Corpo de Consciência


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OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
Série dos Mestres

SHOUD 7: "Corpo de Consciência"
Apresentando Adamus

Canalizado por Geoffrey Hoppe

Apresentado ao Círculo Carmesim
6 de março de 2010
 
 
 
Bem-vindos, Shaumbra. Eu sou o que sou, Adamus of Sovereign Domain, e não sou um cara assim tão durão apesar de tudo.
 
Queridos Shaumbra, bem-vindos ao nosso encontro. Estamos reunindo as energias dos Shaumbra do mundo inteiro; dos Shaumbra que fizeram a travessia para além, que foram para além do físico e que estão trabalhando com cada um de vocês a partir de outras esferas. Estamos reunindo a energia do Conselho Carmesim, dos seres angélicos, neste grande momento de honra, e, como disse a canção, neste momento de bênçãos, de vida.
 
Hoje não é ontem de forma alguma. Isso significa que vocês estão... Não precisa mudar de posição por minha causa. [Risadas quando Adamus passa por cima das pernas estendidas de Garret.]
 
Hoje não é ontem, e essa é a boa notícia. Vamos falar mais sobre isso em nossa conversa. Mas como vocês estão diferentes de quando nos reunimos no mês passado! Como estão diferentes! Estamos seguindo para um tempo de experiência agora, indo além das teorias, das lições e de todo esse desagradável processo para o qual eram atraídos. Entrando na experiência de vida real. É claro, isso faz com que o mundo de vocês mude. Faz com que o mundo de vocês talvez vire de cabeça pra baixo. Mas, entendam, quando vocês realmente se unem a vocês mesmos, vocês descobrem que essas mudanças, essa evolução, essa renovação são, de fato, muito estimulantes, bem diferentes das mudanças do passado, que eram desafiadoras, difíceis, torturantes às vezes, e afetavam o seu corpo. As mudanças pelas quais vocês estão passando agora, e pelas quais continuaremos a passar junto com vocês, são excitantes. São os novos tempos. Os novos tempos que vocês poderiam dizer que foram profetizados ou esperados por um longo período. Os novos tempos que vocês ajudaram a moldar, ajudaram a imaginar, e estamos realizando agora. Com certeza, é o que estamos realizando.
 
Sem querer ficar muito sentimental, como é bom, como adoro trabalhar com vocês! Tem algo especial com relação a este mês. É claro, aqueles que foram em nossa viagem com Kuthumi, os deuses antigos e eu, é claro – um deus não tão antigo... mas o restante de vocês, o restante de nós está passando por um verdadeiro momento de integração nesta Nova Energia. [Adamus está se referindo à jornada Shaumbra pelo Egito, “Sons da Alma”.] Ah, às vezes, ainda dá um pouco de medo, digamos, imaginar o que vai acontecer com essa plataforma que vocês criaram para suas crenças e para a vida de vocês. Mas vocês estão começando a se entusiasmar, a ficar sem medo. Como Cauldre disse hoje, vocês estão realmente saindo da hibernação e começando a receber o que lhes cabe.
 
Para você, minha querida. [Adamus entrega uma rosa para Linda.]
 
Vocês estão realmente começando a...
 
LINDA: Isso foi um ímpeto?
 
ADAMUS: Não, é o novo Adamus bondoso [muitas risadas e alguns aplausos].
 
Então, queridos Shaumbra, que maravilha é estar reunido aqui hoje numa energia muito diferente – talvez vocês tenham notado. Talvez.
 
 
Pakauwahs
 
Vamos expor e ilustrar o que falamos no mês passado. Então, diga-me, Elizabeth, onde está seu Pakauwah neste momento?
 
ELIZABETH: Ele estava bem aqui [na minha frente] antes de você falar dele.
 
ADAMUS: Excelente. Ele é macho?
 
ELIZABETH: Sim, Guapo.
 
ADAMUS: Guapo é o nome que você deu pro seu...
 
ELIZABETH: Muy Guapo (Muito Bonito, em espanhol).
 
ADAMUS: Muy Guapo é o nome que você deu a seu Pakauwah.
 
ELIZABETH: Ele é muy guapo.
 
ADAMUS: Excelente. E o que é o seu Pakauwah?
 
ELIZABETH: É um belo tigre branco de Bengala. Ele é incrível.
 
ADAMUS: É.
 
ELIZABETH: Grande, vistoso e guapo – muy guapo.
 
ADAMUS: É, e você está absolutamente certa. Esse Pakauwah, que é uma extensão de sua própria energia, está aqui neste momento, porque você tem trabalhado com ele – bem mais do que a maioria dos Shaumbra, devo dizer.
 
ELIZABETH: Ah!
 
ADAMUS: A maioria não faz ideia de onde está seu Pakauwah. Mas seu Pakauwah não é, necessariamente, um grande tigre de Bengala...
 
ELIZABETH: Ah!
 
ADAMUS: ... e, definitivamente, não é macho.
 
ELIZABETH: O quê?!
 
ADAMUS: Não, me desculpe! [Risadas] E obrigado. Próximo. Edith, onde está seu Pakauwah neste momento?
 
EDITH: Eu o mantenho bem aqui, perto do meu coração. E não me pergunte o nome dele porque eu não sei.
 
ADAMUS: E o que é?
 
EDITH: Não sei.
 
ADAMUS: Edith, ele não está perto de você agora. Está bem longe.
 
EDITH: Onde ele está? [Risadas]
 
ADAMUS: Você não sabe onde está seu Pakauwah.
 
EDITH: Você quer que eu minta?
 
ADAMUS: Você já mentiu. [Muitas risadas]
 
EDITH: Eu creio que não!
 
ADAMUS: Klaus. Onde está seu Pakauwah, senhor?
 
KLAUS: Na verdade, eu não sei. Acho que está passeando por aí em algum lugar.
 
ADAMUS: E o que é seu Pakauwah?
 
KLAUS: É um puma.
 
ADAMUS: Um puma. Humm. E se eu lhe dissesse que não é realmente um puma?
 
KLAUS: Sim...
 
ADAMUS: Sim.
 
KLAUS: Continue.
 
ADAMUS: Certo, não é realmente um puma.
 
E a questão aqui, queridos Shaumbra, como falamos no mês passado, é a consciência. Eu disse que falaria sobre isso até ficarem malucos, porque muita coisa está acontecendo no momento, e vocês ainda tendem a operar num modo limitado de consciência. Vocês ainda estão usando apenas uma pequena, uma pequena parte da consciência. Sua consciência é vasta, extensa. Ela está aí, esperando por vocês. Não está desligada ou trancada, está aí. Mas, vejam, vocês entraram num certo padrão, num certo modo de pensar e vocês se fecharam. Então, vocês assumem que, se uma vez seu Pakauwah era um determinado animal, de determinado sexo, que ele permanecerá dessa forma. Não permanecerá. Não. Ele muda constantemente.
 
Standing Bear (versão em inglês de nome indígena que, em português, seria Urso em Pé), o que é seu Pakauwah?
 
STANDING BEAR: Um urso pardo.
 
ADAMUS: Um urso pardo.
 
STANDING BEAR: É.
 
ADAMUS: Não é, não. Realmente, não é. Você é muito... Standing Bear, veja bem, você entrou nesse padrão de achar que está muito conectado com o urso, mas não está. Isso é passado. Ah, o urso ainda está aí, às vezes. Mas, e se fosse uma joaninha? Você não acha que seja um cara tipo joaninha. [Risadas]
 
STANDING BEAR: Uma libélula.
 
ADAMUS: Você acha que é um cara tipo urso pardo, ou talvez um peixe – uma pequena perca, talvez. E, veja bem, a questão é: permaneça consciente. Esses Pakauwahs mudam. Eles se transformam. Eles não precisam ficar presos em pumas, lagartos, ursos pardos e falcões.
 
Há alguns meses, começamos a trabalhar com um Pakauwah, que nada mais é do que uma extensão da própria energia de vocês. Ele é vocês. Não é outra coisa ou outro alguém, é vocês. Qual é o seu?
 
HOMEM SHAUMBRA: Hoje de manhã, parecia um cogumelo. [Risadas]
 
ADAMUS: Um cogumelo.
 
HOMEM SHAUMBRA: É.
 
ADAMUS: E, na verdade, ele poderia ser. Só não vá comê-lo. [Risadas]
 
HOMEM SHAUMBRA:  É.
 
LINDA: Não, acho que depende mais do cogumelo que ele vai comer.
 
ADAMUS: É, [rindo] está certo, não o coma! [Mais risadas] Então, Jeff, onde está seu Pakauwah agora?
 
JEFF: Tentando se comunicar.
 
ADAMUS: Exatamente! Deveríamos entregar prêmios. [Risadas] Nas raras ocasiões em que os Shaumbra acertam.
 
LINDA: Alguém acertou. Oh!
 
ADAMUS: Com certeza.
 
Então, Shaumbra, tenham consciência. As coisas estão mudando muito, muito rapidamente agora. Seu mundo se expande muito quando vocês abrem a consciência e percebem as coisas.
 
Onde está seu Pakauwah neste momento? Bem, alguns de vocês não têm visto nem falado com eles há meses. Felizmente, nós não damos notas nesta aula, mas eu realmente quero dar prêmios, lembrancinhas. Sim, presentinhos de Adamus.
 
LINDA: Cuidaremos disso.
 
ADAMUS: Volte logo. [Ele diz pra Linda, quando ela vai em busca de “presentinhos de Adamus”.]
 
Bem, muitos de vocês não têm trabalhado com seus Pakauwahs por um bom tempo, mas os Pakauwahs ainda estão aí. Vocês o criaram. Vocês os chamaram. Eles estão esperando, esperando pacientemente que todos vocês façam alguma coisa com eles que seja divertida, que se expanda e que seja consciente. Esse Pakauwah, essa extensão de vocês, está constantemente agora se transformando para responder à situação em que vocês se encontrem.
 
Vocês precisam de um pássaro para ter uma visão mais ampla? Não, literalmente... Que vestimenta interessante esta. [Risadas, quando ele faz comentários sobre a roupa de Cauldre quando olha sua imagem no telão.] É disso que estou falando! [Mais risadas e aplausos] É disso... Um pouco mais de ouro... [Adamus ri]
 
Bom, onde estávamos? Vocês se lembram do que estávamos falando? Sim, do Pakauwah de vocês. Então, seus Pakauwahs estão mudando constantemente. Quando vocês precisam de uma visão mais ampla, ele pode se transformar, se alterar alquimicamente e virar um pássaro na hora. Se vocês precisarem de um pouco de paz e quietude ou quiserem se afastar das coisas, esse Pakauwah se transforma em quê? Num peixe. É quieto, fica submerso. Se vocês precisarem...
 
LINDA: Aqui estão alguns prêmios. [Risadas quando Linda entrega a Adamus um copo cheio de chocolates.]
 
ADAMUS: Eu estava pensando em algo mais valioso do que isso, mas... [mais risadas] Eles vão comer e esquecer rapidinho.
 
LINDA: Você terá que ser criativo hoje.
 
ADAMUS: Sim, usaremos isto hoje, mas seria legar arranjarmos algo realmente memorável.
 
LINDA: Podemos conversar.
 
ADAMUS: Moedas de ouro? Sim, sim. Vamos conversar sobre ter muito...
 
LINDA: Você que as manifeste que nós as teremos! [Risadas]
 
ADAMUS: Não me desafie.
 
LINDA: Desafio, sim. [Mais risadas] Ah, se eu não desafio você! [Aclamações e aplausos]
 
ADAMUS: O grupo está hostil hoje. Cheguei tentando ser um cara simpático, distribuindo flores e agora vocês querem ouro. [Risadas]
 
Então, seus Pakauwahs mudam constantemente. E, a propósito, eles podem deixar de ser uma forma animal. Começamos com essa forma, por causa do amor e da paixão que vocês têm por animais. Mas, agora, os Pakauwahs podem mudar para qualquer outra coisa. Qualquer outra coisa. Apenas uma partícula de energia. Apenas um pequeno orbe flutuando por aí.
 
Seus Pakauwahs estão aí. São essa parte de vocês que pode atravessar dimensões, que pode trabalhar em seu favor quando vocês estiverem no meio de uma situação, de um problema. E, por falar nisso, enquanto estiverem num corpo humano na Terra, entre outros humanos que vão passar pelo processo de evolução, vocês irão se deparar com problemas. Mas o Pakauwah pode ajudar a eliminar a complexidade dessa situação para vocês e, potencialmente, para aquele com quem estiverem lidando.
 
O Pakauwah pode trazer o equilíbrio de volta. O Pakauwah pode expandir para buscar soluções potenciais para o problema iminente, dando a vocês sugestões que chegam na forma de um “Ahh!”. Vocês têm feito isso ultimamente. Ahh! Mas, infelizmente, vocês têm dado o crédito a mim, que, de certo modo, é merecido, mas não inteiramente; vocês têm dado o crédito aos guias; alguns ainda dão o crédito àquela energia alienígena – humm, vamos ter que segurar vocês depois da aula por causa disso –; e outros estão agradecendo a seres angélicos desconhecidos. Que tal, como propôs Tobias anos atrás, vocês agradecerem a si mesmos? A seus Pakauwahs, vocês. Na verdade, são vocês que estão fazendo isso. Essa é a boa notícia. São vocês que estão fazendo isso, mas vocês não estão, necessariamente, cientes disso.
 
Assim, Timothy... Vou escolher o Timothy aqui. Ah, hora do microfone.
 
LINDA: Ah, sim.
 
ADAMUS: Eu lhe dou uma rosa e...
 
LINDA: Rápido, Linda, rápido. [Risadas]
 
ADAMUS: Timothy.
 
TIMOTHY: Sim?
 
ADAMUS: Olha a tentação... [Risadas enquanto Adamus abana um chocolate para Timothy.] Só se responder corretamente... Onde você está neste momento, Timothy? Tic-tac, tic-tac, tic-tac.
 
TIMOTHY: Não inteiramente na Terra.
 
ADAMUS: Não inteiramente na Terra. A resposta está meio correta, então, eu lhe darei um chocolate assim mesmo. Excelente.
 
 
Tomada de Consciência
 
Vocês estão, de fato, aqui, mas a maioria de vocês está ciente apenas de estar aqui agora. Vocês sabiam que parte de vocês, bem agora, está na Nova Terra dando continuidade ao trabalho que têm feito lá por tanto tempo? E vocês podem ter um trabalho lá e um aqui simultaneamente. Parte de você, Mary, ainda está presa num sonho que você teve há semanas, ainda está nessa energia. Mas você pode estar aqui ao mesmo tempo.
 
Parte de você, Alain, está trabalhando num novo projeto do qual você nem está ciente ainda. Vou falar disso no fim do dia – não só do seu projeto, mas de coisas para todos vocês –, de coisas que estão nessa outra energia. Então, vocês estão cientes de estarem bem aqui porque o corpo físico pode ser um pouco exigente ao querer sua atenção.
 
Vejam bem, nós realmente fizemos com que vocês voltassem para o corpo, o que foi importante, e agora estou pedindo, bem, que saiam dele, mas de um modo diferente; sem tentar negá-lo ou fugir. Entendam, vocês antes saíam do corpo pra fugir e, quando fugiam, quando deixavam o corpo, na maioria das vezes, não tinham consciência disso. Não havia um componente sequer de vocês que tivesse tomado consciência, porque vocês tentavam ficar absolutamente sem conscientização.
 
E depois sentiam dor – talvez física, talvez emocional – porque é a única coisa que os mantém cientes de tudo. Ainda bem que sentiam dor. Ainda bem! O que acontece quando uma pessoa fica completamente sem consciência, fica fora do corpo, não está realmente existindo e essa pessoa não estabelece nenhuma conexão através de dor, trauma, raiva nem nada? O que acontece?
 
SHAUMBRA:  Ela morre. [Ele atira um chocolate pra pessoa que falou.]
 
ADAMUS: É, morre, mas não morre. A biologia continua no modo de sobrevivência para o qual foi programada, mas ela entra num nada, num nada absoluto, nas outras esferas e aqui. É muito difícil tirar alguém desse estado – quando se entra no nada absoluto, quando não se está nem mesmo deprimido, nem mesmo triste, nem mesmo se sentindo pra baixo. É o nada absoluto. Tirar alguém do nada leva tempo.
 
Os seres angélicos do outro lado precisam tomar as devidas precauções para não interferirem demais. Geralmente, dentro da alma da pessoa que entra nesse estado absoluto de falta de consciência, nesse nada... ainda existe algo bem lá no fundo da alma que fica chamando. Mas essa voz que chama é tão miúda, tão desprezada que a pessoa simplesmente não a escuta.
 
E ela pode ter uma morte física, o que, obviamente, terá, sem estar consciente de que está morrendo. Vocês já conheceram pessoas assim. Vocês foram pessoas assim, em tempos passados. Então, a pessoa morre e, quando chega do outro lado, ainda está na forma de um nada. Normalmente, não sente nem raiva, nem ódio, compaixão, amor nem nada – nem desejo nem nada – o suficiente para puxá-las de volta para outra existência. Às vezes, é uma bênção essa atração puxá-los de volta pra outra existência, pois é uma tentativa de torná-los conscientes de novo.
 
Existem entidades, seres, que foram para as esferas não físicas dentro de um nada e é muito difícil para qualquer um de nós trazê-los de volta. Eles podem existir aí durante o que vocês chamariam de milhões de anos, nesse estado de nada. Então, queridos Shaumbra, fugi um pouco do assunto aqui, mas é hora de vocês ficarem conscientes.
 
Parte de vocês está aqui neste momento e parte de vocês não está me escutando, nem me vendo, nem esperando pelo meu próximo trejeito. Parte de vocês está, na verdade, neste momento, fazendo algum trabalho energético interessante. E o que é esse trabalho? O que vocês estão fazendo? Eu sei que vocês podem senti-lo. Algo está acontecendo aqui. Eu sei que, se vocês sintonizarem um instante, saírem da cabeça e forem para o coração, bem no seu âmago, vocês podem sentir que algo está acontecendo; algo com vocês pessoalmente, algo com este grupo. O que está acontecendo? [Um Shaumbra responde baixinho.] Ah, você não falou alto o suficiente. [Risadas]
 
EDITH: Não queremos ser chamados de mentirosos.
 
ADAMUS: Ahhh! Nós todos mentimos. Ah, espero tê-la deixado zangada, Edith.
 
EDITH: Deixou.
 
ADAMUS: Exatamente. Exatamente.
 
LINDA: Esperem, precisamos de um microfone.
 
ADAMUS: Certo.
 
LINDA: Desculpa. Ele deixou você zangada?
 
EDITH: Sem dúvida.
 
ADAMUS: Com certeza.
 
EDITH: Totalmente.
 
ADAMUS: Totalmente. Você não adoraria me dar um tapa bem agora?
 
EDITH: Não.
 
ADAMUS: Sim, você gostaria.
 
EDITH: Não, eu não gostaria! [Risadas]
 
ADAMUS: Você está mentindo pra mim de novo! [Mais risadas]
 
EDITH: Não, não estou! [Adamus ri.]
 
ADAMUS: Edith, querida Edith, essa é uma forma de movimentar as energias.
 
EDITH: Eu sei.
 
ADAMUS: É uma forma de sair do inconsciente.
 
EDITH: Mas eu achava que estávamos integrando nossos Pakauwahs ou nossos aspectos. Mas se não podemos senti-los, o que estamos sentindo bem aqui na gente?
 
ADAMUS: Bom, alguns de vocês estão sentindo o Pakauwah. Outros não têm trabalhado com ele há meses. Alguns o fizeram como um exercício de momento e seguiram em frente. Você às vezes esquece totalmente dele. O seu Pakauwah foi até você inúmeras vezes, Edith, e você nem o notou.
 
EDITH: É... eu acredito.
 
ADAMUS: Ah, não é uma coisa ruim. É uma coisa comum. Será que você pode se imaginar por um instante tendo consciência das energias ao seu redor, consciência de estar aqui bem agora, mas uma parte de você também estar ajudando algumas pessoas com as quais você lida? Parte de você está aí e parte de você está, de fato, descansando. Parte de você – uma grande parte no momento – está pronta pra expulsar velhas energias que não servem mais pra você.
 
EDITH: Parece bom.
 
ADAMUS: Sim, mas talvez precise de um pouco de raiva pra isso sair.
 
EDITH: Certo. [Ela ri.]
 
ADAMUS: Talvez um pouco de tomada de consciência. Entende? E você sabe o que acontece, Edith? É que nós – todos nós – temos conversado muito ao longo dos anos. Você sabe o que acontece? Muitas vezes vem direto pra cá [para a cabeça], fica aqui e, depois, vocês cogitam a respeito da coisa e ela acaba fermentando no cérebro. E, vocês sabem, quando fermenta no cérebro, não cheira muito bem. [Risadas] Há uma tendência a se pensar sobre a coisa em vez de ficar consciente dela. Há uma tendência a se analisar a coisa em vez de simplesmente vivenciá-la.
 
Então, às vezes, quando provoco você ou outras pessoas, como tenho feito... ainda bem que nem sempre é como aquele que esbofeteei recentemente e quase o enviei pra outra dimensão com um tapa... bem, às vezes, isso leva a uma tomada de consciência.
 
Assim, vamos voltar para a pergunta. Eu perturbei você de verdade?
 
EDITH: Não... não foi tanto assim.
 
ADAMUS: Ainda gosta de mim?
 
EDITH: Ainda amo você.
 
ADAMUS: Mesmo?
 
EDITH: Mesmo.
 
ADAMUS: Mesmo??
 
EDITH: Mas realmente eu me irrito com você. [Risadas]
 
ADAMUS: Vou perguntar uma terceira vez. Mesmo?
 
EDITH: Eu realmente amo você, mas me irrito com você.
 
ADAMUS: Obrigado. Vamos. Vamos deixar como está: “Eu realmente amo você”, ponto final. Obrigado. [Risadas]
 
Edith e Shaumbra... Edith e todos os Shaumbra, vocês me pediram pra vir e pra irritar vocês. E pode ser que um dia eu não irrite, mas é provável que isso não aconteça.
 
Assim, queridos Shaumbra, tenham consciência. Há muita coisa acontecendo no momento enquanto conversamos. Vocês estão aí fora, existindo, trabalhando, criando um outro lugar e estão sentados bem aqui, simultaneamente.
 
Entendam, é um velho truque que os humanos desenvolveram e se chama “vamos fingir”. “Vamos fingir que sou um humano sentado aqui em Coal Creek Canyon, escutando Adamus e Edith trocarem farpas.” E isso é fingir, porque há muito mais coisa acontecendo. Vocês estão trabalhando em outros níveis. Vocês estão trabalhando em outras dimensões. Vocês estão ajudando a Terra a fazer, graciosamente, a transição da energia, essa alquimia de energia, que é tão importante no momento.
 
Bem agora, uma parte de vocês está trabalhando e testando a Nova Energia. Vocês fizeram isso neste mês que passou desde nossa última conversa. Alguns de vocês tiveram experiências maravilhosas e outros ficaram muito frustrados. Mas vocês disseram: “Vamos esperar até o dia do Shoud. Vamos esperar e realmente trazê-la pra casa, trazer essa Nova Energia, vivenciá-la e não ficar apenas pensando sobre ela.” E é isso que vocês estão fazendo agora.
 
Alguns de vocês têm agora uma pequena tensão bem aqui no estômago. Outros estão sentindo uma leve pressão na cabeça, talvez preocupados com um acesso de dor de cabeça. “Por que venho aqui escutar Adamus e fico com dor de cabeça?” Porque, Shaumbra, há muita coisa acontecendo. Parem um instante e se conscientizem disso. Vocês não têm que definir nada. É quando vocês, às vezes, ficam com problemas – quando tentam definir o que está acontecendo.
 
Então, apenas esperem um pouco... há muita coisa acontecendo.
 
[Pausa]
 
Só porque não podem rotular uma coisa não significa que ela não esteja acontecendo. Na verdade, é bem melhor quando vocês não rotulam o que está acontecendo.
 
É algo que não se aplica somente a nossos encontros agora. É algo que está acontecendo o tempo inteiro. Muitos de vocês estão com seus Pakauwahs parados à toa. Alguns dos Pakauwahs tentaram mordê-los e tentaram gritar com vocês. Alguns deles, no caso os pássaros, fizeram cocô em cima de vocês pra chamar sua atenção. E, às vezes, eles manifestam essas coisas literalmente – literalmente, fisicamente. Às vezes, vocês captam o sentimento, mas o ignoram; vocês focam a mente para irem em frente. Isso também é uma ilusão.
 
 
Chega de Ir em Frente
 
Na realidade, vamos falar um pouco sobre isso. A velha programação, a hipnose, os invólucros, o condicionamento e tudo mais que vem de éons – de Atlântida e mesmo de antes disso – diz: “vá em frente”. Vá em frente. Então, os humanos tendem a fazer isso cegamente. Foram programados pra seguir em frente, progredir. Que ilusão. Que mentira. Isso é uma mentira.
 
Vocês não têm mais que ir em frente, o que não significa andar pra trás nem permanecer na mesma posição. Vocês expandem – e há uma grande diferença entre ir em frente e expandir.
 
No meu tempo, colocavam antolhos no cavalo pra que ele não visse o entorno e seguisse sempre em frente. Às vezes, chegavam a colocar uma cenoura na frente do cavalo. Assim, Shaumbra, vocês ficaram muito tempo com antolhos e cenouras. De certa maneira, isso serve a um propósito: perceber o quão limitado se pode ser, ver como se pode ficar focado em apenas uma realidade. Mas, agora, tiramos os antolhos, acabamos com as cenouras e vocês realmente começam a viver.
 
Vocês começam a expandir e a verdade aqui é... eh, vou redefinir uma coisa. Vou fazer um monte de redefinições hoje e, talvez, algumas podem deixá-los aborrecidos. Vamos começar a redefinir, dizendo que vocês, na verdade, não expandem, porque vocês já são expandidos. Vocês simplesmente se tornam conscientes... [Adamus beija uma Shaumbra que disse baixinho “conscientes”.] Dois chocolates pra ela. [Risadas] E como eu queria que fossem ouro. Bem, de fato, são de ouro – a embalagem. Mas vocês, na verdade, se tornam conscientes do quanto já são expandidos. Vocês, na verdade, de repente, percebem que não há nada que precisem alcançar. Em outras palavras, não estamos querendo colocá-los contra a parede pra fazê-los expandir; vocês apenas se tornam conscientes do quanto são expandidos. É impressionante. É realmente fácil.
 
Então, vamos respirar fundo. Tem a ver com tomada de consciência.
 
 
Mais sobre Tomada de Consciência
 
Agora, vou tratar disso na esperança de deixar vocês realmente aborrecidos, realmente chateados com isso, realmente chateados. Mas se querem que eu diga onde vocês estão agora, nesse processo de despertar, tem a ver com estarem conscientes.
 
Entendam, muitos de vocês esperam ver coisas flutuando por aí. Não vão. Deixem esse conceito de lado. Apenas sintam. Será que percebem quanta coisa está acontecendo ao redor desta sala neste momento? Quanta energia tem aqui? Uma parte é até relativamente fácil de se descrever: temos anjos aqui, é claro, temos muitos Pakauwahs que foram assustadoramente chamados de volta [risadas] no minuto que comecei a perguntar onde está o Pakauwah de vocês. “Ah, droga!” [Risadas] “Oh, Bowser, volte! Rápido! Rápido! Ele vai me perguntar! Quero dizer que você está bem aqui.”
 
Existem muitas energias da Terra – energias de Gaia – aqui, hoje; mais do que o normal. Por quê?
 
SHAUMBRA: Estamos nos conectando com essas energias?
 
ADAMUS: Muitas mudanças estão acontecendo na Terra no momento. A Terra está procurando um jeito de fazer a alquimia da velha energia que está presa. Então, o que acontece? No momento em que o espírito da Terra sente um grupo de humanos que realmente entende o que está acontecendo e não fica com medo das coisas, mas entende que é uma graciosa liberação, essa energia é atraída e está aqui hoje. Então, vocês podem sentir a energia da Terra entre nós.
 
Agora, Tobias falou com vocês muitas vezes sobre isso. Há uma tendência para achar que é a sua própria energia. “O que está errado comigo hoje? Por que estou sentindo essas dores? Por que estou tão cheio de gases que daqui a pouco não vou conseguir me segurar? Por que sinto que quero gritar?” Bem, porque não vem de vocês; são todas essas energias que estão sendo atraídas pra vocês.
 
Sintam isso por um instante; eu ajudo a trazer o foco. Existe um pequeno e específico grupo de seres aqui hoje. Não físicos, mas a energia deles está aqui... [Pausa] Vejam, quando vocês expandem sua consciência, vocês percebem que há um grupo do que chamariam de estudantes ou “calouros” da Nova Terra que estão aqui nos visitando. Estão prestes a entrar no corpo físico. Isso acontece muito com vocês. Os novatos se juntam a vocês por um tempo. Algumas vezes, eles são encaminhados até vocês. Outras, eles são apenas atraídos e ficam seguindo vocês. Serão como a sombra de vocês. Querem ver como é ser um humano. Querem saborear a comida com vocês, porque nunca comeram antes. Querem estar em volta quando vocês riem.
 
Anjos realmente não sabem rir. Por acaso já ouviram falar de algum comediante angélico? [Risadas] Além de mim, não conheço outro. [Risadas] Esses novos anjos, particularmente aqueles que nunca estiveram aqui, ficam fascinados por essa coisa chamada experiência humana. E, particularmente, ficam fascinados pela... eles não se agradam muito das coisas da Velha Energia... ficam fascinados pelas novas mudanças, pela alquimia, pela transmutação da energia, pelo conhecimento de si mesmo, pelo amor por si mesmo. Então, eles ficam por aí.
 
Às vezes, vocês acham que são vocês. Vocês pensam: “Por que me sinto tão ignorante hoje? Por que parece que não sei lidar com essa situação?” Isso é porque vocês estão sentindo a energia deles. Vocês estão sentindo a presença deles ao redor. Às vezes, vocês ficam muito emocionados ou fascinados com algumas coisas que acontecem ou têm determinados sentimentos; são esses novatos que estão acompanhando vocês.
 
Então, tenham consciência. Consciência. Consciência. Vocês operam, facilmente, em milhares de níveis de uma vez. Alguns não são tão importantes ou prioritários. Outros são muito, muito importantes. Vocês trabalham com a energia da natureza, de Gaia, quase que o tempo inteiro agora. Padrões climáticos, terremotos, a queda de neve global, esses tipos de coisa – tudo isso é parte de um belo processo que está acontecendo com Gaia e vocês o estão sentindo.
 
Assim, quando vocês respiram conscientemente, o que eu sei que vocês fazem o tempo todo. [Algumas risadas quando Adamus vira os olhos.] Aandrah, não diga nomes, mas... Quando vocês respirarem conscientemente, aproveitem agora essa oportunidade para também se conscientizarem; tomarem consciência de que Linda de Eesa está me olhando torto; tomarem consciência de que vocês estão operando em muitos níveis, todos ao mesmo tempo, e que, em todos eles, são vocês, mas que vocês também estão sentindo outras energias.
 
Isso não é... como posso dizer... isso é muito prático. Não é tipo um estado de sonho. Não é nada esotérico. Isso está se tornando, na realidade, algo muito prático, e vai servi-los muito bem.
 
Vou dar um pequeno exemplo: vocês precisam comprar uma roupa nova para um evento e, talvez, parte de vocês esteja receosa com isso. Será que vocês percebem que vocês já estão enviando a si mesmos pra comprar a roupa nova? Bem, uma vez que vocês se tornam conscientes disso, vocês se conectam com essa parte de vocês que sabe como se vestir de maneira elegante e apropriada, digamos assim, para a ocasião. Sim, vocês já saíram agora pra sondar a compra dessa roupa que é para o mês que vem. Sim. E agora vocês tomam consciência disso. Agora vocês começam a trazer a energia e a sair da cabeça, e isso começa a acontecer. Então, vem fácil pra vocês. Vocês não têm que temer a experiência de fazer essa compra. Vocês saem pra comprar e encontram exatamente o caminho para aquilo que querem, ou aquilo vem até vocês.
 
Um pequeno exemplo. Vocês conseguem imaginar agora isso sendo aplicado a tudo – comida, relacionamentos, a próxima grande empreitada que vão fazer? Em vez de fazer um esforço aqui em cima [na cabeça]... ah, vocês fazem minha cabeça doer de tanto esforço, as nossas cabeças... em vez disso, vocês relaxam. Você se torna consciente dessa parte de você, Alain, que já está trabalhando no projeto, que desenvolveu ou está examinando essa bela energia, e da parte de você que não se preocupa com o retorno financeiro, com os recursos, com essas necessidades humanas mundanas. Está aí fora na grandiosa criação. Está aí. Na verdade, está mais perto do que vocês pensam. Está aí. São vocês. Não sou eu que faço isso, são vocês, e está aí.
 
Em cada respiração, cada gole d’água, cada bocejo, cada tosse, lembrem-se de tomarem consciência disso. Muita coisa mais está acontecendo.
 
Agora, essas são as boas notícias. Vocês estão tomando consciência da vida multidimensional. Vocês estão se tornando conscientes de muitas, muitas facetas da joia que vocês são.
 
As más notícias... não tem má notícia nenhuma. Mas o que acontece quando sua consciência se expande? Primeiro, uma parte de vocês vai se sentir um pouco cansada, um pouco sobrecarregada, porque seu cérebro não consegue lidar com a tomada de consciência. Será que vocês percebem que cérebro... não quero falar mal do cérebro o tempo todo, mas hoje vamos fazer uma alquimia com o cérebro de vocês, se não se importarem. Vamos transmutá-lo hoje. Hoje. [Aplausos da plateia]
 
O cérebro não é um receptáculo para a tomada de consciência. Não é. É um receptáculo para a memória, a lembrança. Mas a verdadeira conscientização não tem a ver com memória, de forma alguma. Ela está no momento. Tem sentimento agregado a ela. Tem uma paixão que a faz fluir e tomar ainda mais consciência de si.
 
O cérebro lembra. A consciência torna consciente.
 
Então, nós vamos além do puro cérebro. Seguimos além da percepção característica. Há borboletas na sala agora, e não estou brincando. Elas estão aqui. São alguns dos Pakauwahs de vocês, e estão flutuando por aqui.
 
Eu sei que uma das questões é que vocês dizem: “Bem, será que não vão me considerar lunático fora deste lugar seguro?” Não, de jeito nenhum. Falaremos sobre isso em junho quando darei meu workshop de saúde mental. Vejam, Cauldre não tinha tomado consciência de que ele já ia fazer isso. [Adamus ri.] Bem, falaremos sobre isso.
 
O mundo quer sonhar neste momento. O mundo quer escapar da prisão agora. Está desesperado por isso. Mas tem dúvidas. A humanidade tirou, ah, vantagem muitas vezes, então, as pessoas estão um pouco céticas. Assim, se vocês começarem a falar sobre as borboletas que estavam voando ao redor de vocês hoje e aquela que pousou no seu ombro enquanto falavam com ela e o grande puma branco que rugia atrás delas, sim, de início, as pessoas vão ficar intrigadas com vocês. Mas não se preocupem.
 
Afinal de contas, a humanidade agora quer muito conhecer os próprios sonhos. As pessoas querem muito abrir a consciência. Elas querem saber que existe algo mais além do além. Querem saber que existe uma razão pra tudo isto. Querem saber que... sintam uma coisa aqui comigo um instante. Vocês têm essa velhíssima crença em Deus. Eu alego que, se vocês sentirem um instante, os humanos não querem mais acreditar nesse Deus, mas eles têm medo. Foram programados. Disseram a eles que, se não acreditassem nesse Deus, então, o demônio iria possuí-los, então, eles ficam presos nesse lugar. Eu chamo a isso de hipnose. Eu chamo a isso de estar congelado num sistema de crença. Estão num impasse... num impasse de energia. Mas algo bem no fundo os está chamando, a alma deles, dizendo que tem que existir algo mais. Não pode ser como ensinaram a eles quando eram jovens. Não pode ser do jeito que as igrejas declaram. Tem que haver algo mais.
 
E quem vai ensinar isso pra eles? Quem vai ajudá-los a resolver isso dentro deles? Quem vai ajudá-los a descobrir não um Deus que um outro grupo está criando, mas o Deus que está dentro deles, que é absolutamente único e pessoal para cada ser? São vocês. Quem vai ajudá-los a entender que eles podem voar? Com que frequencia vocês sonham que estão voando?
 
SHAUMBRA: Muita.
 
ADAMUS: Claro. Porque vocês estão.
 
Não é só um sonho. Partes de vocês estão planando bem agora. E vocês dizem: “Mas, não, não pode ser, porque estou sentado aqui na forma física.” Isso é a ilusão de estar preso no corpo físico. Vocês dizem: “Mas meu corpo precisa levantar voo e todos têm que ficar absolutamente extasiados por me ver flutuando pela sala.” É mesmo? É? E se vocês estiverem voando agora mesmo, flutuando? Flutuando. Parte de vocês está.
 
Agora, sim, eu sei, vocês querem levitar dessa cadeira agora. Isso vai acontecer? Será que importa? Importa? A resposta é sim, vocês serão capazes, mas não levem o foco pra isso. Não percam o rumo por causa disso. Sim, nós vamos até esse ponto, até essa parte em que a integração absoluta acontece; onde x e y se cruzam e se tornam o centro de tudo; onde o que está acontecendo nas outras esferas e nas outras dimensões começa a acontecer aqui. Mas, no momento, apenas procurem ficar conscientes do que está acontecendo aí fora.
 
 
Liberando o Passado
 
Ponto número dois. Liberem. Liberem.
 
Noutro dia, uma Shaumbra – ninguém daqui – me perguntou o seguinte: “Estou tão frustrada, Adamus...” Na verdade, foi pior... a linguagem foi mais curta e grossa, e não vou repetir. “Adamus, como eu supero os problemas? Como me livro deles? Como acabo com meu carma? Como ultrapasso essas questões? Toda vez que penso que estou indo além delas, elas voltam. Elas estão aqui novamente. Como acabo com o carma?”
 
Ah, a resposta é simples. Não é você. Não é você. Entendam, ainda existe essa crença... quer os humanos acreditem ou não em carma, eles acreditam no passado deles. Quer acreditem em vidas passadas ou em algum passado, acreditam que isso lhes pertence. E acreditam que isso é a cruz que têm que carregar, seu fardo, seja lá como queiram chamar, seu carma, seu condicionamento, e arrastam isso por aí. E ficam imaginando, então, por que a vida fica difícil, por que as oportunidades simplesmente não aparecem pra eles, por que parece que estão na mesma droga de estrada dia após dia após dia. Na mesma estrada.
 
Mesmo que pensem que estão seguindo em frente, a realidade é esta: quando olham, a estrada hoje foi a mesma de ontem e será a mesma de amanhã. Até dizerem:“Esse não sou eu. Isso não é meu.” Vocês não são suas vidas passadas, acreditem ou não. De fato, eu – eu, Adamus – estou cansado desse negócio todo de vida passada. Não existem vidas passadas. Não houve reencarnação. Que tal isso? Não houve um passado, de certa forma, de uma forma muito, muito real. Isso é muito antigo e não são vocês.
 
Mas por que é, Aandrah, que tantos querem se segurar no passado, na existência passada, nas outras 18.000 existências que possam ter tido, nas existências de sofrimento, nas existências em que foram queimados e torturados? Por que querem se ater a isso? Aqui entre nós, no microfone.
 
AANDRAH: Ahh, e milhares de outras. Em parte, para provarem que existem. Eles têm medo. “Se não tenho passado, não existo.”
 
ADAMUS: Isso! Você leva o copo todo! O copo todo! [A plateia aplaude quando Adamus esvazia o copo de chocolates no colo de Norma.] Precisaremos de mais prêmios no mês que vem. Eu adoro esta escola. Ah, obrigado.
 
Sim, em parte porque, sem o passado, fica o medo de que vocês não existam. Então, vocês se prendem ao passado – não estou falando, necessariamente, com vocês; estou usando a palavra genericamente, humanos. Os humanos se prendem ao passado desesperadamente. E quando eles esquecem o passado, porque, na verdade, eles não... Como estamos com o tempo? Ainda tenho muito chão pela frente.
 
LINDA: Não importa.
 
ADAMUS: Tudo bem. [A plateia ri e aplaude.]
 
Então, eles se atêm ao passado e, depois, quando não conseguem lidar com o passado e saem do corpo em direção ao nada, eles vão receber aconselhamento psicológico para lembrarem do passado e de que realmente existem; e, daí, o profissional receita algumas drogas que fazem com que eles esqueçam o passado; e, agora, eles entram numa profunda, profunda densidade. Agora, eles não conseguem mais nem mesmo se manter no nada, e será que vocês fazem ideia de como é frustrante quando se quer ficar longe e não se consegue? Mas não se está aqui tampouco? Onde se está? No inferno. No inferno a essa altura, e é difícil ter de volta esses humanos.
 
Por que estou contando tudo isso pra vocês? Vocês já sabem. Vocês já conhecem isso. Já vivenciaram isso. Vocês jogaram com isso, e aqui estão vocês, agora mesmo, humanos iluminados, professores da Nova Terra, que, por sinal, também pode ser esta velha Terra. Falarei sobre isso em outro Shoud.
 
“Então, como vocês liberam isso?” Essa Shaumbra perguntou: “Como eu resolvo isso?” E eu disse pra parar de acreditar em quem ela era, parar de acreditar no carma, parar de acreditar no passado. Agora, ainda estou... Edith, se você acha que eu a deixei um pouco aborrecida... essa Shaumbra ainda está muito zangada comigo. Muito aborrecida, muito zangada, nos assistindo hoje, achando que sou algum tipo de... [alguém diz: “demônio”] eu não disse a palavra demônio, mas, sim, talvez; achando que estou tentando enganá-la. [Adamus fala olhando algumas vezes para a câmera.] Ela está dando uma olhada na transmissão pela internet pra ver que truquezinhos eu estou usando. Porque esse ser maravilhoso não consegue se imaginar deixando ir o passado, porque, bem, ela investiu nele. Mais de 1.800 existências foram investidas. Éons de tempo, antes mesmo de vir para a Terra, foram investidos. Tem sido uma queda-de-braço. Ela acha que, se abrir mão de tudo que fez pra descobrir a resposta para a pergunta “quem sou eu?”, não vai ter servido pra nada – ela vai se descontrolar, desmoronar, vai embora, voltar pro começo, voltar pro início. Vocês não conseguem voltar para o início.
 
Deixando ir o seu passado, vocês deixam ir as ilusões. Vocês liberam a energia que está presa e enterrada. Vocês não abrem mão da experiência, do sentimento. Vocês não abrem mão da paixão e da sabedoria. Vocês liberam a perspectiva... a perspectiva do que vocês pensavam que estavam fazendo quando tinham oito anos de idade e alguns incidentes aconteceram. Foi uma perspectiva. Se vocês estivessem totalmente conscientes, como estão hoje, vocês teriam percebido que muitas outras coisas estavam acontecendo.
 
Então, quando vocês deixam ir as vidas passadas, as crenças e tudo mais, vocês não estão realmente deixando ir sua identidade. Como vocês poderiam deixar ir algo que é de vocês? Como vocês podem liberar uma alma que está repleta de experiência e paixão? Vocês liberam a perspectiva. Vocês deixam ir o modo de ver a coisa. Vocês liberam a energia presa. E, daí, o que acontece?
 
O que acontece quando a Terra, por meio de um terremoto ou da explosão de um vulcão, libera? O que acontece com essa energia? [Adamus assobia.] Estou sem prêmios, então, suponho que não terei respostas. [Risadas] Assim...
 
KATHLEEN: Ela transmuta.
 
ADAMUS: Ela transmuta. Ela se desloca. Ela muda. Obrigado. Kathleen. Eu disse, desde o início, que você era brilhante, e agora você me vem com isso. Você está deixando desabrochar. Ah, como as pessoas menosprezaram você. Não lhe parece libertador?
 
KATHLEEN: Sim.
 
ADAMUS: É claro que sim. [A plateia aplaude.]
 
Por isso, a Terra treme, a Terra muda, a Terra tem fogo e neve e tudo mais. O que está acontecendo é que a energia está transmutando. Está voltando... [Adamus ri quando Linda traz pra ele um prato cheio de chocolate.]
 
LINDA: Seu desejo é uma ordem.
 
ADAMUS: [rindo] Obrigado, querida. [Adamus entrega um chocolate a Kathleen.] Estão vendo? Não é preciso nem pedir; vem até vocês! Simplesmente, vem até vocês.
 
Então, a energia transmuta. Ela volta, digamos, para um reservatório ou um depósito. Pode ser um reservatório individual, um reservatório comunitário, o reservatório de um país ou um reservatório global, mas volta. Volta diferente de como era originalmente. Não é necessariamente mais poderosa nem maior. É apenas mais sábia.
 
Se a pessoa chamar a energia de volta... digamos que a energia que vocês liberaram, a velha consciência que vocês liberaram, volte para seu reservatório de alma... agora, ela não volta como a mesma energia para servi-los de novo. Ela tem um componente de sabedoria; tem um componente de graça agregado a ela, se vocês tomarem consciência. Do contrário, vocês simplesmente vão usá-la como sempre a usaram, com as mesmas limitações de antes. No entanto, se tomarem consciência de que há uma liberação quando vocês deixam ir suas vidas passadas, quando deixam ir quem vocês eram ontem e, então, tomam consciência do hoje, vocês podem aproveitar esse magnífico novo componente que foi acrescentado – sabedoria, amor, tranquilidade – qualquer que seja o componente que vocês queiram.
 
Quando vocês evocam essa energia para atendê-los... [Adamus procura os pilots pra escrever...]
 
LINDA: Sem pilots? Oh, meu Deus! [Risadas; Linda vai buscar pilots.]
 
ADAMUS: É uma conspiração. Eu sei que estão tramando contra mim. “Adamus está desenhando muito no quadro. Ele está agindo como um professor. Vamos sumir com os pilots.” Pobre de mim. [Ele ri.]
 
Então, quando vocês chamam de volta essa energia, ela volta para atendê-los. Entretanto, algo brilhante... não preciso dos pilots, eu tenho bolas... [Algumas risadas quando Adamus traz duas grandes bolas vermelhas.] Algo brilhante vem com essa energia. A Nova Energia. Nova Energia.
 
Eu uso estas bolas vermelhas como um símbolo da Nova Energia. Ela se une à Velha Energia que está vindo agora e elas se misturam. Mas vocês só vão ser capazes de utilizá-la se tomarem consciência dela.
 
Agora, estar consciente não significa pensar sobre ela. Estar consciente significa sentir essa energia. Estar consciente significa perceber essa energia. Daí, ela vem para a vida. Daí, ela trabalha pra vocês.
 
Assim, o mundo está liberando agora. Vocês veem isso nos terremotos, no clima estranho... essas são as coisas óbvias. Muitas outras coisas também estão acontecendo. Vocês só podem se tornar conscientes da Nova Energia explorando-a. Ela não está apenas mudando a Terra física em si. Ela está mudando as grades magnéticas. Ela está mudando os eixos e, então, um terremoto surge e realmente muda a Terra de lugar. Para aqueles que estão envolvidos com astrologia, huh-huh. Parem e observem uma segunda vez. Ela está alterando toda a ilusão dessa astrologia. Astrologia é uma coisa maravilhosa. Fui um grande praticante de astrologia em algumas de minhas existências. Mas o que eu conhecia naquela época não se aplica agora. Repensem a astrologia ou sintam a astrologia de uma nova maneira.
 
Tem muita coisa acontecendo no mundo no momento. Vamos respirar fundo e ficar conscientes.
 
Tem muita coisa acontecendo dentro de vocês no momento.
 
[Pausa]
 
 
Experiência
 
No mês passado, falei deste como sendo um tempo muito especial. Eu disse que vocês vão agora sair da teoria e entrar na experiência. Alguns reclamaram. Experiência é viver algo. A experiência é insubstituível. Vocês vão descobrir que apenas pensar sobre as coisas foi realmente muito desgastante e chato. Então, vocês passam para a experiência. E eu disse que a maioria de vocês teria uma experiência neste mês que se passou, e a experiência vai abrir uma nova parte de vocês. A experiência vai oferecer um dos muitos canais para se trazer a Nova Energia, para se integrar esse potencial neste momento do Agora.
 
Então, com o microfone na mão, Linda vai para a plateia e eu pergunto ao Marc Ritter: Qual foi a sua experiência? Você sabia que eu ia chamar você.
 
MARC: Claro que sabia. Eu vivenciei tanta coisa.
 
ADAMUS: Exatamente. Agora, claro, você estava na nossa viagem Sons da Alma, só pra que todos entendam.
 
MARC: Isso.
 
ADAMUS: E, primeiro de tudo, foi uma experiência?
 
MARC: Com certeza, foi.
 
ADAMUS: Cumpri com minha promessa do último Shoud de que você teria uma experiência? Não, eu não. Você que cumpriu. Você, sim. Então, o que foi que você vivenciou?
 
MARC: Eu vivenciei tantas coisas... o que você quer saber?
 
LINDA: Aah, respondeu com outra pergunta.
 
ADAMUS: Se você fosse contar aos Shaumbra o que você vivenciou num nível espiritual pessoal, num nível de alma, o que você diria?
 
[Pausa enquanto Marc busca as palavras.]
 
Você está chegando lá. Você está quase falando, mas está se perguntando se vou dizer que você está errado porque eu, provavelmente, vou. Eu lhe digo uma coisa: você não consegue colocar em palavras. É quase indefinível, e você não quer colocar em palavras, porque, na hora em que coloca, as coisas se distorcem. Isso meio que distorce e corrompe as coisas ou, no mínimo, as limita. Agora, não será assim pra sempre, porque vocês vão desenvolver uma eloquencia de alma em que vão falar, mas vão realmente projetar ou irradiar sentimentos em vez de palavras.
 
Desse modo, foi indescritível. Foi pessoal. Foi... ah, foi. É isso...
 
MARC: Definitivamente.
 
ADAMUS: Sim, sim. Foi. Então, Linda, você escolhe. Vou fechar os olhos. Você escolhe alguém.
 
LINDA: Alguma pergunta em particular?
 
ADAMUS: Não, a mesma pergunta: o que você vivenciou neste mês que passou?
 
LINDA: Ah, tudo bem. [Risadas quando Linda leva o microfone para Deb.]
 
ADAMUS: Vejam, é engraçado, porque essa também teria sido minha escolha. Deb, quais foram suas experiências neste mês? E presumo que esteja tudo bem entre nós?
 
DEB: Está tudo bem.
 
ADAMUS: Certo. Você pode conversar com Edith mais tarde e lhe dizer que é uma coisa realmente boa ficar aborrecida comigo?
 
DEB: Movimenta energia.
 
ADAMUS: Movimenta. Agita, sim. Sim. E eu faço isso, obviamente, por amor.
 
DEB: É claro.
 
ADAMUS: É claro. Certo, então, você teve... não vou revelar. Como foram suas experiências este mês?
 
DEB: Ah, por favor, prefiro que você fale por mim. [Muitas risadas]
 
ADAMUS: Eu... e você sabe que eu vou falar depois que você tentar identificar por conta própria. Ah, eu sei... continue.
 
DEB: Bem, já foi dito. É muito difícil colocar em palavras.
 
ADAMUS: É.
 
DEB: Para mim, acho que foi um monte de... teve muito trabalho interno. Não senti nenhuma energia externa...
 
ADAMUS: Um grande prêmio. Grande prêmio. [Adamus entrega uma rosa para Deb.]
 
DEB: Ah, obrigada.
 
ADAMUS: Uma experiência não precisa ser dramática. Uma experiência não tem que estar na sua cara. Uma experiência, geralmente, não virá de fora pra dentro. Vocês estavam olhando por aí – do lado de fora.
 
Alguns de vocês estão se sentindo mal com vocês mesmos. Vocês dizem: “Eu não tive uma experiência nesse mês que passou.” Sim, vocês tiveram. [Risadas com o tom que ele usa.] Mas vocês estavam procurando lá fora. Se tivessem procurado bem aqui [mostrando o corpo], teriam tido uma tremenda experiência.
 
Experiências não precisam ser escandalosas nem barulhentas. Experiências não têm que ser caóticas nem estarem repletas de conflitos. Experiências não têm que ser açucaradas nem sobrenaturais. Ah, vocês dizem: “Bem, então, como vou saber que é uma experiência?” Tomando consciência. Tendo uma tremenda tomada de consciência. Se olharem sempre pra fora da janela, como vão saber o que está acontecendo aqui dentro? Se ficarem esperando drama, como vão saber quando passarem por uma belíssima mudança interior?
 
Bem, mais cedo ou mais tarde, a experiência vai se mostrar na vida diária, sim, mas, então, vocês vão se perguntar: “Por que as coisas estão acontecendo de um jeito meio diferente agora, um pouco melhor? O que aconteceu?” Vocês tiveram uma experiência. Vocês tiveram uma experiência, cada um de vocês teve.
 
Agora, é óbvio, se vocês estivessem em nossa viagem ao Egito, a experiência teria ficado muito evidente. As experiências aconteceram do lado de fora, mas realmente a experiência que todos tiveram foi muito pessoal. Muito pessoal. Se eu perguntasse à maioria daqueles que estavam na viagem o que fizeram, o que viram, em que dias passaram por certas coisas, eles não teriam ideia, porque eles estavam passando por uma experiência muito profunda e pessoal. A experiência não tem que ser catártica. Não tem que trazer lágrimas aos olhos. A experiência pode apenas ser uma experiência.
 
Então, vocês dizem: “Bem, como eu defino a experiência? Não vou vivenciar algo que seja bem tangível e que eu possa identificar claramente?” Não. Não. Tirem os antolhos.
 
A experiência, afinal, tem a ver com permitirem-se viver, permitirem-se estar aqui, permitirem-se estar conscientes. Todos vocês, no mês que passou desde nossa última conversa, tiveram uma experiência que mudou sua vida de um jeito que não acontecia há muito, muito tempo.
 
Pode levar um tempo pra que alguns de vocês percebam realmente qual foi a experiência ou, como diriam, que ela se manifeste ou ocorra aqui. Mas vocês tiveram uma experiência. Como vocês sabem? Como vocês sabem que não estou só falando por falar? Tomem consciência. Tomem consciência e sintam lá dentro.
 
Mais experiências virão pela frente – talvez não o que vocês pensam que será, e talvez sim – porque nós, enquanto Shaumbra, estamos neste incrível barco, juntos e individualmente, entrando na experiência.
 
Bem, entre agora e nosso próximo encontro, vocês serão solicitados, por vocês mesmos, para trabalharem com a experiência, para trabalharem com a Nova Energia, para aplicá-la, para fazer alguma coisa com ela. Pode ser uma criação grandiosa. Pode ser qualquer coisa. É pra brincar com ela assim como brincariam com a bola; é pra começarem a se acostumar a ela, começarem a se unir a ela.
 
 
Vivenciando a Nova Energia
 
Lembrem-se, no mês passado, eu disse que vocês sentiam algo ao redor. Vocês sentem algo rastejando ao seu redor, tentando invadir seu cérebro ou seu corpo ou o que for, e não é uma sondagem alienígena. Alienígenas não são assim tão espertos. Dia desses, quando tivermos um tempinho sobrando, vamos visitar uma espaçonave alienígena, e eu lhes mostrarei como eles realmente são. E teremos uma experiência grandiosa.
 
Mas, nesse ínterim, esta Nova Energia, que vem de vocês, não de um potencial futuro, mas de uma consciência maior de vocês, virá visitá-los. A Nova Energia – a verdadeira Nova Energia, expansional – está descendo agora para esta realidade, ou subindo pra esta realidade. Ela vem brincar com vocês. Ela está testando vocês. Ela quer ver do que vocês são feitos. Como eu disse no mês passado, ela quer saber o que faz vocês rirem, vocês chorarem, vocês sentirem coisas diferentes. Como esse cérebro funciona? E ela está sondando, investigando, de uma maneira muito amorosa, sem invadi-los, cheia de compaixão. E são vocês. Não um grande anjo dourado, não algo que seja diferente ou esteja separado de vocês. Ela é, de fato, vocês e está vindo.
 
E, neste mês, entre agora e nosso próximo encontro, é hora de começar a brincar com ela. Vocês precisavam, primeiro, estar conscientes dela, mas agora comecem a brincar com ela. O que fazer? Qualquer coisa. Saiam pra caminhar – vocês, seu Pakauwah e a bola vermelha. Saiam pra passear. Levem-na para o trabalho. Muitos não levam sua espiritualidade para o trabalho. Às vezes, não culpo vocês, mas agora é hora de começar a levá-la para o trabalho. Dirijam o carro levando ela junto. Falem com ela em voz alta, ou melhor ainda, não falem. Sintam-na.
 
Colocando teoricamente, ela é o Você que vocês sempre esperaram ansiosamente. É o você que vocês sempre quiseram que os amasse. Não podia amá-los, porque vocês não queriam. Vocês não estavam prontos pra ela. Vocês não se amavam o suficiente pra permitir que algo tão precioso como o Você real se aproximasse. Vocês se mantinham afastados, esperando um momento melhor, esperando eliminarem o carma, esperando se aperfeiçoarem, esperando até que aprendessem a meditar ou a rezar de maneira apropriada. Ela sempre quis vir, e agora ela pode.
 
Vocês liberam o passado, o que não significa abrir mão de sua identidade. Sua identidade é de vocês. A identidade é o Eu Sou o que Sou. Isso é a identidade. Do que mais vocês precisam além do Eu Sou? De nada. Absolutamente nada.
 
 
Derrubando Moinhos de Vento
 
Bom, passando para o próximo assunto. Certo, então, o que está acontecendo neste jogo todo? Eu me refiro a isto muitas vezes – eu vejo vocês derrubando moinhos, atacando moinhos de vento. Dom Quixote. Vejam, Dom Quixote saiu da realidade, o que significa de suas limitações. Ele queria algo mais, tinha que existir algo mais além daquilo, que o estava levando à loucura por permanecer dentro das normas. Então, ele saiu. Mas quando saiu dessas normas, criou ilusões incríveis de que tudo era uma batalha contra ele. As árvores e o vento eram demônios. Os moinhos de vento, os gigantes, os guerreiros. A noite era um demônio. As estrelas que o espionavam eram os olhos das outras esferas. Então, ele costumava derrubar moinhos.
 
Agora, os que estavam à sua volta olhavam e diziam: “Ele é louco, não é?” Na verdade, ele não era, não. De jeito nenhum. Ele batalhava porque sempre estava batalhando, sempre tinha batalhado, sempre lutava por alguma coisa, mesmo que fosse apenas atacar um moinho de vento, apesar de ele não revidar. E, queridos Shaumbra, vocês estão atacando alguns moinhos, travando batalhas que não precisam mais travar, entrando em combates que não precisam mais entrar.
 
Agora, Don Quixote acabou desistindo de atacar moinhos, voltou para as normas, voltou para sua velha realidade. Bem, vocês não conseguem. Vocês não querem, devo dizer. Vocês tentaram, mas é muito difícil.
 
Então, sobra a seguinte situação – uma situação interessante e única – em que vocês dizem: “Bem, aqui estou eu, fora das normas. Eu expandi. O que eu faço?” Bom, primeiro, agradeçam a si mesmos por saírem da caixa. Agora, quando vocês saíram, vocês ainda tinham aquela espada. Vocês ainda lutavam contra demônios, ainda combatiam quase tudo.
 
Agora é o momento de reconhecer que são apenas moinhos de vento. É apenas o ar se movendo, é apenas o sol se pondo à noite que causa a escuridão, são apenas as estrelas no céu lembrando de onde vocês vieram, mas não para onde vão. É o momento de largar as espadas e parar de derrubar os moinhos, os demônios. Não são realmente demônios.
 
É uma ilusão. É um hábito, sair pra lutar, pra se defender, se proteger. É uma dinâmica da Velha Energia que, de certa forma, vocês usaram pra mantê-los ocupados. Atacar moinhos de vento realmente faz com que alguém fique ocupado por um bom tempo, e quando esse moinho é conquistado, vocês encontram outro moinho. Se não for um moinho, será uma montanha; e se não for uma montanha, será um rio.
 
Vamos parar de atacar moinhos a partir de hoje. Tudo bem? Não há nada pelo qual lutar. Vocês percebem o que estavam realmente atacando?
 
SHAUMBRA:  Nós mesmos.
 
ADAMUS:  Ah! Presentinhos pra todo mundo! [Aplauso] Vocês mesmos. Com certeza. Vocês mesmos. Muitas vezes, vocês projetam vocês mesmos em outras coisas, outras pessoas, mas realmente são vocês mesmos. Mas isso não parece meio velho agora, meio cansativo?
 
Então, vamos aproveitar esta ocasião de tomada de consciência, em que muitas coisas estão acontecendo... vocês acham que estão apenas me observando... muitas coisas estão acontecendo bem neste momento... vamos aproveitar a ocasião, se quiserem, pra fazer uma escolha consciente de parar de atacar moinhos de vento, parar de lutar. Mas antes que concordem, deixem-me incluir um aviso. Há uma tendência – uma tendência da Velha Energia – de se dizer: “Bem, então, o que eu faço?” Há uma certa dinâmica para se continuar lutando contra moinhos, porque, ora, é o correto – é tão justo quanto o inferno. Vocês podem dizer a todos que estão ocupados lutando contra moinhos de vento. Estão ocupados mudando o mundo! Estão ocupados criando a nova dinâmica espiritual para a Terra e, portanto, precisam ser os Jedi da Nova Energia. [Risadas]
 
O que acontece quando se desiste disso, Aandrah? Microfone, por favor, e vou ficar com uma flor de prontidão aqui. O que acontece quando se desiste disso?
 
AANDRAH: Ah, é de tirar o fôlego. Você começa a rir, a brincar, a celebrar...
 
ADAMUS: Mais uma palavra.
 
AANDRAH: ... a respirar e a realmente viver.
 
ADAMUS: Viver. Viver é a palavra. [Aplausos] Vocês realmente começam a viver. [Ele lhe entrega a flor.] Creio que você mesma tenha comprado essas flores, então... [Risadas] Vejam, aquilo que se distribui se recebe de volta.
 
Então, sim, vocês começam a viver. Parte de vocês não consegue se imaginar vivendo sem ser o defensor justiceiro. Parte de vocês não consegue se imaginar vivendo sem uma causa. Mas digo uma coisa, vocês vão chorar no meu ombro e me perguntar depois: “Por que você não disse isso antes pra gente?” Vocês vão chorar no meu ombro e dizer: “Quando liberei, quando parei de derrubar moinhos e outras coisas que surgiam... quando liberei, percebi o que era realmente viver. Percebi que eu era muito limitado antes e agora não tenho palavras pra descrever. Está além das palavras.”
 
Agora, continuar com o ataque aos moinhos e às bestas cabeludas como vocês têm feito, é também, queridos Shaumbra, a razão pela qual vocês têm a luta, têm a perseguição, têm toda essa ilusão do propósito e da causa, mas que também cria a limitação. Então, vamos liberar isso agora. A luta... a luta. Deixem ir agora.
 
Mas o mundo ainda será o mundo e vai continuar pressionando vocês, certo? Mas quando pressionar, vocês não precisam sentir a pressão. Vocês não precisam resistir. Não precisam revidar. Não há nada contra o qual se defender. Vocês respiram e percebem que nada pode ser tomado de vocês. Percebem que não vão ser enganados. Com certeza, não podem levar sua alma. Não podem mais escravizá-los.
 
Falei um pouco sobre escravidão naquele nosso recente encontro no barco. Fiz uma afirmação aos Shaumbra, lá, que acho que desagradou a alguns, mas era esse meu objetivo mesmo. Eu disse que apenas um Mestre – apenas um Mestre – é que pode oferecer o verdadeiro serviço. Todos os demais são escravos. Todos os demais são escravos.
 
Assim, queridos Shaumbra, vocês tinham essa mentalidade de escravos – deixar que os outros os escravizasse – e como vocês podem estar em serviço quando são escravos? Não podem. Vocês são escravos. Quando vocês se elevam acima disso, quando chegam ao ponto em que estão agora, vocês liberam isso tudo. Vocês se tornam conscientes de que são o Mestre. Vocês não aspiram isso, vocês são. Vocês estão conscientes disso em vez de buscar isso. Então, vocês conseguem realmente estar em serviço. Então, podemos falar em mudar a consciência da Terra. Qualquer outra coisa é apenas Velha Energia.
 
LINDA: Não importa, mas são 4:45h.
 
ADAMUS: Eu sei, mas estou me divertindo muito aqui. Se alguém quiser se levantar e sair, tudo bem.
 
LINDA: Uns dois saíram.
 
ADAMUS: Sim, e vou acabar enxotando o resto porta afora. Então, queridos Shaumbra, vamos redefinir as coisas.
 
 
Corpo de Consciência
 
Vocês falavam de componentes dos quais pensavam que vocês eram feitos. [Adamus escreve.] Espírito, mente – minha caligrafia está melhor? – e corpo. Corpo, mente, espírito – é assim que muitos gostam de se definir. Vamos apagar isso agora. Em vez de se considerarem como sendo esses componentes individuais, que basicamente ficam isolados uns dos outros, é hora de ir além.
 
Vamos respirar fundo.
 
É hora de se perceberem como um Corpo de Consciência. Nada mais de corpo, mente e espírito; nada mais de humano e divino; nada mais de bom ou mau, luz ou escuridão, menino ou menina. Vocês são um Corpo de Consciência.
 
O corpo como num barco. Um barco é um receptáculo de navegação. [Adamus desenha um barquinho à vela embaixo das palavras “Corpo de Consciência”.] O corpo representa soberania. Ele é seu. Vocês são um corpo de consciência. Consciência é percepção. Vocês são um Corpo de Percepção, e é hora de começarem a usá-lo. É hora de começarem a tomar consciência.
 
A mente, agora, se assim escolherem, se funde ao Corpo de Consciência. A biologia física se funde ao Corpo de Consciência. Seu espírito, que antes vocês mantinham à parte do restante de vocês, se funde ao Corpo de Consciência. De certo modo, pode-se dizer, vocês retornam para onde estavam, de onde vieram, mas não exatamente. Vocês não voltam. Vocês agora evoluem, expandem; voltando para uma parte essencial de si – a consciência – mas agora altamente expandida.
 
Enquanto Corpo de Consciência, vocês não têm que ver a si mesmos como nada além de si mesmos, sua alma, sua soberania, seu Corpo de Consciência. Corpo não precisa ser algo físico. Corpo pode muito bem ser não físico, multidimensional. Corpo de Consciência.
 
Então, não vamos mais usar estas palavras – essa maneira de se definirem como corpo, mente e espírito. Foi bom lá atrás. Trouxe um pouco da percepção de que vocês são bem multidimensionais, mas vocês são agora um Corpo de Consciência.
 
Assim, entre agora e nosso próximo encontro, eu gostaria que vocês ficassem realmente conscientes do que isso significa, realmente conscientes de que todos os componentes estão integrados e interligados, não separados. Não estão separados.
 
Muito tempo atrás, a evolução da humanidade, a sua evolução estava relacionada à sobrevivência. Ver se vocês conseguiam vir para a Terra e se manter na biologia, sobreviver. Quando a maioria passou a ter domínio quanto a isso, então, a próxima forma de evolução se tornou a religião. Religião, para que agora vocês pudessem dar a si mesmos uma razão pra querer sobreviver. Então, vocês se deram a religião. Vocês se deram muitos deuses. E, então, ficou tudo tão confuso que vocês os transformaram em um só Deus. Ah, vocês falam de um só Deus, mas na realidade vocês ainda acreditam em muitos deles.
 
E, depois, quando superaram a fase religiosa, nesta existência ou em outras existências, quando ficaram cansados das igrejas, vocês entraram na fase espiritual – nova era, busca espiritual, metafísica. Isso possibilitou que vocês fossem além de ter um deus lá longe noutro lugar, mas ele ainda era um deus separado. Vocês meio que sabiam que ele era vocês, que vocês tinham um espírito e que outras coisas estavam acontecendo e chamavam a isso de espiritual. Vamos redefinir isso. Vamos redefinir Deus. Já que não estamos fazendo nenhuma outra coisa, vamos redefinir Deus!
 
Tomem consciência. Tornem-se conscientes.
 
Então, vamos seguir além do uso de palavras como “religião”, porque obviamente não é religião, “espiritual”, “nova era” ou, talvez, mesmo “Nova Energia”. Consiste da tomada de consciência. Vocês são seres com percepção.
 
Agora, o quão conscientes vocês querem estar? Essa, queridos Shaumbra, é a pergunta. O quão conscientes?
 
Daí, vocês dizem: “Ah, muito.” Mas ao ir além, ao sair dos velhos confortos, as coisas mudam, como vocês repararam. Mas a mudança não precisa ser difícil. A mudança não precisa ser algo cansativo. A mudança pode ser a coisa mais libertadora que venha a acontecer a vocês. Não temam a mudança. Não fiquem com medo de buscar e descobrir seu Corpo de Consciência.
 
[Para Linda] Eu sei, só mais alguns instantes.
 
LINDA: Não, não...
 
ADAMUS: Não, eu que estou dizendo. Tenho outro compromisso. Então, só tenho alguns instantes. [Risadas] Não tem nada a ver com vocês!
 
Vou pedir a vocês, a propósito, que façam uma coisa. Não estava na minha programação falar sobre isso hoje, mas quero que façam uma coisa.
 
 
Expandindo o Corpo de Consciência
 
Então, aqui estão vocês, existindo, conscientes de si e começando a perceber que há muitas outras coisas acontecendo. OK. Vocês podem projetar suas energias para outras coisas. Agora, OK, então, vocês podem projetar sua energia para um cachorro ou um gato. Através do quê?
 
SHAUMBRA: Da sua conscientização.
 
ADAMUS: Do seu Corpo de Consciência, trabalhando com seu Pakauwah.
 
Agora, então, vocês querem fazer o que adoro fazer? Adoro entrar num cachorro. Eu não me apodero da alma dele nem estou tentando controlar o cachorro. Eu simplesmente entro e opero meio que em conjunto com o cachorro. Eu digo assim: “Vou entrar e passar um tempo ocupando você.” E o cachorro ou o gato concorda em algum nível ou busco outro que concorde. Isso me permite estar na realidade física e estar realmente imerso nele por um curto período de tempo. Vocês podem fazer o mesmo.
 
Agora, não significa que vocês vão virar um gato ou um cachorro. Significa que vocês vão expandir esse Corpo de Consciência agora assimilando um outro Corpo de Consciência. Significa que vocês podem se sentir num cachorro do outro lado do planeta, num gato ou noutra coisa qualquer – fiquem longe de humanos por enquanto; mais tarde, faremos isso, mas projetem-se... ou num pássaro ou no que for.
 
Vocês vão descobrir agora essa conexão entre seu Pakauwah, que está sempre mudando, e como ele se relaciona com as energias externas. Vocês podem observar, podem ficar conscientes do que está acontecendo bem agora na Noruega, numa cidade específica, numa casa ou comunidade específica, através de um pássaro. Vocês expandem seu Corpo de Consciência e, então, vocês estão lá. Vocês realmente estão. Realmente estão.
 
Agora, por terem passado tanto tempo retornando ao corpo, respirando e entendendo o momento do Agora, vocês não vão sair fora. Vocês não vão deixar o corpo físico. Vocês vão expandir esse Corpo de Consciência agora, trabalhando com outro Corpo de Consciência.
 
Pássaros, gatos, cachorros, outros animais não são seres com alma – com pouquíssimas exceções. Não são seres com alma, então, vocês não estão se apoderando da alma deles nem vão ficar lá para sempre. Vocês vão descobrir que querem sair depois de um tempo. Geralmente, eu nunca passo mais de três dias quando co-habito um animal ou um humano.
 
Então, essa é outra coisa para vocês fazerem no próximo mês. Mais uma observação e, então, terminaremos. Não, nós vamos continuar, mas terminaremos meu discurso.
 
 
O Chamado
 
Um ponto muito importante... é quando reunimos tudo, caso vocês perguntem: “Hoje, Adamus falou sobre o quê?” Existe um chamado no momento. Ele vem de dentro de vocês desta vez. Não vem lá de fora. Não é o Arcanjo Gabriel ou Gabriela que está chamando. E o chamado tem sido persistente, contínuo.
 
É um chamado de vocês. Do seu... como queiram chamar. Vou chamar de seu Corpo de Consciência, porque nem mesmo gosto mais da palavra “alma”. É a sua consciência, sua consciência expandida, seu potencial inteiro de consciência que está chamando. Mas vocês não estavam cientes disso na maior parte do tempo. Na realidade, tem sido particularmente incômodo, então, vocês tentaram calá-lo, como se fechassem a janela quando um carro está fazendo barulho do lado de fora. Como se dissessem: “O que é esse barulho? É tão irritante.” Mas ele vem de dentro de vocês e vocês tentaram calá-lo. O chamado é de vocês para vocês mesmos.
 
O chamado é, pode-se dizer, vocês querendo voltar pra casa, para vocês mesmos, aqui agora, não lá fora. O chamado é para a integração, para se unir, viver.
 
O chamado não tem outra agenda além de se reunir. Não quer que vocês façam certas coisas, não volta e me diz que essa voz interior quer que vocês andem nus na rua principal às quatro da manhã. O chamado não quer nada, apenas estar com vocês, compartilhar as experiências da vida, carregar um nível de paixão que estava inacessível por um longo tempo.
 
É o Corpo de Consciência que foi fragmentado em partes que está chamando para se reunir novamente e faz isso através de vocês neste momento do Agora. Nesta não encarnação em que vocês existem agora, nesta identidade que não vem do passado, mas é o Eu Sou de hoje, ele quer retornar.
 
Quando abrirem sua consciência, vocês vão realmente entender e sentir esse chamado. Ele vem através de seus sonhos, com vozinhas desagradáveis, pequenas dores no corpo, algum desconforto emocional. Vem tentando chamar a atenção de vocês, tentando fazer com que tomem consciência. Escutem. Ele vem de dentro.
 
Não vai, necessariamente, falar com vocês usando palavras, não vai lhes dizer o que fazer. Esse “você” não quer lhes dizer o que fazer, só quer estar com vocês. Não quer dizer: “Você tem que aceitar esse emprego ou ficar com aquela pessoa.” Porque isso seria totalmente contraditório para o que a consciência e a percepção representam e para quem vocês são. Mas está chamando. Está aí.
 
Então, queridos Shaumbra, respirem fundo e entre hoje e nosso próximo encontro, estejam conscientes do chamado. E pode não ser o que vocês acham que será. Pode não soar como o que vocês acham que soará, mas está aí.
 
Entre hoje e nosso próximo encontro, queridos Shaumbra, por favor, percebam que, de fato, o mundo é realmente maravilhoso. Passamos por muitos tempos difíceis, mas é um grande lugar. Quando vocês olham nos olhos de outros humanos – chega de atacar os moinhos de vento, chega de pensar que precisam defender ou proteger alguma coisa –, vocês são capazes de olhar, sinceramente, bem nos olhos deles. Vocês vão perceber que lugar precioso é este planeta. Vocês vão perceber também que o que parece ser caos realmente não é.
 
Tudo está realmente perfeito em toda a criação e, particularmente, em vocês.
 
Com isso, queridos Shaumbra, Eu Sou o que Sou, ao serviço de vocês, Adamus. Obrigado.
 
 
Tradução de Inês Fernandes     mariainesfernandes@globo.com