda não aconteceram – e apenas se imaginem flutuando por lá. Vocês não vão se perder.

Desse modo, nós transcendemos o tempo, transcendemos a experiência linear e, de repente, vocês começam a entender isto, se não agora, talvez, em algum momento: “Querido Eu Deus, existe tanta coisa além do que eu estava percebendo...”

Agora, se ficarem se debatendo na mente, coisa que cerca de 63% de vocês estão fazendo neste exato momento, liberem isso. Liberem. Eu vejo. Eu sei. Eu sei, e você não é a única, mas é um exemplo de alguém que fica preso na mente. [Adamus está falando com uma senhora na plateia.] Ficou presa na mente. Libere. Você não tem nada a perder e tudo a ganhar, veja bem.

Então, respirem fundo, saiam da mente e vão para o que chamamos de coração verdadeiro, de sentimento, de experiência. A experiência.

Eu venho de um jardim de potenciais, um jardim exuberante, belo, multicolorido, com flores que cantam, terra que dança, raios de sol que chovem, vejam. Venho desse campo de potencias. Venham se encontrar comigo. Venham pra cá. Venham pra onde estou. Parem de me fazer encontrar vocês o tempo todo em sua experiência na linha de tempo. Venham pra onde eu estou.

[Pausa]

Vocês estão se esforçando demais. Vejam, esse é o problema. Vocês se esforçam demais. Vocês tentam pensar num jeito de fazer isso. Apenas façam, vocês, seres sensuais.

[Pausa]

Agora, estão dizendo: “Mas o que é pra eu sentir?” Vocês
sentirão. Vocês sentirão. E, depois, vão me rogar uma praga por fazê-los se abrirem dessa forma, e isso é que é maravilhoso.

Respirem fundo...

[Pausa]

Venham me encontrar em qualquer lugar aí fora.

E a pergunta passa a ser: O que é mais real? Queridos, queridos amigos, não aconteceu alguma coisa?

Tudo bem, agora, o negócio é o seguinte. Vocês ficam esperando que aconteça do modo como as coisas aconteciam antes pra vocês. Não vai ser assim. Vocês voltam e dizem: “Bem, quero ter uma grande experiência. Quero uma sarça ardente.” Ou: “Quero que, sabe como é, de repente, Cauldre levite e flutue pela sala.” Essas coisas. Isso é algo muito velho. A nova experiência... é preciso se acostumar um pouco... a nova experiência é diferente, e quando vocês... Pode me emprestar o chapéu novamente como exemplo? [Ele pega o chapéu rosa.] Quando vocês se permitem voar pra dentro da experiência, liberar o caminho linear, algumas coisas interessantes acontecem – muito, muito interessantes – e é quando começa a ficar divertido estar na Terra.

Imaginem, se for o caso, que vocês sempre viram este chapéu de frente. É assim que vocês conhecem o chapéu. Ele é cor-de-rosa, tem uma pequena tiara ali e é assim que vocês sempre perceberam o chapéu. Por causa da experiência baseada no tempo, é assim que vocês vão sempre percebê-lo. Vocês só têm uma visão do chapéu e mais nada. Daí, vocês assumem que o chapéu é rosa, que tem uma curva aqui e uma tiara brilhante bem na frente. É assim que vocês sempre vão percebê-lo.

Agora, quando vocês abandonam a experiência baseada no tempo, quando vocês se permitem expandir para novos potenciais, vocês, de repente, veem que existe uma parte de trás. [Ele vira o chapéu.] Vocês, de repente, veem que existem laterais, topo, lado de dentro. E, de repente, vocês estão olhando e dizem: “Nunca olhei para o lado de dentro.” Vocês começam a ver uma profundidade diferente, sombras, e, de repente, percebem que esse chapéu não é rosa! Não é. Tem azul aqui; precisa ter. Amarelo também; é necessário que tenha amarelo aqui. Verde? É claro que vermelho. Tem preto aqui. Precisa ter. Mas o potencial que vem se destacando pra vocês, porque vocês sempre olharam a vida de frente, é ver o rosa. E alguns de vocês ainda estão lutando, pestanejando e dizendo: “Bem, diabos, ainda é rosa.” Não é. Realmente não é.

Digo, literalmente, do ponto de vista da física, precisa ter azul aqui ou o rosa não seria rosa. Precisa ter amarelo. Digo, é ciência humana; não é ciência espiritual sobrenatural. Mas a percepção tem sido sempre de que é rosa.

Agora, é um ponto importante, porque este chapéu nunca mais será o mesmo. [Ele devolve o chapéu.] É um ponto importante. Quando vocês se encontram comigo além da estrutura de tempo, quando vocês saem daqui... E agora estamos nos juntando num lugar diferente. Em vez de fazerem com que eu gaste um montão de energia vindo pra cá visitar vocês, agora, nós nos reunimos no meio do caminho, bem aqui. [Ele faz o mesmo desenho de antes e sinaliza o meio da seta.] Não significa que tenham que ignorar completamente a realidade temporal; significa que agora vocês são flexíveis. Vocês podem ter ambas: a realidade do tempo e a realidade da experiência.

O importante aqui... vou chegar ao ponto; Cauldre estava perguntando. O importante aqui... isto é muito, muito importante... Quando vocês saem da percepção baseada no tempo, de repente, vocês vão notar que o passado – a percepção que vocês têm do passado – é, na verdade, inteiramente rosa. A percepção que têm do passado é limitada.

Agora, existem humanos que vão querer fazer queda de braço comigo – e vencerão, provavelmente, porque querem vencer. Farão queda de braço e dirão: “Não, quando eu tinha quatro anos, fui maltratado e, droga, essa é a minha história. Sou irredutível quanto a isso.” Alguns humanos dizem: “Bem, na semana passada, sofri um acidente de carro. O que você quer dizer com ‘isso não é uma afirmação precisa’?” E vão insistir nisso.

Esta é uma das coisas mais difíceis que temos ensinado aos piratas sensuais avançados. Chamamos de avançados, mas, na verdade, ainda não chegaram lá. Porque ainda há a tendência pra dizer: “Bem, não, que droga, isso aconteceu.” É como uma fotografia. E vocês acreditam: “Bem, é uma fotografia. É uma foto do grupo Shaumbra num barco em Kauai. Dane-se, é o que é.” Não, não, não, não, não.

E Dave sabe disso. Quando se tirou a foto do grupo de pé, lá no barco, prestes a avançar no almoço, com a água azul e parte da amurada do barco aparecendo, será que realmente era só isso que estava lá?
Não! Seria, numa visão míope. Seria, numa visão focada a respeito do que estava lá. O que mais estava lá? Bem, tinha o almoço na cabine, mas não pensem nisso, se forem ficar mal. Havia pássaros no céu. Havia peixes no oceano. Tinha o sol. O sol que ia se pôr em cerca de três horas. E seria noite. Vocês poderiam seguir indefinidamente. Vejam, essa foto não é realmente precisa, a menos que vocês abandonem esse caminho muito linear de vivenciar as coisas. De repente, vocês serão capazes de olhar uma foto, vê-la como um holograma – 360 graus –, e perceber que podem realmente ver o que está lá e perceber que não estão ficando malucos, se começarem a ver fadas, devas e toda a mágica ao redor. Isso é vida. Isso é sensual. É aí que vocês estão, ou para onde estão indo.


Além da Linha de Tempo

Agora, isto é particularmente importante, porque vocês olham o seu passado como se fosse uma fotografia, um instantâneo. Vocês dizem que determinadas coisas aconteceram. Vocês esboçam linhas de tempo. Vocês podem voltar e dizer, vejam bem: “Eu me formei, em tal ano, na faculdade de...” Digamos, psicologia. Vocês dizem: “Consegui meu primeiro emprego em tal data, eu me casei, tive filhos.” Vocês traçam um mapa de tudo. Falso. Totalmente... falso. [Ele olha pra Linda; algumas risadas] Queria que alguém concordasse pra eu pegar no pé, mas é falso. Bem falso. [Risadas quando Linda faz que sim com a cabeça, deliberadamente.] Tão falso quanto essa fotografia sobre a qual falamos. Portanto, aqui e agora, percebam que seu passado não é realmente a imagem total.

Respirem fundo enquanto vocês expandem além da realidade linear.

[Pausa]

Vocês começam a ver que aquele chapéu não é rosa e não tem uma tiara, ou, pelo menos, quando vocês olham a parte de trás e do lado. Portanto, isso me leva à conclusão de que o passado de vocês não é o passado de vocês, de forma alguma. Vocês se prendem a ele com carinho. Vocês brigam por ele. Vocês brigam comigo por ele. Vocês reclamam, falam mal dele, mas se prendem a ele. Por quê? Porque ninguém lhes contou, por assim dizer, ninguém falou: “Ele não pertence realmente a vocês.”

Em outras palavras, coisas que aconteceram há um tempão podem ser examinadas holisticamente, podem ser examinadas como um holograma. Comecem rondando ou flutuando ao redor do próprio passado. Há muito mais coisa lá de que vocês nunca tiveram consciência. Vocês estavam de antolhos. Vocês focaram a lente da câmera numa única coisa. Vocês se apegaram a isso com ternura.

Mas, à medida que relaxam no caminho da ascensão, vocês começam a perceber que coisa gloriosa foi o seu passado, o que realmente estava acontecendo, não apenas a partir dos olhos do humano, mas o que realmente estava acontecendo. Vocês vão começar a perceber que uma parte muito maior de vocês estava lá e vocês não tinham consciência disso. Subitamente, o passado não é o passado, entendam. Subitamente, a sua história, vocês descobrem que está muito incompleta. Foi muito limitada, muito focada em coisas que vocês não precisam mais focar. Subitamente, a experiência do que aconteceu com vocês se descortina, e não é apenas uma ferida ou uma dor. Não é apenas um dia ruim. Muito mais está acontecendo. Isso muda tudo.

Por favor, não forcem este conceito. Em outras palavras, não tentem entendê-lo, porque vão acabar presos numa experiência linear da vida. É natural pra vocês estar numa existência de experiências em vez de numa existência baseada no tempo. Em outras palavras, respirem fundo. Relaxem. Voltem para o que é natural. Voltem para a sensualidade. Voltem para a expansividade. Não é um chapéu rosa. É também azul e amarelo. Não é apenas uma tiara. Tem a parte de trás, da frente, de dentro. E não é apenas um chapéu. São muitas coisas.

Isto não é uma teoria ou um conceito exótico. Este é o modo como é a vida real. O modo como os humanos vivenciam a vida, acho que é interessante até certo ponto e, repito, é como uma lente focada de uma câmera, que só percebe ou fica consciente de um espectro estreito do que realmente está acontecendo. Vocês estão quase prontos pra detonar, prontos pra desabrochar pra essa experiência mais integral da vida.

O que isso significa é que, por vocês começarem a perceber a verdadeira natureza do seu passado – o fato de que seu passado não é apenas um chapéu rosa –, de repente, essa percepção, a percepção mais ampla do seu passado, torna vocês conscientes da natureza mais ampla dos potenciais do seu futuro, ou os chamados potenciais subsequentes. Tobias disse anos atrás: “O futuro é o passado curado.” Eu digo: “Esqueçam o passado. Deem prosseguimento a ele.”

De repente, a percepção do que aconteceu ontem muda. Não houve um ontem; não aconteceu como vocês pensavam que tinha acontecido. É muito mais amplo e mais colorido. Isso lhes trará uma nova consciência do que vem a seguir.

Neste momento, vocês têm uma visão muito estreita do que vem a seguir. Tipo: “Bem, determinadas coisas certamente acontecerão amanhã.” Vocês meio que seguem essa progressão linear sem acharem que têm escolha ou que haja diversificação no amanhã, ou, digamos, na experiência seguinte. Mas, à medida que abandonam a linha de tempo, vocês percebem: “Oh, meu Eu Deus, [algumas risadas] tem muito mais coisa lá fora!” Não tem só um chapéu rosa na previsão pra amanhã. Tem azul e amarelo. Tem um boné. Luvas. Tudo se abre. É um tanto assustador, de fato, porque, de repente, vocês entendem que, talvez, seja algo um pouco arrasador. Mas não é. Vocês respiram fundo. Vocês respiram fundo.

Assim, queridos Shaumbra, um ponto importante é que o passado não é o que vocês acham que é. Parem de brigar comigo por causa disso. Parem de se prender a ele. Deixou de cair bem em vocês. É uma roupa fora de moda, o seu passado.


Um Ponto de Separação

Assim, queridos Shaumbra, Shaumbra, Shaumbra, vocês estão num ponto de separação neste momento. Quando vocês vêm aqui pro meu mundo, nós saímos do de vocês por um instante... Quando vocês se permitem voar aqui pra este potencial do que íamos vivenciar hoje, será que vocês sentem algo engraçado no ar? Espero que sim. Muita coisa está acontecendo. Ótimo.

Então, agora, a questão é que vocês estão num ponto de separação. Novamente, digamos que vocês estejam nessa experiência de vida linear – que vai do ponto A ao ponto B e ao ponto C, infinitamente. [Ele desenha uma linha de tempo.] Um ponto de separação é quando vocês, de repente, mudam de consciência. Significa que vocês não vão mais seguir essa linha reta. Vocês chegam ao ponto de separação, onde estamos agora, e é um pouco desencorajador, porque, no mínimo, vocês sabem como continua a história. Vocês podem quase dizer que sabem qual é o último capítulo. Vocês conhecem a história e isso é meio chato, meio doloroso.

Então, vocês chegam a este ponto de separação e dizem: “Certo, estou pronto pra dar o grande salto.” O salto vai acontecer de qualquer jeito, se ainda não sabem. Há algo em seu coração verdadeiro que faz vocês darem o salto. Vocês dão o salto porque querem essa expressão de liberdade ou porque tem alguém tacando fogo bem atrás de vocês. [Risadas] E esse com o fogo são vocês mesmos, o seu coração verdadeiro, o seu espírito.

Assim, vocês estão num ponto de separação bem aqui. [Ele desenha um “X” no fim da linha de tempo.] Prontos pra se libertarem. Vocês passaram por isso centenas de vezes, de modo que sabem como é. Bem, é sempre repleto de ansiedade, empolgação, repleto de apreensão e com muitos aspectos do passado que vêm de seu... Os aspectos
amam fazer fila na sua linha de tempo, no seu passado. Eles adoram. Adoram! Adoram! Eles se agarram lá! Vocês não sabem que... Aandrah sabe que os aspectos se prendem como se fosse uma corda nessa linha de tempo do passado. E os aspectos ficam tão animados com o passado que isso solidifica a percepção que eles têm de si mesmos. Eles não querem largar. Eles convencem vocês de não liberar, mesmo que vocês odeiem isso, o que acaba reforçando o passado. E, então, é como arrastar uma grande corda por aí, uma corda bem grossa, com vocês, e nessa corda está pendurado um monte de aspectos. Isso é o passado de vocês.

Bom, estamos num ponto de separação aqui. Estou me divertindo. Não sei quanto a você, mas... [Risadas] Eu estava falando com Cauldre.

Bom, vocês estão num ponto de separação. Hora de abandonar a experiência do tempo e entrar num modo inteiramente diferente de perceber a realidade.

Vocês têm que fazer escolhas com relação a algumas coisas. Bem, eu gostaria que vocês fizessem uma escolha – não uma escolha mental, mas uma escolha de sentimento. Vocês sabem qual é a diferença? Uma dá dor de cabeça, a outra proporciona alegria. Verdade, é, sim. Uma dor de cabeça mental.... Uma escolha mental... [Ele acha outro chapéu.] Este maldito é lilás. Ele é tudo. [Risadas quando ele o coloca na cabeça.] E é pequeno. É pequeno mesmo. Mas, às vezes, a gente fica com uma cabeça grande e o velho chapéu não cabe mais. [Ele entrega pra linda.]

LINDA: Oh!

ADAMUS: Meu presente pra você, querida.

Assim, onde estávamos? Vejam, fora daqui, fora de suas experiências na linha de tempo – entendam, nós não estamos de fato aqui [na linha de tempo; mostrando no desenho]; estamos aqui em algum lugar [afastados da linha de tempo], mas parte de vocês ainda acredita que vocês estão aqui. E não estão.

Então, vocês estão nesse ponto de separação, o que significa que estão prestes a abandonar o velho caminho. Algumas coisas que vou pedir a vocês que sintam e considerem, e façam uma escolha a partir do coração, não da cabeça. O seu cérebro vai... e a sua boca... seu cérebro e a sua boca vão dizer: “Sim, eu quero.” Mas sintam primeiro.

Ponto de separação, e isso não é, realmente, só pra vocês, mas para o grupo todo de Shaumbra com o qual vou continuar a trabalhar.

LINDA: Hummm.

ADAMUS: Hummm. Portanto, deixaremos alguns na beira da estrada. Tudo bem. Alguém precisa limpar mesmo esse acostamento. Foi engraçado. [Risadas]

LINDA: Ha, ha, ha, ha, ha.

ADAMUS: Obrigado. Uma trilha de risos aqui. [Risadas]

Então, tudo bem, ponto de separação, mas algumas escolhas precisam ser feitas.


Escolha 1

Será que vocês já acabaram com o processo e a cura? Não quero continuar com anjos humanos que ainda gostam de passar por processo e cura, como alguns de vocês. É, sim. Vocês estão tão acostumados ao processo e à cura que isso se tornou um meio de vida. Vampiros de energia. Vampiros de energia, se estiverem em processo e em cura. Vocês fazem isso às custas dos outros e de si mesmos. Vocês entraram nesse ciclo e é difícil sair dele. E isso é drama. É muito mental, muito linear, porque estar em processo é apenas ficar correndo em círculos no passado. É um terrível consumidor de tempo.

Cura! Harr [enfiando o dedo na garganta], chega de cura!

LINDA: Como é que é?

ADAMUS: Harr, chega de cura! Já não tiveram cura suficiente? [Alguns na plateia dizem: Sim.”] Não funcionou, funcionou? Eh, um pouquinho, mas não muito. Vejam bem, deu a vocês consciência. Deu a vocês a consciência de que outra pessoa não pode fazer isso por vocês. Deu a consciência de que vocês pagaram 500 contos e poderiam ter feito melhor por conta própria. Deu a vocês a consciência, sim, de que existem energias. Conseguiu fazer com que muitos de vocês saíssem um bocado da mente. Mas não quero prosseguir com seres que ainda estão nesse monte de makyo. É desgastante pra nós, pra mim, em particular. É desgastante pra todos vocês.

Estamos tentando escrever os novos livros. Que não precisam ser livros. Estamos tentando criar os novos potenciais. Não conseguimos fazer isso com um bando de “vitimados” e “magoadinhos”, combalidos e pessoas que se recusam a liberar o passado. Insistem nisso assim como insistem que a foto no barco é uma foto no barco. Não posso lidar com isso! Faz sentido? [Alguém diz: “Sim.”] De verdade? Você acredita mesmo nisso? [Alguns Shaumbra respondem: “Sim.”] Uau, ótimo. Ótimo!

Assim, pra esses que vão prosseguir, não vamos ter mais nenhum processo. Não vamos fazer esse monte de cura. Equilíbrio e ajuste de energias, sim. E se quiserem saber a diferença, perguntem à Aandrah qual é a diferença. Há uma grande diferença.

Vejam bem, vocês vivem num ambiente muito denso. Às vezes, vocês precisam parar, respirar fundo, ou entrar numa banheira ou dar uma caminhada e respirar, respirar e respirar, ouvir boa música, porque as ligações energéticas de vocês com todas as coisas – cada parte de sua realidade, incluindo vocês mesmos – estão todas mudando.

Lembram-se dos velhos... estou entrando no banco de memória de Cauldre; acho que é bem velho... ele se lembra dos velhos quadros de telefonia. Lembram-se de quando tinham que plugar... a telefonista? [Ele gesticula.] É, exatamente.

Assim costumava ser com vocês, cinco anos atrás, que, de tempos em tempos, ah, um novo... despluga esse e pluga lá... um outro diferente vai aqui. Acontecia de tempos em tempos – e depois vocês reclamam –, mas, então, de repente, agora, vocês precisam de dez braços, constantemente trocando os pinos e passando pra outro lugar. Chega um ponto em que, na verdade, vocês não precisam mais se esforçar. Na verdade, eles fazem isso sozinhos e, então, vocês podem se recostar na cadeira, admirados em quão flexíveis vocês são.

O modo como vocês se ligam à Terra, ao que vocês chamam de energia de luz. Existe esse constante fluxo de prana; acho que vocês chamam de energia de força vital. Vocês tinham uma forma de se plugarem antes, assim como todo mundo. Era uma matriz bem grandona, onde se plugavam, ficavam com cara de idiotas e... [Algumas risadas] Que público difícil hoje!... e esqueciam daquilo.

Assim, o que está acontecendo bem agora é que ainda existe a energia de força vital, mas ela tem um fluxo diferente ou uma corrente diferente que vocês podem utilizar agora. Vocês utilizaram a mesma velha corrente por existências e existências. Vocês queriam era mais um pouco da mesma parte da corrente que utilizavam. Agora vocês estão aprendendo que podem utilizar uma parte diferente dessa corrente. E não precisam extrair ou usar tanta energia de força vital, porque, afinal, vocês vão desplugar tudo. Mas vou guardar isso pra outra discussão. É.

Então, voltando à questão, processo. Processo. Vejam, se vocês se ligam constantemente a isso, se vocês ficam indo constantemente ao passado, vocês vão descobrir que é muito difícil se reconectar no momento presente. O momento presente não tem nada a ver com tempo. Percebem? O momento presente não é hoje. O momento presente é a experiência que está se descortinando bem agora. E a experiência que está se descortinando é muito parecida com um holograma. Façam todo o trajeto, parte de cima, de baixo, laterais, interior, e vocês vão perceber que há muita coisa acontecendo.

Assim, processo, ponto de separação. Chega de processo? [A plateia responde: “Sim!”] Ah, vocês dizem sim. Vocês dizem sim. Vocês dizem que me amam de manhã, mas... [Risadas] Amanhã de manhã, é claro. [Alguém diz: “Aargh!”) Aargh! Ah! Linda sabe como se faz. Como você faz?

LINDA: A-a-argh-h!

ADAMUS: A-a-argh-h! Como se fosse um grande felino. A-a-argh-h.

Assim, ponto de separação. [Ele escreve.] Cura, Processo tem tudo a ver com o passado. E, quando o passado não é mais passado, será que vocês realmente precisam de tudo isso? Claro que não! Não é simples? [A plateia responde: “Sim.”] Ótimo.


Escolha 2

Segundo, a próxima coisa – ponto de separação – o que fica pra trás. Ponto de separação – não posso prosseguir com um grupo ou com indivíduos que continuem buscando e procurando, porque buscar e procurar implica que existe algo que vocês não têm, que há algo lá fora. Fizeram vocês pensarem que havia segredos e mistérios. A primeira coisa que fazemos na Escola de Mistério é dizer que não existem mistérios além de vocês! Vocês é que são um mistério, às vezes.

A trilha de risos.

LINDA: Ha, ha, ha! Ha, ha. Ha, ha, ha.

ADAMUS: Será que preciso de um botão? [Adamus ri e alguém diz: “Uma placa.”] É, uma placa, isso.

Então... [Adamus faz uma pausa.]

LINDA: O que foi?!

ADAMUS: Cauldre sumiu de vez. Não sei pra onde ele foi.

LINDA: Ooo!

ADAMUS: Precisamos que ele volte. Esperem um minuto. [Ele se senta e respira.]

LINDA: Posso ajudar?

ADAMUS: Vou respirar fundo. Certo, ótimo.

Procura e busca... Bem, ele saiu um instante. Deve ter ficado com vergonha, ou algo assim.

LINDA: De quê?

ADAMUS: De mim!

LINDA: Ah.

ADAMUS: Então, a próxima coisa: Procura e Busca. [Ele escreve.] Se vocês procuram e buscam, dá a impressão que tem algo que vocês não sabem, e normalmente é uma atividade externa. Não existem mistérios, absolutamente nenhum, além do esquecimento, sim, que acontece. É quase uma tentação essa busca. Ela se torna um vício. Ela se torna uma paixão, uma razão pra viver, e todos vocês aqui sabem, porque passaram por isso.

Pra onde vamos, a partir de agora, tem a ver com descobrir, tem a ver com vivenciar. Mas, por favor, basta de procurar e buscar, porque procurar e buscar também estão relacionados a uma visão limitada do passado. Então, não vamos mais buscar. Vamos descobrir. Descobrir o que já está aí nesse grandioso campo de potenciais. Descobrir que vocês podem, de fato – e devem, de fato –, criar o que querem. Descobrir que não existem realmente seres no universo que tenham essa resposta grandiosa que tantos humanos estão procurando. Eu me pergunto, às vezes, por que os humanos vão tão fundo no passado. O que aconteceu há 2.000 anos com... Jesus Cristo!!! [Risadas]

Antes de tudo, não vai ser algo exato. Realmente não vai. Depois, é parte da busca pelo passado. Vejam, existe a busca pelo passado e existe a busca pelo futuro, e nenhuma das duas leva vocês a lugar nenhum. Elas não levam... como dizer isso... não dão a vocês a experiência integral de estar vivendo bem agora. Daí, ficam indo lá atrás e tentam descobrir o que aconteceu há 2.000 anos, ou há 500 anos, ou lá em Atlântida, e acaba todo mundo se atendo a isso. Não importa, porque a história é falsa. A história é absolutamente falsa, porque é limitada. É geralmente a percepção da coisa por uma só pessoa. E as pessoas não estão olhando... É o chapéu rosa visto apenas pela frente. Elas não examinam o que realmente aconteceu.

As histórias que ouvi de Yeshua me fazem querer pular naquela cruz. Não são verdadeiras! [Risadas] São distorcidas, limitadas e tristes. Yeshua teve uma vida ótima. Realmente, teve. Sim, ele aguentou os desafios humanos como vocês, mas teve uma vida excelente. Sua meta era ser um humano sensual e realmente curtir a vida.

Assim, quando acontece essa busca e essa procura, a coisa fica limitada. Será que vocês estão prontos pra abandonar isso? [A plateia diz: “Sim.”]

LINDA: Sim.

ADAMUS: Muito bom, ótimo.

EDITH: Estamos prontos para a descoberta.

ADAMUS: Descoberta.


Escolha 3

O próximo da lista é esse desejo pelo sucesso ou pela realização. [Ele escreve: Sucesso/Realização.] Agora, isso meio que está acoplado ao DNA de vocês, acoplado ao seu carma ancestral, incutido dentro de vocês. Agora, não estou falando... isso não tem nada a ver com abundância; estou falando de suas metas. Vocês têm esse desejo de ser alguém bem-sucedido, de ser uma pessoa espiritual de sucesso, de ser um empresário de sucesso, de ser um pai perfeito, de ter sucesso. Por quê? Por que isso é importante?

EDITH: Porque paga as contas.

ADAMUS: Paga as contas. Muito pragmático. Muito pragmático. [Ele escreve: Identidade.] Solidifica a identidade de vocês, a percepção de quem vocês acham que são. Vocês fecham os olhos e concordam com algum aspecto de si quando fazem algo bem-sucedido.

Agora, não estou dizendo que a criação e seus desdobramentos... isso traz um sentimento bom, não estou dizendo que seja algo negativo. Mas a mente fica focada nas metas e nas realizações de sucesso. Vocês se julgam de acordo com o que colocam no currículo, quanto dinheiro têm no banco, como estão seus relacionamentos ou que esportes praticam.

Nós não podemos continuar se esse for o critério de vocês: realização. Se pensam que podem dizer “Sim, vou prosseguir com os Shaumbra, com Adamus, o Conselho Carmesim” e, de repente, chegarem lá fora e falarem pra outras pessoas “Olhem pra mim. Olhem o que eu realizei. Vou para o próximo nível”, vocês não entenderam nada.

Quase sempre, a realização também se baseia no seu passado. Vocês estão tentando resolver as coisas com seus aspectos. Eles ficam dizendo que vocês são babacas e... [Algumas risadas] Foi engraçado. E ficam dizendo que vocês são fracos ou tolos, de modo que vocês tentam negociar com eles através das realizações de sucesso. E vocês tentam dizer: “Não, eu estou bem, sim, porque fiz isso e aquilo e aquilo outro.”

Eles ficam rindo. Ficam rindo porque sabem que isso vai desmoronar. Seus resultados de sucesso vão desmoronar. Se fizerem muito dinheiro, vão perder muito dinheiro. Se ficarem atraentes e fortes, eventualmente, vão ficar velhos e fracos. Então, eles já sabem o que vai acontecer. Isso vai desmoronar.

Não é uma coisa ruim, porque é apenas energia que muda. Em outras palavras, não estou dizendo que tudo vai pro inferno. Estou dizendo que tudo sempre muda. Sempre evolui. E, assim como é fácil fazerem e perderem dinheiro, vocês podem fazer mais dinheiro. É muito fácil. E, então, distribuam. Façam a escolha consciente de perdê-lo, distribuindo por aí e vendo como volta ainda mais. [Risadas quando ele pega dinheiro no bolso e começa a distribuir.] Distribuam! Distribuam! É, porque muito mais virá, vejam. Não há nada a que se prender. [Ele fala com Linda.] Você realmente precisa verificar os bolsos dele antes de sair de casa.

LINDA: Acha mesmo?!

ADAMUS: É.

LINDA: Não, eu não sou mãe dele!

ADAMUS: Então, esse conceito inteiro de realização, de sucesso, de tornar-se algo... muitos professores e pais programaram isso em vocês, reforçaram o que vocês já estavam tentando fazer pra manipular ou distorcer seus aspectos. Enfim, não importa. Tem a ver com vivenciar. Não existe uma meta aqui. Não temos metas com isto. Tem a ver com permitir que vocês vivenciem as coisas de uma nova forma, e alguns de vocês, eu sei, estão tentando resolver isso com a cabeça. Parem já. Parem já.

Vocês não precisam mais dessas coisas. [Ele aponta para o quadro.] E, estranhamente, a próxima definição ou a próxima evolução dessas coisas acaba vindo, de qualquer jeito. É natural. O sucesso, as realizações, a abundância, o fluxo – tudo acaba vindo. Está tudo aí quando expandimos além da experiência baseada no tempo, quando vocês vêm do seu próprio futuro, quando vocês vêm de sua própria evolução, de volta para a sua experiência. Porque, subitamente, vocês acabam aproveitando e escolhendo. Vocês não vão ficar testando. Não vão ficar estabelecendo as realizações.

Então, quando vocês vêm do próprio futuro para a experiência escolhida daquilo que vocês chamariam de passado, mas que é, de fato, a evolução de vocês, então, vocês não precisam se preocupar com coisas como realização, abundância, cura, nem nenhuma dessas outras coisas. O que vocês querem já está aí esperando por vocês.

É meio estranho... A mente não gosta muito disso. Mas apenas se imaginem livres e já tendo ascendido, ou como queiram chamar. Vocês já são o Eu Sou, e agora estão livres no momento não linear pra vivenciarem a coisa como quiserem vivenciá-la.

Tudo isso está ligado à nossa discussão do mês passado sobre keahak.


Convocando a Energia


Eu disse a vocês antes que havia um poço de energia esperando pra servi-los neste momento, um grande reservatório, tão cheio que nunca realmente poderá se esgotar. Tão cheio que vocês podem devorar tudo que quiserem e ainda haverá mais do que suficiente para os outros. Esse conceito de limitação, “Não tem o suficiente”, é uma energia constritiva muito velha. Há fartura.

Assim, existe esse enorme poço de energia ao redor de vocês agora, esperando pra ser ativado, chamado pra servir vocês, chamado pra realidade de vocês.

Como eu disse no mês passado, a mente – seus pensamentos – realmente não dá muito crédito a isso. Ela realmente não evoca muita energia. Particularmente, por ser, em si, muito limitada, a mente só evoca quantidades limitadas de energia.

A mente, até agora, acreditava em limitações e, portanto, no que quer que a fizesse se desenvolver no parâmetro das limitações. Isso fez sentido? [Alguém diz: “Fez.”] Ótimo, porque Cauldre realmente se perdeu. [Adamus ri] Eu disse a ele que não era um trabalho fácil.

Bom, a mente acredita nessas limitações. Mas, enquanto evoluímos para um Corpo de Consciência, vocês não precisam brigar com a mente. Vocês só precisam deixá-la se integrar em vocês.

As emoções e o drama atraem mais energia [que a mente]. Energia são apenas essas pequenas partículas que permanecem neutras, estacionadas – vejam, igual aos carros estacionados na rua –, esperando pra serem ativadas. E, uma vez ativadas, elas podem ir pra frente e pra trás, como também para os lados, pra cima e pra baixo.

Então, essas partículas de energia estão apenas esperando. Bem, o drama e a emoção têm mais força do que a mente. É por isso que os humanos tendem a usar muito drama e emoção, que faz com que algumas partículas sejam ativadas e saiam do estado neutro para a vida deles. Acontece que, às vezes, elas chegam como um estrondo na vida deles, levando a resultados dolorosos, desconfortáveis e imprevisíveis – imprevisíveis para a mente. Daí, eles não gostam. Eles acabam com isso. Entram numa batalha com a mente e dizem: “Não gosto de toda essa coisa emocional. Vamos acabar com isso.”

Eles acabam com isso e a energia se encolhe, volta a ficar em modo de suspensão e, então, eles dizem: “Não, eu preciso de alguma coisa. Preciso sentir alguma coisa.” Daí, eles ligam a emoção de novo, e vocês todos sabem como é. Vocês tiveram muitos momentos emocionais e, quando há quietude, quando as coisas começam a estabilizar, vocês ligam as emoções novamente. Vocês convocam a energia pra satisfazer as emoções e, depois, reclamam dela.

As energias do coração verdadeiro, essas energias de essência profunda, são o que realmente atrai muita energia, se vocês estiverem dispostos a ir até lá, se estiverem dispostos a descobrir o que está no coração verdadeiro. O que está no coração verdadeiro, provavelmente, não é o que vocês pensam aqui [na cabeça] nem o que atua no drama. O coração verdadeiro é real. É abrangente. É todo sentimento.

Então, vem a pergunta: O que aconteceu com isso ao longo do caminho? Por que não está mais presente? Em algum ponto da jornada humana, quando vocês começaram a acreditar no passado e a se prender nessa história, começaram a focar o que acontecia lá atrás, começaram a focar as suas feridas, começaram a focar algo muito linear, isso afastou a percepção do seu coração verdadeiro, do seu eu alma. Ela ainda está aí, mas vocês simplesmente se treinaram pra ignorá-la. Quando ela tenta se mostrar, vocês são como ninjas treinados pra desprezá-la, pra fingir que ela não está aí. Mas está. Está bem aí agora. Entendam, estamos numa realidade diferente neste momento – não seguimos uma realidade linear hoje; estamos em outro lugar. E, nessa realidade, vocês podem realmente sentir seu coração verdadeiro.

Parte do problema é que vocês arrastam o cérebro pra cá, mas não tanto quanto costumavam fazer.


O Coração Verdadeiro

Então, o que é? O que vocês querem vivenciar? E essa é uma pergunta sobre sentimento. O que é?

Vejam, quando eu faço essa pergunta, às vezes – O que vocês querem? –, recebo respostas como: “Um milhão de dólares.” É, tá, tudo bem, mas, realmente, indo lá no fundo do coração verdadeiro, dos sentimentos reais, o que vocês querem? Alguns dizem coisas muito materiais, e não tem problema, mas não é necessariamente muito importante.

Bem, nós estamos, de fato, nesta consciência muito mais real do espaço, agora. Saltamos fora do velho caminho linear por um instante. O que está em seu coração verdadeiro? Conseguem sentir isso bem agora? Sintam. O que está lá? O que iria lhes proporcionar a alegria da experiência?

O que está aí dentro? Respirem fundo.

[Pausa]

E, agora, respirem fundo novamente e vamos nos afastar um pouco mais da linha de tempo agora, do seu passado e do seu futuro previsto. O que está realmente aí? O que traz alegria?

[Pausa]

Quando vocês entram no coração verdadeiro, por sinal, a mente não fica tentando entender. Vocês entram na experiência do sentimento absoluto, sensual – significando sentimento. O que está aí?

[Pausa]

Quando vocês entram no coração verdadeiro, o que os faz cantar, expandir e dançar? O que os faz se sentirem livres?

[Pausa]

Quando vocês sentem seu coração verdadeiro – não pensem; sintam – quando vocês sentem seu coração verdadeiro, o que lhes dá liberdade?

[Pausa]

Respirem fundo. Continuem respirando fundo.

Se começarem a pensar a respeito disso, liberem o que for.

Estou falando daquele sentimento que aquece as entranhas, que faz expandir o peito e que não dá, necessariamente, pra ser descrito com palavras.

Quando vocês entram em seu coração verdadeiro, o que lhes dá liberdade?

[Pausa longa]

E se estiverem dizendo pra si mesmos “Eu não sei”, tudo bem, não faz mal. Esse talvez seja o primeiro passo, vocês “não saberem”, porque estou me referindo a ser mental com relação a isso. É um
sentimento absoluto, e podem levar meses, talvez um ano ou dois, antes que vocês consigam expressar isso com palavras. E é, na verdade, uma coisa boa, porque, por favor, voltem para essa experiência daquilo que lhes dá liberdade. Voltem pra ela – mergulhem fundo – sem tentar colocar em palavras até sentirem dentro de si. Até sentirem como se fosse um vulcão explodindo. Até não estar mais aqui em cima, Laughing Bear. [Ele bate na cabeça do Laughing Bear.] Até estar bem aí dentro [Ele toca no coração do Laughing Bear.] Até fazer o corpo inteiro brilhar. [Ele segura forte e sacode delicadamente uma mulher na platéia.] Até sentirem fluir e quererem levantar e dançar. [Ele sacode outra mulher pelos ombros.] E quando alguém diz: “Por que você está dançando?” “Eu sei lá por quê. Não importa!” Simplesmente está. Isso... Isso vai... Esse sentimento... não daqui [da cabeça], mas esse sentimento atrai energia em altas doses. Altas doses.

E, depois, a partir daí, uma vez que vocês utilizam isso, tudo mais se torna meio incidental, mas, na verdade, são escolhas muito fáceis. Dinheiro? Sem problema. Saúde equilibrada? Fácil como respirar.

Os relacionamentos certos, não os relacionamentos errados – vocês já estão cheios deles –, mas as ligações certas com outras pessoas, com pessoas que vão estimular e encorajar vocês, com pessoas que vão corresponder ao que vocês realmente são, não ao que o seu passado é... Vejam bem, é uma coisa realmente obsoleta vocês ficarem atraindo pessoas que correspondem ao seu passado. Elas não correspondem a vocês, correspondem ao seu passado. E elas ficam naquela corda da linha do tempo e vocês começam a arrastá-las por aí também. Mas, imaginem, apenas respirarem fundo, facilmente, e a pessoa que corresponde a vocês, enquanto seres soberanos, entrar na sua vida, em vez de pessoas que se aproximam por causa do velho carma nojento. É uma coisa incrível.


Keahak


Então, nós falamos de keahak, que significa energia que flui, que está em movimento, em ação. Significa o espírito, vocês, tendo experiências. Vocês colocam esses dois juntos e conseguem algo muito, muito dinâmico.

Nesse estado de keahak, conectados a sentimentos reais, não daqui [da cabeça], mas daqui [do coração], eu lhes faço uma pergunta pra perguntarem a si mesmos mais tarde: O que os liberta? Essa é uma boa pergunta pra fazer vocês entrarem no sentimento. O que os liberta?

EDITH: Você poderia nos dar uma dica? [Risadas, inclusive de Adamus]

ADAMUS: Não, pra resumir. Pra resumir, seria a minha descoberta, não a de vocês. Seria o que eu gostaria que vocês vivenciassem. O que a liberta? Não de um ponto de vista humano, mas a partir da essência, o que a liberta?

EDITH: Bem, eu estava pensando no amor incondicional e na confiança em si mesmo.

ADAMUS: Ah, que monte de makyo! É um makyo total. Porque, vocês sabem, na verdade...

LINDA: Uau, Uau. Podemos repetir isso pra que as pessoas possam escutar? [Linda se refere ao fato de que Edith estava sem microfone.]

EDITH: Bem, ele disse que é makyo.

ADAMUS: [rindo] Isso.

LINDA: Pegue o microfone pra poder falar.

EDITH: Bem, não quero ficar repetindo makyo em voz alta. Eu disse que poderia ser a confiança e o amor incondicional por você mesmo.

LINDA: Do que você está falando?

EDITH: Da pergunta que ele fez.

ADAMUS: O que os liberta?

EDITH: É.

ADAMUS: E a razão pela qual eu disse, Edith, que é makyo é porque posso ver, e acho que outros também podem, que está vindo daqui de cima [da cabeça]. Está vindo de um clichê legal.

EDITH: Mas tem um sentimento legal aqui também. [Ela aponta pro coração dela.]

ADAMUS: Ótimo. Ótimo. E, então, é aí que você quer atuar – nesse sentimento legal que está aqui [no peito], não aqui em cima [na cabeça]. Atue aí. Libere as palavras, porque isso é maior do que elas. É mais profundo e significativo.

E traz volumes de energia para o momento. E, nesse momento, então, chegando ao ponto principal de tudo isso, vocês podem fazer as escolhas para as coisas mais triviais da sua vida. De repente, vocês têm a percepção do que realmente quer dizer... ah, não gosto dessa palavra, Cauldre. O que revela o melhor da sua essência? Nesta experiência física sensual?

Depois, tudo mais é incidental. Depois, vocês simplesmente, literalmente, começam a direcionar as energias, bem assim. [Ele demonstra com as mãos como se o dedo fosse uma varinha.] Para o dinheiro, para uma saúde equilibrada, para a integração corpo/mente/espírito, para os relacionamentos. Feito coisa de mágico. Vejam, alguns de vocês usam uma touch screen (tela de toque), eu sei. Mas é mais fácil ainda que isso. É só... vapt!... que aparecem as energias pra realizar o que for.

E por vocês perceberem, de repente, que não vão ficar presos a vícios humanos, não vão ficar presos a padrões humanos – porque o passado não aconteceu mesmo, nem da forma que pensavam que tivesse acontecido –, de repente, vocês não têm medo de cair nas velhas rotinas. Daí, vocês, de repente, ficam ousados lançando energias pra lugares diversos.

E, se estiverem preocupados com acabarem ferindo outras pessoas, vocês não vão. Mesmo. Vocês não vão. Se estiverem preocupados com serem egoístas, vocês não serão. Vocês podem distribuir dinheiro como acabei de fazer, sem se preocupar com isso, sem... O dinheiro é do Cauldre, por que eu me importaria [Risadas quando ele distribui mais dinheiro.]... sem se preocuparem com isso, porque vocês só... vapt!... e trazem mais. Vocês não precisam se preocupar com se tornarem hedonistas, valorizarem o prazer. Acho que alguns de vocês têm medo disso. “E se eu liberar? Vou me tornar hedonista.” Então, se torne, experimente. Acham que vão ficar presos nessa. Vocês não vão. Não conseguem, mesmo. Será mais difícil pra vocês se prenderem às causas, e eu sei que muitos realmente se divertiam com isso até agora, mas vocês simplesmente não vão ficar presos nessa. Vocês vão se divertir agora. Vocês vão estar aí.


O Projeto Keahak

Assim, tendo dito, quero fazer um grupo de keahak, uma experiência. Quero trabalhar intensamente com... Sinto não ter mencionado isto [pra Linda]. Quero trabalhar intensamente com, digamos, 99 humanos no próximo ano, até 1o de abril do ano que vem. Boa data. Com certeza. E quero trabalhar com esses indivíduos regularmente. Estaremos sempre em contato. Noventa e nove. Terá um custo a participação, porque muito trabalho associado a isso será realizado por parte do Círculo Carmesim, mas também é um investimento em vocês mesmos. Vocês terão que fazer dever de casa. Terão tarefas. Coisas pra fazer. E, algumas vezes, vocês vão me amaldiçoar, mas...

LINDA: Algumas vezes?

ADAMUS: [rindo] Vão me amaldiçoar com mais frequência. Precisarão manter um diário e compartilhar esse diário com o grupo.

Serão solicitados a participar de discussões em grupo que podem ocorrer, seja pessoalmente ou por meio dessas tecnologias que utilizam ondas que se propagam pelo ar. Vão ter que dedicar pelo menos uma noite por semana ao estado de sonho, para um trabalho mais intenso nessa área, o que significa que vocês podem se sentir péssimos no dia seguinte, mas tudo bem, porque, afinal, vocês superam isso.

Vou pedir que mantenham um registro por escrito porque quero pegar esse trabalho que será feito com o grupo de 99 pessoas e documentá-lo pra mostrar os, digamos, resultados clínicos, o desenrolar clínico de como colocar em prática o keahak em sua vida; como colocar a energia em ação, o espírito em movimento, com o reservatório grandioso de energia e os novos tempos, e fazer tudo isso funcionar. Isto, meus queridos amigos, inclui dez etapas além do nosso primeiro projeto de grupo – o livro Mestres da Nova Energia. Isto vai bem mais fundo e, por fim, se tornará ou um livro ou um curso ou algo que os professores aqui possam ensinar. Vamos desenvolver isso ao longo do próximo ano. Será chamado de Projeto Keahak.

Assim, pra não sobrecarregar a Linda – Cauldre já foi embora há um tempo [risadas]; não aguentou isso tudo... A logística... Vocês terão uma ótima equipe que irá ajudá-los com a logística e tudo mais.

Agora, para aqueles que não estarão envolvidos diretamente no projeto, vocês podem escolher estar indiretamente nele. Podem se ligar, energética e conscientemente, a ele. Não precisarão fazer diários. Não farão parte, necessariamente, das discussões regulares desse grupo. Mas, energeticamente, vocês vão fazer parte dele, assim como fazem parte dos Shaumbra, do Círculo Carmesim, da Zona do Despertar. Se escolherem fazer parte desse grupo, posso lhes passar – eu passarei – alguns detalhes. Não tudo.

Um detalhe é que será intenso; será algo muito, muito intenso. Haverá momentos de frustração. Será, certamente, um ano, digamos, de evolução, de mudança. Irá tirá-los, sem dúvida, da realidade baseada na linha de tempo. E, se estiverem apegados à sua história – e a história, às vezes, significa sua família, seu emprego, as coisas a que vocês se apegam com carinho –, este pode não ser um projeto pra vocês, porque vai tirá-los do seu passado.

Certamente, se estiverem em processo ou atrás de cura, se ainda forem guerreiros feridos – vamos tratar de superar isso –, vocês não devem fazer parte deste grupo. Se ainda estiverem atrás de realização e sucesso e se forem buscadores espirituais, por favor, este não é o lugar pra vocês, porque tudo isso vai ser arrancado de vocês imediatamente. E, daí, vocês não vão gostar. Vão querer seu dinheiro de volta, e vocês não têm o dinheiro de volta quando se trata disso. Engraçado. [Risadas]

Os anjos têm um senso de humor diferente do que têm os humanos. [Risadas] É, os humanos conseguem rir da desgraça dos outros, mas não muito da própria. Os anjos – alguns anjos – conseguem realmente rir de si mesmos e contar as melhores piadas.

Então, este é o projeto. É pra onde estamos indo. É claro, todos estarão envolvidos, mas 99 estarão no que vocês chamariam de... linha de frente? Sim.


Perguntas e Respostas

ADAMUS: Então, com isso, queridos Shaumbra, ainda temos alguns minutos. Eu ficaria feliz em ouvir algumas perguntas. Sim.

LINDA: Uau!

ADAMUS: Linda levará o microfone até aqueles que levantarem a mão. Lá no fundo.

LINDA: Certo, você aqui.

PERGUNTA DE MULHER SHAUMBRA: Eu entendo, bem, você...

ADAMUS: Você poderia se levantar pra que o mundo inteiro veja sua beleza?

MULHER SHAUMBRA: Você disse algumas vezes que Gaia está nos deixando.

ADAMUS: Sim.

MULHER SHAUMBRA: E que nós vamos nos tornar os responsáveis pela Terra. Tudo bem, eu falei...

ADAMUS: A pergunta é?

MULHER SHAUMBRA: A pergunta é que eu soube que Gaia não está partindo. Será que eu desconheço algum detalhe técnico?

ADAMUS: Não, pode parar. Pare um instante. Pergunta excelente, por sinal. Excelente.

Gaia está partindo ou não? Realmente não importa, a menos que queira rastrear energias e movimentos e esteja se perguntando o que está acontecendo na Terra. Mas cabe a você decidir.

Vamos falar um instante sobre discernimento. Discernimento. Algo como... há muitas coisas acontecendo, como vocês sabem. Vocês não precisam ser adivinhos pra perceber que muita coisa está acontecendo. Mas, daí, fica confuso, porque vocês confundem isso com o que está acontecendo dentro de vocês. Vocês fazem isso, em parte, porque existe um paralelo – o que está acontecendo dentro de vocês, o que está acontecendo no mundo ao redor de vocês. Da mesma forma que alguns acreditam que Gaia está partindo... e não digo que será amanhã. Eu falo nos próximos 1.000, talvez 5.000 anos. Quando se considera a idade da Terra, quanto tempo Gaia tem estado aí, é uma saída bem rápida. E acontecerá delicadamente.

Mas isso foi dito. Como vocês discernem, repito, o que é de vocês e o que é do mundo lá fora? Eles se confundem. Eles se entrelaçam e, em essência, o que está acontecendo no mundo externo, geralmente, é um reflexo do que está acontecendo com vocês ou que aconteceu. Daí, muitos de vocês se integraram. Muitos de vocês se religaram. Velhos aspectos meio que partiram, de modo que pudessem se reunir, de certo modo. Mas isso realmente não importa.

Agora, como vocês podem dizer, particularmente, nos eventos externos, no mundo externo, o que está acontecendo? Bem, não pensem nisso, porque realmente vai confundi-los de novo. Eis o que vocês fazem:

Fechem os olhos...

E respirem, tranquilamente, pelo nariz...

Vocês inalam a energia. Vocês inalam a consciência – se inalarem o cheiro do colega ao lado, podem querer mudar de lugar. [Risadas] Mas vocês inalam. Está no ar.

Agora, em vez de inspirar para o cérebro, inspirem para o Corpo de Consciência.

[Pausa]

Inspirem pra si mesmos. Inspirem para o seu Eu Sou. Sem tentar alcançar nada agora, vocês sentem as energias.

Vocês inspiram e sentem as energias. Não tentem defini-las. Sintam.

[Pausa]

E, então, depois de vocês se permitirem sentir, repito, sem tentar definir, vocês deixam ir. Deixam ir.

A definição chegará até vocês, quer seja logo depois, quer seja amanhã, e, de repente, vocês terão a resposta. Uma resposta até melhor do que eu poderia lhes dar aqui, porque estou tendo que usar palavras. Estou tendo que reduzir o que posso dizer.

Então, vocês entenderão, será que Gaia está ou não partindo? E, depois, vocês começarão a cheirar e a sentir qual é o próximo evento da Terra que vai acontecer. Não estou falando em serem profetas ou videntes; estou falando de sentirem as energias do que está acontecendo no momento. Não tem a ver com dizer que o próximo terremoto acontecerá no sul da Califórnia em 14 de junho ou sei lá em que data. Estou falando de quais são os movimentos de energia que estão acontecendo agora? Sintam esses movimentos.

Eu pedi que fechassem os olhos ao fazerem isso. Os olhos são os maiores enganadores da realidade. Sim, com certeza. Os olhos os enganam a cada momento. Quando respirarem, permitam-se sentir as energias. Em qualquer momento, algo acontece. Em qualquer momento, existe um movimento de energia, que vibra, que ressoa no ar, não apenas o oxigênio, mas tudo ao seu redor. Tudo que precisam fazer é usar o olfato. Eu diria que é o melhor sentido, porque, às vezes, o que vocês ouvem é distorcido. A audição realmente está ligada ao cérebro. O paladar é basicamente metade sem função. Então, usem o olfato. O sentido do olfato é intuição. Então, vocês sentem o cheiro sem tentar obter uma resposta no cérebro.

Então, eu vou dar a resposta. Com certeza, Gaia está partindo. Será que ela já não prestou serviço suficiente pra este planeta e para os humanos? Não é hora de ela se aposentar? Ela achava que ia se aposentar depois de Atlântida, mas, aí, vocês rastejaram para os buracos no chão e ficaram presos, então, ela também fez isso.

Então, sim, é a hora dela. Honrem, amem, agradeçam a ela, mas Gaia é um espírito. E, da mesma forma que vocês assumiriam um projeto... coisa que alguns de vocês vão fazer, por sinal... ir pra alguns outros planetas no universo físico e não físico.
Você vai fazer exatamente o que Gaia fez, Pete, e vai sair de lá num estado soberano de ser. E você vai se infundir nessa grande rocha giratória no céu e vai infundir energia de força vital. E vão honrar o planeta Pete, o espírito do Grande Pete nessa rocha. E, então, essa rocha vai ganhar vida e, provavelmente, terá os atributos deste planeta físico, porque foi infundido com alguém que teve experiências na Terra. E vai proliferar o reino animal e o reino vegetal. E vai absorver as energias de força vital que estão vindo do cosmos. E, Pete, você vai ficar por lá, enquanto anjos de todos os tipos de famílias espirituais vão ficar por lá um tempo, aprendendo como é estar num Corpo de Consciência. E eles vão chegar lá como seres de luz sensuais que querem uma experiência profunda na matéria. E o Pete vai providenciar esse playground pra eles. Mas vocês não acham que o Pete vai querer sair de lá numa determinada altura e dizer a todos esses anjos: “Ei, assumam o playground agora.”? Pete vai querer ir embora e simplesmente respirar, dançar por conta própria, por um tempo, e, depois, aproveitar pra ficar com alguns de vocês.

Então, sim, Gaia está partindo, mas alguns estão investindo na permanência de Gaia. Daí, esses vão dizer: “Sim, Gaia não está partindo. Sobre que diabos esse grupo está falando? Que tipo de bobagem eles estão anunciando? Primeiro, eles nos disseram que nossos guias espirituais estavam de partida. Bem, que monte de besteira, porque temos milhares e vocês podem me pagar que eu cito os nomes deles. E esse grupo diz que os guias espirituais estão partindo. Depois, disseram pra vocês pararem de meditar; dizem que basta respirar. Vocês acham que podem se curar só através da respiração?” Com certeza, mas eles não acham. Eles, não. Eles estão tão ligados à cura – amam curar – que querem que todo mundo continue se curando. Bem, vai chegar um ponto em que vocês simplesmente não se curam mais. Vocês simplesmente dizem “foda-se” para o passado de vocês. [Risadas] Com certeza! Com certeza.

Então, sim, Gaia está partindo. Não tem nenhum drama com relação a isso. Vocês estão assumindo a Terra e assim será. Excelente pergunta. Próxima?

E isso importa? Leva você às lágrimas saber que Gaia está partindo?

MULHER SHAUMBRA: Me assusta...

LINDA: Você não quer a próxima pergunta?

ADAMUS: Daqui a pouco. Te assusta demais?

MULHER SHAUMBRA: Foi o que eu disse, ora!

ADAMUS: Ah, te assusta demais. Por quê?

MULHER SHAUMBRA: Estou me esforçando pra ser um espírito maior ou consciente...

ADAMUS: Pare de se esforçar. Chega de buscar. Você é um grande espírito.

MULHER SHAUMBRA: Certo, estou me esforçando pra ficar consciente de que sou um grande espírito, e penso nos milhões de pessoas que não se importam, de jeito nenhum. E eles formam a humanidade que também vai tomar conta da Terra quando Gaia partir?

ADAMUS: Sem dúvida.

MULHER SHAUMBRA: Isso me assusta.

ADAMUS: Ah, não, é uma coisa maravilhosa, porque eles aprenderão, como já estão aprendendo, a respeitar a água, a respeitar o ar, a respeitar os animais. Veja bem, na verdade, quanto mais Gaia ficar por aí, menos motivados eles ficam pra considerar as consequências. E quando essa coisa está no ar... “Gaia está partindo; é melhor cuidarmos deste planeta”... e não de um jeito fanático; de um jeito muito amoroso.

Entenda, o que realmente importa com relação a este planeta? É como um... monumento não é a palavra certa. É um... não é bem a palavra certa, Cauldre. É como um... Ele não está conseguindo pensar na palavra certa... Um santuário. É pra todos os outros seres de toda a criação contemplarem, pois este foi o primeiro lugar da realidade física. E vocês são os primeiros que passaram por isso. Isto deveria ser um santuário. Isto deveria ser, vocês diriam, um monumento histórico. Isto é uma catedral. É a biblioteca da Nova Energia, bem aqui. Portanto, é, de fato, muito bom que Gaia esteja permitindo que os humanos assumam a responsabilidade, e pra que todos estejam mais conscientes deste planeta e da sua relação com ele. Com certeza.

A pergunta a seguir é: Você acredita que tem capacidade de aceitar a ligação, a responsabilidade pela Terra? Você compreende o seu relacionamento com a Terra?

MULHER SHAUMBRA: Meu eu divino, sim, mas meu eu humano é limitado.

ADAMUS: Isso, exatamente.

MULHER SHAUMBRA: E é por isso que me assusta.

ADAMUS: E o seu eu divino não sabe de nada; ele não está aqui. Seu eu divino, veja bem, realmente não entende essa coisa toda de ser... ele fica lá fora, em algum lugar, enquanto você está aqui batalhando, passando pela experiência física. Mas ele está vindo agora ficar com você. Ele não tem as respostas. Você ficaria surpresa com o que o seu “divino” não sabe. Ele não vem pra cá pra corrigir sua vida. Quando seu divino chega, ele está aqui pra vivenciar a sua vida com você. Não está aqui pra lhe dar respostas. Está aqui pra dançar, brincar, ter experiências sensuais com você. Seu divino não é muito esperto, em termos humanos. Ele é muito simples. É muito refinado. É muito sensual. Mas não é muito esperto com relação às coisas humanas. É pra isso que você está aqui. Você precisa contar ao seu divino, por sinal, sobre as coisas daqui.

MULHER SHAUMBRA: Temos problemas.

LINDA: Valeu um prêmio?

ADAMUS: Com certeza. Alguns ganham dinheiro. Alguns ganham o honroso e prestigioso prêmio de Adamus. Obrigado. Próxima pergunta.

PERGUNTA DE RAPAZ SHAUMBRA: Eu quero ser uma das pessoas que você vai avacalhar nesse próximo ano. Como eu entro nessa pequena lista? [Risadas e alguns aplausos]

ADAMUS: Nós iremos... O que você precisa fazer é falar com a Linda já.

LINDA: Já falou.

ADAMUS: A equipe do Círculo Carmesim vai precisar pensar na logística e vão querer, pelos menos, oh, Deus, uma hora mais ou menos pra preparar tudo. [Risadas]

LINDA: [rindo] Ah, que maravilha! Saberemos amanhã, com certeza.

ADAMUS: Mas preparem tudo em no máximo quinze dias. Sim.

LINDA: OK, obrigada.

PERGUNTA DE GAROTA SHAUMBRA: Se nós, as crianças, é que vamos mudar o mundo, por que não temos permissão pra participar de alguns workshops? [Aplausos da plateia]

ADAMUS: Ah! Qual deles você gostaria de fazer?

GAROTA SHAUMBRA: Humm... [Ela pensa um pouco.] SES?

ADAMUS: Sim. A não ser com a SES, e isso é... Vou defender os elementos humanos aqui. Mas talvez isso encoraje o desenvolvimento de uma Escola de Energia Sexual (Sexual Energy School – SES) para os menores de idade. Acho que fui politicamente correto falando assim. Existem algumas questões legais com as quais os humanos se preocupam. Sim. Mas, obrigado, por abrir essa possibilidade. [Aplausos da plateia] Obrigado. E você gostaria de fazer a SES – Sexual Energy School?

GAROTA SHAUMBRA: Sim.

ADAMUS: Ótimo.

LINDA: A mãe dela está bem aqui. Acho que ela pode dar a permissão legal.

ADAMUS: Sim.

LULU (a mãe): Bem, eles sempre querem ir a todo workshop que eu faço, e eu digo, bem, não sei se vocês podem. Daí, ficam sempre me perguntando isso.

ADAMUS: Sei. E eu tenho que ressaltar que existe o Círculo Carmesim que opera nas esferas angélicas. Nós não interferimos, na maior parte das vezes, com o trabalho do Círculo Carmesim na Terra. Em outras palavras, nós não comandamos, dizendo a eles como devem fazer, porque é tudo parte da experiência de vocês. Sim?

LULU: Bem, só quero fazer um pequeno comentário.

ADAMUS: Sim?

LULU: Fizeram à Gaia essa pergunta de por que ela está partindo e se ela poderia ficar. Desculpa, estou meio nervosa.

ADAMUS: Claro, tudo bem.

LULU: Respirar. [Adamus e ela respiram fundo.] Ah! Certo.

ADAMUS: Veja, você percebe que você estava lá em cima e agora está... Ah! Sim.

LULU: Vou levitar agora. Tudo bem. [Risadas]

ADAMUS: Ótimo.

LULU: OK, então, essa pessoa perguntou a ela se ela poderia ficar e não partir.

ADAMUS: Sim?

LULU: E, então, ela perguntou o seguinte: “Você vai a algum lugar?” A pessoa que perguntou disse: “Não que eu saiba.” E, então, Gaia perguntou de novo: “Mas, em algum momento, você vai pra outro lugar?” E, então, a pessoa disse: “Bem, quando eu morrer, vou deixar meu corpo e, daí, vou partir.” E Gaia disse: “Sim, você vai. E eu também. Este é o meu corpo, que me dá a honra da evolução.” Então, eu acho que é bem compreensível e devemos dar a ela essa honra. Obrigada.

ADAMUS: Obrigado. E estamos chegando ao ponto aqui em que quando qualquer um de vocês partir, quando se forem, vocês vão levar seu Corpo de Consciência junto. É por isso que tenho falado do Corpo de Consciência. Assim, quando partirem, vocês vão levar os atributos do seu corpo físico, e não estou falando do tecido morto; estou falando dos atributos ou da consciência de um corpo.

Vocês vieram aqui para a Terra como... bem, vocês chamam de seres de luz. Vocês passaram anos nesse corpo físico, por uma razão, e vocês não vão apenas voltar... vocês nunca irão... Farei uma declaração forte aqui... Vocês nunca mais vão voltar a ser apenas um corpo de luz, porque vocês investiram, vocês deram, vocês escolheram milhares de existências aqui pra compreenderem a integração de um corpo físico, uma mente física e um espírito, e agora tudo isso se integrou.

Assim, depois que vocês deixam este planeta, vocês vão pra onde for, ou ascendem, e vão ser reconhecidos pelos anjos através de toda a criação. Vão olhar pra vocês e dizer: “Você é um Corpo de Consciência. Você esteve na Terra. Você esteve lá, fez isso. Você se permitiu sonhar e, então, se tornar.” E isso é muito importante, entendam, sonhar e se tornar. É como voltar no tempo. Vocês sonham com isso e, daí, acontece.

Eles vão reconhecê-los, não apenas pela cor de sua aura, mas vão reconhecê-los pela... aqui as palavras são limitadas... pela extensão ou pela grandeza de seu ser como um todo. Eles vão saber que cada um de vocês foi um pirata espiritual sensual aqui na Terra.

E, com isso, por favor, lembrem-se que tudo está bem em toda a criação.

E, para meus amigos na Polônia, “godbere”. Estarei aí em breve.

E assim é.


Tradução de Inês Fernandes     mariainesfernandes@globo.com
 

O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e os desafios do status da ascensão, ajudam outros humanos em suas jornadas, compartilhando informações, atendendo e orientando. Mais de 50.000 visitantes vão ao web site do Círculo Carmesim todos os meses ler os últimos materiais e discutir suas próprias experiências.

Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde apresentam as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Tobias declara que ele e os outros do Círculo Carmesim celestial estão, na verdade, canalizando os humanos. Eles estão lendo nossas energias e traduzindo nossas próprias informações de volta para nós, de modo que possamos vê-las vindo de fora, enquanto as vivenciamos no nosso interior. O "Shoud" é uma parte da canalização em que Tobias fica de lado e a energia dos humanos é canalizada diretamente por Geoffrey Hoppe.
 
As reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público. O Círculo Carmesim sobrevive com o amor sincero e a doação dos Shaumbra de todo o mundo.

O objetivo dos que fazem parte do Círculo Carmesim é servir de guias humanos e professores àqueles que seguem o caminho do despertar espiritual interior. Não é uma missão evangélica. Pelo contrário, a luz interior é que guiará as pessoas até você para receberem compaixão e atenção. Você saberá o que fazer e o que ensinar nesse momento, quando vier até você o humano precioso e único, pronto para embarcar na jornada da Ponte de Espadas.

Se você estiver lendo isto e sentir a verdade e a conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia humano. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você agora e em todos os momentos que estão por vir. Você nunca está sozinho, porque a família está espalhada por todo o mundo e os anjos estão ao seu redor.

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